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Digital Drops Blog de Brinquedo

PS2 deverá ter redução no preço

Por em 30 de março de 2009

Se ter um console da atual geração está longe da sua realidade financeira e você pretende adquirir um videogame em breve, acho uma boa ficar de olho, pois a Sony deverá anunciar nas próximas horas uma redução de quase 25% no valor do Playstation 2. Dessa forma, o aparelho que hoje custa US$ 129,99, passaria a ser vendido por US$ 99,99.

O rumor foi levantado depois que alguém conseguiu tirar algumas fotos dentro de uma grande rede de lojas onde o valor é mostrado e segundo o boato, o precinho camarada já começará a valer no dia 5 de abril, “coincidentemente” a mesma data do lançamento do DSi. Isso pode significar que a empresa japonesa esteja planejando acabar com a produção do videogame nos Estados Unidos e quem sabe, fazer com que o foco do console seja a América Latina.

Em todo caso, acho muito bom termos um dos melhores videogame já produzidos, com uma biblioteca gigantesca e repleta de ótimos títulos, por pouco mais de R$ 200, o problema é que ele nunca custará isso no nosso querido país.

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[via VG Chartz]

emIndústria Rumores Sony

Gravity – O melhor cliente Twitter pra Symbian que o dinheiro pode comprar

Por em 30 de março de 2009

Existem vários clientes dedicados Twitter rodando em aparelhos Symbian. Todos são basicamente um lixo. Quando são agregadores de serviço tendem a ser um pouco melhor, mas pelo próprio modelo de agregador, acabam atendendo o que as várias redes tem em comum, deixando de lado as peculiaridades de cada serviço.

Não mais. O Gravity é a solução de todos os problemas, nunca mais quem usa Symbian precisará acessar o site do Twitter ou fazer malabarismos para usar mais de uma conta ao mesmo tempo.

Escrito do zero para ser “A” aplicação Twitter no Symbian, o Gravity tem:

  • Follow, Unfollow, Direct Messages, Favoritos, Replies, Retweets
  • Busca, tags, busca de tags dentro das mensagens
  • Abertura de links html dentro da aplicação
  • envio de imagens do próprio aparelho via twitpic
  • Várias contas simultâneas
  • Contador de caracteres
  • Abas com a timeline principal e todos os recursos separados, como replies, mensagens diretas, etc.


O Gravity trabalha com avatares mas é fácil remover a funcionalidade, caso você esteja usando Edge ou um plano de dados limitado.

Existem temas, o modo escuro acima é bem mais confortável para uso noturno, por exemplo.

Selecionando uma mensagem são apresentadas várias opções-padrão, como Reply, Retweet, Mensagem Direta, seguir (caso já não siga) o autor, bem como links para tuiteiros mencionados e páginas HTML porventura listadas no texto.

Na tela principal são listadas as últimas oito imagens arquivadas no celular, clicando em uma delas temos a listagem detalhada:

Selecionando a imagem, é aberto o campo de texto, onde escrevemos uma mensagem complementar. A mensagem será enviada para o serviço TwitPic, e devidamente postada.

Vejam como as tags utilizadas na mensagem são identificadas pelo programa. Clicando nela é desencadeada uma busca global, que traz os últimos tweets que utilizaram a tag:

O Gravity é seguro para ser usado mesmo nas redes WIFI mais safadas, pois permite que você faça a conexão via SSL.

Em termos de recursos ele conseguiu enfiar na telinha do Symbiam praticamente tudo que um cliente como o Twiterrific traz no desktop. Na verdade, até mais, pois o Twiterrific não traz nenhum dos recursos de busca e gerenciamento de imagens do Gravity.

O Trial está disponível para uso por dez dias, e pode ser encontrado no site do fabricante. O registro do programa custou após conversão do PayPal R$24,33, e foi o melhor investimento em software que fiz este ano. A versão funciona em Symbian S60v3 e S60v5.

Fonte: Symbian Freak

PS: Quem quiser seguir o MeioBit no Twitter é só dar follow no nosso usuário oficial. Já o meu Twitter, para quem quiser é www.twitter.com/cardoso.

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Skype lança aplicativo para iPhone (e iPod Touch)

Por em 30 de março de 2009

Algo que muitos duvidassem que fosse acontecer vai se tornar realidade amanhã, terça-feira. A Skype, empresa de telefonia VoIP que hoje em dia já tem mais tráfego de chamadas internacionais que a AT&T, vai disponibilizar um cliente para a plataforma iPhone. Este rumor foi substanciado semana passada pelo Om Malik, go GigaOm.


As chamadas serão permitidas somente via Wi-Fi, acredito eu que não tanto por motivos técnicos, mas por acordos firmados com a AT&T, que é a parceira exclusiva da Apple nos EUA. Quando conectado a rede 3G, o cliente funciona permite bate-papo entre usuários via chat somente. A PC World teve acesso a uma versão, e postou alguns screenshots.

E lentamente, acontece aquilo que as operadoras de telefonia mais temem: as pessoas estão migrando para VoIP. Começou com as chamadas internacionais, e quanto mais fácil fica para usuários comuns, mesmo chamadas interurbanas e também locais via VoIP passam a ser uma alternativa viável. Eu tenho uma assinatura do Skype que custa US$2,95 por mês e me dá direito a qualquer ligação para EUA e Canadá, que é muito mais prático de usar quando uso um headset.

A Skype também está preparando um cliente para Blackberry nos próximos meses.

emMercado Software

Fanboys Apple indignados por provar do próprio remédio

Por em 30 de março de 2009

Durante anos a Apple vendeu seus Macs sem sequer mostrar os produtos. Muito mais do que um computador, vendia um estilo, vendia uma promessa. Os ótimos comerciais da série “I’m a Mac” faziam piada com os PCs (e consequentemente Windows) demonstrando a superioridade da plataforma Apple.

Curiosamente NENHUMA informação técnica era passada nos comerciais, os comerciais da Apple eram o oposto do que qualquer nerd que se preze consideraria um anúncio útil.

Claro, para o público comum funcionou MUITO bem, nada como vender uma atitude E espetar a concorrência ao mesmo tempo, correto?


Correto enquanto não é o nosso orifício retrofuricular que está na reta. Quando foi a vez da Microsoft acordar, parar de querer convencer pessoas a usar Windows através de PPTs e gráficos de performance, e lançar a campanha “I’m a PC”, com direito ao maníaco alucinado do Ballmer dizendo “I Love This Company”, muita gente estranhou.

Agora um comercial da Microsoft enfiou o dedo na ferida do Mac, lá onde dói mais (calma, é no bolso, não onde você pensou)

No filme a personagem recebe US$1000,00 para comprar um computador, ela quer um laptop de 17 polegadas, teclado confortável. Entrando em uma Apple Store, por esse preço só acha um Macbook básico de 13 polegadas. “Não sou cool o bastante pra ter um Apple”, diz ela.

Em uma outra loja ela acha um HP Pavillion com processador AMD Turion™ X2 Dual Core, 17 polegadas, teclado numérico, 4GB de RAM, 320GB de HD, HDMI, rodando Windows Vista Home Premium 64-bit SP1. Isso tudo por US$699,00.

No que talvez seja o comercial mais honesto da história da propaganda, é dito com todas as letras: Macs são caros. Todos sabem disso.

Claro, a indignação tomou conta da comunidade Apple. Aqui no MeioBit os comentários foram raivosos:

“A Microsoft decidiu que a única vantagem competitiva que tem frente à
Apple é o preço de um equipamento que ela não fabrica. Sem dúvida é
muito inteligente.”

Curioso foi que esse detalhismo não apareceu quando a Microsoft era a sacaneada, nos comerciais “I’m a Mac”. Ninguém disse “ei, a Microsoft não faz PCs, não há sentido e compará-la com a Apple”.

Os vários representantes Apple E fanboys ignoram os fatos apresentados no vídeo e partem para justificativas ridículas. a CNET por exemplo desqualificou o filme por usar uma ATRIZ, o que faz tanto sentido quando dizer que os comerciais da Apple são falsos, pois o Justin Long é um ser humano, e não um Macintosh.

Cartas iradas estão sendo enviadas, Twitter e blogs estão recheados de mensagens indignadas contra a Microsoft. Desculpa aí, mas entre o Macbook de US$1000,00 e o HP de US$699,00 eu também escolheria o HP.

A realidade é que o mundo está cheio de usuários de PCs felizes, e embora eu esteja muito bem com meu Mac, parceiros em uma relação estável, não reconhecida pela sociedade mas uma minoria significativa, seria fanatismo dizer que não poderia ser feliz com um tablet da HP, ou um Dell topo de linha, ou uma outra máquina parruda. Tirando Satux Linux, tanto Vista quanto Ubuntu estão maduros o suficiente para uma experiência satisfatória, em uma máquina decente.

Negar essa realidade é mostra de um fanatismo e uma cegueira corporativista que não tem lugar no mundo dos profissionais sérios.

Fonte: Fudzilla

emApple e Mac

Meio Bit no Flickr: Foto da Semana

Por em 30 de março de 2009

Nessa semana temos como vencedora de nossa pequena competição semanal um belo retrato postado por Huaíne Nunes. O olhar dessa pequena criança cativou toda a comissão julgadora e foi impossível não escolher essa imagem para figurar aqui no Meio Bit Fotografia.

Só lembrando que a Foto da Semana é escolhida entre as imagens postadas em nosso grupo no flickr. Já temos 185 participantes e um total de 1.057 itens compartilhados.

 

emGaleria

A neurociência na produção de jogos

Por em 30 de março de 2009

O que faz com que um jogo seja bom? Qual característica ele deve ter para prender a atenção do jogador? Essas respostas são muito difíceis de serem dadas e até certo ponto bastante subjetivas, mas a empresa NeuroFocus garante ter descoberto a fórmula mágica. Batizado de NGame, a ferramenta promete averiguar as ondas cerebrais do jogador e assim facilitar a vida dos desenvolvedores, apontando quais armas, cenários, personagens, enredo e efeitos sonoros são melhor aceitos pela pessoa.

De acordo com os criadores, usando o sistema é possível reduzir o tempo de produção de um jogo, cortar custos e principalmente, eliminar o “fator risco” presente na criação de qualquer jogo. Para a NeuroFocus, a neurociência deve ser usada para facilitar a vida dos desenvolvedores e os caras não parecem estar para brincadeira.

Embora eu ache a iniciativa válida, continuo pensando que o principal ponto de toda a produção de um game é a criatividade do game designer. Há anos a indústria vem produzindo verdadeiras obras de arte como Grim Fandango, Beyond Good & Evil, Flashback e mais uma infinidade de outros títulos, mas se algo como o NGame vier para melhorar a qualidade dos jogos, não vejo porque não usá-lo.

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[via Joystiq]

emIndústria

Relembrando: Cadillacs & Dinosaurs

Por em 30 de março de 2009

Qualquer jogador que tenha pisado pelo menos uma vez em um fliperama durante a década de noventa sem dúvida sabe o que é um beat ‘em up. Dentro deste gênero, muitos títulos se destacaram (a maioria da Capcom) e dentre eles, um que era muito divertido se chamava Cadillacs & Dinosaurs. Lançado em 1992, o jogo foi baseado na história em quadrinho Xenozoic Tales de Mark Schultz.

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O enredo por trás do jogo é um tanto quanto bizarro. Ele diz que após poluir seriamente o planeta, os humanos foram obrigados a construir cidades subterrâneas. Tendo vivido nesses lugares por amis de 600 anos, as pessoas resolvem voltar à superfície e ao chegar lá, descobrem que o mundo está completamente povoado de dinossauros.

Embora os lagartões sejam pacíficos, um grupo chamado “Black Marketeers” começa a caçar e matar os dinossauros para conseguir uma graninha e os bichos começam a atacar tudo o que vêem pela frente. Você deverá então assumir o papel de Jack Tenrec, Hannah Dundee, Mustapha Cairo ou Mess O’Bradovich e dar um fim a essa palhaçada. Como? Descendo a porrada em tudo o que ver pela frente (incluindo os dinos).

Embora o game não tivesse muitas novidades em relação aos outros jogos da série, alguns detalhes chamavam a atenção, como a possibilidade de controlarmos o carro que empresta nome ao título e o uso de armas de fogo, algo pouco comum nesse estilo de jogo. Graficamente o game era bastante competente, usando uma paleta de cores ampla e contando com personagens bem grandes.

Esse é um daqueles jogos clássicos que marcaram a infância/adolescência de muita gente. Um game que fez muita gente gastar rios de dinheiro nos arcades e que curiosamente não recebeu nenhuma versão para consoles. Só é uma pena saber que se fosse lançado hoje em dia, já apareceria uma associação protetora dos dinossauros para acabar com a brincadeira :(

emMuseu