Digital Drops Blog de Brinquedo

Japão lança ringtones pra cachorro

Por em 1 de julho de 2008

Há um certo consenso de que o Japão vive uns 200 anos no futuro, mas além disso acho que também são de um outro Universo, tipo o Mundo Bizarro. Sem sequer tocar nos programas de TV a quantidade de bizarrices que vêm de lá é impressionante.

A mais recente, criação do provedor de conteúdo online Dwango é nada menos do que um serviço de download de ringtones criados especialmente para seu amigo peludo que faz au-au. Os toques funcionam na faixa dos ultrasons, acima da frequência audível por humanos normais.

dog-ringtone

Confesso que não consegui achar resposta para a pergunta fundamental: PARA QUÊ?

Não consegui encontrar a lógica de um ringtone que somente o cachorro escuta. Se ele vai alertar o dono, melhor que o toque fique na faixa audível, assim mesmo sem o cachorro algum transeunte pode avisar ao dono do telefone (se ele for surdo) que o aparelho está contando.

A menos que no Japão cachorros usem telefones celulares normalmente.

Via: Weird Asia News

emCelular

Carro-Conceito – conceitualmente ridículo

Por em 1 de julho de 2008

Eu não escrevo posts sobre produtos-conceito. Acho trapaça com os designers de produto de verdade, e toda a trilha de profissionais que trabalha para transformar um iPhone, um HTC Touch Diamond, um Motorola Razor em produtos de verdade. Criar conceitos é simples, complicado é avançar a tecnologia ao ponto de tornar o conceito realidade.

Principalmente, os designers se soltam, perdem completamente sua ligação com a realidade e acabam criando ilustrações que ficariam excelentes na capa de revistas de ficção científica dos anos 50/60, mas que jamais teriam chance de virar produtos de verdade. Estudo é uma coisa. Fumar um cigarrinho do capeta e começar a desenhar sandices é outra.

Vejam por exemplo o Ozone, um carro-conceito de Peugeot:

carroconceitopeugeot

Essa abominação rodaria usando células de combustível, consumindo Hidrogênio. Quem disse? O Designer. Eu digo que ele roda usando pó de pirlim-pim-pim. Faz diferença? Pois é, nenhuma. Fica o dito pelo não-dito.

Eu prefiro ser visto na balada com o Ronaldinho e suas amigas a ser visto andando em um negócio desses. Note que não há cinto de segurança, compartimento para bagagem, porta-copos e nem FARÓIS.

A utilidade desse carro-conceito para a indústria real é zero, mas consumiu recursos de quem projetou, recursos do pessoal da computação gráfica e recursos do marketing que soltou releases com esse lixo.

Por isso digo: Protótipos sim, conceitos jamais!

Fonte: Vehicles that rocks!

emHardware

MSI Wind Desktop – Popular sim, pobre não

Por em 1 de julho de 2008

No Brasil qualquer lançamento com a alcunha "popular" resulta em um produto pobre. Vide os tais PCs Populares, que vinham com hardware questionável, um Windows Starter Edition que resultou em muitas lembranças à imagem da Mamãe Gates, ou então com um Linux Xexelento que nem o Stallman defenderia. Não que ele defenda qualquer tipo de Linux.

Felizmente no resto do mundo existe gente que enxerga o nicho popular como… um nicho, não uma oportunidade de faturar no populismo político ou encher a burra de dinheiro vendendo lixo pra galera que compra BreezeCamp na polishop. A MSI por exemplo transformou sua linha de notebooks de baixo custo (ou pobrebooks, no bom sentido) Wind em desktops.

MSI_Wind_desktop_PC_3

O MSI Wind Desktop por exemplo vem com procesador Atom de 1.6GHz 1GB de RAM, disco de 3.5-inch de até 160GB e DVD. Toca vídeos em alta resolução (720p) e não precisa de ventoinha, consumindo míseros 35W, ou a energia gasta pelo Bot do MeioBIt para retreinar sua Rede Neural cada vez que desligamos seu servidor. Compare com um PC normal que consome por volta de 250W. Tudo isso em uma caixinha de 300 x 260 x 65mm.

O custo? US$199 para a versão com 1GB de RAM.

É claro que isso não é computador para rodar Crysis (recomendo este), mas em um escritório substituiria tranquilamente o computador de 99% de todo mundo. Em casa pode ser um excelente firewall/cache/cliente P2P/computador de mãe.

Agora a parte ruim: O equipamento será vendido na Ásia e a Europa, não nos EUA, e como 100% de toda a muamba que chega nos StandCenters da vida vem de Miami, as chances de encontrar o Wind Desktop no mercado cinza são próximas de zero.

Fonte: Slashgear

emHardware