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R$278,49 é quanto custa para baixar um megabyte do telescópio Hubble, na pior das hipóteses.
Acha muito caro? Um cientista da Universidade de Leicester, Dr. Nigel Bannister, descobriu que enviar mensagens de texto é quatro vezes mais caro... "O tamanho máximo de uma mensagem é de 160 caracteres, que ocupam apenas 140 bytes porque cada caractere ocupa apenas 7 bits no sistema de mensagens de texto, e nós assumimos que o custo médio de um SMS é de 5 centavos. Há 1,048,576 bytes em um megabyte, então 1 milhão de bytes dividido por 140 bytes dão 7490 mensagens para transimitir 1MB. A 5 centavos cada, são £374.49 (R$1.226,99) por megabyte - ou 4,4 vezes mais caro que a pior das estimativas para o custo de transmissão de dados do telescópio Hubble".
Esses são os custos na Inglaterra. Aqui no Brasil as coisas são ainda piores.
Cada SMS custa em média 35 centavos*, então cada megabyte custaria R$1676,50 - 6 vezes mais caro que um megabyte do Hubble.
Aliás, mesmo comparando com os planos de dados, os SMSs são absurdamente caros.
Um megabyte no pré-pago da TIM (o mais caro) custa R$15,73 - depois de ver o preço do SMS parece até barato...
*R$0,30 na Claro, R$0,35 na Vivo e R$0,39 na TIM.
[Via Slashdot]
Por incrível que pareça unicórnios não descem de arco-íris trazendo frutas, peixes, pães e dinheiro do IPTU para programadores. Esses profissionais precisam arcar com suas despesas, e quando deixam de viver de mesada sua escolha de ambiente de desenvolvimento recairá muito mais no que o Mercado precisa do que em suas opções pessoais e ideológicas.
Não basta ter belos olhos, é preciso que seu ambiente seja economicamente viável. Para isso as empresas investem muito, vide a Microsoft, com seus eventos, treinamentos e consultorias.
(pausa para os freetards acusarem a Microsoft de subornar programadores, de comprar a mão-de-obra, forçar o mercado, bla bla bla bla e bla)
OK, prosseguindo. Criar um meio-ambiente onde exista massa crítica suficiente para que seu produto ande com as próprias pernas é essencial, mas a concorrência foi além da Microsoft e seu foco nos desenvolvedores. Estão focando direto nas empresas.
O Google quer que todo mundo use o Android (eu usaria, se fosse a #6 - AVISO: Não procure por "cylon #6" no Google Images, NSFW, irá ofender sua moral e bons costumes). Mas não é bobo, por isso ofereceu US$10 milhões em prêmios para aplicações desenvolvidas para a plataforma.
Já a Apple quer tanto que os desenvolvedores criem aplicações para o iPhone que separou US$100 milhões para investir em empresas que criem programas para a plataforma.
A RIM e seu Crackberry não ficou atrás. Investindo US$150 milhões em empresas de software para o Blackberry, teve uma atitude pra lá de inteligente, pois sabe que mais dia menos dia o iPhone vem aí . Embora tenha vendido 2.54 Blackberries para cada iPhone vendido em 2008, não vão deitar sobre os louros, como a Palm fez.
O investimento é mais poderoso ainda, pois há uma indústria saudável de desenvolvimento para o Blackberry, enquanto o iPhone oficialmente não tem nenhuma fora a Apple (o SDK não saiu do beta), e o Android ainda é um lindo vapor e um conceito, que não disse a que veio.
Investir em algo que já existe significa que as empresas não precisam aprender a desenvolver para o Blackberry, mas que elas precisarão apenas sonhar mais alto, planejar a ampliação de seus quadros e investir em aplicações mais ousadas.
Ampliar a base de desenvolvedores quando você já é líder de mercado chama-se planejamento estratégico de longo prazo. Para os próprios desenvolvedores isso é reconfortante, pois sabem que não teremos repetição da Palm e sua política arrogante de mandar todo mundo se ralar, pois ela era a dona do pedaço. Deu no que deu.
O Blackberry no Brasil não é o fenômeno que se tornou nos EUA, mas se fosse montar uma empresa de nicho hoje, eu investiria na plataforma, principalmente em localização de aplicações de 3os, adaptando-as para o mercado nacional.
Lembrem-se, até o Leo, que é AppleManíaco não trocou seu Crackberry por um iPhone.
Fonte: Silicon Alley Insider
O vermelho já foi utilizado para designar governos de esquerda, mas no mapa abaixo as regiões em vermelho indicam a disponibilidade (até o final do ano) de iPhones.
Nunca pensei que diria isso, mas... "ainda bem que o Brasil é vermelho!"

Este mapa não consta nos diabólicos Planos de Dominação Mundial da Apple, mas é bem confiável pois foi feito pela Fortune com base nos contratos recentes da Apple.
O pessoal do AppleInsider tem o hábito de ficar de olho nas vagas de emprego da Apple, para ver se conseguem alguma dica dos rumos da empresa.
Procurando por vagas disponíveis no Brasil, descobriram que existem 3 delas relacionadas ao iPhone. A novidade é que na descrição dos cargos, as três exigem experiência no relacionamento com várias operadores de celular. Se a empresa fosse lançá-lo apenas com a America Movil, também conhecida como Claro, não seria necessária essa experiência, certo?.
As vagas abertas são as seguintes: iPhone Lead Carrier Certification Engineer, iPhone Carrier Certification Engineer, e iPhone Field Test Engineer. Todas elas são para São Paulo e se você se encaixa no perfil, boa sorte!
Fonte: AppleInsider
Não, não é mais um telefone touchscreen.
Esse é um telefone conceito da Nokia, feito para priorizar as pessoas - o que eles chamam de People First.
O aparelho tem um visor híbrido, que funciona tanto em modo monocromático como em modo colorido, mas o mais interessante é a interface. Em vez de usar conceitos complexos como aplicativos e pastas, o Homegrown tem apenas uma lista, organizada pelo tempo. O conteúdo mais novo é colocado no topo. Apenas o item selecionado aparece colorido, o que ajuda a economizar bateria além de concentrar o foco do usuário.
Por padrão, o Homegrown faz apenas o que a Nokia considera o essencial: chamadas, enviar SMS e E-mail, tirar fotos, marcar compromissos no calendário e gerenciar suas finanças com a calculadora.
O que importa não são as funções, mas a facilidade de uso - qualquer semelhança com o iPhone (ao menos nessa área) não é mera coincidência.
Caso você queira mais funções, a Nokia dará suporte a widgets, aplicações nativas e especificações tanto do software como do hardware.
Pena que ele provavelmente nunca chegará às lojas....
Enquanto 3G ainda engatinha no Brasil (convenhamos a velocidade marketeada é uma, a real é beeeem diferente) e nos EUA, a Suécia sai na frente. Como quem não quer nada, abririam concorrência para o mercado de telefonia celular de Quarta Geração.
Cinco empresas conseguiram as licenças, em um leilão que rendeu 226 milhões de Euros para os cofres do país.
A idéia é criar toda uma infraestrutura de altíssima velocidade (nem dá mais para chamar de telefonia) com acesso wireless acima de 100MBits/s. A especificação preliminar do 4G fala de velocidades até 1GBit/s.
Ao contrário das redes antigas, a comunicação 4G será toda baseada em IP, ou seja, pacotes de dados. Não mais no velho conceito de circuitos físicos (mesmo que emulados). Mais flexibilidade, uso racional dos recursos do sistema.
O Japão pelo visto quer acessar hentai de tentáculos com bastante velocidade, testes preliminares da DoCoMo conseguira m uma velocidade de 5GBits/s em movimento, embora seus planos sejam oferecer até 2010 100MBits/s em movimento e 1GBit/s parado.
Lembrando que a 100MBits/s você copia um DVD em 5 minutos, e essa é a velocidade MÍNIMA do protocolo, imagino que tenhamos que roubar um banco para bancar o sistema. Aliás, dois. Um para pagar o plano de dados, outro para pagar os HDs que precisaremos para guardar todos os, digamos, materiais educacionais baixados.
O principal problema do 4G (e também do 3G, na verdade do 2,5G) é a falta de uma aplicação matadora. Algo que faça você comprar o serviço. Da mesma forma que o Halo no XBox, o Force Unleashed no Wii ou o Photoshop nos primeiros Macs. Enquanto o acesso for mais caro que o serviço oferecido por operadoras de cabo e telefonia fixa, ninguém irá se animar. Não preciso de 100MBits para acessar meus emails.
INVERSÃO NEGROPONTE
Isso mesmo. Antes de ser mordido por um Stallman radioativo e perder a sanidade, Nicholas Negroponte era um excelente visionário, preveu previu que no futuro (mais ou menos por agora) ocorreria uma grande inversão: O que recebíamos por cabo passaria a vir por rádio, e o que vinha por rádio passaria a vir por meios físicos.
Realmente. Hoje temos podcasts, streaming e "rádios online", já a Internet e telefonia está se tornando cada vez mais sem-fio.Nessa ele acertou. Só falta os custos baixarem de vez, e aí bye-bye Velox, Speedy, BRTurbo, etc.
Fonte: The Local
A Mexicana America Movil, empresa mexicana do homem mais rico do mundo, Carlos Slim anunciou hoje que venderá iPhones em suas subsidiárias por toda a América Latina. São 143 milhões de assinantes, 15 países, e no meio deles, representado pela Claro, o Brasil.
A empresa informa que o iPhone chegará nas lojas até o final do ano.
Acho difícil o Brasil ficar fora dessa.
Ah, one more thing... iPhone no Brasil significa iTunes Store no Brasil também! Finalmente!
Fontes: Reuters e Itautrade, via falecido PG Muller
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