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Recentemente fizemos uma votação entre os leitores do Meio Bit Games para eleger os melhores jogos de 2008. A eleição foi um grande sucesso, com o pessoal tendo participado em massa e hoje divulgamos o resultado final (que por sinal está gerando várias discussões bastante saudáveis).
Entre os vencedores estão algumas surpresas, uma sonora goleada entres os jogos do Xbox 360 e uma virada espetacular no prêmio mais cobiçado, o de melhor jogo no geral.
Gostaria de convidar então os leitores do Meio Bit para darem uma olhada em quais games os jogadores mais gostaram e mais uma vez agradecer a todos que participaram.
Se você acabou perdendo a votação, não fique chateado, 2009 já está aí e a época de grandes lançamentos já começa. Não esqueçam que este anos deveremos ter Resident Evil 5, Starcraft II, The Sims 3, Gran Turismo 5…

Uma das novidades reveladas para o Windows 7 é o Windows Advanced Rasterization Platform, ou WARP, que fará uso da CPU para exibir gráficos, mesmo games 3D. Para se ter uma idéia, a Microsoft testou inclusive o Crysis e postou os resultados.
É óbvio que a intenção não é substituir placas de vídeo, que são muito eficientes, especializadas e possuem inúmeras vantagens como memória dedicas" class="" title="">dicada, barramento e um zilhão de processadores paralelos. O problema é quando uma delas falha por causa por qualquer motivo e o usuário fica chupando dedo até comprar uma placa nova, ou mesmo incapaz de acessar o computador para acessar a internet e pesquisar uma solução, que pode ser um upgrade de firmware.
Além disso, uma nova geração de CPUs chegou e pede licença. Os processadores AMD Phenom, Core 2 Quad “Penryn”, iCore 7 e futuras gerações de CPUs farão um trabalho ainda melhor em auxiliar nas tarefas de renderização gráfica ou substituir temporariamente uma placa de vídeo defeituosa. Pense numa empresa com algumas centenas de desktops e placas de vídeo falhando, de tempos em tempos. O usuário não ficará mais sem acesso ao equipamento.
Quem usa notebooks poderá usar a própria CPU com uma boa economia de energia, já que os chips gráficos são conhecidos como verdadeiros matadores de autonomia quando o computador está apenas na bateria.
E o WARP está sendo construído como uma extensão do DirectX 10, não exige MMX, SSE ou SSE2, mas rodará otimizado quando encontrá-los e tirará proveito das novas instruções SSE4.1. Ele terá suporte a recursos gráficos avançados com hardware mínimo sendo uma CPU de 800MHz e 512MB de RAM.:
- Fully supports all Direct3D 10 and 10.1 feature
- Fully supports all the precision requirements of the Direct3D 10 and 10.1 specification
- Supports Direct3D 11 when used with FeatureLevel 9_1, 9_2, 9_3, 10_0 and 10_1
- Supports all optional texture formats, such as multi-sample render targets and sampling from float surfaces.
- Supports anti-aliased, high quality rendering up to 8x MSAA.
- Supports anisotropic filtering
- Supports 32 and 64 bit applications as well as large address aware 32 bit applications.
O público-alvo dessa tecnologia, segundo o artigo no MSDN são gamers casuais, que podem se beneficiar do poder extra oferecido pela nova geração de CPUs, aplicações comuns que poderão usar a aceleração gráfica e renderização avançada de games. Esse último eles mencionam especialmente os desenvolvedores de games, para testar se artefatos, diferenças e defeitos em seus jogos são resultado da programação do jogo ou de drivers de fabricante.
Repare que um processador Quad Core Penryn supera em performance o vídeo onboard da própria Intel, o que confirma o quão patético é a performance deles para aplicações 3D. E se a AMD conseguir, de fato, lançar o Fusion em 2011, já terão uma base instalada para fazer uso da tecnologia e que o vídeo onboard descanse em paz.
Fonte: Windows Advanced Rasterization Platform (WARP) In-Depth Guide, Tomshardware
Estive lendo vários fóruns sobre DRM, Electronic Arts (é o Evil Empire do mundo dos Games) e SecuRom, o sistema de Digital Rights Management (DRM) usado pela empresa. Além disso, a empresa é constantemente acusada de destruir a criatividade e a “alma” dos franchises e empresas adquiridas por ela. O histórico não ajuda, como foi o caso da WestWood Studios e Origin. Inclusive, o presidente da EA admite o retumbante fracasso nas decisões.
O que tornou esse sistema de proteção a conteúdo digital tão infame é que a Electronic Arts (EA) decidiu limitar a quantidade de instalações/ativações nas versões de seus jogos para PC. Por exemplo, o Mass Effect permite 3 instalações. O problema, alegam os gamers, é que ao trocar a placa de vídeo, o sistema considera um novo computador e mais uma ativação é gasta. O upgrade não impede ninguém de games.meiobit.com" class="" title="" rel="external">jogar, mas será preciso entrar em contato com a Electronic Arts todas as vezes para reativar o jogo.
As discussões são bastante acaloradas, mas um gamer foi bastante direto: “eu compro o jogo e se por algum motivo ficar impedido de ter acesso a ele, eu faço o download de uma cópia pirata e continuo jogando. Já paguei pela licença, estou com a consciência limpa e não preciso de ninguém para atrapalhar minha diversão.”
A forma direta e clara mostra como a geração atual encara a mídia digital de forma diferente: se a empresa detentora dos direitos ficar entre o consumidor e o objeto de desejo, seja ele jogo, música ou filme, será punitivamente pirateado.
O caso dos games é ainda mais interessante: muitos compram o jogo e instalam a cópia pirata para não “gastar” as ativações.
De fato, o SecuRom é antipático: instala e se esconde dentro do PC, monitora processos e parece um vírus. Muitas vezes, há problemas de compatibilidade com programas e outros tipos de DRM. Minha sugestão para a EA: crie um sistema de distribuição e controle digital como o Steam. É uma forma justa de se controlar o conteúdo, reduzir a pirataria acachapante no PC e ficar mais simpática aos olhos dos seus consumidores.
Em uma época onde os jogos eram poucos e limitados, surgiu uma série revolucionária. Wolfenstein 3D, Spear of Destiny, etc. Anos depois eles desembocariam no Doom. Lançado em 1992 Wolf 3D, como era conhecido por 10 entre 10 donos de PC, foi o primeiro jogo 3D (não era, mas não sabíamos), com direito a efeitos sonoros, músicas e até uma história.
Quem vê um Crysis rodando (meninos, eu vi) e tem dificuldade de distinguir de um filme não imagina o que foi ver aqueles nazistas (odeio esses caras) pulando na sua frente, os cachorros vindo atacando e toda a excitação de abrir uma cela, achar um prato com uma coxa de peru e recuperar a energia.
Só que o que era revolucionário em 1992 hoje é lugar-comum. Existem ports do Wolf3D para tudo, de Symbian S60 até iPhones (não procurei, mas alguém duvida?).
Também existem ports em javascript, e isso não é notícia. A menos que seja algo como fez Jacob Seidelin, que adaptou o engine do Wolfenstein 3D, adicionou chamadas à API do Flickr e criou o... WolfenFlickr3D
A idéia é fornecer a ID de um usuário do Flickr, ou uma tag, carregar as imagens e usá-las como parte do cenário em um mapa clássico do Wolf 3D.
O Jacob foi bem econômico, conseguiu resumir o programa a 1089 linhas de Javascript. Se você quiser dar uma olhada no código-fonte, é só seguir este link. Para "games.meiobit.com" class="" title="" rel="external">jogar", visite este link aqui e forneça os dados.
Nota: Na imagem acima sou eu e uma japinha, mas é a Katia Arima, jornalista da Info, minha amiga e do Fugita, então não conta.
Fonte: Kotaku
Gostaria de comunicar a todos aqueles que gostam de videogames que o Meio Bit Games fará uma cobertura ao vivo sobre a E3, uma das maiores feiras do mundo sobre o assunto e que começa hoje de tarde com a conferência da Microsoft.
Nossa cobertura irá iniciar as 14:15h de hoje e amanhã mostraremos também o que a Nintendo (13:30h) e a Sony (15:30h) estão guardando para os jogadores.

O ExtremeTech fez uma ótima comparação entre o Windows Vista SP1 e o Windows XP SP3. Afinal de contas, quem tem PC gosta de games.meiobit.com" class="" title="" rel="external">jogar de vez em quando e a performance do Vista em games logo após o lançamento era abominável. A culpa eram os drivers ainda em estágios de desenvolvimento, fornecidos pela nVidia e ATI.
O Vista SP1 chegou assim como o XP SP3 e o Windows Seven só deve dar as caras em 2010. Tecnicamente, o Vista é superior ao XP, mas isso não quer dizer nada para quem joga, se o Crysis tiver uma queda de 10% de performance por causa do sistema operacional, isso pode significar conseguir jogar ou não.
O resultado foi interessante. Passados quase 18 meses após o lançamento, a performance entre o XP e o Vista em games de última geração, com equipamento novo e drivers atualizados é nula. Ao contrário do artigo da ExtremeTech, que declarou enfaticamente que as diferenças zeraram, não é bem assim. Há um leque enorme de jogos no mercado que podem não estar devidamente otimizados para rodar no Vista como os mais antigos, pré-DirectX 9.
Para o consumidor com equipamento novo, que vai rodar Crysis, Call of Duty 4, Bioshock, Mass Effect, as vantagens de performance do Windows XP foram de fato anuladas por atualizações, melhorias e correções. Isso é simplesmente fato. O problema maior é o de imagem. A Microsoft perdeu esse bonde por pura pressa. Mesmo com a decepção de um atraso, seria melhor ter aguardado mais alguns meses e lançado o SO com drivers mais maduros.
De qualquer forma, quem temia o upgrade por causa de performance em jogos modernos (DirectX 9 em diante) pode começar a considerar a mudança sem medo.
Fonte: ExtremeTech
A escolha de meninas Joshi Gakuen em Tóquio lançou um projeto-piloto onde nas aulas de inglês são utilizados Nintendos DS, o poderoso -mas nem longe tão lindo quanto o Sony PSP- console portátil.
Usado para ensinar caligrafia, pronúncia e gramática, os consoles seguem uma regra estrita: Nada de jogos, e são recolhidos após as aulas. Outras escolas usam o DS para aulas de matemática e japonês. O potencial educacional do bichinho não é novo, existem mais de 200 títulos educacionais licenciados para o Nintendo DS, mas a adoção ainda está sendo muito lenta. Embora os alunos adorem, o empecilho maior continua sendo: Os professores.
Usar o DS na sala de aula é novidade, e eles não gostam de novidades. Assumem que é um game, e por isso é "ruim". Nem todos, claro. Os mais novos não praticam esse tipo de preconceito.
Cá pra nós é assustador ver um país com uma imagem de tão avançado como o Japão ter esse tipo de atitude. Pelo que me dizem Mechas andam pelas ruas, robôs passeiam por entre os carros voadores e tentáculos claro. Professores com mentes tão conservadoras e tradicionalistas como as que vemos em escolas brasileiras? Isso não é bom.
Fonte: Reuters