Digital Drops Blog de Brinquedo

Heresia: Wargames ganhará continuação. Pior: Direto para DVD

Por em 29 de abril de 2008

Pensando bem, é até melhor que seja direto para DVD, assim a gente só assistirá se for na locadora (alguém aqui ainda é sócio de locadora?) em um sábado, final de tarde, onde só sobrou a raspa do fundo do barril para alugar.

Wargames – Jogos de Guerra foi um filme que definiu uma geração. Os modems sumiram das prateleiras, as vendas de computadores dispararam, todo mundo sonhava em ser como David Lightman e usar o computador para mudar as notas no colégio. Certo, era devaneio, o diário do professor era na base do papel mesmo.

Mesmo assim foi o momento onde muita gente teve seu interesse despertado para os computadores.

Agora resolveram fazer um remake. Ao invés da Guerra Fria, temos um supercomputador especializado em simular… ataques terroristas. O enredo, fora esses detalhes e muito mais explosões é o mesmo. Nada de realmente novo foi acrescentado. Na verdade, pelo trailer, percebe-se que toda a tensão do primeiro filme sumiu. Mais ainda, sumiu também o ar de novidade, a incrível sensação de estar sendo apresentado a uma nova tecnologia, que estava ao alcance de todo mundo (nos EUA).

De todos os remakes que não deveriam ter sido feitos, incluindo Perdidos no Espaço, esse Wargames – The Dead Code é o pior. Duvida? Confira o trailer abaixo.




Conferiu? Agora veja o trailer do original, que assim como Highlander (o filme) só pode haver um.



Fonte: Fark

emMiscelâneas

Intel se alia à Cray pelo mercado de supercomputadores

Por em 29 de abril de 2008

70% dos supercomputadores do planeta utilizam tecnologia Intel, mas por algum motivo a marca não é associada a esse nível de desempenho. Em busca principalmente da exposição que esse tipo de posição garante, a Intel se aliou ao fabricante mais clássico de computadores monstruosamente poderosos, a Cray.

Criada pelo True Hacker Seymour Cray, a empresa com seu nome lançou em 1975 o Cray-1, um supercomputador com incríveis 80MHz de clock. E se você acha isso ridiculamente lento, pense de novo. Era 1975. O IBM-PC XT só seria lançado em 1983, com 4,77MHz de clock e 128KB de memória. O Cray, em 75, vinha com 1MB, podendo ir até 8MB de RAM. Ah sim, ele já era um sistema baseado em 64Bits. Chuuuupa Intel, AMD, Microsoft, Linux, IBM, etc.

Em termos de processamento, um 386DX a 40MHz processa dados a uma velocidde de 8.5MIPS, em 1988, quando foi lançado. O Cray-1, em 1975, chegava a 160MIPS. Claro, isso custava um tiquinho. Algo como 5 toneladas de peso, unidade de resfriamento a freon e 115KW de consumo, só pra CPU. Mais ou menos como uma GeForce topo de linha, dentro de uns dois anos.

A relação da Cray com os concorrentes era a mesma da Apple com a Dell. Não bastava fazer excelentes computadores. Era preciso fazer computadores BONITOS. Assim a IBM enchia o mundo com seus armários sem-graça, enquanto a Cray produzia obras de arte como este CRAY X-MP:

A Apple aliás teve uma boa relação com a Cray. Seymour Cray usava um desktop Apple como seu computador de trabalho, e a Apple comprou vários Crays, usando mais tarde um deles como simulador para rodar o MacOS, em modo monousuário.

Com o acordo a Intel quer patrocinar, com a Cray, a construção de máquinas que trabalhem na casa de Petaflops (1 petaflop == 1.000.000.000.000.000 instruções em ponto flutuante por segundo). Esse nível de velocidade permite simulação de explosões nucleares, modelagens de padrões climáticos com precisão, pesquisa de medicamentos, avanços em inteligência artificial e talvez até rodar o Crysis em 1024×768 em 25fps.

Fontes: Wikipedia, Reuters

emHardware Indústria

Hans Reiser: Julgado culpado por homicídio em primeiro grau

Por em 29 de abril de 2008

Saiu a decisão do Julgamento de Hans Reiser, criador do ReiserFS, acusado de premeditar e matar a ex-esposa. Acusado do crime, ele tomou atitudes que fariam o pai e a madrasta da Isabella parecerem Gênios do Crime, como comprar livros sobre homicídios e andar com o carro com sangue da vítima, sem o banco do passageiro, com sacos de lixo e fita adesiva, etc. Além do carpete recém-lavado.
Como era de se esperar o Juri não engoliu o argumento da defesa de que como todo geek ele era meio distraído e muito ocupado, então não percebeu que poderia estar em atitude suspeita comprando os tais livros, lavando o carro, etc.

Agora Reiser espera a sentença, ela pode pegar de 25 a perpétua.
Quanto ao futuro do ReiserFS, há controvérsias. A Namesys, empresa de Reiser que cuidava do design e implementação do ReiserFS estava à venda, para cobrir os custos do processo, mas ninguém se interessou. Agora a empresa está fora do mercado, segundo Edward Shishkin, um funcionário (ou ex) de Hans Reiser.
O Reiser4, que seria um novo Filesystem criado do zero, não foi incorporado ao kernel do Linux por não seguir os padrões de desenvolvimento Linux (segundo o pessoal do pinguim) ou por razões políticas (segundo Reiser). Mesmo assim o Reiser4 teve investimentos da DARPA e da Linspire. E se a DARPA coloca dinheiro, ou é algo muito sério ou uma besteira completa. Eu fico com a primeira opção.
O fato do Reiser4 ser OpenSource pode não ser o suficiente para que ele sobreviva. Não por um julgamento moral associando Hans ao software, ou a piadas questionáveis dizendo que o Reiser4 é uma killer-application, ou que foi renomeado para OJ_FS, e sim por Hans Reiser ser uma figura controversa mas com muita personalidade, que sempre tocou pessoalmente seus projetos.
Para o bem ou para o mal, projetos personalistas e restaurantes só funcionam com o dono por perto.
De resto, é só esperar o episódio de Lei e Ordem sobre o caso.
Fonte: San Francisco Chronicle

emOpen-Source

Análise rápida: Ubuntu 8.04

Por em 28 de abril de 2008

Semana passada o Ubuntu Hardy Heron foi lançado. Sem ganas de manter o sistema atualizado, e por ter uma conexão deveras frágil em casa – em outras palavras, uma verdadeira merd, enfim -, além da preguiça para este tipo de procedimento, deixei pra outro dia. Mas o outro dia veio mais rápido do que eu imaginava.

Via BR-Linux, cheguei ao Tecnoclasta e vi que atualizar o Ubuntu estava mais fácil do que eu pensei. Tudo bem que eu li o post, e fiquei lembrando de relatos de amigos que atualizaram a distro via “dist apt-upgrade” dois, três anos atrás, e depois aconteceu o Apocalipse, mas resolvi tentar mesmo assim.

O problema é que minha conexão estava muito instável, variando de aproximadamente 60KB/s a 140b/s. Sim, você não leu errado, é BITS por segundo! Não acreditou? Eu provo:

Pois bem. Conforme descrito lá no Tecnoclasta, o procedimento é bem simples: Sistema > Administração > Gerenciador de Atualizações, confirma tudo e manda brasa. Se a anta que vos escreve não tivesse CHUTADO A TOMADA TRÊS VEZES, provavelmente teria ido mais rápido. Mas há uma coisa boa nessa história: não precisei recomeçar o processo de baixar todos os pacotes novamente, pois ele reiniciava de onde tinha parado. Pelo adiantado da hora, me recolhi aos meus aposentos, fui dormir e deixei o computador trabalhando.

Na manhã seguinte (eu levanto às 5:30), o Ubuntu já estava alive and kicking. Depois foi só reiniciar e pronto. Ainda não tive tempo de explorar as novidades (que não são muitas, visto que essa atualização é incremental), mas pelo menos o Totem, o player que não vai muito com a minha cara, ganhou uma funcionalidade legal: busca em vídeos do YouTube! Mas não, é claro, antes de instalar os plugins necessários, indo no Synaptic e mandando ver em tudo o que tivesse a mínima referência a “GStreamer”, “ugly” ou “bad” no nome.

Ele veio com o beta do novo Firefox, com o novo Gnome e com o Centro de Controle, uma espécie de Painel de Controle a la Windows, onde fica a configuração do sistema, de periféricos e outras preferências. Ah sim! Em vez de “Terminal” e “Mouse”, está escrito “Consola” e “Rato”, mas não notei nenhuma mistura do português lusitano com o português falado aqui, nem me lembro de ter pedido suporte ao idioma de Camões falado na Europa.

E falando em Terminal, estive pensando hoje cedo qual foi a última vez que abri o terminal pra fazer alguma coisa, mas não me lembro de nenhuma vez que não tenha sido algo que o usei por puro hábito – como por exemplo usar o apt-get para instalar programas ao invés do Adicionar/Remover. Aí me lembrei que a última vez que usei MESMO um terminal foi no Mac OS X, pra ver se tinha algum arquivo oculto em um pendrive xing ling de um colega. Ai ai, daqui a pouco não vai nem ter mais graça usar Linux, nem vão mais chamar a gente de geek por causa disso!

No geral, esse foi o percebível pelo pouco tempo que o usei até agora (cerca de 3 horas).

UPDATE: Se há algo que aprendi a duras penas é que não se deve elogiar NADA! Fui ver o vídeo novamente no Totem e tudo congelou, mouse não respondia, teclado não respondia – não dava nem pra reiniciar o X via linha de comando. Duas conclusões: 1) o Totem realmente não gosta de mim, e 2) Linux não trava, mas quando trava, é pra acabar.

emAnálise Android e Linux Destaque Open-Source Software

Se não pode vencê-los, junte-se a eles

Por em 28 de abril de 2008

No mês passado eu publiquei aqui a notícia de que os figurões de Hollywood estavam preocupados com o lançamento do GTA IV, já que ele poderia prejudicar a bilheteria dos filmes, principalmente do Homem de Ferro.

Eis que agora há pouco eu estava navegando pela seção especial dedicada ao jogo no site IGN e notei que o lançamento do game está sendo patrocinado por adivinhem quem?

O mundo realmente dá voltas.

doriprata_gta_28.04.08

emIndústria

E chegaram os novos iMacs

Por em 28 de abril de 2008

Quando você pensava que o iMac tinha tudo, agora ele tem mais. A última geração dos processadores Intel Core 2 Duo com velocidade de 3,06 GHz. 2 GiB de memória. Gráficos brilhantes com uma nVidia GeForce 8800 GS opcional nos modelos de 24 polegadas. Você está olhando para um grande computador, e seja para trabalho, escola, diversão, ou todos os três, o belo, poderoso, tudo-em-um iMac proporciona a você.

Como anunciado semana passada, ele está entre nós. Essa tarde a newsletter da Apple anunciou os novos iMacs. Infelizmente, um sonho ainda distante…

emApple e Mac

MeioBit Games Pops 2 – versão 16 bits

Por em 28 de abril de 2008

Essa é a segunda versão do game! Agora com o tema "16 bits", apenas jogos de Mega Drive e Super Nintendo estão entre as imagens! Tente reconhecer o máximo de jogos que conhecer e poste seu desempenho.

Novamente apenas peço para todos os leitores seguirem algumas regras: não publicarem as respostas para não estragar a diversão dos leitores que ainda não jogaram. Dicas nos comentários são muito bem vindas, principalmente se algum leitor tiver alguma dificuldade com algum jogo. O que acontece muito é: "eu lembro desse jogo! Mas o nome não me vem à cabeça".

Para jogar clique em "Leia o restante do post" aqui em baixo. Boa diversão :)!

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