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Digital Drops Blog de Brinquedo

Zerando Super Mario 64 em 6 minutos, Super Mario World em 10…

Por em 30 de dezembro de 2007

Alguns games conseguem ser projetados para que, dependendo da rota do jogador, ele consegue terminar o game com um tempo absurdamente curto (ou não). Antigamente nas revistas de games (como a Gamers) os jogadores tiravam fotos de recordes no Resident Evil mostrando que dava pra zerar com pouco tempo. Até mesmo em Metal Gear Solid dava pra terminar com cerca de 3/4 horas, cortanto as cutscenes e usando táticas como a Stealth Camouflage.

Mas alguns zeramentos são insanos. Os jogadores conseguem terminar um game em questão de minutos! E não usam nenhum tipo de password para ir direto na última fase/chefe. Vão desde o começo! Temos dois exemplos relacionados com o Mario:

Super Mario World em 10 minutos:

Super Mario 64 com cerca de 6 minutos:

Obviamente isso tira toda a experiência lúdica de um jogo, e eles usaram táticas da jogabilidade e/ou possíveis bugs do jogo. Mas para quem assiste, é insano.

[Via Rumble Pack]

emCultura Gamer Nintendo Vídeos

O Universo dos Demos 3D

Por em 30 de dezembro de 2007

Nos anos 80/90 era muito comum a troca de arquivos de “demos”, programinhas escritos em linguagem de máquina que faziam coisas impossíveis, como gerar gráficos 3D, efeitos psicodélicos e trilhas sonoras, geralmente on the fly.

A maioria desses demos era muito pequena, raramente passando 300KB. Os programadores foram se organizando e desde 1992 temos a Assembly Demo Pary, uma competição na Finlândia onde programadores do mundo inteiro vão demonstrar suas capacidades.

Assembly Demo Party – 2002 – visão panorâmica. Fonte: Wikipedia. Uso sob permissão, licenciada sob a GNU Free Documentation License.

Veja abaixo um demo para o Amiga, escrito em 1990. Lembre-se que o computador não tinha placa 3D, aceleração de vídeo além do básico, OpenGL nem NADA comum a qualquer OLPC de hoje em dia. Rodava um processador 68000, a 7,8MHz (não GHz, MHz) com 512KB de memória. KB, não MB.



Uma categoria especialmente interessante é a dos demos de até 64KB. Não MB, KB. Os programadores são verdadeiros magos, comprimindo imagens, gerando texturas e músicas procedurais, e gerando apresentações de mais de cinco minutos. Veja o demo Dead Ringer, do grupo Fairlight, abaixo:


Esses caras definitivamente sabem programar.

emMiscelâneas

Análise: Zogis GeForce 8800 GT – Parte 1/2

Por em 30 de dezembro de 2007
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Placa gentimente cedida pela Luciana Ferraz, Executiva de Atendimento da Trama Comunicação.

RECURSOS

Há mais ou menos 3 semanas, estou tendo o prazer de testar uma placa de vídeo gentilmente cedida ao MeioBit para a realização de um review. Para quem não conhece o mercado, ela faz parte de uma nova geração de placas de vídeo da nVidia e é uma evolução dos modelos lançados ano passado. Os recursos oferecidos, na caixa do produto:

- DirectX 10 Shader Model 4.0: é versão mais recente, disponível apenas para usuários do Windows Vista. (Já existe uma atualização incremental, o DirectX 10.1 com Shader Model 4.1)
- OpenGL 2.0: disponível para todos os sistemas operacionais.
- High Dynamic-Range Lighting (HDR) de 128 bits: suporte aos efeitos de sombra, luz e deformação.
- Suporte a anti-aliasing 16x: tecnologia que recalcula as arestas e remove o serrilhamento.
- Compatível com PCI Express 2.0: se a placa-mãe tiver suporte, você terá mais performance.
- Quantum Effects™: jogos podem ter aceleração de efeitos físicos, como poeira, fogo, estilhaços, deformação de objetos, etc.
- Duas saídas DVI com suporte a resolução até 2560×1600: duas telas gigantes lado a lado, é mais do que o 2x o full HD.
- Compatível com SLI: para os obcecados com performance, duas ou três delas podem trabalhar em paralelo. (placa-mãe com chipset nVidia com suporte ao SLI é obrigatório)

Explicar em detalhes cada um dos recursos, foge do escopo desse review e será assunto de um outro post. Para quem não entende do assunto, a sopa de siglas acima essencialmente significa que é uma placa de vídeo de última geração. Para quem está pensando em adquirir duas delas, aviso novamente que é necessário que uma placa-mãe compatível.

mb_review_zogis_clockA Graphics Processing Unit (GPU) é da nova geração, chamada de G92, uma evolução da anterior, G80. Ela está sendo construída com o processo de 65nm e portanto, é mais barata para fabricar e dissipa menos calor. Com isso, a nVidia conseguiu colocar no mercado uma placa mais poderosa que a sua linha GTS (ainda usando o G80) e bem mais barata. Eles aumentaram o clock da GPU e da memória, para 600 Mhz e 900 Mhz, respectivamente.

A tabela abaixo é um bom resumo dos recursos dela. A versão completa você encontra aqui.

mb_review_zogis_g92compare_chart

REQUISITOS

Essa placa é poderosa e isso tem um custo: consumo de energia. Prepare-se para ter uma fonte capaz de fornecer pelo menos 26A de corrente. Não seja pão-duro e nem pense em fontes xingling de 40 reais.

- Fonte de 400W ou melhor e capaz de fornecer 26A com 12V. A maioria das fontes reais de 400W é capaz de suprir isso com margem de segurança, já que essa recomendação foi baseada num sistema com processadores Core 2 Extreme QX6700.
- Conector suplementar de 6 pinos. Essencial se você deseja possuir placas de vídeo modernas. Jogar Crysis não sai barato.
- 1 slot x16 PCI Express (2.0 também serve). Quem ainda possui placa-mãe AGP, guarde o dinheiro e faça o upgrade na placa-mãe e processador primeiro. O AGP simplesmente não é capaz de fornecer largura de banda necessária para o tráfego de dados de vídeo.

SETUP e ANÁLISE INICIAL

mb_review_zogis_package

Na caixa, temos o básico: a placa de vídeo, manual, cd com drivers, adptador analógico e cabo de conexão para a saída S-Video. Eu gostaria de ter visto pelo menos um DVD com demos de jogos DirectX 10 para instalar e ver do que ela seria capaz. Seriam vários GB de download economizados.

mb_review_zogis_height

A placa possui a altura padrão, mas o que surpreendeu, foi a espessura…

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Ela é apenas um pouco mais espessa que um motorola V3. Isso significa que você não precisa de um gabinete enorme para instalar ela e nem irá perder um slot.

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Eu tenho uma preocupação especial com o peso, por causa de fadiga de material. Ela pesa menos da metade que a Radeon 1950 XTX. O motivo principal é o uso de dissipadores de alumínio ao invés de cobre.

mb_review_zogis_output

As 3 saídas da placa. Ela possui um único adaptor digital -> analógico, para quem ainda prefere monitores CRT.

mb_review_zogis_installed

Essa é a placa instalada numa Asus P5W Digital Deluxe. Como o chipset dela é Intel, há suporte apenas para Crossfire, da ATI. Ou seja, se eu quiser ter duas delas, precisaria trocar de placa-mãe.

mb_review_zogis_installed_detail

Para as novas gerações de placas de vídeo, nem os modernos barramentos PCI-E conseguem fornecer toda a energia necessária para o funcionamento correto delas. Então, nunca esqueça do conector de 6 pinos auxiliar. A fonte usada nesse computador é uma Thermaltake Toughpower 600W.

mb_review_zogis_temp_stdby

Após a instalação, com temperatura ambiente média de 32 °C, a placa está constante em 61 °C. Veremos como ela se comporta em testes de estresse. O gabinete possui 2 entradas de ar com ventiladores Thermaltake de 90mm praticamente logo acima dela.

A máquina de testes é um PC Frank:

- Intel Core 2 Duo E6600
- Placa-mãe Asus P5W Deluxe com chipset Intel 975x
- 4GB de RAM Corsair XMS 800 em dual channel(detalhe: o Windows XP só reconhece até 3 GB)
- Western Digital Raptor 150 GB
- Placa antiga: Radeon 1950 XTX 512 MB com Thermaltake Tidewater Watercooler (um radiador)

Jogos sendo testados: Quake IV, Elder Scrolls IV, Crysis, The Witcher, Half-Life 2, Gears of War e Dark Messiah of Might and Magic. Desses, os que são nativamente DirectX 10 são o Crysis e o Gears of War, mas tomei a decisão de não usar o Windows Vista nos testes, para nivelar tudo, já que alguns milhares de jogadores não largam Counter-Strike Source. Ou seja, estou jogando com Windows XP e DirectX 9.0c.

emAnálises Destaque

Correção Ortográfica para Formulário HTML

Por em 30 de dezembro de 2007

Na condição de profissional que vive da Internet uma das coisas que mais faço é prover formulários para pessoas digitarem informações. No caso de usuários mais avançados (como os leitores do Meio Bit) o corretor ortográfico integrado do Firefox já quebra o maior galho. Porém, a maioria das pessoas sequer sabe que “a Internet” não é aquele E azul, e ficam privadas deste recurso.

Entretanto, agora existe uma solução para isso: o Spellify permite que campos de texto (input type=’text’ e textarea) sejam automaticamente checados, sem a necessidade de instalar nada no computador cliente. Basta ter um navegador dos considerados modernos.

O sistema conta com correção ortográfica em onze idiomas, incluindo o Português, ignora automaticamente campos do tipo “password”, e não requer que o usuário clique em nada para efetuar a checagem. À medida que as palavras são inseridas na caixa de texto a checagem vai sendo feita, e sugestões de grafia supostamente corretas são apresentadas em um “balão” que se abre na tela. Para quem gosta de frescuras em Ajax (eu me incluo nestes) é lindo!

Atualmente já é possível baixar o Spellify, para aqueles que não se sentem confortáveis com scripts de terceiros nas suas páginas.

Via: Ajaxonomy

emDicas Internet Software Web 2.0

O mundo aos pés do Google

Por em 30 de dezembro de 2007

Hoje pela manhã topei em um artigo que me chamou a atenção. Nele, o autor listava algumas estatísticas sobre o Google, por exemplo:
- O Google tem 65% de todas as buscas na internet
- O Google 79% do mercado de propagandas pay-per-click

Fiquei pensando nisso, e nas enormes conseqüencias de tal domínio. Não creio que a saúde financeira da empresa seja tão importante quanto o fato do Google simplesmente controlar a maioria da informação disponível no mundo.

Imagine o seguinte cenário: sua empresa, digamos de hospedagem de sites, recebe a maioria de seus clientes através de busca no Google. Agora imagine se por algum motivo, o Google resolve banir seu domínio do índice…. ou mesmo sendo menos radical, mas por vários motivos, sua posição para a palavra “hospedagem” cai da primeira para a segunda página de resultados. Isto pode efetivamente destruir um negócio.

Extrapolando o cenário para um âmbito maior, imagine quantas empresas hoje tem negócios essencialmente dependentes do tráfego vindo através do Google. Essencialmente, se você não está no Google, é praticamente o mesmo que não existir.

Saindo dos negócios, vamos imaginar um outro cenário: uma página sobre tratamento de câncer, por exemplo. Para a imensa maioria que procura informações no Google, a posição de uma página nos resultados reflete seu “valor”, portanto teoricamente resultados no topo das buscas estão “mais corretos”, certo ? Eu gosto de pensar que sim, mas em muitas situações isto não acontece, por exemplo, devido a companhias tentando manipular os resultados com seus produtos. Quem perde ? O usuário, que pode acabar com informação de qualidade inferior, ou pior ainda, errada.

Voltando ao Google, eu nem mencionei a quantidade de informação que o sistema tem sobre cada um de nós que armazena seu email, feeds, orkut e tantas outras coisas no imenso sistema deles. Efetivamente o Google controla o fluxo de informação no mundo atualmente.

Espero que exista muito cuidado por parte da liderança do Google para que este poder seja usado para o bem. O lema deles “don’t be evil” (não seja mau), me faz esperar que esta seja a intenção deles.

emArtigo Google Indústria

James Cameron patrocina desenvolvimento de tecnologia de Cinema 3D

Por em 30 de dezembro de 2007

James Cameron está financiando e fomentando a nova geração de cinema 3D. Até então a imagem era separada por prismas, de um filme comum, e éramos obrigados a usar óculos com lentes coloridas. O resultado era artificial e forçado, com filmes praticamente parando para que algo fosse “jogado” em direção à platéia.

A nova tecnologia usa câmeras digitais de alta definição com lentes que se movem simulando o movimento dos olhos humanos, gerando o efeito de paralaxe que gera a imagem tridimensional.

Isso pode ser literalmente o futuro do cinema, se atingir a maturidade sem cair no modismo que dizimou as tecnologias antigas.

Em outra área, notem a qualidade do player Flash usado pelo site 5min.com. Cliquem na opção “smartplayer”. Impressionante. Tela Cheia, várias opções, sem reload. YouTube, aprenda.



Fonte: Digg

emÁudio Vídeo Fotografia Hardware Indústria

Opinião: Flash: Padrão por mérito

Por em 30 de dezembro de 2007

O CFGigolô deu a dica: Agora os vídeos sob demanda da Vênus Platinada são em Flash.

Quando surgiu a opção de streaming para o Flash era preciso adquirir um servidor que custava literalmente na casa de dezenas de milhares de dólares. Como isso não deu muito certo, e  demanda começou a surgir, a (então) Macromedia apostou em CODECs de alta capacidade e streaming via http.

Com isso muitos sites perceberam que ao invés de ter que codificar vídeo em vários formatos, em vários codecs, para várias larguras de banda, poderiam gerar um único vídeo, e ter acesso a mais de 90% das máquinas da Internet.

Os servidores Windows Media, RealPlayer e mesmo Shockwave foram pro buraco. Já os usuários adoraram.

A viralização possibilitada pela inserção de vídeos em qualquer blog ou site também contribuiu MUITO para a popularização do formato. Estimo que 90% de quem disponibiliza vídeos eventuais em seus blogs e sites não o faria se fosse preciso inserir códigos para plugins do MediaPlayer, RealPlayer, etc.

Vimos um caso onde um plugin usado para fazer gráficos e joguinhos invadiu uma área completamente alienígena e não só conseguiu um espaço, como literalmente jogou a concorrência para fora da água.

Concorrência essa que se chamava “Microsoft”, entre outras.

Por isso que as reclamações dos defensores do Open Source, de que o mundo deveria migrar para o SVG são risíveis. O Flash é hoje MUITO mais que gráficos vetoriais bonitinhos. É uma plataforma completa. Um dos motivos que fez a Apple não disponibilizar o Flash no iPhone, e um dos motivos da Microsoft não incentivar o Flash no Windows Mobile é que no dia em que for possível desenvolver uma aplicação em Flash nesses aparelhos (aplicação decente, o Flash do Windows Mobile é funcional e só) ninguém mais irá programar nativamente. 90% das aplicações mobile atuais rodariam perfeitamente se feitas em Flash.

Com isso quem venderia Visual Studio, Codewarrior, Nokia SDK e similares?

emInternet