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Átomos a preços de moléculas

Vocês se lembram, claro, dos processadores Atom, da Intel, certo? Aqueles que entregam alta performance gastando poucos Watts...  cptatom_62

A outra grande vantagem deveria ser o baixo custo, já que foram projetados para equipamentos portáteis e de consumo, certo? Pois não é o que acontece (ao menos, enquanto a demanda está muito maior que a oferta).

Uma loja australiana está vendendo o Gigabyte M528 (um UMPC de 15cm x 8cm x 2,2cm, processador Centrino Atom de 800MHz, 512MB de RAM, tela de 4,8'' 800x600 e que pesa 340g) por apenas US$ 1.199.

Leis de mercado...

[via Crunchgear]

Não bastassem os tentáculos, Gamera, Mothra e o Bill Murray, o Japão ainda enfrenta o problema do fumo desenfreado entre suas adolescentes (O problema afeta 4% das meninas e 13% dos garotos entre 17 e 18 anos, mas estou pouco me lixando pros japinhas homens. Sem ofensas, Fugita).

Como a venda de cigarros por lá é muito automatizada, há pouca chance do tiozinho da padaria olhar para a menina, sacar que é de menor e não vender (ou, mais realisticamente, dizer "vem conversar com o Tio-San, damos um jeito").

Há um smartcard de identidade que é lido por algumas máquinas, que também aceitam carteira de motorista como prova de idade, e somente depois efetuam a venda. Mas uma japinha vestida de colegial fazendo biquinho "Tio, me empresta seu smartcard um pouquinho?" é algo complicado de se resistir. Ainda mais se levarmos em conta que ela pode ser perfeitamente legal (nos dois sentidos).

Aliás dá o que pensar uma sociedade que limita o fumo para menores de 20 anos mas libera o sexo a partir dos 13.

Então, obviamente os métodos atuais não funcionam. A saída, segundo alguns especialistas, é dotar as máquinas de inteligência para que reconheçam as características do rosto do comprador, determinando através de rugas e estrutura óssea sua idade.

EU não sei determinar a diferença entre uma japinha de 19 e uma de 20 anos, duvido que uma máquina (mesmo japonesa) consiga. Também já vi muita japinha com cara de menina, mas que faziam coisas que até Deus duvida, em nome da "arte". E eram maiores de idade (espero).

Um porta-voz da empresa responsável pelo sistema diz ter conseguido 90% de acerto, os 10% restantes exigirão confirmação via carteira de motorista. Portanto, caras japinhas fumantes dimenor: Andem sempre com a identidade do tiozinho que ajuda vocês, caso precisem comprar cigarro. E não, não estou sendo maldoso. A figura do "senhor que me ajuda" é tão comum que tem até nome: enjo-kosai.

Fonte: Reuters

PS: Em nome da moral e dos bons costumes ora vigentes no MeioBit, irei me abster de postar as dezenas de fotos de japinhas (colegiais ou não) fumando que encontrei durante pesquisa para este post.

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Seja você também um usineiro

O nome da máquina é EFuel100 MicroFueler, uma usina de fermentação doméstica. Usando fermento e açúcar mascavo (ou algo parecido) essa belezinha produz etanol, que vai direto para o tanque do carro.

Também é preciso adicionar água. O processo de fermentação consome 643 litros de água e 213Kg de açúcar para produzir 132 litros de etanol, o que ainda sai bem mais em conta do que gasolina. Nos EUA o galão de gasolina custa US$3,50, a máquina mágica produz álcool com custo de US$1,25 por galão.

1 galão americano = 3,78 litros, o que quer dizer que a gasolina que para eles está caríssima custa US$0,92 / litro. Ou R$1,50. O álcool produzido em casa custaria US$0,33, ou R$0,53 / litro.

A máquina custa US$9.995,00, mas através de renúncias fiscais e outros incentivos governamentais o preço pode chegar a US$6.998,00.

Melhor ainda: O equipamento pode operar processando bebida alcoólica descartada. Isso mesmo. Aquele resto de cerveja que seus convidados manés deixam nos churrascos, aquela cachaça vagabunda que seu sogro trouxe de Piracema do Mato Dentro, o uisque falsificado que o esperto do seu cunhado comprou do office boy no trabalho, isso tudo pode virar etanol para o carro, e no caso, o custo do combustível gerado de bebida processada pode chegar a US$0,10 por galão. Ou seja, nada.

O equipamento está em pré-venda, estou pensando seriamente em comprar um, exigir que me chamem de Coronel Cardoso e arrumar umas mucamas.

Agora, a pergunta: Temos álcool combustível no Brasil desde 1443 ou antes. Como ninguém pensou em fazer algo assim por aqui?

Fonte: CNet

O nome do brinquedo é Pilot View FPV 2400, tem alcance de um quilômetro, transmite na faixa de 2.4GHz, em cores. Os óculos de imersão possuem resolução de 640x480, e o kit vem com tudo que você precisa para transformar um já muito legal avião ou helicóptero de controle remoto em uma experiência em 1a pessoa sensacional.

O custo é alto, US$549,00, disponível aqui, mas quem já gastou uma baba em um avião topo de linha, não vai morrer gastando mais uns trocados.

Também foram anunciados para breve diversos implementos, como HUD (heads-up display) que exibem no visor informações como altitude, orientação e distância e um utilíssimo mecanismo para inclinar e apontar a câmera para qualquer posição.

Que os terroristas não nos ouçam, mas temos aqui um UAV de pobre de excelente qualidade. Dá para espionar tranquilamente o inimigo, e uma situação tática, gastando muito pouco.

Claro, bom mesmo deve ser brincar de batalhas aéreas. Confira no vídeo:




My FPV Movie from Crash9 on Vimeo.

Fonte: Gizmodo

A Positivo Informática acaba de complicar a minha vida. Já decidido a comprar um Asus Eee, vejo a notícia do lançamento do Positivo Mobo, previsto para 23/5/2008.

As características do bicho:

Peso: 1,1Kg
Processador: 1GHz
RAM: 512MB
SSD: 2GB
USB: 2 portas
SO: Windows XP Home

Vamos comparar com o Asus Eee, no melhor estilo Combates Aéreos, do History Channel:

Como podemos ver, a briga é feia. O pessoal do Asus vai dizer que o Eee pode ser encontrado bem mais barato (Até a R$850,00) mas não em lojas de ponta, com garantia e assistência técnica, coisa que o Mobo tem. Por outro lado a limitação do SSD do Mobo em 2GB é preocupante.

Ah, antes que o freetards comecem a dar piti, o Xp Home ser considerado como característica superior no caso do Mobo é essencialmente do ponto de vista econômico. Uma cópia do XP Home OEM não sai por menos de R$177,00 para o consumidor final. Se você comprar um Eee e quiser instalar o XP, é isso que gastará a mais. (até sair o Eee com XP nativo). Já se comprar um Mobo e quiser instalar o Linux, no máximo gastará neurônios.

Ainda há características faltando nas descrições online do Mobo, como se ele dispõe de porta VGA e leitor de cartões, mas isso é só uma questão de tempo. Já contactamos a Positivo atrás de maiores informações.

Fonte: G1, via OVelho

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Matar! Esmagar! Destruir!

Com o fim do Windows Millenium perdemos a forma mais eficiente de destruir irremediavelmente um disco rígido, e isso é problemático. Apagar, mesmo formatar não resolve. Ao jogar fora um HD velho, mesmo quebrado, seus dados estão expostos, se alguem do mal investir tempo e dinheiro em sua recuperação.

Quando você absolutamente positivamente tem que destruir cada motherfucker bit em um HD, não aceite susbstitutos: O Esmagador de Hard Disks:

Uma perfuratriz pneumática irá varar seu HD com um ímpeto de dar inveja ao Peter North, destruindo fisicamente os discos, entortando os destroços, tornando impossível qualquer recuperação de dados. Há clientes da empresa EDR Solutions que reportam destruirem 9000 discos por mês, outros já destruiram 800 em um dia.

O lado ruim é que o brinquedo custa US$11.500, mas para uma empresa grande vale cada centavo. Já imaginou se a Novel joga fora um HD, algum hacker descobre e recupera o código-fonte do SUSE?

Fonte: Cnet

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Átomos e placas mini-ITX

Para diferenciar PCs "baratex" (mais conhecidos como entry-level) daqueles que usarão os processadores Atom, a Intel está restringindo a produção destes últimos apenas a plataformas que usem placas mini-ITX, com um único slot PCI Express e máximo de 2GB de RAM.

O padrão mini-ITX foi desenvolvido pela VIA, mirando o setor de computadores embarcados e micros de baixo consumo, mas nunca foi um grande sucesso comercial devido à falta de apoio dos outros fabricantes. Agora, com a cartada da Intel, os fabricantes de gabinetes em Taiwan já estão preocupados com um pico de consumo.

A Asus e a ECS já confirmaram que produzirão a plataforma, que está sendo chamada de "NetTop".

[via DigiTimes]



Design Wenetus