Digital Drops Blog de Brinquedo

Rumor: Joost na terça

Por em 27 de abril de 2007

Ontem o New York Times
publicou
uma matéria dizendo
que o
Joost deve estrear publicamente
na próxima terça. Cita como fonte pessoas inteiradas no assunto. Também
informa que um executivo da empresa não quis confirmar tal informação,
limitando-se a dizer que deve estrear até o meio do ano.

O assunto principal do texto são os
acordos
comercias que o Joost anunciou ontem
. Trinta e duas grandes marcas globais
serão as parceiras anunciantes do início da operação. Nomes de peso como
Coca-Cola, HP, Intel e Nike estão entre as empresas que irão exibir anúncios
de 30 segundos dentro do Joost. Todas as 32 marcas assinaram acordos de testes
por três meses nos quais formatos diferentes serão testados. Anúncios serão
interativos, com a possibilidade de clicá-los para ser redirecionado a outro
vídeo ou a uma página web.

Alguns
estavam perguntando
como seria o modelo de negócios do Joost: assinatura,
anúncios? Como pudemos observar, aparentemente optaram por colocar anúncios
dentro do sistema. O problema é que dentro da internet a atenção do usuário é
algo complicadíssimo de se captar e uma interrupção de 30 segundos na
programação pode ser o suficiente para mudarmos de canal ou irmos navegar em
outro lugar. Isso só o tempo dirá.

emIndústria

Adobe Flex será open source

Por em 27 de abril de 2007

A Adobe anunciou que irá abrir o código de parte da plataforma Flex com o
intuito de atrair o interesse da comunidade de desenvolvedores pelo SDK deste
pacote de desenvolvimento de Rich Internet Applications. O Flex permite a
criação de Flash usando uma linguagem menos orientada a mídia e mais próxima
da forma convencional de desenvolvimento de software.

A Adobe espera inovações geradas pela comunidade assim como o desenvolvimento
de novas ferramentas. Vale lembrar que ações da empresa no campo do open
source não são novas. No ano passado a Adobe começou uma colaboração com a
Mozilla na implementação do ECMA Script 4, uma Virtual Machine de código
aberto para Flash. Segundo a fundação, essa  é a maior contribuição já
recebida pela Mozilla desde sua fundação.

Apesar disso não há garantias de que a abertura do código do Flex vá atrair
novos desenvolvedores da comunidade open source. O motivo é que as plataformas
Flash e Apollo, cujos runtimes são necessários para rodar aplicativos Flex,
são fechados e proprietários, o que pode afastar uma parcela dos open sourcers
mais puristas. De qualquer forma é uma atitude interessante da Adobe nesta sua
nova fase de privilegiar aplicativos web.

[via
ArsTechnica]

emOpen-Source

Direitos de Imagem e como George Lucas é um cara legal

Por em 27 de abril de 2007

Hollywood demorou muito a entender a Internet, a maioria dos executivos ainda não tem idéia do que seja essa nova forma de interação. Antigamente a função deles era produzir, a nossa assistir e no máximo mandar uma carta, que poderia ser ou não lida. Hoje os fãs são muito mais ativos, e a tecnologia nos permitiu expressar apreciação, ou mesmo crítica, com muito mais eficiência.

Os sites de fãs são muitos e variados, assim como os fanfilms. Há produções que vão desde o patético até o sublime (vide Batman: DeadEnd). Em comum, todas elas violam direitos de imagem.

Alguns estúdios reclamam mais, outros menos. Em geral se você não ganhar dinheiro com o material, tudo bem. Mas alguns são chatos, não permitem nem exibições em convenções.

Outros, como a Lucasfilm não só aceita os fanfilms, como os incentiva, dando contribuições como dicas de como produzir efeitos visuais, e mesmo bancando, com dinheiro, sites como o TheForce.Net, que disponibilizam a maioria dos Fanfilms de Star Wars.

Agora George Lucas fez mais uma. O RobotChicken, programa de animação politicamente incorreto do Adult Swimn, da Cartoon Network fez alguns quadros excelentes, incluindo o maravilhoso “Vader telefona para o Imperador”, abaixo:

 

Resultado? Foram contatados pela LucasFilm. Mas não com ameaças sobre uso indevido de imagem. A empresa de George Lucas queria pedir permissão ao pessoal do Adult Swimn para colocar o vídeo na página da empresa, em www.starwars.com. Acabaram marcando uma reunião, onde o pessoal do Adult Swimn saiu com a bênção da LucasFilm para um especial de meia-hora do RobotChicken, incluindo arquivos com efeitos sonoros e a participação, como dubladores, de Mark Hamill e George Lucas em pessoa!

Enquanto isso alguns anos atrás a Paramount mandou cartas de “Cease and Desist” para milhares de sites de fãs relacionados com Star Trek, só mudaram de idéia depois que toda a mídia nos EUA estava chamando a empresa de “babaca”  pra baixo. Opinião que compartilho, até hoje.

emÁudio Vídeo Fotografia Indústria

Super Mario Kart Racer em tamanho real

Por em 27 de abril de 2007

Quer dizer, tão real quanto pode ser um encanador italiano de videogames chegado em um cogumelo. Custa US$50,00 na ThinkGeek e vem com sons digitalizados do jogo original. Não é preciso dizer que eu preciso disso!

 

Achado no Technabob

emGames

mySQL: OpenSource de gente grande

Por em 27 de abril de 2007

A imagem que a mídia tem do OpenSource envolve sujeitos barbudos que não gostam de tomar banho e gente que vive de mesada, passa o dia inteiro na frente do micro e devota sua vida desde os 13 anos a combater as terríveis empresas malvadas capitalistas. E São persistentes, pois depois de dois anos de luta continuam firmes e fortes em suas posições anti-.. anti-tudo.

Na verdade esses são uma minoria barulhenta, que não representam as grandes forças do OpenSource.

Como Novell, Google, IBM, Oracle e outras. Essas empresas perceberam o modelo OpenSource como uma forma de transformar sua estrutura decadente de vendas em uma florescente estrutura de serviços. Para quem está acostumado ao modelo tradicional, pode ser estranho, mas não é nada de novo. A Gilette praticamente dá o barbeador, mas cobra pelas lâminas. A lâmina, aqui, é o serviço.

Um exemplo de empresa vencedora é a mySQL. Acabaram de apresentar seu balanço, e sua receita em 2006 foi de US$50 milhões. Nada significativo, claro, mas é um começo. O que é melhor: Atingiram o breakeven, significa que os custos da empresa estão batendo com sua receita. Isso põe por terra a idéia de um projeto feito por garotos e voluntários. O mySQL é coisa séria, tanto que custa US$50 milhões por ano para se manter como o melhor banco de dados para soluções Internet.

Esse custo poderia ser bem mais alto, mas trabalhando com contribuições externas (virtualmente todas as interfaces gráficas decentes do mySQL são obra de terceiros, em geral freeware) conseguem uma variedade enorme de softwares e inovações. Algumas bem interessantes, como as alterações para ambientes de alta performance feitas pelo Google, recentemente disponibilizadas para download.

Agora ele irá se tornar mais atraente ainda para o Mercado. A mySQL está preparando sua IPO, a Initial Public Offering, sua entrada na Bolsa de Valores. Isso é uma forma de capitalizar muito a empresa, mas também serve para atrair os clientes mais conservadores, que preferem trabalhar com empresas de capital aberto.

Infelizmente não dá pra comprar ações da NASDAQ no Brasil (ao menos não para peões como os leitores e colunistas do MeioBit) ou a mySQL seria um excelente investimento.

E de onde vieram esses US$50 milhões de receita? Simples: Clientes corporativos compram licenças de suporte. Uma licença intermediária custa US$3 mil por ano, por servidor. Uma licença Gold Corporate sem limite de servidores custa US$40.000 / ano. Parece muito? Acredite, se você for uma Empresa de Verdade, não é.

 

Fonte: ZDNet, Google Underground, Br-Linux

emOpen-Source

OLPC: De $100,00 pra $175,00 e agora rodando Windows

Por em 27 de abril de 2007

Aparentemente boa vontade, o subtrato que pavimenta o caminho pro Inferno não é o bastante para alterar os custos de mercado, pois depois de muita briga o tal laptop de $100,00 só conseguiu ser produzido por bem mais que isso. A Quanta Computer Inc vai produzir as máquinas, quase a preço de custo. O Consórcio do OLPC acrescentará US$1,00, totalizando US$175,00. O lucro da Quanta será mínimo, US$3,00 por unidade, mas levando-se em conta que a expectativa é vender, desculpe, distribuir 100 milhões de unidades, isso dá 300 milhões de verdinhas nos cofres. Me garantiria um excelente final de semana.

O valor cabalístico de US$3,00 lembra alguma coisa? Pois é, o Windows Starter Edition. Diz o Negroponte que a Microsoft está trabalhando em uma versão de Window capaz de rodar no equipamento. Quem paga 175 paga 178, isso é uma realidade. Não dá para deixar escapar a ironia; meses atrás esnobaram o Opera, agora vão ter que engolir o Windows, se o cliente assim o quiser.

O que, diga-se de passagem, é uma péssima idéia. Um projeto desses precisa de uma interface simples, leve e unificada. Se você começar a fazer uma versão Windows, logo vai surgir uma Ubuntu, uma Suse, uma AmigaOS, e por aí vai. Sem contar o fator performance. Os únicos Windows que podem funcionar em uma máquina dessas com uma performance decente são o CE e o Xp Embeded, e ambas custam bem mais de $3, além de não rodar a base instalada de softwares para “Windows Genérico”. Ou seja: Vantagem nenhuma. Melhor ficar com o Red Hat adaptado.

Com um aumento de 75% da projeção de custos iniciais, muita gente deve estar reavaliando as propostas. O que é ruim. Precisam de 3 milhões de máquinas encomendadas, para dar início à produção. O que dá US$525.000.000 em encomendas.

Uma esperança é que 19 Estados nos EUA demonstraram interesse no projeto, e embora tenham sido rejeitados (o OLPC não seria voltado para estudantes americanos) parece que o Consórcio está reavaliando essa posição (burra, em minha opinião). Com o equipamento sendo usado em massa nos EUA, assim atingirão a escala de produção não só para dar início ao projeto, mas quem sabe até para baixar o preço final do equipamento.

 

Fonte: iWonNews

emOpen-Source

Amigas de volta ao mercado?

Por em 26 de abril de 2007

amiga.jpgSó existiu um computador superior ( eu já não diria “melhor” ) ao MSX. A obra-prima de Jay Miner: o Amiga. Essa linha de micros passou por uma história conturbada, mas todo conhecedor de informática tem a mesma opinião: eram ótimos!

Depois de anos fora do marcado, mas com uma comunidade muito ativa, que chegou mesmo a desenvolver placas-mãe baseadas em PowerPCs e novas versões do Sistema Operacional, parece que uma nova leva de equipamentos estará disponível brevemente: dois novos computadores, um na faixa de preço de US$ 500,00 ( lá ) e o outro na de US$ 1.500,00.

Isso não será suficiente para fazer tremer a Dell ou a Apple, claro, mas mostra que, se o habitat já tem uma espécie dominante, ainda há nichos para outras evoluírem.

emHardware