Digital Drops Blog de Brinquedo

Onde estão os nerds e geeks? O despreparo dos profissionais de TI no mercado.

Por em 28 de julho de 2006

O mercado de de tecnologia da informação está aquecido, mas emprego não está fácil.

A frase acima é aparentemente contraditória, mas é algo muito comum na área de informática. Por ser uma profissão nova e mutável, os conhecimentos de um profissional variam muito de uma pessoa para outra. Porém, um problema grave já foi detectado pelo RH de qualquer empresa que trabalha com tecnologia: os profissionais estão despreparados.
As empresas passaram a aplicar provas de conhecimento técnico, português e lógica. Um “vestibulinho”. Resultado? Numa seleção com 1000 candidatos, 2 conseguiram vaga, com demanda de 14 vagas. Ou seja, nessa empresa, ainda existem mais de 10 empregos diretos, com benefícios, mas eles simplesmente não encontram os profissionais.

Um outra, logo após a análise do currículo aplica alguns testes:
– Uma redação curta, 15 minutos para ser escrita;
– Uma prova de lógica, matemática básica (porcentagem, regra de 3, raciocínio) e português (ortografia e concordância) em 30 min;
– Uma prova técnica geral, com algoritmos básicos de maior, menor, moda, seqüência Fibonacci, etc e SQL básico, envolvendo consultas em uma base de dados com 5 tabelas.
– Depois, uma prova de conhecimentos técnicos específicos para a vaga, tanto discursiva quanto objetiva. Exemplos de questões: “O que é uma máquina virtual Java e qual a vantagem dessa virtualização?” ou “Escreva em pseudo-código ou na sintaxe de uma linguagem de programação orientada a objetos, os comandos para conectar-se a uma base de dados, inserir nome e e-mail e fechar a conexão”.

Conversando com profissionais de RH, nota-se que os candidatos erram muito em português, não conseguem fazer contas como 1/8 + 3/5 + 10%, escrevem mal (seje, menas, vc, mim ir, mim fazer, vou ir…), pecam em lógica, não conseguindo entender o próximo número de uma seqüência como 1, 1, 2, 3, 5, __. Uma pessoa que não possui domínio do idioma, provavelmente terá dificuldades em escrever um relatório e enviar para um cliente, por exemplo.
Em nível técnico, um desastre. Os recém-formados das faculdades anunciam que dominam Java, C++, Delphi e Orientação a Objetos. Não conseguem acertar uma única questão sobre os assuntos abordados.

Estou cada vez mais convencido que o Brasil não é a Índia… lá é muito melhor. Os indianos fizeram uma reforma curricular séria do ensino, que não envolve somente onde será investido mais dinheiro. Agora, centros de pesquisa de grandes empresas do mundo inteiro são atraídos para o país, antes, somente um exportador de mão de obra.

É triste constatar que nosso sistema de ensino está absolutamente falido e não há solução de curto prazo para isso. A Índia é considerada referência hoje mas iniciou os trabalhos no começo dos anos 80. E ainda demorou pouco mais de 10 anos para começar a ser reconhecida, nos anos 90. Ou seja, quando Tim Berners-Lee ensaiava o www, ela fazia reformas econômicas, focadas na educação e setor de alta tecnologia. Não há como discutir economia sem incluir educação na fórmula e mais de duas décadas depois temos o resultado atual.

E os indianos possuem um plano, como pode ser comprovado no artigo abaixo. Metas de exportação na área tecnológica, assim como planos para melhorar a qualidade da tecnologia desenvolvida. Foram tão bem sucedidos que já se discutem reformas no ensino dos EUA, pois os profissionais americanos têm sido considerados menos qualificados que eles.

Educação deve ser programa continuado de Estado e não de governo.

Para saber mais, recomendo os artigos abaixo:
Fontes: Can Information Technology Help Transform India?, A Decade of Economic Reforms in India: the Unfinished Agenda

emArtigo

Viajando no Zune

Por em 28 de julho de 2006

Guest blogger MarioAV envia artigo sobre o provável concorrente do iPod, a ser fabricado pela Microsoft.

Update: a pedido do autor, uma versão revisada deste texto será publicada em seu site pessoal, e a versão original foi retirada.

emÁudio Vídeo Fotografia

Google Code para projetos comunitários

Por em 28 de julho de 2006

O Google colocou mais um serviço no ar para ajudar desenvolvedores de software ao redor do mundo. Depois de organizar por duas vezes seu programa Summer of Code o Google agora disponibiliza uma plataforma para armazenagem e gestão de projetos de software em diretrizes parecidas com as do Sourceforge. Chamado de Google Code – Project Hosting o site pretende hospedar projetos dos próprios funcionários da empresa, que tradicionalmente tem 20% do tempo de trabalho liberados para projetos pessoais e também de desenvolvedores externos que queiram usar o serviço.Mas ao contrário do que digam as notícias que você lerá por aí o objetivo principal do serviço não é rivalizar com o Sourceforge. Segundo o FAQ encontrado no Google Code:

O code.google.com é nosso site para desenvolvedores externos interessados em desenvolvimento relativo ao Google. É onde nós publicaremos código fonte livre e instruções sobre nossas APIs.

E mais adiante o FAQ declara que muitos projetos do Google continuarão a ser liberados e desenvolvidos também no Sourceforge, Tigris, Vaults of Parnassus e CPAN. Além de afirmar que o licenciamento usado será baseado em BSD 2.0 para “encorajar seu uso em todos os tipos de projetos de software”. Mas o uso de licenças Apache, MIT ou GPL não é descartado.

Eventualmente o serviço pode rivalizar com o Sourceforge e outros, principalmente se a conhecida estabilidade dos serviços Google for mantida para o Code (exceção feita ao Orkut) já que um dos grandes problemas do SF.net é a freqüência com que o site fica fora do ar devido à grande carga. Além disso faz-se necessária uma menção à interface do sistema, simples mas bem menos informativa e intuitiva que as concorrentes diretas. Projetos alocados no Google Code podem ter até 100MB e serão geridos pelo sistema Subversion.

Via TechCrunch

emIndústria Open-Source

Entrevista: TV Digital ( parte II )

Por em 28 de julho de 2006

Esta é a segunda parte da entrevista com o Gerente do Projeto de TV Digital do Instituto Nacional de Telecomunicações, Carlos Augusto Rocha, sobre as pesquisas e produtos para o Sistema Brasileiro de TV Digital.

MeioBit: Então, esse segundo projeto foi totalmente acadêmico?

Carlos: A Linear participou, também, porque nós precisávamos de um parceiro… nós tínhamos só dez meses para fazer, para conceber, desenvolver e concluir o trabalho. Nós precisávamos da parte de RF e foi onde a Linear entrou.

MeioBit: Dez meses para o desenvolvimento de algo tão complexo… vou te fazer agora uma pergunta meio… capciosa. O governo já fez isso de caso pensado? Já fez isso para não ter um padrão nacional e eleger um padrão já existente?

Carlos: Então… dez meses é, realmente, muito pouco tempo… mas era uma exigência do edital…

MeioBit: … Entendi… Acabou que agora, há pouco tempo, o governo decidiu pelo padrão japonês com algumas adaptações. O que foi desenvolvido pelo INATEL será aproveitado?

Carlos: Não sabemos… porque no acordo do padrão Nipo-Brasileiro, eles falam que vão aproveitar as pesquisas nacionais, mas está em aberto quais pesquisas… o quê será aproveitado.

MeioBit: Não foi definido, exatamente, qual parte será aproveitada?

Carlos: Não foi. No início deste mês, foi publicado o acordo, mas não está claro qual parte da pesquisa vai ser aproveitada.

MeioBit: Tomando uma perspectiva no tempo, muita gente compara a decisão do governo de ter um padrão nacional para a TV digital à decisão de usar o PAL-M, para a televisão analógica. Muita gente acha que isso atrasou a nossa indústria, que tornou nossos aparelhos mais caros… você acha que corremos o risco de acontecer isso de novo?

Carlos: Corremos sim. Eu acho que esse foi um dos principais motivos deles terem tomado essa decisão de, pelo menos a nível de camada física, ser o padrão ISDBT [ o padrão japonês ]. Só que tem uma parte que ainda não está clara para nós, pesquisadores. Uma pesquisa que todo mundo está falando que não vai ficar de fora é o padrão de compressão, que será utilizado o MPEG-4. Mas essa implementação fugiria totalmente do ISDBT… porque ele usa o MPEG-2.

MeioBit: E aí, ficaria um sistema incompatível…

Carlos: Daí, a gente fica pensando: então, por que já não usar tudo nacional?

MeioBit: Já que não vai ser compatível em alguma parte…

Carlos: A gente fica sem entender. Porque, por exemplo, a parte que o INATEL fez: nós usamos uma modulação inovadora, na parte da codificação, usamos um código que não é usado pelo ISDBT e, ainda antes disso, já está o padrão de compressão… que é diferente!

MeioBit: Mas o padrão de compressão não pode ser mudado só pelo firmware? Por exemplo: tem uma setop box lá e o fabricante programa ou MPEG-2 ou MPEG-4 e compatibiliza com determinado padrão…

Carlos: Pois é… mas essa parte também precisa ser desenvolvida… essa interface ainda não existe.

MeioBit: Então, corremos mesmo o risco de ficar atrelados a uma coisa que só tem aqui…

Carlos: Ou seja: realmente, está em aberto o quê será aproveitado… se isso ou aquilo… é preciso continuar essa pesquisa aí…

MeioBit: Quanto tempo você acha que levará para tudo isso virar um produto, vendido na loja do shopping?

Carlos: Olha… pelo que a gente conversa… pelo que a gente vê… em torno aí de doze a dezoito meses, para você ter um setop box Nipo-Brasileiro… uma TV de plasma Nipo-Brasileira…

MeioBit: Hoje já tem alguém transmitindo?

Carlos: Não.

MeioBit: Tem previsão?

Carlos: A intenção é até dezembro, estarem São Paulo e Rio de Janeiro cobertos.

MeioBit: Aqui no “Vale da Eletrônica”, a Linear faz transmissores para TV digital. Ela vai produzir mais alguma parte?

Carlos: Nào… ela vai ficar só com transmissores.

MeioBit: As setop boxes, a STB, outra empresa daqui, tem interesse em fazer. E o INATEL está envolvido nessa pesquisa também?

Carlos: No ano passado, nós tivemos um terceiro projeto, onde o INATEL fez uma parceria com a STB para desenvolver o setop box. E foi desenvolvido, mas no padrão DVB-T [ o padrão europeu ]. Agora que foi definido que usaremos o ISDBT, nós estamos trabalhando para obter recursos para uma segunda fase… para adaptar as setop boxes.

MeioBit: Então, a STB já tem um produto, ainda que não seja voltado ao mercado interno…

Carlos: Já tem… inclusive, já está no mercado… já exportam…

Set%20Top%20Box.jpg

MeioBit: Você acha que assim que estiver tudo definido, com os produtos na loja… o Brasil tem condições de exportar esses equipamentos?

Carlos: É uma pergunta difícil de responder… porque não foi definido o quanto, e se, o padrão vai ser diferente do ISDBT…

MeioBit: Se fosse o padrão japonês “puro”, a gente exportaria para quem? Para o Japão?

Carlos: O Japão não vai comprar… porque já tem fábricas lá…

[ Nesse momento, seu celular tocou e era uma ligação muito importante… nós tivemos que interromper a entrevista. Infelizmente, quando voltamos, o assunto mudou… ]

MeioBit: O INATEL esteve envolvido, de uma forma ou de outra, nas pesquisas com as duas empresas aqui do “Vale da Eletrônica” que produzem equipamentos para TV digital. Ele recebe direitos autorais? Existe alguma participação no lucro? Ou ele só recebeu a verba governamental?

Carlos: Aí eu não saberia te responder… só o pessoal da área jurídica.

MeioBit: Existe outra grande reclamação na mídia, de que o modelo do negócio não foi discutido. As discussões se detiveram na parte técnica. Em sua opinião, por quê?

Carlos: Desde 1999… 2000… eu vejo o pessoal nas feiras… na SET… discutindo sobre esse ou aquele padrão… e sempre foi mais a parte técnica. Isso se intensificou muito a partir de 2004, com a montagem do SBTVD e sempre foi uma tendência a discussão técnica. O modelo de negócio nunca foi muito abordado.

MeioBit: Da forma como foi definido, nós poderemos ter um canal de alta definição ou quatro canais “normais”, não é isso?

Carlos: Isso: quatro canais “standard”.

MeioBit: E também interatividade?

Carlos: Também.

MeioBit: Para isso, é preciso um canal de retorno… ele pode ser transmitido pela própria antena? Quais as opções?

Carlos: Não… hoje, o canal de retorno é pela linha telefônica, como é feito na “Sky”, na “Directv”…

MeioBit: No Japão funciona assim?

Carlos: Exatamente dessa forma.

MeioBit: O governo pretende usar isso como uma “arma” na inclusão digital?

Carlos: Esse é o principal objetivo. Inclusive, foi um dos motivos de atraso para a definição do padrão. Nós temos uma realidade onde 88% da população é atendida por TV aberta e gratuita, 12% apenas, por TV paga e, desses 12%, somente 8% tem acesso à internet. Então, na definição da tecnologia, a principal característica é tentar fazer esses 88% terem acesso à internet.

MeioBit: Isso, o padrão americano não permitia fazer?

Carlos: Não permitia.

MeioBit: Nem o europeu?

Carlos: Aí, entram outros pontos. Por exemplo: além da interatividade, só o padrão japonês permite a mobilidade.

(Volte para a Parte I)

emDestaque Entrevista Indústria

Cold War: Para quem diz que não há jogos para Linux

Por em 28 de julho de 2006


coldwar.jpg

Cold War é um jogo da Mindware Studios, onde você é um jornalista que descobre uma conspiração para tomar o poder na antiga União Soviética. É uma mistura de FPS/RTS e pela descrição parece ser bem interessante.

Segundo o site Linux Game Publishing os requisitos necessários são:

  • Sistema Operacional: Linux com kernel 2.2.x ou superior, glibc-2.1 ou superior e X-Windows (XFree86 4.3.x ou superior)
  • Processador:Processor: 1.4 GHz x86
  • Memória: 450 MB
  • Espaço em disco:1.1 GB
  • Mídia: Leitor de DVD-ROM 1 x
  • Placa de vídeo: Aceleradora 3D com pelo menos 64MB de memória
  • Som: Compatível com OSS ou ALSA

O demo está disponível neste link. 338MB mais um manual de 45.2MB. Quem utiliza Bit Torrent, pode baixar o .torrent deste link.

A versão final será lançada dia 31/7/2006, em um único DVD-ROM. O preço sugerido é de £30.00, equivalente a R$121,80. Também estão disponíveis versões pra “Xbox e PC”. Estranho a nomenclatura. Windows agora é sinônimo de PC?

A comunidade está dividida. Uma análise dos comentários no Digg mostram 3 grupos distintos:

  1. Não pago por jogos, deveria ser de graça e Open Source
  2. Excelente, eu pago por software de qualidade
  3. Besteira, Linux não é pra jogo, compre um videogame

Esperemos que a razão vença e o projeto seja lucrativo. Quanto mais diversidade no mercado de jogos, melhor.

Fonte: Digg

emGames

GTalk e Orkut não são páreo para concorrência

Por em 27 de julho de 2006

O gigante Google está patinando feio no mercado de Mensagens Instantâneas (ou IM) frente aos concorrentes. Números de Junho de 2006 mostram que o serviço Google Talk atingiu apenas 1% de participação de mercado no segmento, um número tímido demais para uma empresa acostumada a fazer barulho em cada mercado que entra. Mas não é só no segmento de IMs que os serviços do Google estão desapontando os analistas. As chamadas redes sociais, serviços oferecidos para que usuários mantenham amigos e comunidades on-line entre outras atividades, tão populares nos dias de hoje também são um nicho onde o produto do Google, chamado Orkut, está comendo poeira da concorrência.O Orkut, rede social do Google, mesmo com uma grande penetração no mercado brasileiro, tem miados 279.000 usuários nos EUA contra 4,7 milhões de usuários do Yahoo 360 e impressionantes 52 milhões de usuários do MySpace, todos números do mercado dos EUA. Uma rápida visita à esses serviços dá uma boa pista da razão de desempenhos tão distintos. O MySpace tem uma interface bonita e amigável além de oferecer serviços de chat, blogs, jogos e informações sobre cinema e música, deixando de ser apenas uma rede social e buscando identificar-se como um ponto de encontro para entretenimento e interatividade entre os usuários. O Yahoo 360, mesmo agregando muitos desses serviços demorou um pouco para colocar sua cara no mercado sendo menos conhecido. Mas a empresa já anunciou investimentos para atrair os usuários e buscar aproximar-se da penetração do MySpace. O Orkut, entretanto, mesmo sendo o pioneiro nesta área parece ter parado no tempo. Com uma interface feia e pobre, que nada lembra o resto da plataforma Google, o Orkut não conseguiu sair do básico, oferece apenas a possibilidade dos usuários trocarem mensagens estáticas e participarem de comunidades. Outros recursos menores, como Crush Lists e uma espécie de paquera on-line são tão fracos que a maioria dos seus usuários sequer conhecem suas questionáveis utilidades. Outros fatores, como muito conteúdo gerado em língua não inglesa e a permissividade do sistema à ataques de crackers e roubo de identidade afastaram a maioria dos potenciais usuários. Somando à isso os constantes problemas de estabilidade dos servidores (que nunca merecem donuts ;-) temos um panorama que transforma o Orkut no pior serviço de sua categoria. Os usuários fizeram a matemática de toda essa equação e hoje à exceção do Brasil o Orkut tem um desempenho fraco se comparado ao dos concorrentes.

No mercado de IM o panorama se repete, o Google Talk demorou muito para aparecer. Antes de sua chegada os concorrentes Yahoo! Messeger, MSN Messeger (agora Windows Live Messeger) e AOL Instant Messeger (AIM) já apresentavam-se como boas opções para comunicação instantânea e móvel. A chegada do Gtalk não impressionou o mercado, mesmo baseado no protocolo livre Jabber o que permitiria que qualquer usuário ou programador adicionasse suporte ao Gtalk em outras aplicações ou dispositivos, o comunicador pessoal do Google não conseguiu atrair um número muito grande de usuários. A falta de recursos avançados como chat com vídeo, capacidade de efetuar ligações para o sistema de telefonia convencional, ou mesmo a dificuldade de transmitir arquivos via protocolo (features presentes nos concorrentes) tornou o Gtalk um comunicador leve e rápido, porém com pouca atratividade para usuários que desejam mais do que apenas as mensagens escritas*. Nem mesmo a adição de suporte ao chat no sistema de web mail do Google, o Gmail, melhorou as coisas para o Google Talk. A maioria dos usuários do Gmail considera o chat via web pouco prático e desconfortável.

Para tentar minimizar os prejuízos a Google busca um acerto com a AOL para que os IMs de ambas sejam 100% compatíveis, em um negócio nos mesmos moldes do já acertado entre Yahoo! e Microsoft. O Google espera que usuários do AIM possam ser a catapulta que falta ao Gtalk para brigar de verdade pelo mercado. Em contrapartida o gigante parece ter mesmo aberto mão do Orkut, que tem recebido pouca atenção da empresa para tornar-se um produto melhor.

* Texto corrigido para maior clareza.

emInternet

LocaWeb disponibiliza IMAP para clientes

Por em 27 de julho de 2006

A LocaWeb acaba de publicar em seu blog que passará a disponibilizar a seus clientes a tecnologia IMAP para acesso a e-mails.

O produto está disponível para os clientes dos planos de Hospedagem de Sites e de LocaMail.

O protocolo IMAP se difere do POP3 porque as mensagens ficam armazenadas em um servidor, ao invés de serem baixadas para o computador local ou outro device (celular, blackberry, etc). É uma ótima tecnologia para uso de e-mail em aparelhos sem-fio ou com pouca confiabilidade.

emMiscelâneas