Digital Drops Blog de Brinquedo

Tópicos do Fórum

Por em 28 de fevereiro de 2009

Devido à quantidade de conteúdo bom que vem aparecendo no nosso fórum, este tipo de post deve se tornar mais frequente daqui para frente. Então, ai fica mais uma vez tópicos interessantes que estão sendo discutidos no fórum.

Reforma ortográfica e blog tira dúvidas – com a mudança das regras de ortografia no português, é natural que as pessoas fiquem perdidos e em dúvida se uma palavra está escrita corretamente ou não. Neste tópico há algumas dicas que podem ajudar se familiarizar com as novas regras.

Livros sobre Video Games!!! – aqui foram citados alguns livros e sites que falam sobre a história dos videogames. Para quem gosta dessa parte vale a pena conferir.

Primeiras impressões com uma Nikon D80 – usuário comenta o que achou em relação a sua nova câmera D80 da Nikon.

Pesquisa de placa de vídeo – vários comentários sobre diversas placas de vídeo que estão no mercado e recomendações para investir até 500 reais.

AMD ou Intel – eterna discussão dos fóruns, que sempre deve ser lembrada na hora que se vai atualizar o hardware. Atualmente, parece que a Intel tem liderado a preferência dos usuários.

Continue acompanhando as últimas discussões do fórum pela página "Últimos tópicos no fórum" ou através do RSS.

emAnúncios

A Olympus vai para o espaço

Por em 28 de fevereiro de 2009

A Olympus está comemorando 90 anos de existência. Nada mal para uma empresa que começou sua especialização produzindo microscópios. Hoje, ela também é uma das grandes empresas voltadas para a produção de equipamentos fotográficos e uma das poucas que controla todo o seu processo de produção, desde os sensores até as lentes. Para comemorar essa grande data, a empresa está lançando o Olympus Espace Project. A meu ver é uma grande jogada de Marketing, mas nem por isso deixa de ser bacana.

Em 2009, o astronauta japonês Dr. Koichi Wakata da JAXA (Japanese Aerospace Exploration Agency) vai passar três meses na Estação Espacial Internacional para fazer experimentos em gravidade zero. Ele vai ser o primeiro tripulante do KIBO, um módulo experimental japonês que foi levado para o espaço durante as três últimas missões espaciais e montado acoplado a estação. Uma das atividades do Dr. Koichi no espaço é fazer imagens do planeta terra. Uma vez que a estação espacial completa uma orbita ao redor da Terra a cada 90 minutos, ele vai ter a oportunidade de fotografar grande parte do planeta.

A câmera que ele vai levar para realizar essa atividade é uma Olympus E-3 e as lentes ZUIKO DIGITAL 11-22mm F2.8-3.5 e ZUIKO DIGITAL ED 50-200mm F2.8-3.5 SWD além de alguns acessórios como filtros e um battery grip. Muito legal é a frase de abertura do texto que está na página do projeto: “A Olympus tem se dedicado a observar tudo, desde o mundo microscópico até a vastidão do Planeta Terra”. Todas as imagens feitas com a Olympus E-3 no espaço estarão disponíveis no site do projeto. Agora só temos que aguardar.

emNotícias

Epson RD1x Rangefinder só para os japoneses (PMA2009)

Por em 28 de fevereiro de 2009

O fato de câmeras com preços mirabolantes serem lançadas todos os dias no mercado me deixam com uma constatação muito triste. Existem pessoas no mundo com muito dinheiro. E eu não sou uma delas. A Epson acaba de anunciar um upgrade em sua câmera RD1, que foi lançada em 2006. Para falar a verdade, é quase a mesma câmera, mas com algumas adaptações que visam melhorar um pouco o equipamento.

A nova Epson RD1x é uma Rangefinder que é equipada com um sensor APS-C com resolução máxima de 6 megapixels. As novas características adicionadas ao equipamento foram a adição de uma nova empunhadura, o visor LCD de 2,5 polegadas, a compatibilidade com cartões SD/SDHC e uma melhora no processamento de imagens através de um aprimoramento do processador EDiART. Outras especificações da câmera são a sua compatibilidade com as lentes Leica da série M e L, e a capacidade de produzir arquivos RAW e JPEG simultaneamente.

A Epson RD1x vai estar disponível em abril apenas para o mercado Japonês. Não existe previsão da empresa em lançar o equipamento em outras partes do mundo. O preço estimado para a câmera vai ficar em torno de U$ 3.250,00.

epson RD1x

Fonte: Dpreview

emEquipamentos

Portfólio: você ainda vai ter um

Por em 28 de fevereiro de 2009

A fotografia é um hobby que contamina totalmente as pessoas. O indivíduo começa com uma compacta e logo quer evoluir em técnica e equipamento. Alguns anos depois ele tem a forte convicção que ter uma lente 200mm f/2,8 é muito mais importante do que pagar a hipoteca da casa ou comprar o remédio para o coração. Seguindo essa mesma linha, logo percebemos que ter nossas fotos apenas no computador é diminuir a menos da metade o seu verdadeiro potencial. Sei que milhares de pessoas ao redor do mundo mantêm portfólios virtuais no flickr ou no picasa, mas os mais evoluídos passam a perceber que isso não é suficiente. Quem já comparou uma foto impressa com sua cópia no monitor do computador sabe do que estou falando. Quando impressas as imagens ganham vida nova, sem falar do impacto visual das cores e a sensação de que sua obra se materializou em alguma coisa, e não apenas em dados dentro do seu computador. Outra grande vantagem é poder levar suas fotos para qualquer lugar e mostrar para qualquer pessoa, sem a necessidade de ligar notebooks ou ficar passando endereços complicados de álbuns virtuais. Para você que está pensando em montar o seu primeiro portfólio, aqui vão algumas dicas básicas.

O primeiro grande passo para poder ter suas fotos em papel e com qualidade é aprender um pouco de edição de imagens. Quando falo em edição de imagens não estou dizendo que você tem que ser um mestre do Photoshop e nem mudar drasticamente elementos de suas fotos. Por melhor que seja sua câmera fotográfica, ela pode errar e não entregar um produto com o máximo desempenho. Regulagens de níveis, saturação, contraste e brilho podem e são necessárias. Quem conhece um pouco de edição sabe que um bom equilíbrio na ferramenta níveis já é responsável por uma incrível transformação na foto. Sem falar que suas preferências pessoais têm que ter destaque na edição. Eu, particularmente, gosto de carregar nas baixas luzes. Para mim é um efeito agradável. Você pode até dizer que é uma intervenção na realidade que a foto expressa, mas quanto antes você entender que a fotografia não é uma representação da realidade, e nunca foi, e sim a expressão da visão do fotógrafo, mais cedo você vai ser feliz dentro dessa arte.

O segundo passo, e mais complicado, é encontrar um bom laboratório para as revelações. Aliás, no caso da fotografia digital, o termo revelação é usado de forma errônea. O que temos é a impressão dos arquivos digitais, uma vez que a revelação, no caso das compactas, é feita pelo processamento interno da câmera ou pelo Photoshop quando estamos trabalhando com arquivos RAW. Mas, é difícil esquecer velho hábitos. O problema é que existem muitos laboratórios que não sabem o que estão fazendo. O sujeito investe R$ 200.000,00 em um minilab e nenhum centavo no treinamento do operador da máquina ou nas pessoas que vão atender você no balcão. O resultado é que eles conseguem atender apenas o público leigo. Qualquer exigência mais profunda não é entendida. Aqui existem duas opções. A primeira é levar a mesma foto a vários laboratórios e depois comparar o resultado das ampliações. Acreditem quando digo que vão existir grandes diferenças nos resultados. A segunda é consultar um fotógrafo de sua cidade e descobrir onde os profissionais entregam o seu trabalho para ser impresso. Minilabs que atendem profissionais também atendem amadores, mas possuem equipamentos bem regulados, usam produtos químicos dentro do prazo de validade e possuem um perfil de cor ICC personalizado (tema para futuro texto). É o típico lugar que ao chegar e dizer que você não quer correção e nem cortes na imagem, o atendente vai compreender o que você está dizendo. Depois que começar a levar suas fotos para imprimir, com o tempo você vai adestrando o seu laboratório para o objetivo que você quer atingir com suas imagens.

O terceiro passo é decidir qual o tamanho da foto a ser impressa. Se ficar apenas no tamanho 10x15cm é melhor nem começar. Não existe a menor possibilidade de admirar ou demonstrar os detalhes de uma imagem em um tamanho tão pequeno. Já diziam os grandes mestres que foto boa é foto grande. Para mim, o menor tamanho a ser considerado é o de 20x30cm. Porém, em tempos digitais, existem algumas considerações a serem feitas. Em primeiro lugar, os sensores das câmeras compactas trabalham em uma proporção diferente das fotografias feitas com filme 35mm e, infelizmente, os tamanhos mais comuns de impressão ainda são oriundos da época do filme. Tentar encaixar uma foto feita com câmera compacta em uma impressão 20x30cm leva a uma perda considerável da imagem. Você pode pedir para imprimir sem cortes, o que vai gerar uma faixa em branco na foto, ou ajustar você mesmo na hora da edição, escolhendo qual zona vai se perder. Outra opção é trabalhar com um tamanho diferente de impressão. Para câmeras compactas o formato 20x25cm é mais próximo da proporção do sensor, onde a perda de informação será bem menor. O formato 20x25cm possuí uma proporção diferente porque foi pensado para a revelação dos filmes de médio formato, que são mais quadrados do que retangulares. Outra escolha a ser feita nessa etapa é o tipo de papel. Os mais comuns são o fosco e o brilhante. Aconselho a escolher o fosco. Além de não sofrer tanto com marcas de dedo, o papel fosco tem a capacidade de disfarçar um pouco o ruído das fotos na hora da impressão. Lembrem-se de pedir ao atendente do laboratório para não fazer correções nas fotos, pois você já às fez. Como a maioria do público leigo não executa essas correções, o operador do minilab aplica correções automáticas em todas as fotos.

O último passo é escolher onde guardar as fotos. Existem diversos tipos de álbuns voltados para a criação de portfólios. Alguns mais simples e outros mais sofisticados. Porém, o importante é que suas fotos fiquem bem protegidas e sejam facilmente acessadas pelo observador. Aqui, o que vai determinar a escolha é o seu poder aquisitivo. Eu uso um da Foto Album Universal em forma de pasta e feito em couro sintético. Ele custa em torno de R$ 50,00 e suporta até 80 fotos em tamanho 20x30cm ou 20x25cm. Lembrando que as folhas de plástico para colocar as fotos são compradas separadamente.

Sei que pode parecer um investimento um pouco sem sentido para quem não é profissional, mas garanto que vale a pena. Talvez não pelo retorno financeiro, mas pela satisfação pessoal. Depois do álbum comprado, o investimento mensal é muito pequeno, pois somente as melhores fotos vão para o portfólio. A visão que você tem de sua produção fotográfica vai mudar totalmente depois de ter o produto da impressão em suas mãos.

emFotografia Tutoriais

Esportes radicais no Zeebo

Por em 28 de fevereiro de 2009

Quando a TecToy anunciou o Zeebo no ano passado, eu fui um dos blogueiros (talvez o único) que criticou a iniciativa. Não propriamente a atitude, que acho louvável, mas o preço do console em si. na ocasião eu cheguei a dizer que a empresa não conseguiria repetir o sucesso das décadas de 80 e 90, mas agora eu começo a repensar minha posição.

A Tectoy “liberou” um vídeo onde é mostrado algumas cenas do jogo Zeebo Extreme. Nele podemos ver algumas modalidades de esportes radicais, incluindo uma corrida de avião no melhor estilo da Red Bull Air Race, uma corrida de Baja e a mais interessante na minha opinião, corrida de carrinhos de rolimã, algo que fiz muito quando era criança. Novas modalidades deverão ser acrescentadas, entre elas bóia cross :)

Os jogos usarão o sensor de movimento do controle, mas o que me deixou mais impressionado foram os gráficos. A qualidade deles está muito boa e para quem achava que o videogame não conseguiria mostrar nada mais bonito que um PSOne, é bom ficar de olho no aparelho.

Como o Zeebo deverá ter jogos na casa de R$ 20, acho que ele poderá ter um bom número de vendas. O que pode acabar complicando a vida da Tectoy é o preço do videogame, por enquanto estabelecido em R$ 599.

Só gostaria de deixar aqui minha reclamação em relação a Tectoy ter disponibilizado o vídeo no Youtube, mas deixando-o privado, inclusive já tendo deletado. Dessa forma fica difícil falarmos sobre seu videogame e podermos mostrar para os leitores como os jogos do Zeebo estão ficando.

emVídeos

LittleBigContra

Por em 28 de fevereiro de 2009

Numa época em que os jogos originais estão cada vez mais raros, acho que qualquer elogio ou prêmio dado ao LittleBigPlanet não consegue chegar perto da diversão que este jogos pode nos proporcionar. Se ainda não jogou o game, o vídeo abaixo mostra bem do que o editor de fases é capaz. Nele um grupo de usuários do fórum NeoGAF se juntou para recriar os 8 estágios do clássico Contra.

O resultado é simplesmente inacreditável e tenho certeza que fará muita gente esboçar um sorriso nostálgico. Para ficar melhor, bem que a produtora do jogo poderia disponibilizar uma forma dos autores ligarem uma fase na outra e podermos jogar por todas elas na sequência, quem sabe até contando com um final. Que eu saiba isso não é possível. Sem falar na inclusão de MP3 nas fases.

Nota mental: preciso criar coragem e tentar montar uma fase no LBP.

[via Hadouken]

emMiscelâneas Museu Sony Vídeos

Diagramas: Mapas Mentais

Por em 27 de fevereiro de 2009

Um tipo de diagrama que venho usando há algum tempo são os mapas mentais. Não fazem parte da UML, mas são muito úteis para organizar idéias, conceitos, simplificar agregados de informações e delimitar contextos. Também podem ser usados para organizar tarefas e responsabilidades de forma mais fluida. O objetivo por trás desses mapas é justamente aproveitar a forma como guardamos informação, através de relacionamento entre texto, imagens, cores, formas, etc.

Um leitor ficou curioso sobre qual ferramenta eu usei para montar os dois mapas mentais do post sobre equipes de software e um outro parece não ter gostado ou não entendeu. Existem várias disponíveis, comercias, livres e gratuitas. Vou abordar 4 delas nesse post.

Uma das mais famosas é a do autor britânico Tony Buzan, o iMindMap. Os gráficos são muito bonitos, a ferramenta é fácílima de usar e gera gráficos parecidos com neurônios. Ele tem uma versão Ultimate que se integra com o Office.

O XMind era comercial, tornou-se livre, roda em Java e possui um download portátil capaz de rodar em Windows, MacOS X e Linux. Copie para o pen drive e fique livre para criar seus mapas em reuniões, não importando a plataforma. Existe a versão Pro dele também. Há uma outra ferramenta livre, chamada Freemind, que atende, mas precisa de melhorar um pouco a interface. Com um download abaixo de 10MB é uma ferramenta básica, mas tudo o que é preciso para criar mapas está lá.

O líder de mercado para Windows é o Mind Manager. Ele é o que melhor se integra ao pacote de ferramentas Office e essa é a grande vantagem dele. É possível gerenciar projetos com o Office e o Mind Manager, passar listas de tarefas para pessoal não técnico. Para quem não precisa de conectar documentação ou notação formal como a UML com diagramas para explicar conceitos aos seus clientes e pessoal não técnico, é uma ótima escolha.

O mapa mental abaixo foi feito com o XMind Free. Clique na imagem para ampliar.

MeioBit_MindMap_Sample

E um exemplo de mapa mental para ser usado como inspiração. Fotos, imagens, cores, texto, agrupamentos. Também são excelentes para anotar de forma visual uma sessão de brainstorm. Clique na imagem para ampliar.

mb_mindmap_desenhado

Fonte: Mind Map Faq, Mind Maps, MindTools

emDicas Download Software