Digital Drops Blog de Brinquedo

Quem se importa com DRM?

Por em 1 de novembro de 2008

Estive lendo vários fóruns sobre DRM, Electronic Arts (é o Evil Empire do mundo dos Games) e SecuRom, o sistema de Digital Rights Management (DRM) usado pela empresa. Além disso, a empresa é constantemente acusada de destruir a criatividade e a “alma” dos franchises e empresas adquiridas por ela. O histórico não ajuda, como foi o caso da WestWood Studios e Origin. Inclusive, o presidente da EA admite o retumbante fracasso nas decisões.

O que tornou esse sistema de proteção a conteúdo digital tão infame é que a Electronic Arts (EA) decidiu limitar a quantidade de instalações/ativações nas versões de seus jogos para PC. Por exemplo, o Mass Effect permite 3 instalações. O problema, alegam os gamers, é que ao trocar a placa de vídeo, o sistema considera um novo computador e mais uma ativação é gasta. O upgrade não impede ninguém de jogar, mas será preciso entrar em contato com a Electronic Arts todas as vezes para reativar o jogo.

As discussões são bastante acaloradas, mas um gamer foi bastante direto: “eu compro o jogo e se por algum motivo ficar impedido de ter acesso a ele, eu faço o download de uma cópia pirata e continuo jogando. Já paguei pela licença, estou com a consciência limpa e não preciso de ninguém para atrapalhar minha diversão.

A forma direta e clara mostra como a geração atual encara a mídia digital de forma diferente: se a empresa detentora dos direitos ficar entre o consumidor e o objeto de desejo, seja ele jogo, música ou filme, será punitivamente pirateado.

O caso dos games é ainda mais interessante: muitos compram o jogo e instalam a cópia pirata para não “gastar” as ativações.

De fato, o SecuRom é antipático: instala e se esconde dentro do PC, monitora processos e parece um vírus. Muitas vezes, há problemas de compatibilidade com programas e outros tipos de DRM. Minha sugestão para a EA: crie um sistema de distribuição e controle digital como o Steam. É uma forma justa de se controlar o conteúdo, reduzir a pirataria acachapante no PC e ficar mais simpática aos olhos dos seus consumidores.

emGames Indústria Software

Mega Man em stop-motion

Por em 1 de novembro de 2008

Eu já falei diversas vezes aqui no MBG que uma das formas de animação que mais admiro é o stop-motion. Tanto pelo efeito visual que ele proporciona quanto pela dificuldade que é fazer um vídeo desta forma. Quando alguém homenageio um game dessa forma então, normalmente eu fico babando.

O vídeo abaixo é uma destas belas homenagem e o escolhido foi o Mega Man. Se a produção já não fosse fantástica, ouvir a clássica musiquinha do game pode ser considerada a cereja do bolo.

O maior problema dessas animações é que invariavelmente elas são muito curtas, o que não deixa de ser aceitável, devido a já citada dificuldade em criá-las.

[via Continue]

emCultura Gamer Vídeos

AC/DC lança clipe à prova de firewalls

Por em 1 de novembro de 2008

O principal componente do Rock é a rebeldia, que costuma ser prerrogativa dos jovens até o surgimento de um monte de boy bands e e roqueiros de butique. Assim ficou para os coroas como Angus Young dar o exemplo e mostrar aos pirralhos conformados como é possível ser um foco de rebeldia e contestação mesmo já vivendo da Previdência Social.

O single Black Ice, do novo álbum da banda está sendo divulgado com o primeiro videoclipe criado em Microsoft Excel.

Com isso eles prometem furar os firewalls corporativos, desafiando os SysAdmins mais chatos, que bloqueiam todos os sites e formatos de vídeo. É isso aí, bando de robôs corporativos. Quero ver vocês bloquearem um arquivo .XLSM!

Isso sim é rebeldia com criatividade. O clipe é feito naquele velho método de transformar frames em ASCII-Art, que não é novidade em outros meios mas nunca foi usado em um arquivo Excel para divulgação de uma banda.

O arquivo de 3MB pode ser baixado deste link do site oficial da banda, mas se você usa o OpenOffice, aviso logo que este é um daqueles exemplos de aplicações complexas que NÃO funcionam nele, somente no Microsoft Excel. É, a tal compatibilidade tão alardeada não é tão compatível assim.

Felizmente a banda pensou nessa possibilidade e disponibilizou um vídeo no YouTube com o clipe, para termos uma idéia do que nos espera.



emÁudio Vídeo Fotografia Internet

Japinhas virtuais, realidade aumentada, perversões e tentáculos (em breve)

Por em 1 de novembro de 2008

Nos anos 80 nós só tínhamos acesso à safadeza por via impressa, e os suecos (ok, Europeus em geral) eram considerados “os” mestres da arte. Mal sabíamos nós que no distante oriente o Japão estava (como em tudo, aliás) 150 anos adiante do resto do planeta.

Enquanto achávamos o máximo as inocentes fotos da Anna Marek, o Japão já inventava perversões assustadoras mesmo para uma mente doentia como a minha. (há um fetiche que reúne homens que gostam de ver mulheres esmagando frutas em mesas de vidro. Literalmente ela senta na melancia e faz slpassshhh)

Mesmo assim o Japão ainda surpreende. Vejam por exemplo o produto, que já está nas olhas lojas, desenvolvido pela (muito bem batizada) GeishaTokyo; é uma japinha virtual projetada em uma superfície com auxílio de uma webcam. Você (quer dizer, você não, um pervertido de 1o Escalão) Eu coloco um cubo especial de referência na mesa, aponto a webcam pra lá. O software identifica o cubo, determina sua posição, calcula a distribuição 3D do espaço e exibe, na tela do micro, a imagem com uma… japinha virtual.

Como não poderia deixar de ser, a japinha solta os gritinhos de sofrimento típicos de JAVs (Japan Adult Video, decore esta sigla) e há instrumentos com os quais você tortura a coitada. É possível inclusive tirar a roupa da sua vítima virtual.

O vídeo diz tudo, mas veja até o fim para ter idéia do quão longe esses japas vão em suas perversões.



O brinquedo custa US$99,00 e pode ser encontrado neste site. Em breve provavelmente estará no J-List, o melhor site do planeta para demônios ocidentais comprarem quinquilharias japonesas, e onde eu comprei o Papel-Higiênico da Hello Kitty.

 

Nota: No momento não há tentáculos nos pacotes de japinhas virtuais, mas quanto tempo vocês acham que levará até que alguém supra essa necessidade?

Achado no Geekologie.

emMiscelâneas