Digital Drops Blog de Brinquedo

Gates vs Jobs – os vídeos

Por em 1 de junho de 2007

No site da D – All Things Digital já estão disponíveis os vídeos do evento deste ano,  inclusive o aí de cima, apresentado antes de Bill Gates e Steve Jobs subirem no palco. Começa com um evento da Apple, de 1983, onde Fred Gibbons, Mitch Kapor e Bill Gates participam do “Macintosh Software Dating Game”, apresentado por Steve Jobs. É deliciosamente anos 80, acho que esse vídeo está para os envolvidos como o Especial de Natal de Guerra Nas Estrelas está para George Lucas.

Já o bate-papo de 2007 está bem menos brega, com excelentes momentos. Quem não quiser ver todos os sete vídeos, há um com os melhores momentos. Destaque para a cara do Bill quando Jobs responde a pergunta sobre qual seria o maior mal-entendido envolvendo os dois, por parte da mídia. “Conseguimos manter nosso casamento oculto por dez anos”.

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Análise do notebook Toshiba A205-S4607

Por em 1 de junho de 2007

Vocês devem se lembrar daquela enquete, sobre a compra de um MacBook ou de um Toshiba. Pois bem, o modelo deixou de ser fabricado poucos dias depois do encerramento da pesquisa, sendo substituído pelo A205-S4607, que está comigo para uma pequena análise. Como veio diretamente dos EUA, o preço é absurdamente mais baixo que os similares aqui na terrinha, mas discutirei isso mais tarde.

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Primeiras Impressões

Esse modelo da linha Satellite, da Toshiba, é vendido como “básico”, mas bate muitos similares “potentes” vendidos por aqui:

* Intel Core 2 Duo T5300 1.73GHz
* 2GB DDR2 RAM
* HD SATA 200GB 4200 rpm
* Intel GMA 950 ( vídeo onboard )
* LCD TruBrite, 1280×800, 15,4”
* DVD +/-R com tecnologia Labelflash
* Webcam, modem, Ethernet 10/100, WiFi, 4 portas USB, uma porta Firewire ( IEEE-1394 )
* Windows Vista Home Premium original.

Todo esse conteúdo vem numa carcaça de 36 x 26 x 3 cm e 3kg. Ele parece ser maior e mais pesado do que realmente é. Como a maioria dos Toshibas, o design é moldado pela função: ele não é feio, mas não é “sexy”. Destaque especial para a tampa superior, num acrílico azul-escuro muito bonito, mas que arranha facilmente.

A parte traseira não tem conexões, pois a tela, quando levantada, avança um pouco para baixo, impedindo qualquer tentativa de ligar alguma coisa. Na lateral esquerda, está a saída VGA, o exaustor de calor ( que sopra pouco, mas bem quente ), o conector S-Video, Ethernet, duas USBs, ExpressCard ( 34 e 54 ) e Firewire.

A parte frontal mostra o logo “Satellite”, sempre iluminado em azul, quando o micro está ligado, a chave de ligação da rede WiFi ( escondida da linha visual, é preciso levantar o micro para vê-la ), cinco indicadores luminosos ( rede elétrica, ligado, bateria, HD e SD ), a entrada para o SD ( que também aceita Memory Stick, Memory Stick PRO, MMC e xD Picture Card ), os conectores de fone-de-ouvido e microfone externo ( há um embutido ) e o controle de volume. Na parte direita, mais duas USBs, o drive de DVD, o modem, a entrada de energia e a trava. ( Perdoem as fotos… só tinha a câmera do celular ).

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Abrindo a tampa, o display impressiona. O formato é de cinema ( 16:9 ), com resolução de 1280 x 800 pixels com tecnologia anti-reflexo apelidada de “TruBrite”. Sobre ele está a câmera, com 1.3MP e o microfone. A qualidade de imagem e som é bem razoável para video-conferências com clientes e amigos, inclusive com o modo noturno.

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As palmas das mãos ficam bem apoiadas numa área que é suficiente para a maioria das pessoas ( onde estão os dois adesivos vermelhos ). O “touch-pad” só tem um problema: o degrau entre ele e o restante do teclado é muito alto, o que dificulta a limpeza.

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O teclado é confortável e grande, cinza com teclas firmes, sem que causem cansaço. São 85 delas, além da ON/OFF e mais seis para controlar o cd, abrir o Media Player e o navegador.

Os alto-falantes são grandes e o som é limpo e claro, perdendo qualidade, obviamente, nos graves. Para quem é acostumado ao som normal dos televisores, ele será mais que satisfatório.

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Ligando os Motores

O tempo de boot é de 31 segundos, até a tela de logon do Vista.

Como todo Toshiba, o desktop vem apinhado de ícones para parceiros e programinhas embutidos. Do Google Desktop até a CNN, há de tudo, passando pelo Microsoft Office 2007 Home 2007 trial ( 60 dias ) e pelo McAffe Internet Security ( 30 dias ).

Sem ativar nenhum programa, quase 1GB da RAM já estava sendo usada. Depois de uma “limpeza”, esse valor passou para algo entre 580 e 650MB.

Uma das boas aplicações pré-carregadas é o Ulead DVD Movie Factory. Além de permitir gravar DVDs ( inclusive a partir de imagens ISO ), ele tem a funcionalidade de criar a etiqueta. Ok, até aí, nada demais. Mas o drive tem a tecnologia “Labelflash”: tire o disco, vire-o, coloque novamente e feche a gaveta. Mande imprimir a etiqueta e ela será “tatuada” na parte de cima do disco. É um efeito muito interessante, mas as mídias ainda são caras ( US$ 2,00 lá ) e difíceis de achar.

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No uso normal, do dia-a-dia, editando textos, ouvindo músicas, acessando a internet, vendo filmes, o sistema se comporta muito bem. Como o HD é de 4200 rpm, convém não abusar na hora de gravar um DVD ou CD e ficar abrindo arquivos. Outra coisa: os programas demoram um pouco mais que o normal para abrir, mas depois disso, rodam tranquilamente.

Uma coisa que chamou a atenção foi a qualidade de áudio e vídeo, nos conectores externos. A saída de vídeo não tem flutuações nem “fantasmas” e o áudio não sofre de “cliques” ou ruídos. Seria perfeito, não fosse o “resize” do monitor LCD ao se ativar a TV.

Colocando à Prova

Como vocês devem imaginar, foi nesse brinquedo que “inventei” de instalar o OS X. É por isso que a coluna “Escreve que eu te leio” da semana passada ainda não saiu mas como tudo na vida, esse desastre também teve um lado bom: testar o sistema de recuperação da Toshiba.

São dois DVDs: inicializa-se o sistema com o primeiro e, em minutos, ele pede o segundo. Coisa bem rápida, fiquei impressionado. Mas depois do Vista instalado, aparece uma tela do tipo “Não desligue, não mexa, não respire…” e aí se vão quase quarenta minutos, instalando as aplicações da Toshiba e amigos. Por ser uma recuperação, deveria haver uma opção de não instalar essas firulas… mas os discos cumprem seu papel.

Para estragos menores, há a opção de se abrir um console com as principais ferramentas da Microsoft em modo texto, como o diskpart.

Palavras Finais

Para trabalhar ou para o lazer, esse laptop vem bem a calhar. Nada de aceleradora 3D e, portanto, os últimos jogos vão sofrer se rodarem nele.

A bateria também não dura o suficiente para se maravilhar. Assistindo a um DVD, ela descarregou em quase duas horas. Mas editando um texto no Word e criando uma apresentação no PowerPoint, sem a rede WiFi, a autonomia saltou para três horas. Bem razoável, mas nada fantástico, como disse.

O único desapontamento foi a falta do Bluetooth. Sem o IrDA, o BT seria a única forma ( sem fios, claro ) de se ligar a um celular. Foi preciso adquirir um adaptador que é incoveniente, ocupa uma porta USB e sempre está sob o risco de ser perdido por aí.

O ponto forte foi a assistência técnica. Ligando para a Toshiba no Brasil e explicando que o micro foi comprado nos EUA, perguntei como seria a garantia. E, muito educadamente, me informaram que a garantia é mundial, desde que apresentados os documentos de compra e da alfândega.

Por último, a parte triste: o valor, nos EUA, é de US$ 1200,00. Ou seja: uns R$ 2400,00. Agora, imaginem quanto deve sair por aqui um similar, mas pagando nossos impostos camaradas somados ao custo-Brasil? E ainda dizem que a reserva de mercado acabou…

emArtigo Computação móvel Hardware

Last.fm vendida por US$ 280 mi

Por em 1 de junho de 2007

Nota rápida: a CBS Corporation pagou US$ 280 milhões pela rádio online Last.fm. O que mais chamou a atenção do grupo americano ( que tem 179 rádios “reais” ) foi o rápido crescimento da comunidade do site. Em cinco anos, chegou a 15 milhões de usuários.

Parece que todo o pessoal vai continuar na empresa, ou seja: nada de perder a identidade. Ao menos, por enquanto.

Estou vendo que essa aí vai durar mais que as outras… vou preparar outra carta.

[via BBC]

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