A H2O Networks é uma Start-up que vendeu um peixe e tanto para a prefeitura de Bournemouth, Inglaterra: Uma rede de 100 Megabits, fornecendo Internet por toda a cidade, a um custo total de míseros 30 milhões de libras esterlinas. O segredo? Ao invés de cabear a cidade toda enchendo os postes de fios ou cavando buracos por todo canto, usaram o sistema de esgotos.

Assim chega-se o mais próximo possível das residências e comércios, e a conexão final é feita através de um buraco com 1 metro de comprimento e 2cm de diâmetro. A transmissão é toda via fibra óptica.

A economia ao utilizar o sistema de esgotos é imensa, mas como sempre não pensaram nos detalhes como manutenção.

Se você reclama de sujar a camisa ou se espetar ao enfiar a mão atrás do rack para encaixar um cabo de rede, imagine os pobres cornos que terão que literalmente caminha na... lama (isso foi um eufemismo) para emendar cabos roídos por ratos, consertar repetidores e inspecionar instalações.

Acho que eles serão os mais entusiasmados defensores do WiMax...

Fonte: The Register

Em mais um episódio da série "Tudo o que você não deveria fazer, mas acabou fazendo do mesmo jeito e agora está com um pepino nas mãos", narro aqui um caso de erro de implantação de uma tecnologia que utilizava transmissão por rádio e que encontra-se encalhada por falta de planejamento.

Hoje em dia já existe um cuidado muito maior com o uso de redes sem fio (e o termo aqui tem uma abrangência grande, como veremos adiante), com o exemplo mais simples sendo a predominância das redes WiFi já com alguma criptografia configurada. Claro, uma boa parte ainda usa WEP de 40 bits, o que em termos de segurança quer dizer aproximadamente "o rei está nu". Mas não se pode exigir muito da maioria da população, então simplesmente fiquemos felizes.

Infelizmente erros de configuração, uso e cálculos na implantação de redes sem fio, ou de equipamentos que utilizem tecnologias sem fio ainda é comum, e varia do vizinho de cima até grandes companhias. Já me desculpo de antemão, e aviso: não serão citados nomes, localidades ou marcas. Sinto muito, mas o importante é a lição, não os bois.

Muito já se falou sobre a tal "computação pervasiva" que nada mais é que a interação transparente homem-máquina ("máquina" no sentido de "dispositivos computacionais") pelo mundo e agora, até ao ponto que a expressão virou hype e precisaram inventar uma nova: "Ubiquitous computing" (ainda sem tradução para o português) que é basicamente a mesma coisa.

Correndo o risco de cair no vulgar de novo, usarei o termo para descrever uma tendência onde a presença da computação é cada vez mais forte e invisível (para os usuários): os avanços da tecnologia nos sistemas de medição.

Ricardo Bicalho's picture

Ferramentas gratuitas para redes

Hoje em dia, redes tornaram-se algo muito comum. Estamos comprando roteadores, pontos de acesso wireless e conectando várias máquinas ao mesmo tempo. Micro e pequenas empresas hoje contam com infraestrutura que tornou-se barata e está muito fácil perder o controle de tudo isso.

Achei essa lista recente com 10 ferramentas gratuitas, feitas pela Computerworld. Algumas já são velhas conhecidas, mas outras são boas surpresas. Clique aqui para ver a lista. Caso tenha alguma outra sugestão, deixe um comentário. Bons utilitários são sempre bem-vindos.

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Essa é uma espécie de continuação do artigo anterior. O meu D-Link 514 é um roteador que tem me atendido por vários anos, trabalhando firme e forte todos os dias. Vocês já devem ter notado que sou um heavy user de Internet. Há algum tempo, eu havia descoberto na documentação do Azureus e do µTorrent que ele possui problemas de transferência no protocolo UDP.

E isso torna-se um problema justamente porque os jogos online fazem uso pesado do UDP, que é um protocolo de alta performance e baixa confiabilidade. O UDP não aguarda o retorno do pacote para saber se chegou e precisa ser reenviado, ele simplesmente dispara. Isso o torna ideal para games e redes P2P, que usam outras metodologias para garantir a integridade da informação.

O outro problema é que parece ser o único modelo da linha 5xx da DLink incompatível com o Nintendo DS. Imagine a minha frustração ao descobrir que não poderia jogar Mario Kart via internet. Snif, snif...

A pesquisa por um substituto foi a motivação para escrever esses dois posts sobre a compra de um novo roteador. Continue lendo para saber como fui eliminando os vários candidatos e como o Brasil está mal servido de opções.

mb_dlink O roteador é um dos pilares da comunicação mundial e a maioria dos usuários utiliza seus serviços sem nem mesmo saber da sua existência. Eles são muito mais comuns do que imaginamos, estando presentes em casa, em empresas de todos os tamanhos  e nos backbones do mundo inteiro. Simplificando a definição: é um computador dedicado à tarefa de tratar o tráfego de toda a informação que circula em uma rede de computadores. Um PC comum pode ser transformado em um roteador. O Linux é usado como o sistema operacional de algumas marcas e existem tutoriais de como transformar seu roteador simples numa super máquina 10 vezes mais cara, apenas instalando e configurando-o de forma correta.

Em casa, um roteador pode ser usado para compartilhar a internet do Modem (Cabo ou ADSL) com vários outros computadores, prover proteção de firewall, gerenciar a qualidade do serviço e várias outras tarefas, principalmente no quesito segurança.

Meu atual aparelho é um D-Link 514, que provê acesso wireless quando alguém chega em casa com um notebook e ainda as outras máquinas, conectando tudo em rede. Ele vem com 4 portas para rede local por cabo (LAN) e o Net Vírtua é conectado na porta WLAN. Assim, de forma simples, a internet é compartilhada com qualquer dispositivo wireless no alcance do sinal e nas máquinas configuradas. Eu posso conceder permissão através do endereço físico de rede, o Media Access Control Address (MAC address), configurar portas de acesso ao BitTorrent, etc. Se um pai acha que os filhos não devem varar a madrugada na internet, o roteador possui controles de acesso como de 00:00 até 8:00h, internet para a máquina do Joãozinho está bloqueada. O controle da internet e da rede fica na sua mão. E isso tudo é feito através de uma interface web, no próprio equipamento, sem linhas de comando.

Então como comprar um bom roteador? É preciso ter um? Quais os recursos deve-se procurar? Quais as boas marcas?

Fone Bluetooth com comando de voz ajuda a impedir assalto

Uma tentativa de assalto a uma lanchonete a franquia Wendy's, em Columbus, Ohio, foi frustrada quando o assaltante ouviu o celular de um atendente tocar e gritou, dizendo para ele não atender a chamada.

O fone bluetooth com comandos de voz que o atendente utilizava não estava programado para entender negativas, então desconsiderou o [não] e reconheceu apenas "atender a chamada".

Do outro lado da linha um amigo do atendente reconheceu pelos gritos que algo estava errado, acionando assim a polícia.

Cercado, o assaltante chegou a ameaçar se matar, forçando a arma contra a própria cabeça a ponto de sangrar, mas no final concordou em se render.

Fonte: Engadget

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