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Digital Drops Blog de Brinquedo

Boom Blox Bash Party confirmado, novos detalhes

Por em 30 de janeiro de 2009

A EA e Steven Spielberg anunciaram ontem que a seqüência de Boom Blox, Boom Blox Bash Party, está confirmado para o Nintendo Wii. Segundo informações, o jogo continuará com a mesma jogabilidade, derrubar blox usando bolas, só que muitas novidades serão incluídas no jogo.

400 novos níveis, até modos embaixo d’água e no espaço, virão, além de alguns níveis do primeiro jogo. Bash Party também terá blocos novos, como vírus e transportes e blocos de formatos diferentes, como blocos cilíndricos.

No quesito lançamento também foram adicionadas novas bolas. Bolas de tinta, estilingue, bolas de canhão e até os personagens, que antes ficavam na torcida, poderão ser lançados.

O modo multiplayer foi completamente melhorado. Ao fazer seu level no Create Mode, você poderá upá-lo num servidor via Nintendo Wi-Fi para compartilhar com todo mundo. O multiplayer offline incluirá níveis cooperativos e também cara a cara.

“Boom Blox Bash Party é uma experiência social selvagem. Conhecemos famílias e amigos que gostaram muito de jogar o primeiro Boom Blox juntas, então planejamos mais experiências explosivas multiplayer com  Boom Blox Bash Party” disse Steven Spielberg

O novo Boom Blox ainda não tem data certa, mas está previsto para a primavera de 2009 nos EUA(outono brasileiro).

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[via Game Daily]

emNintendo

Cientistas indianos dizem ter inventado Laptop de US$10,00

Por em 30 de janeiro de 2009

Você já ouviu essa história antes: cientistas que pensam mais nas criancinhas que o Michael Jackson criam um computador a um preço irreal, que irá mudar o mundo.

Agora vem uma versão direto de Bollywood: Mais barata, menos consistente e agitando um monte de gente que não conhece coisa melhor.

Cientistas do Indian Institute of Science e Indian Institute of Technology
Madras anunciaram que nas próximas semanas revelarão um laptop de US$10,00. O Secretário de Educação da Índia já correu para evitar a gafe de Nicholas Negroponte, cujo OLPC, o computador de US$100,00 na verdade custa US$188,00: O preço de US$10,00 será atingido quando houver escala, por enquanto o tal laptop indiano custa incríveis US$20,00.



Eu não sei quem são esses cientistas indianos, nem a quantas anda a cotação da Rúpia em relação ao dólar, mas levando-se em conta os custos do mundo real, dá para dizer com certa tranquilidade que é IMPOSSÍVEL montar um laptop por US$20,00. Que dirá US$10,00.

Claro, ter um pé na realidade não é exatamente requisito para liderar esses projetos. Depois do fracasso retumbante do OLPC, Negroponte fez a coisa mais lógica a fazer quando você anuncia um computador a US$100 e vende por R$188: Divulgou uma nova versão melhor, mais potente, com DUAS telas, design futurista e preço previsto de US$75,00.

Fonte: Fudzilla

emHardware

“Eu não sei usar o Paint”

Por em 30 de janeiro de 2009

Existem (ou deveriam existir) toneladas de livros estudando a interação entre usuários novatos e computadores. Eu mesmo, como observador da espécie, ainda fico espantado com o que encontro.

Um dos principais fatores determinantes de reações estranhas é a idade. Entendam: Eu detesto crianças. Levo uma medalhinha de São Herodes no bolso, e tento me manter afastado de qualquer criatura humana mais nova que meu uisque.

Mas se for para escolher eu prefiro mil vezes dar aula para crianças do que ajudar um adulto a mexer no computador. A criança não espera nada, ela fuça, descobre, quando tem alguma dúvida geralmente ela já sabe exatamente o que quer fazer. E APRENDE.

Já o adulto quer que o computador faça as coisas do jeito DELE. “Eu cliquei enviar, ele deveria saber que o documento que mencionei no email deveria ir junto” (juro, ouvi essa). Adultos também são literais. “aponte o mouse” significa, pro sujeito com mais de 30, que ele deve levantar o mouse e apontar para a tela.

Já vi gente insistindo que o problema da conexão Internet era o mouse. Afinal, se tem fio, tem conexão.

A lógica do dia-a-dia, que essas pessoas já não usam muito é totalmente jogada pela janela, diante de um teclado. Eu tive uma vez que EXPLICAR que não fazia sentido para uma filial da empresa ligada 24/7 na Rede, com acesso ao servidor principal, IMPRIMIR uma planilha Excel, enviar por Fax e depois a mesma planilha ser repassada para algum corno digitar (eu me recusei, daí a explicação). Não digo nem salvar na rede, mas ANEXAR no email. Nem isso, era “complexo” demais. No final acabaram redigitando.

A resistência em aprender algo novo é tão grande que há casos de gente que usa computador por décadas e mantém listinha de procedimentos. “formatar disco”, “renomear arquivo”, “chamar discador do RedeLivre”, com passo-a-passo detalhado, que é algo que eu aceito em linha de comando mas acho patético em interfaces gráficas auto-explicativas.

Para essas pessoas se não está no desktop do Windows, não existe. Nem menu Iniciar sabem usar. O resultado? Gente como essa menina russa, que anunciou um casaco em um site de leilões, mas não queria mostrar o rosto.

Havia duas possibilidades: Descobrir que seu sistema operacional vinha com um editor gráfico básico, capaz de tampar um rosto sem muito esforço ou….

Não sei quanto a vocês, mas eu nunca pensei que o tal Atestado de Burrice fosse uma folha em branco.

Fonte: English Russia

emArtigo

Um morre, outro nasce: Intel lança Moblin 2 Linux (é, outra distro)

Por em 30 de janeiro de 2009

It’s the circle of liiiifeee…

É tudo que o mundo precisava, mais uma distribuição Linux. Já não basta o Satux?

Pelo visto para a Intel não.

Derivado do Fedora, o Moblin 2 ainda está em alfa, mas já é possível baixar e testar. A idéia é fazer um Linux rápido e funcional para netbooks, até por isso usam o Xfce ao invés de ambientes mais pesados. Também dedicaram especial atenção ao Internet Connection Manager, o que será bem-vindo. Quem lida com redes alienígenas em viagens sabe o quanto é complicado às vezes.

Não é que só pode haver um, mas muitos chega uma hora que cansa.

O que não gosto da história é que a Intel está explicitamente querendo que a “cumunidade” toque o projeto. Como assim, Bial? Vocês vendem os netbooks (ou pelo menos a base de hardware e especificações) então façam o software também. Se a comunidade não gostar então ela mesma criará uma alternativa.

“criar” uma distro e soltar para quem quiser tocar adiante, vindo de uma megacorporação é algo que cheira mais a tirar da reta e reduzir despesas do que “participar” de alguma coisa.

Fora que depois do que aconteceu com o OpenOffice e o MySQL, eu fico com três pés atrás com projetos Open Source tocados por grandes corporações. Financiamento sim, controle e autoria não.

Fonte: Ars Technica

emLinux

Google Earth usado para prender plantadores da Erva do Capeta

Por em 30 de janeiro de 2009

Você sabe, aquela erva usada pra fazer cigarrinho de artista. Pois é. Um grupo de espertos na Suíça teve uma brilhante idéia: Vamos plantar um milharal, mas no meio enchemos de pés de Maria Joana, assim quem passar pela estrada não vê nada.

É uma excelente idéia. Se fosse canavial, onde tradicionalmente queimam a plantação antes de começar a colheita, não daria muito certo, mas milho tá valendo.

Exceto que os caras já estavam na mira da polícia. Tanto que iriam receber uma visitinha de agentes da Lei, que com certeza não achariam nada comprometedor no milharal. Infelizmente os espertos moravam mal, e para achar o endereço correto os canas (sem relação com o hipotético canavial do parágrafo anterior) usaram o Google Earth.

 

Visto de cima o milharal mostrava não os alienígenas de Sinais, mas DOIS ACRES de plantação de maconha, escondidos.

Foi todo mundo em cana. No total 16, de uma quadrilha que em dois anos colocou 7,7 toneladas de muamba (nos tempos da censura se falava “muamba”) no mercado, com faturamento anual entre 3 e 10 milhões de Francos Suíços.

O caso é interessante, desperta um questionamento: A polícia tem direito à Terceira Dimensão? Privacidade é um conceito meramente bidimensional?

Embora tecnicamente se a polícia conseguir ver um crime em andamento, ela tenha direito de invadir sua casa, até onde ela pode se esforçar? Escalar um muro alegando ter ouvido um barulho suspeito? Vigiar de um apartamento mais alto do outro lado da rua? Acessar o Google Earth e fuçar seu quintal?

Como clamar privacidade por algo visível no Eixo Y se a mesma coisa vista no Eixo X seria suficiente para uma ação por parte da polícia? E o Eixo Z? Uma casa em uma fazenda visível mas muito longe da cerca pode alegar que nada visto através de binóculos é válido, que é invasão de privacidade?

A solução é simples: Não quer que olhem de cima, faça um telhado.

Fonte: MSNBC

emGoogle

Square-Enix e os personagens adolescentes

Por em 30 de janeiro de 2009

Eu não gosto muito de imaginar que existe distinção dentro de um determinado gênero de jogo apenas porque ele foi feito no ocidente ou não, mas é inegável que exista certas características nos RPGs japoneses que poucas vezes são vistas nos jogos feitos por essas bandas. Quando eu digo que, na minha opinião, os jogos-de-interpretar-personagens feitos na terra do Sol nascente estão ultrapassados, muitos leitores ficam bravos comigo, mas infelizmente não consigo mais me divertir tanto como antes ao jogar esses games.

Mas enfim, após ler uma declaração feita por Yusuke Naora, diretor de arte da Square-Enix, começo a perceber porque os RPGs japoneses (com raras exceções) já não brilham mais:

O formato dos RPGs aceita muito bem o uso de um adolescente como protagonista. Normalmente você os joga por várias horas, assumindo um personagem relativamente fraco até o tornar forte e maduro, em uma jornada que reflete a transformação de um adolescente em adulto. Esse é um dos motivos que faz com que dê certo termos um protagonista jovem… Não há pressão interna para que façamos um determinado tipo de personagem, mas você perceberá que existe uma expectativa em como um protagonista se parecerá para os jogadores japoneses.

Embora eu entenda o ponto de vista de Naora, fico coma sensação de que ela não passe de uma muleta para o medo de inovar por parte da Square-Enix. Eu não consigo aceitar que um jogo, independente do estilo,  só possa ser feito de uma determinada maneira para dar certo. Acho que se pensarmos dessa forma, a tão criticada falta de criatividade por parte das produtoras só tende a piorar.

É para completar a fórmula, além de só usar os já citados adolescentes, a empresa ainda os cria com aparências andrógenas.

dori_rpg_30.01.09

[via Destructoid]

emMiscelâneas

“Tower Defense” chega na PSN

Por em 30 de janeiro de 2009

Você é um daqueles jogadores extremamente viciados nos jogos estilo Tower Defense mas que não aguenta os gráficos simplórios das versões feitas em flash espalhadas pela internet? Então prepare-se para gastar US$ 9,99 para comprar o jogo Savage Moon que está disponível para venda através da PSN, a rede online do Playstation 3.

No jogo você é o responsável por defender um campo de mineração em um planeta hostil infestado por insetos gigantes. Para realizar a tarefa, basta posicionar as suas torres de forma que os monstros não destruam sua base. Assim como acontece nos joguinhos para navegador, em Savage Moon você também poderá fazer upgrades em seus armamentos e a mudança poderá ser notada até mesmo no visual das torres.

O game é original? Nem um pouco. Mas quem liga para isso quando podemos passar horas e mais horas simplesmente matando invasores apenas usando estratégia e ainda enviando nossos scores para um placar mundial?

emSony Vídeos