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Digital Drops Blog de Brinquedo

Você conhece o nosso fórum?

Por em 29 de novembro de 2007

Uma semana após o lançamento do Meio Bit Games venho aqui agradecer o apoio de todos os leitores. A recepção foi muito boa e estamos fazendo o melhor para trazer textos de qualidade e sobre assuntos interessantes para vocês.

Agradecimentos a parte, gostaria de perguntar se vocês já conhecem o fórum dedicados aos jogos do blog. Lá vocês podem tirar dúvidas, dar sugestões, criticar e ajudar outros usuários que estejam com problema em algum jogo. O fórum foi totalmente reformulado e agora ficou mais fácil navegar por ele.

Portanto se você quiser manter uma interação maior com os outros leitores do Meio Bit, não hesite, visite o nosso fórum e participe!

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iPod Touch – análise exclusiva

Por em 29 de novembro de 2007

Depois de meses perdido no grande limbo entre Rio e Chicago, chegou o iPod Touch que havia sido encomendado para esta resenha, encomenda feita no DIA do lançamento do produto. Até pela mão do Tom Hanks e do Wilson ele deve ter passado, mas o importante é que o Touch está aqui, em nossas, digo, minhas mãos, e já foi usado extensivamente nos últimos dois dias. Vamos então dissecá-lo (metaforicamente, claro), mas antes, uma reclamação:

Pombas, mr Jobs, pra atualizar o firmware de 1.1 para 1.1.2 são precisos mesmo CENTO E SESSENTA MEGABYTES? Definitivamente o conceito de otimização passa longe das empresas “modernas”. Tomara que a galera do OLPC não tenha que baixar Fix Packs via rádio de manivela, tambor ou algo assim.

O Ipod
Os chatos muito provavelmente gritarão “venda casada”, mas a verdade é que você não pode ter um iPod sem ter um computador. E Internet. Nem sequer drivers ele traz, não há CDs, nada. A Apple assume que você irá espetar seu iPod, o sistema operacional irá identificá-lo, e saberá o que fazer. Também dão o link para download do iTunes. Como isso significa Quicktime junto, seu iPod só dará o ar de sua graça uns 100MB adiante.

O Touch é uma versão do iPhone menor (mas com a mesma tela) mais fino, com mais memória (no caso do modelo de 16B) com WIFI mas sem Bluetooth, microfones ou alto-falantes. Ele é um iPod para quem não quer trocar de telefone, mas tem o efeito colateral de enterrar de vez o PDA que você já não usa muito.

Originalmente o iPod seria um tocador de áudio. Um excelente tocador de áudio, e nada mais. Só que depois de conquistar esse mercado, ficou difícil expandir. As capacidades de vídeo dos novos iPods, incluindo o chamado iPod Video, eram limitadas pelo tamanho das telas. Ao mesmo tempo em que o iPod se popularizava, as telas widescreen iam pipocando. Hoje muitos seriados de TV são formatados para 16:9, e não 4:3 como as telas de TV tradicionais (e do iPod). Experimente colocar Senhor dos Anéis em um ipod. Inviável, os Orcs são pouco mais de 3 pixels.

o iPod Touch é o primeiro com uma tela grande (maior que a do Zune) e pensado especificamente para vídeo digital. Comparemos com um iPod tradicional:



Já dá para perceber que ver filmes no Touch é mais confortável. Mas não é só isso. Ele é bem mais leve, afinal usa memória Flash, enquanto o iPod video usa um HD de 30GB. E se for um iPod Video de 60GB, o bicho é mais grosso ainda.

Comparemos os dois, lado-a-do:


O Touch é tão fino que dá medo, a sensação é de fragilidade, apesar da resistência.

Com o iTunes o suporte e sincronização é completo. O DRM existe para músicas e vídeos comprados na loja do iTunes, mas nada impede que seus MP3, AVIs e similares sejam passados para o iPod. No caso dos vídeos é necessária conversão. Se o iTunes não conseguir, há dezenas de aplicações disponíveis para isso.


A parte de vídeo separa automaticamente vídeos, episódios de TV e podcasts, sendo que esses últimos são gerenciados pelo iTunes e dispensam conversão. Há um botão no canto superior direito que permite ampliar os vídeos que não estejam na proporção correta da tela do iPod, perde-se um pedaço das laterais mas ganha-se no geral. Os controles são simples e diretos. Volume, play, pause, o de sempre. A execução não tem qualquer delay, e a qualidade de imagem, claro, depende do original, mas no caso de episódios de séries com 200 e poucos MBs, fica um cinema.



Os podcasts são gerenciados automaticamente, não é preciso se preocupar em ficar apagando antigos para deixar espaço para os novos. Não parece mas até nos iPods grandes isso é um problema.



A parte de áudio conta com o Coverflow, a nova interface dos iPods (e usada no iTunes), com MUITA informação sobre as músicas, álbuns, etc. Ela é extremamente elegante, e embora sejam necessário vários “cliques”, se você estiver com o iPod travado com tela desligada e quiser pausar ou avançar a música, um duplo-clique no botão “home” mostrará uma interface de navegação, enquanto o resto do Touch continua travado. Deveras inteligente.

Só com isso o Touch seria um excelente player de áudio/vídeo, mas calma, não ligue ainda. Há mais!









Eu comecei a brincar com dispositivos portáteis com um Palm Professional. O Palm III logo em seguida foi minha primeira experiência online, ainda sem WWW, mas acessando ICQ, via um Nokia Cabeção, com cabo de dados, depois um 3200 com infravermelho. Desde então tenho experimentado todo dispositivo mobile, incluindo Smartphones.

Devo dizer que a experiência Internet do iPod Touch é a mais próxima do desktop que jamais encontrei. Até as firulas do Flickr funcionam. A leitura dos textos não força a vista, ele amplia de forma inteligente com um simples “clique”, ou manualmente, usando o gesto de zoom. Formulários funcionam, Javascript funciona, DHTML funciona, cookies funcionam. Flash não funciona, mas sinceramente não senti falta. Gmail funciona, Google Maps e Google Reader funcionam. Meu blog funciona. Quem precisa de mais?

É possível manter várias páginas abertas, guardar bookmarks e acessar sites seguros. O Safari do iPhone é bem mais acabado e funcional que o Safari Windows, por exemplo.

Dá para usar sem problemas sites como o Meebo, o que -na lata- resolve o problema de Instant Messengers para o iPod Touch. Tive problemas com todos os outros navegadores portáteis para acessar esses sites mais complexos, mas não com o Touch.

A ausência de Java também contribúi para a velocidade da experiência 😉



Os outros iPods também costumam vir com extras, mas confesso que não me animei muito. Já no caso do Touch, onde há um meio de entrada de dados, tudo muda de figura.

Uma simples configuração no iTunes permite que você sincronize seu calendário E sua agenda de contatos com o Touch. Quem precisa de PDA ou caderninho de telefones agora? É possível, desde o firmware 1.1.2, adicionar eventos ao calendário, mas a entrada de contatos na agenda de endereços provavelmente já estava disponível antes disso.

Seus contatos podem ter inclusive fotos, uma sub-aplicação no próprio iPod ajuda a achar a foto adequada, redimensioná-la, recortá-la e adicioná-la ao banco de dados da agenda.



O álbum de fotos sincroniza direto com o iPhoto, ou com a sua pasta de imagens, se você rodar Windows. As fotos são exibidas usando o já conhecido método de “folhear”, mas não convém lamber a ponta do dedo.

Conclusão

O Touch é um player com uma interface revolucionária -tanto que está sendo imitada por deus e o mundo- e extremamente elegante. O perigo é se o usuário chegar com uma expectativa errada. Ele não é um PDA, não é um Smartphone. Ele é um player multimídia que por acaso acessa Internet muito bem. Só isso.

Se você quer comprar um iPod Touch para acessar Internet, está fazendo besteira. Compre um Nokia N810, você será muito mais feliz.

Ele também não vai substituir seu telefone se você for um heavy user de smartphones. Ele não sincroniza com o Office, não permite edição de documentos (exceto o Google Docs) e não tem a penca de softwares disponíveis para Windows Mobile ou Symbian.

Ele atenderá, entretanto, se você quer um player de mídia que permita a você acessar seus feeds, seus sites, administrar um blog do sofá sem parar de ouvir música, ou se você quer sair para almoçar em um restaurante com WIFI, aproveitar para visitar uns sites, e não quer levar notebook.

Atenderá se você quiser levar seu portfólio de vídeos e fotos, sem precisar de uma pasta ou -novamente- um notebook.

Vai passar um dia em SP? Dá para viajar com ele. Vai fazer uma viagem de ônibus? Aproveite, a bateria é excelente.

Claro, o modelo mais caro vem com 16GB, o menor, com 8GB. É preciso ser seletivo. Não dá para levar 40GB de música nele. Minha experiência com o iPod Video de 30GB é que 16GB é um número adequado, controlando-se a quantidade de lixo, digo, músicas ruins, digo, velharias, digo, material auditivo pouco acessado.

Para meu uso o iPod Touch caiu do céu (ou de Cupertino, mas a diferença é pouca). Interface elegante, aparelho fino, leve e tela gigantesca. Na parte ruim, o preço (www.apple.com) e a mudança da interface de vídeo. Não poderei usar o cabo de vídeo do modelo anterior.

Esse é, sem sombra de dúvida, o melhor player multimídia da atualidade, e o padrão que a concorrência irá seguir, da mesma forma que os adoradores de telefones xing-ling detonaram o iPhone para em seguida copiarem descaradamente seu look and feel.

Nota 10/10.

PS: Ainda faltou falar do cliente para YouTube, da loja do iTunes direto no iPod e das opções de configuração que incluem português brasileiro. Ah, e tem um relógio.

emApple e Mac Destaque

Google experimenta o uso da opinião humana para melhorar os resultados das buscas

Por em 29 de novembro de 2007

Uma nova experiência da Google pode enterrar de vez o projeto Wikia Search. O desenvolvimento do Wikia Search está sendo conduzido por Jimmy Wales (criador da Wikipedia), e consiste em um mecanismo de busca no qual os resultados são avaliados pelos próprios usuários. O objetivo é usar a opinião humana para melhorar a qualidade dos resultados de acordo com a relevância. Aparentemente, o Google gostou da idéia, aliás ADOROU! Tanto que já iniciou uma experiência na qual os usuários poderão “editar” os resultados de suas buscas:



Parece que o misterioso algoritmo do PageRank vai ficar mais obscuro ainda…

emGoogle Internet

South Park: Todos os vídeos online, “digrátis” e legal

Por em 29 de novembro de 2007

A MTV, aquele canal que nos anos 80 pasava videoclips e tinha a ver com música anunciou uma decisão muito significativa: vão disponibilizar a partir de 2008 todos os clipes de South Park, online, sem custos.

Exibido pelo Comedy Central, canal do grupo da MTV, South Park é uma das séries mais politicamente incorretas da TV, focando sempre em temas de interesse da audiência geek, como World of Warcraft, anime, Nintendo Wii e até mesmo o Guitar Hero.

A declaração mais surpreendente, entretanto, veio da Chair(wo)man e Executiva-Chefe da MTV Networks, Judy McGrath, que disse para a Reuters, sobre o pretenso efeito negativo da disponibilização online em relação à exibição via TV convencional:

“Um não prejudica o outro, de forma alguma”

Várias outras séries já são exibidas online, se essa tendência prosseguir, chegará o dia em que todo mundo dirá não aos torrents ilegais, mas apenas porque os torrents LEGAIS serão de melhor qualidade, garantidos e igualmente gratuitos.

Via Extremetech

emFotografia Internet

Google: Os Spammers estão desistindo

Por em 29 de novembro de 2007

Diz o Google em uma matéria da Wired, que o número de tentativas de spam vem se mantendo estável, pela primeira vez em anos, e até diminuindo.

O feito é atribuído aos filtros de serviços como Hotmail, Yahoo e Gmail, que barram mais de 99% do lixo online antes de ele chegar nas mãos dos usuários.

David Daniels, presidente da Jupiter Research, uma consultoria especializada, prevê que em 2010 o número de spams recebidos por uma caixa-postal de email será virtualmente idêntico ao número de spams recebidos hoje. Na casa de 4350, em um ano.

Como meu email é o mesmo desde 1996, devo dizer que já passei dessa média faz tempo, e tenho cá muitas dúvidas quanto a essa visão otimista do Google e de Mr Daniels. Só para lembrar, em 2004 Bill Gates garantiu que em 2006 estaríamos livres do SPAM.

De qualquer jeito, o caso é sério. Ou a Internet acaba com o SPAM ou o SPAM acaba com a Internet. Uma hora alguém vai ficar de saco cheio de pagar um link que trafega mais de 90% de lixo. E quem trabalhou em provedor sabe que é mais ou menos essa a proporção.

emGoogle Internet

O que você mais detesta nos jogos?

Por em 29 de novembro de 2007

Quem levantou uma questão interessante dessa vez foi o pessoal do site 1UP. Um dos editores do site escreveu um artigo onde aponta os cinco “defeitos” que mais o incomoda em um game. É inegável que algumas características presentes em alguns jogos acabam nos incomodando e algumas vezes podem até nos fazer desistir de continuar a jogatina.

Os ítens presentes na lista de Scott Sharkey são:

1 – Não poder pular cut-scenes:  As cenas não interativas dão um ar mais elaborado aos jogos, mas não poder pulá-las é algo realmente frustrante. principalmente quando você morre e precisa assistir de novo.

2 – Save Points: Os jogos para pc, principalmente os FPS dão ao jogador a possibilidade de salvar em qualquer lugar, pelo menos a maioria. Os save points são algo um tanto arquaico e que limitam um pouco o jogador. Quem nunca disse a clássica frase “Já vou! Deixa só eu achar um save point” quando alguém te chamou para fazer algo enquanto estava jogando.

3 – Eventos Quick-Time: Ultimamente, muitos jogos possuem uma parte onde o jogador deve apertar uma sequência de botões que aparecem na tela. O recurso apareceu no genial Shenmue e ficou muito famoso com o aclamado God of War. Esta é uma característica que não me incomoda tanto, mas tem que ser usada com cuidado, ao contrário do que fizeram no Indigo Prophecy.

4 – Pagar por conteúdo extra: Essa prática vem se tornando comum nos jogos da nova geração graças à conectividade dos consoles e seus hds. A situação é simples. Se você quer mapas novos, roupas diferentes e músicas inéditas, basta pagar uma “pequena” quantia e será tudo seu. Sem falar nos MMOs gratuitos e seus conteúdos exclusivos para assinantes.

5 – Jogabilidade diferente: Os consoles mais novos possuem uma série de funcionalidades novas. Tela touch screen, controles com sensores de movimentos e coisas do tipo. O autor questiona se há mesmo necessidade disso, sendo que na maioria das vezes um simples botão daria o mesmo resultado, porém, com muito mais simplicidade.

Deu para ver que opinião é realmente algo muito pessoal e que provavelmente cada um conseguirá enumerar algumas situações nos games que os deixam irritados.

Eu por exemplo, destesto jogos sem legendas, principalmente porque na hora mais importante passa alguém falando perto de você ou algo tira sua concentração. Quando esta característica está presente em um RPG então, é o motivo perfeito para momentos da mais pura raiva. Me incomoda muito também a (baixa) inteligência artificial dos jogos. Já comentei uma vez sobre isso e me deixa irritado a forma como a maioria dos personagens reagem às situações dos jogos hoje em dia.

A  dificuldade, aquele seu amigo que pausa o jogo pra mexer no time bem na hora que você ia fazer um gol de placa, a conexão que teima em ficar lenta na hora do head shot? O que mais te aborrece nos jogos?

[via 1UP]

emIndústria

Aquecimento Global: O que isso tem a ver com TI?

Por em 29 de novembro de 2007

GW.gifTodos nós certamente já escutamos ou lemos a respeito do aquecimento global. Sabemos das conseqüências e também já estamos presenciando os seus terríveis efeitos. Mas qual a relação disso com TI? Bom, para ilustrar de uma maneira bem simples: a vida cotidiana, pelo menos para boa parte das pessoas, depende dos computadores. Computadores precisam de energia e energia não cai do céu, precisa ser gerada. Como a geração e consumo de energia contribui para emissão de gases na atmosfera, quanto mais eficiente esta energia for utilizada, menor será esta emissão de gases; isso sem falar na possibilidade de utilizar métodos de geração de energia sustentáveis como, por exemplo, energia solar.

Uma pesquisa do Gartner, feita pelo analista Simon Mingay, revelou que TI é responsável por 2% de todas as emissões de dióxido de carbono na atmosfera. A mesma pesquisa aponta que caso nada seja feito, estas emissões crescerão de 5% a 10% por ano.

Entretanto, a relação de TI com o aquecimento global não envolve somente o consumo de energia, que por conseqüência gera a emissão de gases, mas sim vários outros aspectos. Neste artigo, vou tratar de um dos componentes desta relação: os Centros de Dados.

Nos EUA, somente os servidores consomem cerca de 1.2% da toda a energia do país, segundo estudo do Prof. Jonathan Koomey, relatado em um documento da EPA (Environmental Protection Agency – Agencia de Proteção Ambiental dos Estados Unidos). Esse consumo gera a emissão de gases na atmosfera, o que contribui para o aquecimento global. Para piorar a situação, caso o uso de energia siga os modelos atuais, o consumo dos centros de dados deve dobrar nos próximos cinco anos. Para mostrar um pouco do desperdício da energia utilizada nestes centros, a Sun estima que 8%-10% dos servidores existentes nos centros de dados não são mais utilizados. Ou seja, estes servidores estão ligados, consumindo energia sem nenhum propósito.

Agora o último mas não menos importante ponto, e vou pedir a sua ajuda aqui: quantos servidores em seu centro de dados estão com as configurações de “Energy Settings” corretas? Pensou? Espero que sejam muitos, pois boa parte dos administradores de sistemas no mundo inteiro não sabe nem que isso existe nos servidores ou sistemas operacionais.

Falando de Brasil, não tenho conhecimento de nenhum estudo ou análise científica da contribuição de TI para este cenário. O que nós todos vivemos é com a sombra do apagão. Isso sem falar que o consumo de energia no Brasil tende a aumentar significativamente nos próximos anos.

Resumindo, os Centros de Dados precisam buscar soluções de forma a utilizar energia de maneira mais eficiente. Vamos a algumas questões que nos ajudaram a amenizar o problema:

• Você precisa de todos os servidores que tem? Pode consolidá-los?
• Experimentem rever seu inventário e desligar alguns “órfãos” e ver se alguém reclama. Acha brincadeira, a Sun fez isso.
• Você pode virtualizar seus servidores e outros componentes de seu centro de dados?
• Caso você já tenha consolidado e virtualizado seu centro de dados, já pensou em diminuí-lo?
• Que outras fontes de energia você pode utilizar?
• Seus processos de compra de equipamento levam em consideração componentes que melhor utilizam energia?
• Você reclica?

Um aspecto muito positivo destas questões é: a resposta para cada uma delas pode levar a corte de custos e eficiência. Portanto, um bom negócio. Você certamente conseguira a atenção de um Diretor ou Gerente de TI sobre o assunto, pois não só poderá ajudar o meio ambiente, como fará a empresa ser mais produtiva e mais eficiente. Em outras palavras, só não ajuda o meio ambiente quem não quer.

Em outro artigo sobre este tema, falarei sobre como alguns países já estão adotando metas de controle de emissão de gases, e como algumas sociedades e mercados já estão se posicionando sobre esta questão. Ser “Green” em alguns países, não é mais opcional, é mandatório.

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