Digital Drops Blog de Brinquedo

Game Developers Conference: OLPC como plataforma viável para games

Por em 1 de março de 2007

Acontece no início de março, a Game Developers Conference 2007, a reunião dos maiores experts da indústria de entretenimento eletrônico, em San Francisco, nos EUA.

E o que particularmente chamou a atenção é um keynote sobre o One Laptop Per Child (OLPC) como plataforma de jogos. E isso faz todo sentido.

Com milhões de máquinas distribuídas gratuitamente, para faixas etárias específicas, é natural que a indústria se interesse em produzir ou adaptar jogos.

E não apenas isso. O Brasil terá um potencial enorme para liderar o desenvolvimento de jogos e conquistar mercados no mundo inteiro. Basta o governo e empresariado não ser míope e investir.

O Brasil possui centros de excelência em games, mas totalmente desconectados. Empresas que criam jogos para celulares, por exemplo, já possuem o expertise necessário para trabalhar com equipamentos de recursos limitados.

O Brasil terá a faca e o queijo na mão. Basta um pouco de visão empresarial para finalmente estarmos inseridos no mercado bilionário de entretenimento eletrônico e passar a exportar produtos. Quem sabe o OLPC não acabe se tornando o catalisador de um movimento maior, de liberação e abertura do mercado de tecnologia no Brasil?

Fonte: Game Developers Conference

emGames Hardware

Resenha – DigiMate III

Por em 1 de março de 2007

digimate3.jpgO MeioBit conseguiu colocar as mãos em um brinquedinho desses, e para partirmos direto para a conclusão, eu diria que é essencial para todo mundo que goste de viajar, tenha uma máquina digital de muitos megapixels e não queira ficar andando por aí carregando notebooks ou US$10 mil em cartões de memória.

O objetivo do equipamento

O Digimate III é uma case externa para HDs de notebook, com as seguintes características:

  • Leitor de cartões SmartMedia, Compact Flash, Memory Stick, Memory Stick Pro, MMC, SD, Mini-SD (com adaptador)
  • Porta USB
  • Tela OLED
  • Operação à prova de louras
  • Bateria

Com esses recursos, você pode, no meio de uma viagem, remover o cartão de memória de sua câmera, copiar o conteúdo para o HD do Digimate, e continuar suas fotos com um cartão zerado.

Outros Usos

O Digimate, quando não está sendo usado na rua, é uma case de HD normal, funcionando com seu micro, dando acesso ao disco rígido. Também funciona como uma leitora de cartões. Quando conectado via porta USB, os cartões são reconhecidos pelo micro.

No meu caso o Digimate eliminou um leitor de cartões e uma case comum de HD. E convenhamos, quanto menos tralha em cima da mesa, melhor.

Operação

São apenas dois botões. Um é power, o outro é “copiar”. Basta enfiar o cartão de memória no slot. O Digimate diz o tamanho ocupado pelas fotos, o espaço disponível no HD. Apertando-se o botão “Copiar”, é iniciado o processo, com um contador percentual. Aí é só esperar.

Equipamento em operação

Suas fotos NÃO são apagadas do cartão, é responsabilidade sua, na máquina digital.

Pontos positivos:

O dispositivo é esperto o bastante para reconhecer e lidar com mais de um cartão ao mesmo tempo. Ele simplesmente copia na ordem, um por vez.

Pontos negativos:

O suporte é inexistente, não há qualquer conceito de manual, site ou similar. Assim que instalei o HD, formatado em NTFS, ele mostrou um sinal de erro. Só que ao ligar o equipamento no PC, tudo funcionou. Achei por um momento que a parte de cópia das fotos estivesse com defeito.

Depois lembrei que a maioria dos dispositivos portáteis não gosta de NTFS. Formatei o HD em FAT32, e imediatamente tudo funcionou. Mesmo. Cópias dos cartões, bateria, tudo.

Vantagem adicional:

O equipamento não é nada seletivo, copia o conteúdo completo do cartão de memória. Quem queria uma forma rápida de fazer backup dos cartões de memória de PDAs ou celulares, já tem mais um problema resolvido.

Preço: US$47,00 na USB Geek.

Nota: O HD de notebook obviamente não está incluído.


emÁudio Vídeo Fotografia Hardware

O dia em que a Terra parou

Por em 1 de março de 2007

[img_assist|nid=10424|desc=|link=none|align=right|width=400|height=299]É curioso… o Google engasga e a internet inteira entra em polvorosa. Nas primeiras horas da manhã, foi impossível acessar meu gmail e alguns amigos já estavam preocupados com a possibilidade de perder “gigabytes” de dados.

Não estamos confiando demais num serviço gratuito? E, pior: com um enorme “BETA” estampado no logo?

emGoogle

Myst Online: Uru Live – Após 3 anos em hiato, o jogo é lançado em sua forma original

Por em 1 de março de 2007

A série de jogos Myst, Riven, Myst III: Exile, Myst IV – Revelation e Myst V: End of Ages foi um enorme sucesso, marcado por fracassos.

Com mais de 10 milhões de cópias vendidas, Myst até hoje é um dos jogos recordistas em vendas e foi um dos responsáveis por popularizar o CD-ROM em 1993. Ao mesmo tempo, por causa desse sucesso, várias empresas tentaram imitar a fórmula e tiveram vendas pífias e grandes prejuízos, pois um tipo de jogo tornava-se cada vez mais popular, o First Person Shooter e jogos em rede.

Com o sucesso, veio a idéia de recriar o mundo surreal de Myst totalmente em 3D, ao invés de imagens estáticas e vídeo. Foram investidos mais de 15 milhões de dólares no projeto e ele praticamente levou a Cyan Worlds à falência. Eles chegaram a demitir todos os funcionários e recontratá-los logo em seguida.

O modelo de negócios era inviável e as vendas não iriam sustentar o custo dos servidores. Eis que a Gametap entra na jogada, vê enorme potencial no jogo e finacia a conclusão do mesmo, assim como várias áreas novas e melhorias. O resultado pode ser conferido no website oficial.

E lá fui eu, todo pimpão, criar um cadastro para fazer uma análise do jogo e recebi a mensagem: Sorry, GameTap is not available in your country. Morar na roça tem dessas coisas. Diabinho

O Gametap é uma nova forma de vender games. Ao invés do usuário comprar cópias de jogos, ele paga uma mensalidade e pode jogar o que quiser, quando quiser, dentro do ENORME catálogo da empresa. E quem tem pouco tempo, pode jogar dezenas, ou melhor, centenas de games casuais ou títulos famosos como o próprio Uru, Sam & Max, Tomb Raider, Prince of Persia: Sands of Time, entre outros.

Fonte: Gametap

emGames

Editoras permitem consumidores ler partes de livros online

Por em 1 de março de 2007

Parece que finalmente caiu a ficha e editoras como Random House e a HarperCollins estão atualizando sua tecnologia para permitir que eventuais leitores leiam partes de livros online.

A idéia não é nova e só agora, em pleno 2007, eles resolveram copiar o que a Amazon já faz por excelência desde 2003 e o Google desde 2005. Mesmo assim, é um passo importante para executivos cabeças-dura: não adianta remar contra a onda, é melhor surfar ela.

Editoras, gravadoras e estúdios precisam atualizar sua forma de fazer negócios. O amadurecimento da Web, melhoria da banda larga e mecanismos que facilitam a pesquisa e pagamento mudaram o perfil do consumidor. E principalmente dos adolescentes e jovens adultos.

Hoje, por exemplo, quando abri o jornal, tudo pareceu notícia de ontem: já havia lido em mais de 10 websites sobre as bolsas de valores, com análises, gráficos e vídeos. A notícia ficou velha antes mesmo da tinta secar.

Fonte: CNN

emIndústria

Vodu no Ubuntu

Por em 1 de março de 2007

[img_assist|nid=10418|title=|desc=|link=none|align=right|width=400|height=301] Não é segredo pra ninguém que, sempre que preciso usar linux, prefiro o Kurumin. É simples, cheio de ferramentas, baseado no Debian e, principalmente, está em português. É uma mão na roda para o usuário médio, que domina mal o inglês.

No entanto, depois de uma consultoria em linux embarcado, resolvi mudar para o Ubuntu, que usa repositórios com software mais estável.

Depois da reinstalação e backup, para surpresa geral, muitos scripts simplesmente pararam de funcionar. Faltavam algumas ferramentas, não instaladas por padrão, mas o problema não parecia ser esse.

Para encurtar a história: perdemos meio dia de trabalho para descobrir que o Ubuntu ( pelo menos na versão 6.10 ), faz um “link” do sh para o dash. Isso mesmo: dash, com “D” e não bash, como seria de se esperar… e eu nem sabia que existia uma shell chamada dash…

Me senti como um bonequinho de vodu, sendo espetado por horas…

emAndroid e Linux Open-Source

MPAA: faça o que eu digo, não faça o que eu faço

Por em 1 de março de 2007

Todo mundo sabe que pirataria é crime. Várias entidades americanas lutam contra download ilegal de filmes e músicas. Entre elas está a MPAA. No começo de fevereiro um blogger que criou seu próprio mecanismo de blog (Forest blog) descobriu que a MPAA estava usando seu software em desconformidade com a licença de uso do tipo linkware. Logo após esse anúncio a associação dos filmes retirou o blog do ar (screenshot aqui) e silenciou-se a respeito.

Agora a MPAA veio a público e divulgou nota dizendo que estava apenas testando o software e que jamais divulgou o site para o público em geral. Veja abaixo a lista de desculpas (tradução livre):

  • O blog nunca recebeu qualquer link.
  • O blog jamais recebeu um domínio próprio.
  • O blog nunca foi divulgado para o público.
  • O material serviu como prova de conceito e aguardava aprovação para prosseguir.
  • O blog só foi utilizado para testes.
  • Se saíssemos da fase de testes, então pagaríamos as 25 libras que nos autorizaria a usar o sistema sem logos e links para o autor.

Fala sério… E se eu baixar um filme apenas para testes, posso?

[via TorrentFreak]

emIndústria