Digital Drops Blog de Brinquedo

Projetos Web 2.0 no Brasil (Parte 3)

Por em 30 de agosto de 2007

E a saga de mapear os projetos Web 2.0 desenvolvidos no Brasil continua. Aqui temos mais três serviços:

7. O esyURL é um serviço muito útil, especialmente para usuários de micro-blogging com mensagens limitadas a 140 caracteres, pois permite simplificar URLs muito complexas. Além disso, o esyURL oferece a possibilidade de compartilhar facilmente arquivos de até 2MB: basta fazer o upload do arquivo que ele gera uma URL que dá acesso imediato ao download.

8. O BusOnline é um serviço indispensável para os usuários de transporte coletivo (ônibus e metrô) de Belo Horizonte. Ele fornece informações sobre como se deslocar, a partir dos endereços de origem e destino fornecidos pelo usuário. Esse projeto tem uma forte sinergia com o Vá de Metrô, comentado na primeira parte dessa série. Uma parceria poderia gerar um serviço com abrangência nacional.

9. O Tall Eye é um mashup baseado no Google Maps que responde algumas perguntas intrigantes que sempre pertubaram nossa existência: “Se eu andar em uma linha reta ao redor do mundo, onde eu irei passar?” e “Se eu cavar um buraco muito profundo, onde eu irei sair?“.

Obviamente, o destaque do Tall Eye não está na sua utilidade, mas sim na qualidade técnica da solução, que reforça algo que já tenho afirmado a cada oportunidade: no Brasil há capital humano de altíssima qualidade. Com os incentivos adequados nós podemos criar o próximo YouTube, ou até fazer um melhor! Só precisamos acreditar no nosso potencial e agir.



No próximo artigo dessa série, alguns pioneiros da Web 2.0 no Brasil: BlogBlogs, Rec6 e Via6. Continuem sugerindo nomes para a lista…

emInternet Web 2.0

Cachorros-traíra farejam DVDs piratas

Por em 30 de agosto de 2007

meiobit-cao.jpgMelhor amigo do homem se o homem em questão não piratear filmes, pelo visto.

Lucky e Flo são dois labradores treinados para farejam CDs e DVDs ilegais, e aprenderam direitinho. Na Malásia eles ajudaram a identificar uma operação ilegal onde apreenderam 1.9 milhões de DVDs, três máquinas duplicadoras de DVDs e 97 gravadores de CD, em um valor total de 6 milhões de dólares. 26 piratas foram presos por violação de copyright.

Os piratas da Malásia ficaram tão irritados que colocaram a cabeça dos cachorros a prêmio. US$26.000.

Agora de volta aos EUA, a versão canina de Martin Riggs e Roger Murtaugh já prendeu 3 piratas responsável por um grande estoque de filmes em Nova York.

Quanto tempo até essa história virar um filme de Sessão da Tarde?

Fonte: Starpulse

emIndústria

Como ganhar dinheiro com vídeo de celular sem ser uma operadora

Por em 30 de agosto de 2007

meiobit-claro.jpg

Até agora a lógica era que somente operadoras ganhavam dinheiro quando alguém assistia um vídeo no celular. Mas isso mudou. O conteúdo está se tornando importante e desejado a ponto de valer um bom dinheiro. Nós, geradores, precisamos ser seduzidos para disponibilizar nosso conteúdo em um determinado portal, e nada mais sedutor do que dinheiro.

Eu diria que é uma revolução, uma quebra de paradigma, pois o básico da “condição” de videomaker é que o sujeito não faz dinheiro com sua “arte”, mas com essa iniciativa da Claro a possibilidade de faturar um trocado se torna real. A idéia é simples, e por isso ninguém havia tentado antes: Você faz um vídeo de até 30 segundos, sobe pro site da Claro, seu vídeo é disponibilizado, e cada vez que ele for baixado em um celular, são R$0,10 que entram na sua conta.

“Ah, dez centavos? Que merreca!”

Então eu pergunto: Quanto o YouTube te paga mesmo? É, eu sei. Nada. Sem mais perguntas, meritíssimo. Denny Crane.

Não é dificil. Peguemos este vídeo que fiz da Mari Alexandre, em uma feira de Tunning em SP. (sim, Cardoso em feira de Tunning e perto da Mari Alexandre é falha na Matrix, mas acontece). São 29.793 exibições. Se eu tivesse subido o vídeo no programa da Claro, e feito um bom trabalho de convencimento, bem… 29.793 * 0,10 = R$2.973,00, sendo que com R$20,00 você já pode resgatar a grana. Em grana mesmo, nada de créditos, conchinhas ou vale-celular-caríssimo. Como a Claro tem 26 milhões de clientes, os números trabalham a favor de… bem… de todo mundo.

Os vídeos são divulgados no site da Claro Idéias, o que dá mais visibilidade ainda. Ah, para incentivar os melhores vídeos concorrerão a uma viagem para Londres.

Agora o melhor da história: Se você for cliente Claro, e enviar o vídeo pelo celular, você NÃO PAGA O ENVIO. (é bom ler regulamento, né?) Enviando via MMS para o número “123” a transmissão é di grátis.

Junte isso ao movimento de Jornalismo Cidadão, à criatividade normal do brasileiro e a falta do que fazer que gera vídeos sensacionais como “As Árveres somos nozes” e temos um pacote vencedor. Não duvido que logo tenhamos videomakers profissionais vivendo só de sua criatividade. Quer tentar ser o primeiro ProVideoMaker brasileiro? A porta da Claro está aberta.

Faça como o cliente do post patrocinado acima. Anuncie no MeioBit.


emÁudio Vídeo Fotografia Celular Publicidade

Jogadores usam MMORPG para fazer amizades

Por em 30 de agosto de 2007

escrevi uma vez que os MMORPGs não são a minha praia. Não que eu ache os jogos deste estilo mal feitos (embora muitos sejam) ou que eu ignore a diversão por eles proporcionada, mas o fato é que até hoje não consegui virar um jogador compulsivo de RPGs online.

De qualquer forma, a Nottingham Trent University realizou uma pesquisa com mil jogadores e o resultado mostrou que os MMO são ótimos lugares para se fazer amizades e em alguns casos até começar um relacionamento.

Segundo a pesquisa, quase metade dos jogadores que fazem amizade através dos games acabam se conhecendo na vida real e 10% acabam tendo um “relacionamento físico”. O resultado diz também que o tempo médio jogado é de 22,85h por semana.

Outros dados interessantes são:

  • 30% se sentem atraídos por outros jogadores
  • 40% preferem discutir problemas pessoais com jogadores ao invés de “pessoas reais”
  • Quase 1/3 dos jogadores disseram que podem ser “mais eles mesmos” nos jogos do que na vida real
  • 50% disseram que seu jogo preferido é o World of Warcraft

É óbvio que a maioria dos dados revelados já são de conhecimento dos jogadores de games online, mas é interessante pelo fato de que desmistifica um pouco a história de que gamers são seres anti-sociais e que vivem em uma caverna.

A pesquisa será publicada na revista CyberPsychology and Behavior.

World of Warcraft

[via GameDaily]

emGames

Projetos Web 2.0 no Brasil (Parte 2)

Por em 30 de agosto de 2007



Esse é o segundo post da série Projetos Web 2.0 no Brasil. O objetivo é divulgar e estimular iniciativas desenvolvidas por brasileiros que tornem a Web cada vez mais dinâmica e colaborativa. Conforme mencionado na primeira parte da série, seguem mais três serviços:

4. O Spesa é uma aplicação de gerenciamento de finanças pessoais que tem uma interface muito agradável e uma usabilidade perfeita. Algumas deficiências da versão atual, como a ausência de relatórios e o suporte a múltiplas contas, foram comentadas anteriormente, mas a equipe do Spesa já avisou que a versão que está no forno vai eliminar essas limitações. Vamos aguardar!

5. O Wasabi é uma rede social que agrega (via RSS) o conteúdo gerado pelos usuários em outros sites (como Flickr e Del.icio.us). Dessa forma, é possível acompanhar de forma centralizada todo o conteúdo que é gerado pelos seus amigos. O Danilo Mendes comentou no BlogCamp 2007 que uma nova versão está próxima de ser lançada com muitas novidades.

6. O Gozub é uma aplicação de micro-blogging. Quando comparado ao Twitter, percebe-se uma grande semelhança entre as funcionalidades disponíveis e o design. Porém, o Gozub tem uma vantagem sobre o Twitter: fala português! :)

Cenas do próximo capítulo: esyURL, BusOnline e Tall Eye. Mandem mais sugestões de serviços que devem aparecer na lista…

emInternet Web 2.0

Conduzindo um blog corporativo

Por em 29 de agosto de 2007

Montar um blog corporativo é um tanto complicado para empresas que ainda não se deram conta de como essa ferramenta funciona. Por vezes, o departamento de marketing implanta um blog desse tipo e ele se torna um mero press release da firma, fazendo propaganda dos produtos e nada mais. Blog é relacionamento, e se a lei da “ação e reação” entre o blogueiro e os leitores não funcionar, não é um blog.

No How To, o vice-presidente da Edelman PR Steve Rubel, que bloga no Micro Persuation, dá algumas dicas de como conduzir um blog corporativo. Vamos a elas:

Seja passional e agregue valor
Rubel diz que para termos credibilidade neste mundão véio sem porteira da web, é preciso defender suas idéias para adicionar valor à discussão. Defender idéias, no caso, não é dizer “Windows é chato feio e bobo”, é dizer “Windows é ruim porque não atende às minhas necessidades” – por favor isso é só um exemplo, já estou vendo alguém me olhar torto. Isso é discussão construtiva, não importa qual o assunto tratado.

Saiba de onde vem o cachê
Não adianta muito trabalhar pra alguém e não fazer o que o chefe manda. Mas o chefe não é só o cara que paga seu salário, é toda a rede de clientes e parceiros. É claro que não dá apenas pra falar o que as pessoas querem ouvir, que o mundo é cor-de-rosa e tal, mas deixar seus clientes e seu chefe descontentes no seu blog corporativo não vai ajudar muito.

Foco
É preciso saber por onde seguir com o blog. O que ele representa para a empresa? Sabendo isso, é possível ver o que deve e o que não deve ser feito, onde se pode e onde não se pode ir.

Pense antes de postar
Na dúvida, não escreva. Rubel aconselha sempre perguntar para algum entendido do assunto sempre que se deparar com alguma coisa duvidosa, já que na ânsia de publicar tudo, isso nem sempre pode acontecer. E, obviamente: cheque suas fontes e duvide de tudo. Se por acaso acontecer de publicar algo errado, se retrate. Não é feio reconhecer seus erros em público.

Seja flexível e tenha senso de humor
Essa é, com certeza, a melhor das cinco dicas apresentadas. Segundo o próprio Steve Rubel, “se você não pode se divertir sendo um blogueiro, não vale a pena”. Estar aberto a brincadeiras, principalmente pra não esquentar a cabeça com bobagem. Tem gente que se leva a sério demais e não sabe nem rir de si mesmo.

Fonte: How To Wiki – Wired

emBlog

A culpa é do estagiário

Por em 29 de agosto de 2007

Às vezes é de se ficar impressionado com o fato de algumas pessoas treinadas para fazerem coisas simples não darem conta de realizar suas tarefas. Uma encadernadora, por exemplo, pode se tornar um instrumento de manuseio complicadíssimo nas mãos de um incompetente pago e aparentemente habilitado para fazer isso.

Outras vezes, a culpa nem é do coitado do operador de máquina, mas é ele quem paga o pato no fim das contas – aquela história toda de que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco e etc.

O caso é que “shit happens” e nem sempre se sabe de quem é a culpa. Foi o que aconteceu com a IBM. Uma empresa chamada T. R. Systems tinha comprado estava transportando um servidor da IBM [comprado pela U.S. Patent and Trademark Office - obrigada pela correção, Ademirs!] que custava a mixaria de 1.4 milhões de dólares, mas está acusando a Big Blue por danos no servidor comprado causados durante o transporte do bicho.

De acordo com a T. R. Systems, esses danos foram provocados por conta de uma embalagem não apropriada para transporte, nem forte o suficiente para aguentar o peso do equipamento, ou por descuido de algum peão. Para piorar a situação, uma empresa está jogando a responsabilidade na outra, e a IBM se recusa a mandar uma equipe técnica para verificar o estrago, substituir as peças danificadas ou pegar o servidor de volta.

Nessa história toda, adivinhe quem vai perder o emprego?

Fonte: Gizmodo

emHardware