Digital Drops Blog de Brinquedo

Adobe testa nova ferramenta para leitura de documentos digitais

Por em 30 de outubro de 2006

Algo que incomoda várias pessoas que conheço (inclusive eu), é o fato de ler conteúdo em PDF na tela ser uma experiência ruim. Para ler um artigo de um jornal científico, por exemplo, é necessário ficar rolando a pagina, pois o conteúdo é diagramado em 2 colunas.

artigo_2colunasPor exemplo, neste artigo veja que para o tamanho da fonte ser confortável para leitura, é necessário rolar a pagina.

Agora a Adobe esta com um aplicativo em beta que promete melhorar esta experiência. O Adobe Digital Editions deve manejar não somente arquivos em PDF, mas também arquivos em formato XHTML, eBooks e conteúdo em Flash. E de quebra, deve ser um leitor leve, algo que o Acrobat Reader não consegue ser.

Para quem quiser experimentar, o beta está disponível somente para Windows, na página do projeto.

[via]

emIndústria

Guia do Comprador Linux

Por em 28 de outubro de 2006

Essa é uma notícia rápida e algo que encontrei por acaso lendo notícias sobre Linux: um guia do comprador. São milhares de softwares para Linux, divididos em categorias, com notas de usuários, escolhas dos editores entre outros.

Por exemplo, ao selecionar bases de dados, a pesquisa retornou 187 opções. Nada mal.

Linux Buyer’s Guide

emOpen-Source

Google adquire domínio GDrive

Por em 28 de outubro de 2006

Há alguns meses atrás, o Leo divulgou aqui no MeioBit que a Google estava testando “in off” um sistema de disco virtual chamado de Platypus, ornitorrinco em português. Até então somente alguns poucos funcionários da empresa estavam habilitados a testarem este sistema.

A Google nunca disse absolutamente nada a respeito desses rumores. Mesmo assim o domínio GDrive.us foi registrado pela empresa na última quinta-feira (26/10) junto com o domínio GoogleDashboard.com, que foi outra transferência considerada interessante, mas ao mesmo tempo uma incógnita.

Será que a Google está planejando algum lançamento para breve?! Ou seria apenas marketing, para manter o nome e as ações da companhia em alta?!

Mais um mistério a ser desvendado…

[ ZDNet ]

emInternet

Dicas de quais livros de tecnologia NÃO se deve comprar

Por em 28 de outubro de 2006

Livros e leitura são, para muitos, quase um vício. Minha primeira compra online está datada em 1997, na Amazon, e era um livro de C. Uma das melhores compras, pois ele não fica "velho": The C Programming Language. Com o tempo, aprende-se que existem dois tipos de livros de tecnologia: os que irão juntar poeira ou servir de banquinho e os que serão consultados durante anos.

Um exemplo do dilema são os Webstandards, assunto quente do momento. Vários autores, blogs, websites e livros dedicados ao assunto. Uma rápida pesquisa mostra a quantidade enorme de publicações. Escolher não é nada fácil. Entre os títulos abaixo, qual você escolheria como presente de Natal?

1. Web Standards Programmer's Reference
2. Designing with Web Standards
3. Bulletproof Web Design
4. Head First HTML with CSS & XHTML
5. Web Standards Solutions

Os livros acima possuem boas notas e reviews e a escolha é sempre complicada. Mas antes de revelar quais teriam sido eliminados, prefiro explicar os critérios.

Olhando para a estante, nesse exato momento, 5 exemplos de inutilidades em papel. Livros que arrependi amargamente de ter comprado e foram dinheiro jogado fora. Eles são exemplos do que não se deve comprar, pois acabam juntando poeira e ocupando espaço.

ColdFusion 4

Concorrência: O problema é que a empresa por trás do ColDFusion, a antiga Allaire, foi comprada pela Macromedia e por sua vez comprada pela Adobe. Temos empresas de design investindo em áreas onde temos Java, PHP, .Net, Ruby, Python e Asp.

Mercado: Observe tendências de mercado antes de investir no livro.
Outro grande problema do ColdFusion é que ele nunca pegou por ser fechado, proprietário, caro para hospedar e desenvolver. Esses sinais eram claros ao se procurar por hospedagem na plataforma.

Versão: Além disso, comprar livros de tecnologias onde a versão é muito importante é totalmente uma bola fora. O ColdFusion 5 mudou muita coisa e deixou as publicações da quarta versão obsoletas e inapropriadas.

Director 6

Versão: O problema principal de livros desse tipo é que eles não ensinam Director e sim a versão 6. Ou seja, o foco são apenas nas novidades da ferramenta e não em projetos completos, que ensinam como trabalhar de forma geral com a ferramenta, técnicas de imagem, animação e sonorização, etc. O livro é completamente inútil para o Director 9, por exemplo.

Ferramenta: Admito que já comprei a minha parte de livros sobre ferramentas de software. Posso afirmar categoricamente que se a empresa onde você trabalha, não comprou, não o faça.
Se está comprando o livro por causa de uma faculdade ou curso, também resista a tentação. A maior parte das dúvidas é facilmente respondida com pesquisas na Internet, em fórums, listas de discussão, blogs e websites sobre o assunto.

Dynamic HTML
Minha pior compra, disparado. É um livro de referência, mas nada supera a W3C.org e os milhares de websites. Dúvidas de css: livro ou Google? Pois é, um lixo.

Referência: Se o livro não é uma referência de uso real da tecnologia, ensinando boas práticas de uso, estudos de técnicas de aplicação da tecnologia, esqueça. Ele vai juntar poeira antes de você concluir o segundo capítulo.

Javascript Reference
Não foi uma compra ruim, em princípio, mas depois de duas semanas, coloquei o livro de lado e passei a usar ferramentas de busca, mais práticas e rápidas. A referência inteira do Javascript pode ser encontrada de graça também com exemplos e atualizada. Nunca mais abri o livro.

Ultradev

Imaturidade: Tanto da tecnologia quanto de quem comprou o livro. Era o começo de carreira e eu ainda fazia medicina. O Ultradev surgiu logo após a Macromedia comprar e remover do mercado o excelente Drumbeat. Ele era capaz de criar websites inteiros em ASP sem tocar no código. A Macromedia resolve destruir a aplicação, recorta e cola meia dúzia de ferramentas no Dremweaver (velho conhecido desde a primeira versão, em 1997) e chama-o de Dreamweaver Ultradev. Hoje, o Dreamweaver que tantos conhecem é o Ultradev, que possui suporte a várias linguagens de desenvolvimento e é o queridinho de 10 em cada 10 webdesigners.

Dê preferência a livros que ensinam técnicas ao invés da ferramenta, boas práticas ao invés da linguagem, projetos em detrimento de sintaxe. Um bom livro de programação é aquele que ensina o leitor a criar um projeto do começo ao fim e não apenas ensinar como se faz if else. Por exemplo, um livro sobre animação com tutoriais e exemplos em Maya pode ser aproveitado para quem trabalha com 3DStudio.

Os livros que eu não consideraria para a compra, apesar de excelentes: 1, 3 e 4. O primeiro por causa da tentativa de abordar assuntos demais e específicos. O segundo, porque é um livro de leitura única , se tanto. Ele é baseado nos erros cometidos por outros websites, mas muitas decisões de design são tomadas, mesmo fugindo de padrões, pois cada projeto possui necessidades diferentes. O terceiro, é um ótimo livro para iniciantes, mas é o tipo de material facilmente encontrado na Internet. HTML e CSS são fáceis, há uma abundância de material disponível e aprende-se mais olhando exemplos e programando.

Agora é com vocês. Mais alguma dica do que não comprar em termos de publicação?

emArtigo

Escrevendo errado na internet

Por em 28 de outubro de 2006

typingQuando do surgimento dos primeiros programas de mensagens instantâneas, foi criada uma grande polêmica em relação à forma como as pessoas escrevem as mensagens para seus amigos neste tipo de programa. Desde então há uma grande discussão acerca de como é a maneira mais adequada de escrever na internet e também as conseqüências que isso pode acarretar a médio e longo prazo.

Existia um mito de que os jovens se viciariam nesta forma de escrever e começariam a usar este “estilo” na sua vida real como na formulação de redações nos vestibulares, por exemplo. Porém, acho que isso já foi descartado. Já ouvi corretores de redação de vestibular dizendo que não encontram nas redações o linguajar utilizado na internet, também conhecido como “internertês”.

Em primeiro lugar, considero que há pelo menos dois estilos diferentes de escrita na internet. Uns simplificam palavras, enquanto outros deformam palavras. Na primeira, se utilizam de abreviações para simplificar a escrita, geralmente por comodidade e por economia de tempo. Alguns exemplos são a utilização de “pq” para “porque”, “tb” para a palavra “também”, “qqr” para “qualquer” e por ai vai. A meu ver, este não é o pior modo, pois se tratam de palavras comuns e facilmente entendidas pela maioria das pessoas e, principalmente, não é irritante, nem muda a escrita correta do português.

Por outro lado a outra forma de escrita, irrita muita gente e percebo que é mais adotada por adolescentes e jovens. Não sei por qual motivo preferem modificar a grafia original das palavras por uma outra da forma como bem entenderem. Trocam palavras grafadas com “ss” por “x”; “ç” por “ss” e por daí para pior. Termos como “ksa”, “axim”, “bunitu”, “xau,” “legau” são comuns e acabam estando presentes nos diálogos via internet.

Fiquei pensando o que leva uma pessoa a optar por escrever assim, e cheguei a pelo menos dois motivos para isso: 1) escrever errado é mais legal, os amigos também escrevem assim, já um tipo de moda; 2) escrever errado evita dúvidas de ortografia, então já se avacalha tudo, acabando com qualquer dúvida.

O fato é que isso é uma tremenda ilusão. Por não se esforçar para escrever certo, essas pessoas não se habituam às formas corretas de grafia. Afinal, assim como numa leitura de um livro, durante a escrita seja de um texto manuscrito, seja numa conversa na internet, você memoriza as formas adequadas das palavras. Se surgirem dúvidas, não há nada de errado, isso servirá para que você grave as palavras com grafia duvidosa e, numa segunda vez, esta dúvida já pode ter sido sanada e, você passa a acertar. Não perca a oportunidade de aprender. Agora, se preferir escrever tudo errado, nada disso irá acontecer.

Portanto, deixemos de lado essa “modinha” irritante ou desculpa para escrita errada nos programas de mensagens instantâneas, porque isso não leva a lugar nenhum e só diminui a intimidade com a língua. Mesmo não tendo resultados aparentes em redações

emDestaque

Forum de volta

Por em 28 de outubro de 2006

Finalmente conseguimos resolver o problema que estava impedindo o funcionamento dos forums. Agora está liberado para todos o uso do fórum.

Atualmente os forums estão vazios, mas vamos transformá-los em um lugar de discussão e troca de experiências. O link no topo do site voltou a funcionar, bem como o RSS dos forums.

emAnúncios Destaque

NFS Carbon: DEMO!

Por em 27 de outubro de 2006

A EA Games liberou a DEMO do jogo de corrida mais esperado do ano, Need For Speed Carbon!

A demo que tem aproximadamente 650MB traz o vídeo de introdução na íntegra e as opções de testar o modo Circuito e o modo Drift com direito a bônus. Ah! Só estão disponíveis 3 modelos de carros, mas mesmo assim já dá pra sentir a adrenalina correndo nas veias…

emGames