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Eu não cheguei a chorar, como a franga do Scobble, ao ver o Microsoft WorldWide Telescope, mas fiquei impressionado com a grandiosidade do projeto.
Imagine um software que usa terabytes de dados astronômicos, das mais diversas formas, integrados de forma transparente. Podemos passear pelo céu inteiro, visualizar objetos distantes (ou detalhes da própria Terra, até o nível do chão, ele integra com o Virtual Earth Streets.
Podemos brincar de Visão do Predador, mudando a faixa de ondas, vendo os objetos em luz visível, infravermelho, raios-x, ultravioleta ou mesmo raios gama.
É possível observar o céu da Terra, em tempo real e/ou avançar no futuro ou no passado.
Se você tiver um telescópio com interface ASCOM, pode colocar o WorldWide Telescope para controlá-lo. ASCOM é um padrão para controle de telescópios aberto,livre e desenvolvido pela comunidade. Daquele tipo que os freetards gostam de dizer que a Microsoft não usa.
O pulo do gato aqui não está no banco de dados, mas nas características de integração com outros usuários. Você pode se unir a comunidades, como a da revista Astronomy, na primeira rede social intergalactica.
Panorâmica da cratera Victory, em Marte
O recurso que professores irão AMAR é a capacidade de criar apresentações. Imagine um Lotus ScreenCam para as Estrelas, um PowerPoint Intergalactico.
Supernovas, Matéria Escura, buracos negros, eventos cósmicos, a Corrida de Kessel, está tudo lá. As apresentações estão separadas por temas, e não são feitas por qualquer zé-mané. Ao passar o mouse sobre cada uma, temos uma breve biografia do autor.
As apresentações contam com voz, música e animação, gráficos específicos, você escolhe.
Aliás escolhe mesmo. Pode usar o programa para fazer suas próprias apresentações, e disponibilizá-las no site do WorldWide Telescope.
Eu espero sinceramente que os herdeiros de Carl Sagan reciclem alguns dos materiais de Cosmos em apresentações do WWT.
Para um geek está sendo um paraíso brincar com o programa. Coloquei a maravilhosa trilha de Vangelis para a Série Cosmos e perdi apreciei o dia inteiro, navegando pelo Universo.
Perto do WorldWide Telescope o Google Sky é pouco mais que um catálogo de fotos.
O programa exige uma boa conexão (com 1MBit ele está funcionando direito), roda em Windows, tem 20MB e pode ser baixado diretamente daqui.
Bom saber que nem só de Ubuntu vive a comunidade. A versão 9 do Fedora ("Sulphur") está disponível para download, inclusive por BitTorrent.
Esta versão vem com o kernel 2.6.25, Gnome 2.22 (além de oferecer o KDE 4.0.4 e o Xfce 4.4.2), Firefox 3 beta5, uma nova arquitetura de áudio (PulseAudio) e mais uma dezena de melhorias.
Como o Ubuntu 8 insiste em travar no meu VirtualPC, estou baixando a imagem e em breve coloco minhas impressões. Se algum leitor conseguir antes, por favor, escreva um artigo pra gente.
A Fundação Mozilla liberou a versão RC1 do Firefox 3. No entanto, "apenas" 1,2 milhão de usuários tiveram acesso ao download, no último dia 10. Para o público em geral, a versão disponível para testes é a Beta 5.
Se tudo correr bem, a versão final deverá ser entregue antes de julho. Até lá, os corajosos de plantão que se aventuram a instalar versões Beta podem ir se divertindo com as novidades, como as novas capacidades de trabalho "off-line".
O OpenOffice está de roupa nova. Finalmente foi lançada a tão esperada versão beta 3.0. O download de 167 MB mostra que o OO vem com tudo.
Depois de instalar com a maior facilidade, testei a nova versão no Mac OS X. O programa está mais estável e abre sem problemas arquivos feitos no Microsoft Office 2007 (PC) e Office 2008 (Mac).
Como usuário de Mac, posso dizer que estou muito satisfeito com a nova versão, que é um programa Aqua. Pela primeira vez o Open Office roda de forma nativa no OS X, sem a necessidade de rodar o X11. Já existia uma boa alternativa, o NeoOffice, mas o cuidado de lançar uma versão nativa conta muitos pontos a favor da equipe do OpenOffice.
Eu tenho usado bastante o Google Docs como editor de texto, gosto muito da possibilidade de acessar meus arquivos de qualquer lugar, mas não tem nada como um bom programa desktop. Um programa online funciona muito bem enquanto você está conectado, e como este nem sempre é o caso, simplesmente não dá para substituir totalmente o Word por ele, além das inúmeras razões que o Cardoso disse muito bem neste post. Mas como o OO abre os arquivos do Office 2008 .docx, .xlsx, .pptx, para mim isto já viabiliza uma eventual troca, ainda mais com a já conhecida ferramenta para sincronização de com o Google Docs.
O novo Writer do Open Office agora tem a opção de mostrar várias páginas ao mesmo tempo, o que é muito útil para quem escreve muitas coisas simultaneamente. Ele também tem uma nova função de notas, que mostra as anotações colocadas ao lado do texto, o que é bem mais
produtivo do que os balões amarelos da versão 2.3. As notas podem ter cores diferentes e mostram a hora da edição do documento.
A área de gráficos também recebeu atenção especial, e agora você pode recortar imagens de forma mais intuitiva, como em outros programas desktop ao clicar nas bordas e cantos da imagem. Outra nova função do Open Office 3.0 é a colaboração em planilhas por múltiplos usuários no Calc. Assim uma equipe de trabalho pode colocar seus dados na planilha com alguns cliques, e o programa previne conflitos de edição. As planilhas agora também tem 1024 colunas por página, uma aumento significativo já que na versão 2.3 eram apenas 256.
Confira aqui uma lista de todas as novas funções do Open Office 3.0.
E o melhor do OpenOffice 3.0 é que ele continua sendo de graça. Faça o download da nova versão beta.
Leia também aqui no MB:
Mão na Massa com o novo OpenOffice.org Online
Acertando o Passo do OpenOffice e do Google Documents
Fonte: Read Write Web.
Esses dias comprei uma licença para um software que para mim foi revolucionário, o Papers, que é um gerenciador de referências bibliográficas. Acontece que ele (como a maioria dos aplicativos) restringe o uso da licença a um único computador. Não há nada de errado com isso, mas eu fiquei pensando como as coisas vão mudando, e como as licenças também podem evoluir.
Para o mundo desconectado, onde cada usuário tem uma única máquina, a licença por máquina é perfeitamente aceitável. Mas eu tenho 3 máquinas que uso constantemente: o notebook, o desktop em casa, e o desktop no trabalho. Eu uso o software nos 3, e como meus arquivos são sincronizados entre eles, eu costumo trabalhar nos projetos em diferentes máquinas. Portanto o uso deste software, apesar de feito em 3 máquinas diferentes, é sempre pelo mesmo usuário.
Claro, existem as que permitem que um mesmo usuário abra o aplicativo em uma única instância, porém este tipo de licença somente existe (ainda) com os grandes fabricantes, como Adobe, por exemplo. Mas como estamos vendo cada vez mais o software como um serviço, eu gostaria de ter este serviço disponível onde eu estiver, bastando autenticar e usar. E com a Internet cada vez mais disponível, autenticar já não significa ter um servidor na empresa para gerenciar os usuários conectados.
Creio que no futuro pagaremos pelos grandes pacotes uma taxa mensal (ou anual) de uso, como uma assinatura mesmo. Será que pega ?
Que o open movie está a caminho, todo mundo já sabe. Quem acompanha a produção desde o início também sabe que o "Big Buck Bunny", do projeto Peach, (como foi seu antecessor Orange, que deu origem ao "Elephants Dream") não tem nada de "Oh, vamos pegar nossas foices e martelos e revolucionar o mundo através da cultura livre!": é um esforço coordenado para criar um filme, obviamente, mas principalmente desenvolver as ferramentas do Blender enquanto uma equipe de profissionais mete a mão na massa - o filme é só uma desculpa.
O projeto está com seu cronograma um pouco atrasado devido a uma série de problemas, descritos por Ton Roosendaal (chairman da Blender Foundation) numa lista um tanto quanto engraçada, e que pode ser vista nesta postagem no blog do Peach. Mas a premiere foi em Amsterdã, pontualmente no dia 10, como havia sido anunciado, e estará disponível para compra e download a partir do dia 15 de Maio.
Por conta do filme, parte da equipe do Peach esteve em um programa de televisão, foram pauta de revistas, entre outros. Entre esses "outros", Ton Roosendaal esteve numa conferência que aconteceu logo depois da premiere, e que discutia justamente a tal da cultura livre. Infelizmente, na comunidade open source sempre tem um que quer transformá-la num comuna livre, já que open é diferente de livre, como bem definiu o ilustríssimo RMS.
Durante a discussão na conferência, um idio-, digo, indivíduo fez uma pergunta que simplesmente não precisava ser feita: Por que as produções open source não podem ficar longe do uso da violência, posto que violência só gera violência?

Anthony McCan, o politicamente correto que fez a pergunta poderia receber uma bela resposta do tipo "Wrong and dumb question! STFG!", mas Ton deu uma resposta melhor: a liberdade criativa e as potencialidades do Blender vêm em primeiro lugar. Em outras palavras, o software é uma ferramenta e deve dar toda a liberdade possível para o criador, seja para este fazer um filme com coelhinhos rosa fofinhos ou uma animação realmente bárbara e sanguinolenta.
Sacha Goedegebure, que escreveu sobre o assunto no blog do projeto, finalizou seu texto de maneira brilhante: "Crescer num mundo violento não é brincadeira, mas o que mais me preocupa é que algumas dessas pessoas desse mundo não conseguem distinguir violência real da violência dos cartoons que conhecemos de Looney Tunes e Tom e Jerry… e logo conheceremos do Big Buck Bunny".
Fonte: Peach
A Convenção Nacional do Partido Democrata dos EUA anunciou nesta segunda que a Microsoft será a fornecedora oficial de software e conteúdo em alta-definição na web, para o evento.
Isso significa que a transmissão da Convenção que decidirá quem enfrentará John McCain nas Eleições Presidenciais será feita via Silverlight.
Depois da entrega do Oscar e da transmissão dos Jogos Olímpicos no site da NBC, a Convenção Democrata é o maior evento que a Microsoft já arregimentou para promover o Silverlight. Não sei se o Moonlight já está funcinando com vídeos, mas de qualquer forma para o público-alvo do Partido Democrata não importa muito que o pessoal do Linux não funcione, afinal nos EUA usuários de Linux são eleitores do Partido Libertário.
Fonte: CNet
Design Wenetus