Digital Drops Blog de Brinquedo

A concorrência móvel

Por em 26 de setembro de 2007

O mercado brasileiro de telefonia celular está cada vez mais dinâmico. As operadoras parecem cada vez mais sedentas por novas fatias do mercado, vide o dia de ontem que demonstrou claramente tal apetite através de vários leilões públicos no segmento, organizados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com vários arremates, a Vivo obteve o direito de aumentar sua rede para todo o território nacional. A empresa pagará R$ 85,3 milhões pelas licenças de freqüências de rádio, incluindo mais cidades do interior e na capital de São Paulo, além de freqüências para os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Ela passará a operar, de agora em diante, nos Estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A intenção da empresa parece ser a expansão no padrão GSM, na qual a Vivo ainda é notada, ao contrário de seus concorrentes.

Já a Claro venceu a disputa pelos lotes das cidades de Londrina e Tamarana (PR) e para os Estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Roraima. Ele levou o lote paranaense por quase R$ 6 milhões. O dos estados do Norte foi arrematado por quase R$ 10 milhões.

Com estas aquisições, a Claro ampliará também sua área de atuação, se ausentando apenas da região do Triângulo Mineiro, área dominada pela Oi.

A Oi, aliás, através de dois leilões, obteve o direito de operar em todo o estado de São Paulo – capital inclusive. Na primeira licitação, a empresa carioca pagou R$ 80,56 milhões. Na segunda, adquiriu uma freqüência específica para a região de Franca (interior paulista) por R$ 1,55 milhão, operada pela CTBC.

Segundo a Anatel, atualmente os percentuais de participação no mercado são: Vivo (28,35%), TIM (25,78%), Claro (24,67%) e Oi (13%). Telemig Celular e Brasil Telecom ocupam, respectivamente, o quinto e sexto lugar do mercado com 4,48% e 3,54% de participação.

Ao todo, a Anatel licitou 150 lotes de freqüência distribuídos por todo o país.

Fontes: Globo e Folha de S. Paulo


emCelular Indústria Miscelâneas

Os buchas se acumulam: SMS pra amante enviado pra ex-posa

Por em 26 de setembro de 2007

meiobit-simone.jpgMaldita inclusão digital. Cada vez mais vejo que gente burra deveria ser mantida longe de qualquer tecnologia que seja mais complexa que um tacape. Lembram do casal de buchas que conseguiu o sensacional mérito de se auto-cornear? Pois é, foram superados.

Shane Warne é um jogador de cricket famoso na Austrália, com fama de galinha, e já separado da esposa. Após um monte de deixa-disso, voltaram. Então em uma bela manhã enquanto Simone Callahan se preparava para levar os três pimpolhos do casal para a escola, seu telefone tocou um uma mensagem:

“Ei, beleza, estou só conversando com meus filhos, a porta de trás está aberta…”

Vinda do telefone do marido. Ela desceu e foi direto pra cima do bucha:

“Seu loser, mandou a mensagem pra pessoa errada!”

Ele nem tentou justificar (ao contrário de uma criatura bovina que conheço), admitindo que a mensagem era para outra, e pedindo desculpas.

Não colou. Simone entrou com pedido de divórcio.

Claro, todo mundo já deu seus deslizes. Já liguei cheio de amor pra dar para uma menina, apenas para perceber que havia ligado para outra com o mesmo nome, mas de outro Estado. Foi constrangedor, e ainda morri em um jantar para pedir desculpas. Mas como nosso amigo Shane, nunca.

Fonte: Reuters

emCelular

E a US Air Force salva o dia (sem Maverick nem Goose)

Por em 26 de setembro de 2007

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O Halo 3 pode ser liberado para maiores de 17 anos, mas a GameStop não aceitou participantes com menos de 18 anos em um torneio de Halo 2, durante a festa de lançamento da última versão do iPhone dos videogames, assim um monte de gamers deu com a cara na porta, por sorte quem estava lá era o pessoal da Força Aérea, na verdade um dos patrocinadores do evento.

Yvan eht nioj

A faixa etária e o perfil dos gamers é exatamente o tipo de jovem que interessa às forças armadas, e como não há serviço militar obrigatório nos EUA, todos são voluntários.

Yvan eht nioj

Assim como todo artista tem que ir aonde o povo está, a regra vale para todo recrutador. No caso a Força Aérea além de patrocinar parte do evento estava bancando uma praça de alimentação E marcando presença com um SUV tunado com uma tela grande na traseira, onde a garotada podia ficar jogando Halo 2.

Yvan eht nioj

Essa briga o Exército vai perder. O America´s Army tem seus méritos mas não dá pra brigar com o Halo, com seus Warthogs e espadas de energia. Quanto aos recrutamento, eu duvido que alguém seja burro o bastante para achar que vai entrar no exército para jogar videogames. O que essas iniciativas buscam (e conseguem) é uma chance de ter a atenção dos garotos.

Yvan eht nioj

Eu acho justo dar 5 minutos do seu tempo em troca de algumas horas jogando Halo e tomando Coca-cola di grátis.

O Gunny aprova.

PS: Para fins de transparência comunicamos que este post contém mensagens subliminares

Fonte: Gamepolitcs

emGames

Custaria $100. Você paga $400 por dois, leva um e ainda é um bom negócio

Por em 26 de setembro de 2007

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A princípio não faz muito sentido, mesmo que esqueçamos a promessa de US$100,00 para o OLPC, e assumirmos o valor de US$200,00 como preço-padrão.

Entretanto a idéia é dar o pontapé inicial no projeto, com um pedido bem volumoso, que pode ajudar a diminuir os custos das próximas fornadas.

A estratégia apresentada por Walter Bender, do MIT, é a seguinte:

Você compra dois OLPCs por US$400,00. Você recebe um, o outro é enviado para uma criança ou escola do Terceiro Mundo. Os US$200,00 do segundo laptop são 100% dedutíveis do Imposto de Renda.

Assim você ganha uma bela dedução de impostos, compra o laptopzinho que todo mundo estava de olho, ajuda uma criança barrigudinha com nariz escorrendo no Terceiro Mundo e ainda alivia sua culpa burguesa.

O alvo entretando não são pessoas físicas, mas empresas, que podem fazer uso de diversas jogadas bancárias e comerciais para maximizar esses US$200,00 de desconto no Imposto de Renda. Muitas empresas já devem estar criando projetos de informatização de escolas rurais, incluindo nos EUA, baseados apenas nessa promoção.

Vamos ver se agora vai.

Fonte: Desktop Linux

emOpen-Source

Foi comprar o Halo, acabou atendido pelo Bill Gates

Por em 26 de setembro de 2007

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Ritesh David é um guri de 17 anos que tomou o maior susto de sua vida, em uma Best Buy perto de Redmond, quando foi comprar o Halo 3, o iPhone dos Games, incensado por TODA a mídia especializada e um caso raro onde um hype corresponde às expectativas.

No balcão ele foi atendido por ninguém menos que Bill Gates.

Nota aos fanboys: Não, a Microsoft não vai mal das pernas e ele teve quer pegar um segundo emprego. Lamento.

Gates ainda brincou, pedindo a identidade do rapaz, para comprovar que ele tinha pelo menos 17 (Halo 3 é indicado para maiores de 17 anos). No final o sujeito saiu de lá com uma cópia autografada que pode ser guardada como troféu ou ser vendida no eBay por uma boa grana.

Depois da venda cerimonial Bill Gates saiu da loja para cumprimentar uma multidão de 500 pessoas que pelos aplausos reportados, muito provavelmente eram gamers.

Halo 2, quando foi lançado em 2004 faturou US$125 milhões nas primeiras 24 horas. Isso supera 99% de todos os recordes de Hollywood. Halo 3 está prevendo vendas bem maiores, com a Microsoft planejando quebrar o recorde de lançamento mais lucrativo da história do entretenimento.

Dadas as resenhas, não duvido.

Fonte: Reuters

emGames

Firefox Car – Isso sim é coisa de profissional

Por em 26 de setembro de 2007

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Lembram daquele fracasso que foi a campanha do Carro de Corridas Linux na Indy 500, que só faltou dar Kernel Panic? Com contribuições muito abaixo do esperado, no final o Tux entrando quase que de favor em adesivos no carro? Agora vejam como se faz direito.

A foto acima é de um carro criado para promover o Firefox Rock Festival, que rolou dia 15/Setembro no Japão. Agora irá participar da maior feira de carros tunados do país.

Quanto custou? Não sei e não interessa. É, junto com um festival de rock, uma forma excelente de atingir o público-alvo ideal do Firefox. É preciso ser gênio para pensar nisso? Não, é preciso apenas ter uma boa equipe de marketing e promoção, uma meta mercadológica mais realista e objetiva que “morte ao Rwindow$” e, claro, uma empresa por trás.

A Mozilla não é santa, é uma empresa como qualquer outra, mas isso nunca afastou seus fãs, nem alienou a comunidade, que aplaude e participa dessas iniciativas. Por qual motivo não vemos mais disso na comunidade Linux? Mesmo idéias simplórias como o carro de corridas Linux foram recebidas com desconfiança por parte da Comunidade.

Não seria hora de aproveitar Red Hat, IBM, Canonical e tantas outras empresas que apóiam Linux no mercado corporativo e dizer “ei, se esse negócio está dando grana pra vocês hoje, é graças ao que nós começamos, então colaborem um pouco e vamos divulgar o Linux pra fora das empresas”?

Do contrário o Linux desktop continuará no gueto, até o dia em que o trem chegar e os levar embora de vez.

Fonte: Neatorama

emIndústria Open-Source

Pesquisa: Você é um cupim-de-ferro?

Por em 26 de setembro de 2007

Houve uma época em que qualquer lixo que se espetasse um drive de 5 1/4 era chamado de computador e conseguia rodar joguinhos em DOS ou Windows 3.11. Com isso um monte de gente se acostumou mal. Então houve o Primeiro Grande Crash, quando descobriu-se que sistemas operacionais de 32 bits não eram tolerantes a hardware de baixa qualidade.

Tolerância aliás zero. A melhor forma de testar a estabilidade de uma máquina era rodar o Windows NT ou tentar instalar o Linux. Se a instalação fosse até o fim, havia uns 90% de chance do hardware estar OK. Mas isso não resolvia o lado do software.

O Windows foi criado com base em pesquisas de sistemas dinâmicos, teoria do caos e o Princípio da Incerteza de Heisenberg. Duas instalações idênticas funcionavam de maneira diferente, independente do observador. O fator principal era o usuário. Não baseando-se no que ele fazia com o computador, mas sua simples existência afetaria os sistemas.

Esse sempre foi o grande problema para quem dá manutenção em computadores. Você com certeza conhece alguém assim. O sujeito que encosta o no micro, aparece uma tela azul. Mesmo se for um Mac. Sei de gente que se depender de mim nunca mais chega perto de um computador, pois olhar para uma máquina é suficiente para travá-la. Não há procedimento que resolva, eles clicam em iniciar, BANG! Erro de alguma DLL que você nunca viu antes. Jogos não entram, periféricos USB não são identificados, sites não abrem.

Será que isso existe em outros campos? Tenho uma amiga que se encostar em um tijolo no dia seguinte descobrirá que tem alergia a tijolos, ou pegou ebola-de-tijolo, ou contraiu tétano de uma farpa imaginária do tijolo, mas não chega aos pés dos equivalentes da informática. Qual será a origem do poder desse pessoal de destruir e desestabilizar qualquer computador apenas olhando? Quem tem o telefone do Mohinder?

emHardware