Digital Drops Blog de Brinquedo

BlogDay 2006: nossas indicações

Por em 31 de agosto de 2006

Para comemorar o BlogDay 2006, que nada mais é do que uma data escolhida para indicar outros blogs, aqui vai nossa lista de blogs interessantes. Notem que as listas estão por ordem alfabética.

Indicações do Léo:
Blog MacMagazine
Blog palmeirense falador
Denniscs
Gui Leite
Let’s blogar
Sourbox

Indicações do Bruno:
Jornalistas da Web
Br-Linux
Fecha Tag
Fudeblog by Cesar Cardoso
Open Source Guy

emBlog

Django: o “Rails” da linguagem Python

Por em 31 de agosto de 2006

Desenvolvimento web, ao contrário do que os usuários pensam, não é fácil. A aparente simplicidade esconde camada após camada de lógica de negócios, acesso a dados, gerenciamento de bancos de dados, coleta de informações e tudo isso deve funcionar em inúmeras versões de browsers em sistemas operacionais diferentes.

Coloque em cima disso, a completa falta de padrões. Ou melhor, os padrões existem, mas estão longe de serem unânimes. Uma das tarefas mais repetitivas e chatas do desenvolvimento é a camada de acesso a dados, a Data Access Layer (DAL para os íntimos), enquanto o que realmente importa para os usuários é a interface e a Business Logic Layer. Agora adicione a esse tempero todo, prazos curtos, curtíssimos. Sistemas que normalmente seriam necessárias 3 pessoas 1 semana, precisam ser feitas em 2 dias por 2 pessoas, quando isso.

Quem usa Ruby on Rails não quer mais saber de Java para aplicativos web. Não que o Java seja ruim, mas ele brilha mais em aplicações embarcadas mais do que ninguém, por exemplo. Mas isso requer o aprendizado de outra linguagem. Mesmo sendo fácil, são algumas semanas para se sentir confortável e aprender os truques e atalhos, o famoso “bacalhau”.

Os desenvolvedores de Python estão com sorte, pois o DJango faz para essa linguagem o que o Rails fez pelo Ruby. É uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos web com prazos curtos, open source, removendo o trabalho tedioso do desenvolvimento, como interfaces para inserir e atualizar dados.

Uma das frases que eles gostam de repetir é “desenvolvimento web com prazos de jornalismo”. Interessado(a)? Visite o website http://www.djangoproject.com/.

Fonte: eWeek

emSoftware

O Linux será enterrado

Por em 30 de agosto de 2006

Tom Yager, colunista do InfoWorld, publicou um artigo interessante sobre como ele vê o futuro do mercado de TI a curto prazo. Especificamente para o final desta década. É uma visão muito interessante de mercado que pode, ou não, tornar-se real perto de 2010. Além de interessante, é um artigo que pode (e vai) gerar alguma polêmica. Com o título “O Linux será enterrado” Yager chama atenção para um aspecto muito discutido mas pouco entendido das aplicações de TI: dispositivos embarcados. Para entender em que sentido o Linux será enterrado, continue a ler este artigo.Para começar a entender o panorama proposto por Yager você deve refletir sobre a premissa básica que ele implementa já no sub-título da matéria: Microsoft e Apple irão empurrar, com seus sistemas, o Linux para o que ele chama de underground. Conceitualizar esse termo é, aqui, fundamental. Existe cultura underground, música, uma internet, e até uma cultura underground. Esse termo, que em uma tradução livre e direta poderia significar submundo não deve ficar restrito apenas à esse tipo de significado. Tão pouco dizer que o Linux estará mais no underground por ocupar nichos específicos e de pequena visibilidade prática para o usuário desktop explica o conceito que Yager quer implementar em seu artigo. Parece mais correto interpretar o underground, no contexto do artigo, como locais onde os sistemas operacionais convencionais, como MacOSX e Windows, não conseguirão chegar, por um motivo ou outro. Será nesses nichos, segundo Yager, que o Linux será “enterrado” até o final desta década. Uma metáfora que em português não faz muito sentido, mas que em inglês é uma boa metáfora, pois underground também pode ser interpretado como algo que está “abaixo do chão”.

Uma vez que você entenda que o “enterrado” e o “underground” de Yager não são depreciativos e nem significam que o Linux vá desaparecer, soterrado pelas novas versões dos sistemas mainstream de Apple e Microsoft, a visão de Yager fica ainda mais interessante e controversa. Entendendo por Linux um kernel e não um sistema operacional completo o autor adverte que em termos de sistemas UNIX-like será o MacOS (ou qualquer outro nome que o UNIX da Apple venha a ter) o sistema que irá assumir o segundo lugar em aplicabilidade em desktops e servidores de uso geral até o final da década. Para fundamentar isso Yager cita que até metade de 2008 será o MacOS o UNIX com maior número de instalações de fábrica computadores x86 do mercado, superando qualquer outro sabor ou tipo de UNIX. RedHat, Novell, IBM, ou qualquer outro fabricante de sistemas ou equipamentos não conseguirão vender mais computadores com um UNIX instalado e configurado de fábrica, para sair da caixa e funcionar, do que a Apple. E isso seria o bastante para tornar o MacOS o sistema UNIX mais presente no mercado e o segundo sistema operacional mais popular em desktops e servidores x86, atrás apenas do Microsoft Windows. É um argumento que faz bastante sentido já que até agora todas as ações para colocar o Linux pré-instalado como sistema de fábrica em algum sistema x86 de uso geral não deram resultados muito proveitosos para nenhuma parte envolvida.

Com a melhoria contínua do Windows e o aumento de penetração de mercado do MacOS, pelas novas capacidades das máquinas da Apple de executarem de forma natural o Windows, o mercado desktop e de servidores x86 daria cada vez menos atenção ao Linux (o kernel, não o sistema operacional) que por sua modularidade e alta flexibilidade ainda exigem um esforço relativamente maior de seus administradores para um startup inicial em relação aos concorrentes. Entretanto, exatamente por esse poder e flexibilidade, o Linux (que é hoje o kernel que suporta o maior número de plataformas e devices no mundo) seria a escolha natural para aplicação em dispositivos embarcados. Em lugar da expressão “dispositivos embarcados” Yager sugere que “dispositivos especializados” enquadraria-se como uma melhor descrição do que essas pequenas máquinas poderão fazer. Então o principal uso do kernel Linux não seria para computadores desktop ou servidores x86 como sistema operacional mas sim como um “dispositivo especializado” extremamente otimizado para executar determinadas funções com o menor esforço e configurações on-demand possíveis.

Acrescentando à essa mistura o papel que a virtualização irá ter na computação dos próximos anos o autor descreve um panorama onde servidores x86 rodando Windows ou MacOS para gerenciamento de hardware receberiam funcionalidades através da aplicação de pequenos cartões de memória flash. Cada cartão de memória incluiria um kernel Linux com uma aplicação configurada e pronta para operar e dispararia a execução de uma máquina virtual no sistema hospedeiro. Essa máquina carregaria o kernel Linux e sua aplicação, que executaria sua função sem demandar outras configurações ou modificações externas. É um conceito muito parecido com o Appliance da VMWare, porém com mais flexibilidade e velocidade, usando não um sistema operacional completo, mas apenas um kernel. Do artigo:

Aperte um botão, você tem um database empresarial, configurado, carregado com exemplos de dados e aguardando conexões. Quer um servidor J2EE? Aperte outro botão e ele descompacta-se, busca por aquelas databases que você já instalou e conecta-se à elas.

O autor afirma que soluções como essa descrita podem ser oferecidas por grandes nomes de TI, como a IBM, para rodar sobre diversas plataformas montando um grande sistema onde novas funcionalidades são adicionadas com facilidade, rapidez, em tempo real e a custos baixos.

O artigo termina comentando que os fornecedores de Linux irão ganhar muito mais dinheiro assim do que provendo sistemas operacionais para desktop. Pois estariam fugindo da briga grande entre Apple e Microsoft por um segmento que, para o Linux, ainda não proporcionou vantagem ou lucro efetivo. Em nenhum momento ele decreta a morte do Linux como sistema para desktops, mas deixa claro que sua visão não inclui esse posicionamento para o sistema livre. Ele acredita que a grande presença do Linux na próxima década será atrás das cortinas, rodando no seu banco, provedor de internet ou nos sites web que proporcionam serviços à você. E que em seu desktop o sistema terá uma janela ou uma maçã.

Via Slashdot

emIndústria Open-Source

Matrix XP

Por em 30 de agosto de 2006

Uma daquelas piadas óbvias, que a gente já sabe como termina mas são engraçadas do mesmo jeito. Neo, Morpheus e, claro, Bill Gates.




Via Cybernet Technology News

emMiscelâneas

Crie seus próprios jogos para XBOX 360

Por em 30 de agosto de 2006

game_development.jpg Já pensou em criar seu próprio jogo, vendê-lo pela internet e conquistar fama e fortuna? Pois a Microsoft pode ajudá-lo! Basta fazer o download do Microsoft XNA Game Studio Express. Nesta versão ( Beta 1 ), apenas a plataforma Windows XP é suportada, mas o pessoal de Redmond jura que as próximas permitirão compilar jogos para o console da empresa, além do Vista.

Antes de se aventurar na tentativa de ser o próximo David Braben, baixe o Visual Studio C# Express Edition, pré-requisito do XNA Game Studio.

emSoftware

Google lança aplicações para seu domínio

Por em 30 de agosto de 2006

De olho no mercado corporativo e home office o Google lançou o Apps for your domain

O Google Office, como vem sendo chamado oferece:

  • GMail.
  • Google Talk
  • Google Calendar
  • Google Page Creator

Todos estes serviços utilizando seu domínio ao invés dos domínios do Google.Já testei os quatro serviços e diria que atendem bem aos usuários que precisam de bons serviços, sem muita complicação e gratuitos, pelo menos no período de beta.

O GMail, talvez o mais conhecido dos serviços entrega um e-mail de excelente qualidade, com 2Gb de espaço e talvez um dos melhores filtros de spam do mercado.

O Google talk, vem ganhando funcionalidades depois de um primeiro ano cheio de tropeço, mas para quem precisa apenas de um programa de mensagens instantâneas para comunicação pode ser uma mão na roda, a simplicidade dele pode ser um excelente estimulo para o uso em ambientes corporativos.

O Google Calendar, supera até programas existentes para desktop e é um excelente substituto para estes programas (como Outlook e afins), permite visualização de calendários de outras pessoas (quando permitido), superposição de vários calendários distintos (ex.: pessoal, profissional etc…) e é muito simples de usar.

O Google Page Creater é um criador de páginas on-line com recursos bem simples, mas que pode atender a pequenas empresas que não dispõem de pessoas ou não possam contratar os serviços de alguém para montar seu site.

Pode ser uma excelente opção para pequenas e médias empresas que queiram terceirizar sua área web para uma empresa do peso do Google.

Via: [A VC]

emIndústria

Hackers em ação: Exemplo de XSS

Por em 30 de agosto de 2006

O XSS, ou Cross Site Scripting é um método de ataque onde um site não filtra suficientemente os parâmetros que recebe dos browsers, tem seu funcionamento interno confundido e pode, se devidamente orientado, exibir conteúdo de outros sites sob a própria URL.

Em teoria um link de Microsoft.com acessado via uma técnica da XSS poderia exibir a página principal do Ubuntu.com, sem que nada fosse mexido nos servidores da Microsoft. Juridicamente isso sequer é considerado uma invasão, pois os seus scripts não estão criticando corretamente os dados recebidos.

Quanto batemos nos Padawans explicando a importância de incluir rotinas de crítica, é para evitar esse tipo de coisa. No Brasil não é uma técnica muito comum ainda, mas no resto da Internet ataque via XSS virou uma praga, pois é algo simples de fazer e não precisa de grandes conhecimentos arcanos.

Para ver um exemplo, este link aqui mostrará uma página da FoxNews com uma notícia falsa, alertando de ataques hackers. Só que embora o endereço comece com foxsports.foxnews.com o conteúdo não é, obviamente, verdadeiro.

Esse tipo de ataque pode ou não depender de browser. No exemplo acima Explorer E Firefox são igualmente afetados.

O perigo é que se esse tipo de bug for descoberto em sites de bancos e similares, muito mais gente vai cair nesses golpes que recebemos via email.

Fica a dica: Nunca clique em um link se for realmente importante. Prefira sempre digitar o endereço, ou usar seus bookmarks.


Fonte: Securilab

emSegurança