Digital Drops Blog de Brinquedo

Importe jogos ( II )

Por em 31 de julho de 2007

container.jpgHá algum tempo, um artigo do Dori sobre importação de jogos causou uma certa comoção entre os leitores. Dúvidas sobre valor máximo, declaração na Alfândega, frete etc…

Pois bem, aproveitando uma dica antiga, do Meio Bit mesmo, resolvi testar um serviço muito interessante, prestado pela Lanbox. Praticamente, você cria uma “caixa postal” ( daquelas dos Correios, físicas, “reais” ) em Miami. Quando fizer compras nos EUA, basta indicar o endereço que eles fornecerem e, em alguns dias ( na verdade, semanas ) você recebe suas compras aqui no Brasil, com todos os impostos pagos. Tudo preto no branco.

Claro que isso não vale apenas para jogos. Aquela TV de plasma com 42” nunca esteve tão próxima, hein?!

Como nada é perfeito, você precisa fazer as contas com muito cuidado. Lembre-se: eles vão cobrar 60% sobre o valor do bem importado, com exceção de livros, para pagar os impostos. Além disso, ainda cobrarão o frete ( 1kg de mercadoria custa US$ 30,40 para o interior de Minas ) e mais 7% sobre o imposto de importação pago ( aqueles 60%, lembra? ), que é a taxa alfandegária. A anuidade do serviço custa US$ 48,00.

Por exemplo: você ficou louco para comprar aquela miniatura do Líder Optimus, à venda na Amazon. US$ 72,90 é um pouco salgado mas… poxa… foram 20 anos de espera! Assinando o serviço da Lanbox, lá se vão mais US$ 48,00. Como o brinquedo pesa 1kg e você mora no sul de Minas, são mais US$ 30,40. Daí, 60% de US$ 72,90 são outros US$ 43,74, com mais US$ 4,00 de taxa alfandegária ( é… tem valor mínimo de US$ 4,00 ). Então, noves fora, você vai gastar a bagatela de US$ 199,00. E pode dormir sossegado, porque não lesou o fisco.

Claro que, durante um ano, a taxa de US$ 48,00 será diluída. Compensa? Em certos casos, quando a empresa não entrega fora dos EUA, certamente. Mas, para produtos de até US$50,00, talvez seja melhor pedir para aquele seu amigo enviar ( de pessoa física para pessoa física )…

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Sony infringiu patentes com o Cell?

Por em 31 de julho de 2007

Pelo menos, é o que diz a Parallel Processing, firma americana que alega violação de patente por parte da Sony. A tal patente, datada de outubro de 1991, registra um tipo de computador capaz de quebrar programas em processos menores, capazes de rodar em diferentes processadores, paralelamente e que, ao final, “remonta” o resultado.

No processo movido contra a gigante japonesa, a Parallel quer o imediato encerramento da produção dos chips e a destruição de todos os existentes.

Será mesmo que o pessoal da Parallel acha que vai ganhar a causa? A coisa é tão estranha, para não dizer ridícula, que a IBM nem foi citada no caso! Além do mais, uma patente como aquela podia descrever muito bem um descaroçador de bananas ( explicando a piada: é muito superficial ). Já passou da hora do departamento de patentes americano rever seus conceitos.

[via Next-Gen]

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Vex Wifi em aeroportos: praticidade cara e com usabilidade ruim

Por em 31 de julho de 2007

Vex Wifi em aeroportos: praticidade cara e com usabilidade ruim
Sou um heavy user de internet. As horas de trabalho e fora dele, conectado, gira em torno de 90 por semana. Estou sempre vendo e-mails, lendo artigos, pesquisando, comunicando.

Então resolvi aproveitar o atraso em um vôo (eu sei que declarei greve de vôos, mas não tinha como fazer essa viagem de ônibus) para testar o serviço da Vex. Queria conectar por 2 horas, no máximo, já que o atraso era de 3 horas, pensei em fazer um lanche, beber uma xícara de capuccino, escrever algo de útil para o MeioBit, responder alguns e-mails do trabalho e embarcar.

Para detectar a rede, foi muito fácil. O sinal é forte e foi prontamente encontrado pelo laptop, um IBM Thinkpad. O website de conexão da Vex apresenta uma lista de provedores de serviços wifi. Como eu não tenho um, resolvi comprar um acesso temporário da própria Vex. E aí começam as decepções.

Cade o preço?
Eu naveguei no website inteiro; serviços e planos, cobertura, ajuda, faq, home, página da Infraero, etc. Não há nada mais frustrante para um consumidor, com o cartão de crédito em mãos do que não saber quanto custa o serviço e quais as opções disponíveis.

É preciso primeiro fazer um cadastro completo, para poder saber quais as opções de plano temporário e preços dos serviços.

Quanto?!
Clico em “Buy” e sou apresentado com a tarifa, única: R$ 25,00 por 24h contínuas de acesso. Pronto. É a única opção. Se estivéssemos falando de um acesso temporário em um hotel, seria até aceitável um serviço caro como esse, mas estamos falando de gente que fica algumas horas e não um dia inteiro.

É por isso que as 3 pessoas que passaram por mim e perguntaram se eu estava online, também desistiram de conectar por causa do preço. Esse modelo é injusto e inviável para popularizar o uso. Ganância, falta de concorrência e de visão…

A cobertura, cadê a cobertura?
Resolvi buscar se o aeroporto do Guarulhos teria o acesso, já que o vôo faria conexão por lá. Assim, uma tarifa de 24h, no Rio, valeria em São Paulo. Se houvesse um outro atraso grande, 25 reais já não pareciam tão ruins.

Seleciono o estado: SP.
Depois a cidade: Guarulhos.
Clico em aeroportos e a inteligente página exibe TODOS os aeroportos do país em ordem alfabética. usabilidade ZERO.

Informações sobre vôos e notícias úteis sobre atrasos são inexistentes. Ora bolas, isso deveria ser um serviço gratuito, um feed RSS com horários e status de vôos, tempo e condições dos aeroportos. Será que é pedir demais?

Sugestões
1. Fornecer wifi em todos os aeroportos internacionais do Brasil, com valor fixado em 2 reais por hora ou 25 reais por 24 horas? Seria mais justo e ainda seria um bom negócio para as duas partes.

2. Acesso gratuito por 20 minutos. Será que com todas as tarifas e impostos que são pagos em passagens aéreas, combustíveis, não se pode fornecer acesso gratuito por um período curto para os viajantes? Somos um país com potencial turístico enorme, estávamos no meio dos jogos do Pan e cobram mais de 12 dólares para quem iria passar apenas algumas horas no aeroporto?

3. Cartões de acesso pré-pagos: comprados nos mesmos locais onde se vendem cartões telefônicos. Comprar 2, 4, 8, 16 e 24 horas de uso, com validade de 60 dias.

emArtigo

Combatendo pirataria com inteligência

Por em 31 de julho de 2007

As gravadoras tentam de tudo para combater pirataria de suas músicas. Seja ameaças, processos, ninjas, pedidos desesperados explicando que a Lindsay Lohan (a popular firecrotch) não tem condição de comprar mais talco boliviano de importadores confiáveis, por causa do Kazaa e está se expondo a produto mexicano de baixa qualidade, etc.

Os piratas se lixam, os consumidores não conseguem ter simpatia por essas iniciativas (ainda bem).

Agora, quando há um valor agregado ao produto, tudo muda de figura. Vejam o CD da trilha sonora do filme d´Os Simpsons:

meiobit-simpsons.jpg

É, eu também quero.

Saiu mais caro do que uma caixa convencional? Com certeza, mas só a compra de impulso vai mais que compensar. O fã que ficaria na dúvida entre baixar ou comprar, ao ver isso já está na loja.

Só que esse tipo de iniciativa demanda inteligência acima da média e investimento, recursos não muito abundantes nas entidades retrógradas que são as gravadoras e grandes estúdios.

Via: Viu Isso?

emIndústria

Teclado inteligente da Apple

Por em 31 de julho de 2007

Ao invés de matar o teclado com a tela touchscreen do iPhone, como fez com o disquete quando parou de fabricar computadores sem drive de disquetes em 1997, parece que a Apple está fazendo uma releitura do dispositivo.

O documento do registro da patente mostra que em vez de ser um teclado exclusivo para o iPhone, pode ser usado em qualquer aparelho.

Fonte: Engadget.

emApple e Mac

Brasileiros Expatriados? Mate a saudade com TV brasileira sob demanda

Por em 31 de julho de 2007

A MediaZone é uma empresa especializada em vídeo online, e depois de algumas parcerias, lançou um portal brasileiro, com conteúdo local.

A idéia é disponibilizar shows, eventos esportivos, documentários e outros programas, ao vivo e sob demanda.

A programação inclúi programas do nível do Castelo Ra-Ti-Bum, portanto teremos coisa melhor que aquela lista de canais inúteis do tal Joost.

O serviço será gratuito durante o mês de Agosto. Após esse período de testes, a assinatura mensal custará US$7,99.

Brasileiros morando no exterior vão adorar, principalmente o conteúdo sob demanda, pois mesmo que tenham acesso a um ou outro canal, ter que se adequar a um horário de transmissão com vários fusos horários de diferença pode ser algo traumático.

Via Burajiru

emInternet

Microsoft, Open source e Interoperabilidade no Boteconet

Por em 31 de julho de 2007

meiobit-boteconet.jpgO Boteconet é uma iniciativa muito interessante do 4Linux. Um bate-papo ao vivo, transmitido via Internet, sempre sobre um tema quente, com gente várias evoluções Pokemon acima dos fanboys.

O próximo programa terá como tema “Microsoft, Open source e Interoperabilidade com OpenXML”, com a participação de Roberto Prado, gerente de estratégias open source da Microsoft Brasil e responsável pelo site Porta 25 e Otavio Pecego Coelho, Mestre em Redes e Doutor em Informática no Depto de Informática da PUC-RJ, Arquiteto de Solução Sr. da Microsoft.

Mediando, Marcelo Marques, diretor de Estratégia e Marketing da 4Linux.

Fazendo perguntas? VOCÊ, querido leitor. O Boteconet é uma iniciativa interativa, você já pode inclusive ir mandando suas perguntas, ou mandá-las durante o programa, que estará disponível via streaming e, posteriormente, download. Para Windows e Linux. Claro.


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