Digital Drops Blog de Brinquedo

Shadows.com – melhor que o del.icio.us?

Por em 26 de fevereiro de 2006

O Shadows é um serviço semelhante ao delicious (Veja nosso tutorial sobre o del.icio.us), mas, além de oferecer todos os serviços do delicious, ele também permite que você adicione favoritos privados, que só você pode ver, ótimo para que ninguém veja seus links pornográficos mais pessoais.

Além disso, ele tem um design mais bonito (mais carregado também, claro, mas nada que fará muita diferença, na minha opinião), permite umas ‘frescurites’ como colocar um avatar/foto (veja o que é um avatar no site Gravatars BR, instalar uma toolbar no Firefox e Internet Explorer (ou até adicionar um botão para o Shadows na sua Google Toolbar – clique aqui – não funcionou no Meu Mac, mas funciona no Windows), adicionar amigos, fazer comentários, entre outras coisas.

Ah, e você também pode importar seus links do delicious para o Shadows.

As últimas versões do navegador Flock suporta tanto favoritos do delicious como do Shadows.

Para ver um exemplo de uma página no Shadows (minha página, com os links importados do meu delicious), clique na imagem abaixo:

Kioshi Shadows Page

emInternet

Top Proxies

Por em 26 de fevereiro de 2006

O site Top Proxies mantém uma lista de proxies para serem usados via Web, ou seja, navegar anonimamente e em sites bloqueados.

Para saber mais sobre como usar, leia este post velhaco que eu escrevi sobre o conhecido Kproxy.

emInternet Segurança

Microsoft Windows “Monad” Shell

Por em 25 de fevereiro de 2006

Um dos maiores trunfos das futuras tecnologias da Microsoft, principalmente na área de administração de sistemas, redes e servidores e power users que querem usar o máximo do seu sistema operacional, será o Monad, codinome do shell interativo de comando do Windows Vista e produtos relacionados. E não apenas isso, ele não depende do Vista para rodar, apenas do .Net 2.0, ou seja, está disponível agora, em beta.

Shell é um ambiente de comando em texto avançado que permite fazer praticamente qualquer coisa dentro de um sistema operacional usando uma linguagem de programação. Quem usa Linux provavelmente sabe exatamente do que estou falando. É possível usar scripts para executar tarefas automaticamente e não apenas isso, mas modificar o próprio comportamento do sistema operacional. O Monad irá utilizar a .Net Framework 2.0 e a linguagem será o C#. Com o Windows Vista, a Microsoft está finalmente eliminando os últimos resquícios de DOS e partindo para uma plataforma operacional sem amarras do passado.

monad2.gifE realmente quem vê ele funcionando fica impressionado. Já leio sobre o Monad há uns 2 anos e a Microsoft tem trabalhado bastante para atender as necessidades de quem quer ter um sistema operacional, mas não precisa de interface gráfica. Precisa criar scripts com uma linguagem gerenciada, de aprendizado relativamente fácil e que possa dar o poder a quem entende, sem atrapalhar as pessoas que só querem assistir um filme ou editar um trabalho.

Quais as áreas em que o Microsoft Shell irá atuar:

monad_roadmap.jpg

Se já leu o suficiente e quer tentar o beta do Monad, faça o download dele e não esqueça de instalar a .Net Framework 2.0. Se prefere assistir um vídeo com ele em ação, você pode fazer o download desse webcast (~140MB) ou assistir o stream dele.

Durante o webcast, fica claro que o público alvo são os profissionais de informática e power users acostumados com shell em ambientes Unix, Linux, AS400 e que possuem familiaridade com alguma linguagem de programação como JavaScript ou C. É interessante observar a Microsoft atendendo um público sofisticado como admins de sistema. Eles deixaram isso bem claro nas entrevistas e webcasts. E é importante ressaltar que há uma tremenda preocupação no foco. Desenvolvedores e Administradores possuem necessidades muito distintas. Em certo ponto, é dito que a .Net Framework é muito boa para desenvolvedores, mas não atende completamente admins.

Inspirações do Monad, “sobre o ombro de gigantes”, Snover citando Isaac Newton.

monad_inspirations.jpg

Object Flow Engine

O arquiteto dessa plataforma chama-se Jeffrey Snover e o gerente de programa James Truher e na apresentação eles entram em detalhes sobre como funciona o Monad, os conceitos-chave como Cmdlets (commandlets): classes em .Net na qual a saída não é texto, mas objetos que são encapsulados nos tipos da .Net Framework 2.0 (strings, integers, bool, etc). Isso significa que os tipos de dados estarão disponíveis ao serem passados de um fluxo para o outro e você poderá ainda extender esses tipos caso a Microsoft não tenha fornecido algo que atenda as suas necessidades.

A modularidade do command line do Linux é herdada e expandida. Modular, num conceito simples é o dividir tarefas complexas em partes menores e mais simples para conquistar um problema. Os comandos executam e são encadeados para realizar tarefas mais complexas, como os tijolos de uma parede.

Esses comandos normalmente possuem uma saída em texto que pode ser direcionada para o sistema de arquivos ou outro comando. Nos *nix, essa saída deve ser interpredada e no caso de haver uma tabulação no local errado, faz-se o processo novamente, para extrair uma propriedade de um processo, por exemplo, quantos minutos de CPU ele consumiu nas últimas 24 horas. A diferença em relação ao Monad é que os todos tipos de dados básicos podem ser transmitidos e o que você lê na tela na verdade são grupos de propriedades de objetos. Então, para extrair a mesma informação, o tempo de cpu consumido nas últimas 24 horas, basta acessar a propriedade do objeto, a informação está automaticamente disponível e pronta para ser usada pelo próximo comando sem necessidade de um parser um Perl.

Um exemplo de Cmdlet:

monad_cmdlet.gif

Não vou me extender demais nesse assunto, pois ele iria ficar demasiado técnico e foge do escopo informativo desse artigo. Para saber, mais, consulte esse tutorial.

O Monad irá alterar completamente a forma no qual power users e administradores de sistema se relacionam com o Windows. Para quem trabalha com Linux, surge uma oportunidade de usar os conhecimentos de shell no Windows e abrir o leque de opções administrativas. E essa estratégia pode dar muito certo, pois é interessante para uma pessoa também usar seu expertise no Windows, aumentando suas chances no mercado de trabalho.

A mudança no paradigma de Orientação a Objetos também é bem vinda e os anos de pesquisa parecem realmente fazer diferença. Por outro lado, acredito que a MS tenha tomado essa atitude por causa do aumento da concorrência no mercado de servidores, já que o prompt de comando da MS não muda desde os tempos do DOS. Só o tempo dirá se a vantagem do Windows irá crescer em relação ao Unix, mas ferramentas como essa ajudam na balança de decisões.

emArtigo

Nexperia – nova solução de celular multimídia da Philips

Por em 25 de fevereiro de 2006

A solução de sistema celular Nexperia 7210 oferece sofisticadas funções de entretenimento com baixo consumo de energia e recursos que incluem funções avançadas de áudio, vídeo, DVB-H (Digital Video Broadcast-Handheld) e rádio FM para os fabricantes de novos aparelhos.

Com isso a Philips, agora Royal Philips Electronics eleva o padrão para telefones 3G de próxima geração.

A solução que é compatível com UMTS EDGE Dual Transfer Mode (DTM), permite aos usuários conectar-se facilmente a uma ampla experiência multimídia, a qualquer hora, em qualquer lugar, seja qual for a rede.

Imaginem ter todo esse “poderio de fogo” e não poder usá-lo por estar em uma rede não compatível. :-o
Boa Philips!!!

emCelular

Os escorregoes do Google

Por em 25 de fevereiro de 2006

Qualquer coisa que o Google faca e comentada imediatamente em todos os cantos dos meios de comunicacao. Cada produto que seja lancado e imediatamente dissecado, e geralmente os comentarios sao positivos. Mas ha um outro lado: nem todos os lancamentos do Google sao tao bons, de fato alguns sao mediocres. Ideias que parecem boas no papel nem sempre sao sucesso. Posso citar alguns exemplos:

Google Pages: ideia nada nova, alias algo que o Geocities estava fazendo 10 anos atras. O editor e simples, e as paginas criadas sao bem mixurucas. Nao poderia esperar muito de tal servico, e realmente nao e nada inovador.
Google Reader: este era para ser o que iria desbancar o Bloglines e outros na area de agregadores RSS. Nunca pegou
Google Base: era para ser algo para criar bancos de dados, listas de produtos, o que for. Criou um buzz no lancamento, e so. Nao conheco ninguem que use.
Blog Search: provavelmente a pior busca do mecanismo Google. Nao chega nem perto to Technorati ou mesmo do PubSub.

Claro que qualquer empresa tem o direito de cometer erros, e lancar produtos que nao conquistam o espaco esperado. Mas creio que precisamos analisar um pouco melhor o que o Google faz e elaborar uma opiniao mais sensata ao inves de endeusar qualquer coisa que sai do Google.

emIndústria

Equipamentos para VoIP crescem 50%

Por em 25 de fevereiro de 2006

E falando ainda em VoIP.

O mercado de equipamentos de voz de próxima geração atingiu em 2005 receitas recorde de 2,5 bilhões de dólares. O resultado corresponde a um crescimento de 50% em relação a 2004. No quarto trimestre do ano, as receitas foram de 785,3 milhões de dólares, um crescimento de 21% em relação ao trimestre anterior. De acordo com o relatório Service Provider Next Gen Voice and IMS Equipment, da Infonetics Research, essas receitas devem crescer 145% até 2009, chegando a 6,2 bilhões de dólares.

fonte:
[B2B Magazine]

emVoIP

Novo jogo de Star Wars faz sucesso

Por em 25 de fevereiro de 2006

A Lucasarts tenta há vários anos acertar uma fórmula que funcione no universo de Star Wars em jogos de estratégia em tempo real, RTS(real-time strategy) para os íntimos. O problema é que sempre foram conversões meia-boca de outras franquias estabelecidas.

A última tentativa era triste de dar dó. Uma aberração de tão ruim. O Gallactic Battlegrounds deixava você no controle de tropas terrestres de 6 facções, mas o engine utilizado foi o de Age of Empires. Mas se fosse apenas o engine, menos mal. Na verdade, eles trocaram os modelos medievais por gráficos futuristas, trocaram os sons, mas coisas como coleta de recursos ainda persistia, como comida. Poxa, imagine você lá com o Darth Vader e precisando ficar minerando e coletando alimentos. Joguei ele por pouco tempo e voltei para o Age of Empires sem a marcha imperial tocando ao fundo. :-P

Agora, parece que eles finalmente entenderam o que nós queremos: batalhas no espaço! Controlar um Imperial Star Destroyer, a Death Star e vários heróis, que podem mudar os rumos de uma batalha. Joguei o demo e comprei o jogo, porque desde Rise of Nations eu nunca mais joguei nada nesse estilo. Na loja onde eu normalmente compro, o vendedor olhou pra mim e disse: Empire at War, né? (A primeiro pensamento que me veio foi: céus, sou tão geek que tenho Star Wars estampado na testa). Aí ele me disse que estava vendendo muito. Entrou um outro consumidor e levou 3 cópias! A minha já estava na mão. E isso o jogo custando R$ 93,00.

Mais detalhes em breve. Enquanto isso, se você quiser assistir alguns vídeos de jogo, dê um pulo no Gamespot.

emGames