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Digital Drops Blog de Brinquedo

Modem Vivo Zap 3G – teste rápido

Por em 1 de dezembro de 2008

Modens GPRS para computadores eram mais raros que dentes em galinha, e exigiam gambiarras diversas para funcionar, mas pelo visto isso é passado. A experiência de uso de modems 3G hoje é no mínimo prazerosa, como jamais esperaria.

Esse foi o termo que achei mais adequado para descrever a experiência de testar um modem 3G da Vivo. E olha que tenho uma ceeeeerrrrrta implicância com a empresa.

O modem

Produzido pela Huawei, o modem USB é do tamanho de um pendrive. Pesado, de boa aparência, mas sem a cara daqueles penduricalhos que vemos nos modelos antigos. Há três conexões fora a óbvia USB: Um compartimento para o SIMCARD, um conector para antena externa e um slot microSD.

Isso mesmo, o modem também funciona como pendrive.
Na caixa do produto há uma extensão USB, recomendável pois deixa o modem menos suscetível a  danos caso algum infeliz esbarre e entorte o bicho dentro da porta USB de seu notebook.


A Instalação

Esse foi meu maior medo. Estou com o Mac, e convenhamos não é exatamente toda empresa brasileira que prioriza –ou sequer toma conhecimento- qualquer coisa que não seja Windows.
Espetar o modem compreensivelmente não fez nada, como é comum em Macs. O Windows é que adora cacarejar que algo foi espetado em um de seus orifícios, alardeando tal ato com a presteza de uma adolescente assanhada.

Abrindo o Finder dou de cara com o dispositivo montado como um disco externo E dois arquivos:


Isso mesmo, o modem disponibiliza um disco em formato OSX, com um PDF específico em português E um programa de instalação dos drivers!
Inserido um PIN de habilitação do modem, a instalação é concluída. No ícone de conexões na barra superior do OSX surge uma nova opção:

Selecionando-a o modem disca, monta uma conexão Internet como a boa e velha discada (mas em velocidade 3G, onde disponível). Antes de perceber já estamos navegando.

Em meu teste consegui velocidade de 75Kbps, o que parece pouco –e é- se considerarmos velocidade 3G, mas é bem rápido se levar em conta que estou literalmente no meio do nada. Aqui a telefonia celular chegou faz pouco mais de um ano, é EDGE e olhe lá.  O ponto de referência mais significativo em um raio de 20Km é o Sitio do Pica-Pau Amarelo, e quando é preciso apelar para a ficção para se localizar, a situação é dramática.

Dependendo do pacote escolhido o modem sai até de graça, mas é bom lembrar que as operadoras de telefonia redefiniram o conceito de ilimitado, assim o plano sem limite da vivo na verdade trabalha com um teto de 2GB/ mês, após esse consumo há uma redução na velocidade de transmissão.

Em São Paulo a Vivo está trabalhando com os seguintes preços:

Não creio que seja algo que vá substituir sua banda larga, exceto em lugares como aqui em São Francisco Xavier, onde um link WIFI de 128Kbps custa mais de R$100,00 e não há alternativa de banda larga via cabo. Como muito provavelmente a velocidade reduzida da banda de 2GB é maior do que 128Kbps,  já se sai no lucro.

Conclusão

O modem 3G da Vivo funcionou muito melhor do que eu imaginava (eu disse que não gosto da Vivo?) e os preços estão bem razoáveis, para quem tem necessidade extrema de mobilidade. Dados os custos aleatórios de Internet em hotéis e aeroportos, e as horrendas experiências que sempre tive com a Vex (não usem, fujam, corram para as montanhas) posso dizer que o acesso na modalidade oferecida é bem atraente, ainda mais com a cobertura disponível.

Agradecimentos à Liliana por ter cedido o modem para testes

Nota: Infelizmente o suporte da Vivo não compartilha da mesma qualidade do produto/serviço. Questionados sobre procedimentos para instalação em um Macintosh primeiro os atendentes alegaram desconhecer o que seria um Mac, depois deram a seguinte solução: “Instale Windows”.

emComputação móvel Hardware Resenha Wireless e Redes

Dragon Age: Origins

Por em 1 de dezembro de 2008

Não escondo de ninguém o quanto admiro os jogos feitos pela Bioware. Na minha opinião, a empresa é a que produz os melhores RPGs da atualidade e procuro ficar de olho nos jogos anunciados por ela. Um dos que promete é o Dragon Age: Origins.

Considerado por muitos como o sucessor espiritual do clássico Baldur´s Gate, o jogo terá um clima medieval, porém a empresa promete fugir um pouco dos ogros e trolls. Nas lutas será possível escolher uma câmera aérea que dará uma melhor visão do campo de batalha e a produtora garante que cachorros terão um papel importante na jogabilidade (já está virando moda).

Como já é costume da Bioware, Dragon Age contará com um sistema de moral onde as atitudes do jogador influenciarão no desenrolar da história, cabendo a nós decidir se seremos um personagem que trilhará o caminho do bem ou sucumbirá ao lado negro do jogo.

Após o break você confere um trailer mostrando alguns trechos do jogo. Repare como será possível combinar magias, como por exemplo na parte onde a personagem espalha uma espécie de óleo no chão e depois ateia fogo para atacar seus inimigos.

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Programado para ter seu lançamento nos PCs mais para o final de 2009, o game deverá ser lançado também para PS3 e Xbox 360, porém as versões para console não deverão contar com o robusto editor dos computadores. Para mim a compra é garantida.

emComputadores Preview

Relembrando: Demon’s Crest

Por em 1 de dezembro de 2008

A Capcom é uma produtora que sempre teve grandes franquias e uma das melhores e mais antigas se chama Ghosts ‘n Goblins. O jogo é tão bom que ainda hoje mantêm uma série de fãs e em 1994 a empresa lançou para o Super Nintendo um game utilizando um dos inimigos do cavaleiro Arthur.

Ao contrário do que é seria de se imaginar, Demon’s Crest não se tratava de um caça-níqueis e se tornou um dos melhores jogos do console, reunindo ótimos gráficos, trilha sonora acima da média e o principal, uma jogabilidade desafiadora e viciante.

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No game você controlava Firebrand, um gárgula que tinha como missão recuperar várias pedras mágicas. A lenda diz que se reunidas, elas se transformariam em um objeto capaz de proporcionar poderes infinitos ao possuidor. Contando também com uma bela história que trata de traições e vinganças, o jogo prende do início ao fim.

Mas é inegável. O que mais impressiona em Demon’s Crest é a sua jogabilidade. Misturando elementos de jogos de plataforma com RPG, a comparação com outro clássico da mesma época é inevitável, o Super Metroid. Porém, eu o considero mais parecido com o Castlevania: Symphony of the Night.

Cada uma das pedras mágicas que você recupera lhe dão poderes variados. Por exemplo, a gema da água lhe permitirá nadar e assim por diante. Dessa forma você terá que vasculhar as fases várias e várias vezes, já que algumas áreas só são acessíveis depois que obtivermos certas pedras.

Demon’s Crest também possui uma característica que era marcante aos jogos mais antigos, a dificuldade elevada. Não serão raras as vezes em que o jogador morrerá tentando passar de um determinado ponto ou tentando derrotar um chefe.

Também não preciso dizer que o título é um daqueles jogos que os gamers pedem uma sequência ou remake há anos e por enquanto nem sinal por parte da Capcom.

emMuseu

Análise: Netgear SC101T

Por em 1 de dezembro de 2008

Hoje, o mercado tem ofertas de notebooks ou micros com discos com mais de 120 Gigabytes de espaço. Uma das tarefas mais cansativas é fazer o backup de todos os arquivos (fotos, musicas, filmes e downloads) acumulados ao longo dos meses. A principal mídia disponível é o DVD, mas ele só comporta 4,3 GB. Gravar tudo isso em DVDs é inviável. O meu volume de dados acumulados é de cerca de 100 GB, eu gastaria apenas 25 discos, mas cerca de e um dia de trabalho para gravar tudo isto. A questão é se as mídias são realmente confiáveis? Quanto tempo elas durariam?

Há pouco tempo o Cardoso afirmou que os DVDs também estavam mortos para ele. * (8/10/2008)

Há cerca de dois anos tenho usado a solução de HDs externos conectados à porta USB. É uma solução barata (R$ 0,54/GB) e fácil de ser configurada. Basicamente basta colocar um HD dentro da gaveta USB e ligar este dispositivo a uma porta do computador. Após o particionamento e a formatação do disco está criada uma solução de backup.

Uma das desvantagens das gavetas USB é o fato delas estarem ligadas apenas a um computador e mesmo sendo compartilhadas na rede, geralmente não possuem recursos avançados como o espelhamento de discos para maior segurança. Pensando neste problema fiz o teste de um dispositivo que suporta dois discos e pode ser ligado diretamente na rede.

A solução que escolhi foi o Storage Central Turbo da Netgear, um dispositivo no formato semelhante a um cubo (17,53 x 15 x 14,57 cm) com duas baias para HDs SATA e conexão ethernet 10/100/1000 Mbps. Ele é um dos poucos dispositivos de storage que podem ser encontrados no Rio de Janeiro. O seu preço médio é R$ 600,00.

Sc101t

A instalação dos HDs no SC-101T é simples e dispensa o uso de ferrramentas. A tampa dianteira desliza para cima exibindo o espaço para inserir os dois discos. A remoção ou troca dos discos é feita com o acionamento de uma alavanca na parta traseira do produto.

O programa de instalação do storage, ao ser executado, procura o dispositivo na rede e atribui para cada disco rígido um endereço IP. Existem as opções de usar o espelhamento de disco (RAID 1) ou usar cada disco mapeado como um drive de rede no Windows. Para os testes usei dois discos de 500 GB sem espelhamento totalizando 1Tera Byte de espaço.

Para medir a velocidade do storage copiei diversos DVDs com MP3s cada um com 4,3GB de dados e anotei os tempos de transferência. Em uma rede de 100 Mbps a cópia destes arquivos ocorre em cerca de 9 min. e 20 s. Se for usada uma rede Gigabit (1000 Mbps) o tempo cai para apenas 3 min e 10 seg.

Encontrei dois defeitos no teste. O primeiro foi a necessidade de um servidor DHCP na rede para a instalação do dispositivo. Mesmo sendo padrão o uso de DHCP em redes domésticas ele não é implementado em redes maiores por medida de segurança. O segundo defeito é a falta dos drivers compatíveis com o Windows Vista no CD de instalação. Estes drivers estão disponíveis no site do fabricante.

O custo médio do megabyte armazenado é um pouco superior quando comparado às gavetas USB, mas a segurança do espelhamento e a facilidade de acesso pela rede compensam a diferença. O SC 101 T é um produto que atende bem aos propósitos de armazenamento em rede para residências e pequenos escritórios.

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