Newsletter

Mantenha-se informado sobre as nossas novidades com nosso newsletter semanal, todas as segundas-feiras

4

Não é novidade uma gigante da informática flertar com montadoras de automóveis. A Microsoft, por exemplo, mantém parcerias com a Fiat e Ford e os sistemas Blue&Me e Ford Sync, respectivamente, em alguns modelos das montadoras italiana e americana.

Na China, o primeiro carro que trará o Android, sistema operacional móvel da Open Handset Alliance, entrou em produção, e estará disponível para compra a partir do dia 23 de abril.

Chamado de Roewe 350, o modelo é da montadora SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation), e usa tecnologia da companhia inglesa MG Rover, que já passou pelas mãos da BMW e Ford no passado.

O Android, versão 2.1, será instalado no módulo GPS do automóvel, e além de navegação ponto a ponto e relatórios de tráfego em tempo real, permitirá navegação na Internet e até mesmo bate-papo (esperamos que somente enquanto o carro estiver parado :-P ). Não está claro qual tipo de conexão o Roewe 350 utilizará, nem quais protocolos de bate-papo serão suportados, bem como se será possível instalar apps da Android Market. Meros detalhes, de qualquer maneira.


5

Dia desses, apenas a título de curiosidade, pesquisei sobre como está a questão do download legalizado de músicas no Brasil. Peguei dois CDs para comparar: Minutes to Midnight, da banda Linkin Park, e Konk, da banda The Kooks, e passei por duas lojas que vem CDs (mídias físicas), e duas que os disponibilizam via download. Veja a tabelinha comparativa:

tabela-cds-20100319

Vemos que há um certo equilíbrio no primeiro CD, mas no segundo, por mais incrível que possa parecer, o download é mais caro que a mídia física. Para piorar, ambos os títulos analisados, na modalidade de venda via download, são comercializados no padrão *.wma, o que se traduz, nesse caso, como conteúdo protegido por DRM.

A indústria fonográfica reclama da pirataria, mas parece não fazer muito para mudar esse quadro. Uma música distribuída via download, pela Internet, dispensa uma série de despesas, como custo de produção, estocagem, logística, dentre outros. E… DRM!? Sério mesmo que eu compro a música e preciso ficar atento a quantos computadores podem executá-la, quantas vezes posso gravá-la, e por aí vai?


5

Ainda estamos engatinhando quando o assunto é realidade aumentada, mas vários exemplos, de apps de smartphones até sistemas mais complexos, como esse da GM, mostram que o futuro está próximo, muito próximo.

Fruto de um trabalho conjunto da montadora com universidades americanas, esse projeto, ainda sem nome, transforma o parabrisa do carro numa HUD que ajuda efetivamente o motorista a guiar o veículo. Munida de sensores dos mais variados tipos e câmeras, além de outras câmeras internas que acompanham os olhos do condutor, o sistema é capaz de fornecer/destacar informações tais quais placas de sinalização, contorno da estrada, animais na beira da pista, e até o destino, quando atrelado a um GPS.

Confiram um vídeo:

A GM informa que esse sistema deverá ser incorporado à linha de produção num “futuro próximo”. Isso, claro, nos EUA. Talvez no Vectra brasileiro geração 36 tenhamos algo parecido – mas só na versão GTXYW, contemplando a metade do motorista do parabrisa, e por aí vai...

Fonte: Mashable.


3

Os ataques do tipo phishing mais comuns no Twitter são realizados através do envio de links via direct message (DM) e notificações por e-mail de novas DM. Mascarados pela trivial URL encurtada, que embora sirva para economizar espaço, oculta do usuário o destino daquele link, vez ou outra o alarme soa no serviço de microblog, avisando sobre novas tentativas de capturar senhas e outras “coisas ruins” derivadas delas.

O time de segurança e confiabilidade do Twitter, nesses casos, tem apenas poder reparador, ou seja, consegue detectar esses ataques só depois que eles começam. Mas isso está prestes a mudar…

068e46bd0ed25c831425cba17dbac924No blog oficial do Twitter, @delbius, diretor do time de segurança do serviço, anunciou um novo encurtador de URLs. A princípio restrito a DMs e e-mails de notificação, esse novo serviço, que utiliza a URL twt.tl, torna possível ao Twitter prevenir ataques que utilizam URLs mascaradas para se propagarem.

Embora ainda restrito a áreas específicas do serviço, fica no ar a dúvida se, futuramente, o bit.ly será substituído como encurtador “oficial” do Twitter. Antes dele, o TinyURL era o principal, e foi apenas após a mudança que o bit.ly, graças ao uso maciço derivado do microblog, ganhou fama e popularidade.


5

O posterous continua crescendo, trazendo novos recursos, melhorando sua plataforma, e tudo isso sem perder a esperteza misturada com facilidade que tanto o caracteriza. É, de longe, a plataforma de blogs mais simples do mercado, e ao mesmo tempo, uma das mais poderosas.

Apesar de todo esse avanço, a ferramenta ainda carece de alguns recursos básicos. A julgar pelos últimos dias, parece que o time de desenvolvimento passou a reservar algumas horas do dia para correr atrás desse tipo de prejuízo. Liberaram não uma, mas duas novidades que, a bem da verdade, não são exatamente “novidades”; a concorrência já tem esses recursos faz tempo, mas de qualquer maneira, são muito bem-vindos.

O primeiro deles é a quebra de post, comum em blogs com posts muito grandes, como o Meio Bit, por exemplo. Através do botão correspondente no editor in-browser, ou utilizando o comando #more quando o texto é enviado por e-mail, é possível “quebrar” o post em duas partes, acrescentando, na página inicial do blog, o famoso “leia mais”, no caso, “leia o resto desse post” (em inglês).


4

Um estudo realizado pela startup holandesa WatchMouse revelou que, de modo geral, os famosos encurtadores de URLs, onipresentes e imprescindíveis atualmente, apesar de todos os benefícios que trazem, deixam a Web mais lenta.

A obtenção dos dados foi feita da seguinte maneira: cada um dos 14 encurtadores de URLs analisados foi verificado de cinco em cinco minutos, a partir de diversas estações da startup ao redor do mundo, considerando apenas o tempo de redirecionamento, ou seja, o tempo de carregamento da página não entrou no cálculo.

De modo geral, os encurtadores aumentam o tempo de carregamento de uma página em pouco menos de um segundo. Pode parecer pouco, mas com conexões cada vez mais rápidas, o tempo de acesso tende a ficar mais lento que o de carregamento em si, e esses valores antes imperceptíveis, passam a fazer a diferença.

shortURL_performance2

De todos, dois “grandes” destacam-se, para o bem e para o mal. Os encurtadores do Google, goo.gl e youtu.be, foram os mais rápidos, demorando menos de 1/3 de segundo para levar o usuário ao destino desejado. Na outra ponta, está o fb.me, do Facebook, que demora impressionantes 2 segundos para fazer o mesmo trabalho.


4

Durante a SXSW, Evan Williams, co-fundador do Twitter, anunciou uma nova plataforma, chamada @anywhere. A entrevista não foi das mais amigáveis, mas independente disso, a novidade promete tornar o Twitter ainda mais onipresente, não como um site (Twitter.com), mas como uma… plataforma.

Composta por grandes nomes da Web num primeiro momento, como Digg, YouTube, Yahoo!, The New York Times, eBay, etc., a @anywhere é, na realidade, um novo conjunto de frameworks que facilita a integração do serviço de microblogs em sites externos.

logoatanywahre




Design Wenetus