Google Voice para BlackBerry e Android
O Google Voice é um serviço que promete unificar todos os seus números telefônicos em um só. Quando você recebe uma ligação através do seu número Google, todos os telefones cadastrados tocam, seja no trabalho, em casa ou no celular.
É possível encaminhar chamadas apenas para números específicos, definindo regras nos seus contatos. Desta forma, quando alguém da sua família ligar, você deixa programado para atender em todos os números, por exemplo. Ou se um amigo ligar, você pode programar para receber a chamada em casa e no celular. Ou quem sabe se a Megan Fox te ligar, aí você pode… acordar.

As possibilidades são muitas e as funcionalidades desse cliente também, e já foram descritas aqui em outro artigo (vale a pena conferir). A novidade é que o serviço chegou agora ao mundo mobile, mas precisamente aos BlackBerrys e celulares que utilizam o sistema operacional Android. No aplicativo desenvolvido para dispositivos móveis, quando você faz uma ligação, o remetente visualiza o seu Google Voice number, assim como quando você envia uma mensagem de texto.
Dessa forma, o Google Voice pode se mostrar um forte rival para o Skype, tanto porque oferece ferramentas diferenciadas que nem o serviço de VoIP mais famoso do mundo possui. O aplicativo é gratuito, e está disponível no site m.google.com/voice, além do Android Market.
Uma versão para o iPhone já está sendo desenvolvida, mas resta saber se será aprovada pela Apple App Store.
Fonte: Gigaom
Vale do Telureto de Bismuto
Se hoje “Vale do Silício”, quem sabe amanhã “Vale do Telureto de Bismuto”. Esse material de nome estranho pode ser a chave para um grande passo futuro onde será possível criar processadores muito mais eficientes do que tudo o que já se viu feito com o tradicional silício.
As propriedades do Telureto de Bismuto fazem dele o material-base para um tipo de computação totalmente novo, chamado spintrônica, que se espera ser o próximo salto evolutivo da informática.
Os físicos Yulin Chen e Zhi-Xun Shen e outros pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, usaram uma fonte síncrotron de raios X para determinar experimentalmente que o telureto de bismuto é um "isolante topológico" a temperatura ambiente. Em outras palavras, ele permite o fluxo livre de elétrons na sua superfície, sem perda de energia e com um aquecimento muito menor.
A mágica é possível graças a um fenômeno denominado efeito spin Hall quântico. Sabe quando aquele seu professor de física do colegial te passou uma fórmula gigante e disse “não tente entender, apenas siga a fórmula” e você ficou nervoso com isso? Pois é, se você quiser entender o efeito spin Hall quântico, pode até começar por aqui. Senão, saiba apenas que ele é primordial na criação de dispositivos spintrônicos, superiores aos atuais dispositivos eletrônicos.
A boa notícia é que o Telureto de Bismuto não é um material raro nem impossível de ser produzido. De fato, ele é um material simples de ser criado e manipulado com a tecnologia atual. É esperar para ver.
Fonte: Science Daily
Youtube dá adeus ao IE6
Não adianta chorar, espernear e fazer biquinho e colocar o IE8 no Windows Update, MUITA gente ainda usa o Internet Explorer 6 como principal navegador, para desespero de qualquer desenvolvedor web.
E enquanto o famigerado navegador continuar acessando o Orkut e no Youtube, não há santo que resolva o problema. Mas se o santo não resolve, talvez Darwin o faça: o Youtube está exibindo um aviso para os usuários do IE6, alertando que o browser não mais suportará o site e sugerindo o upgrade para o Google Chrome, Internet Explorer 8 ou Firefox 3.5 (cadê o Opera?).

O portal de vídeos segue os passos do Digg, que recentemente também anunciou que não pretende alocar mais tempo de seus programadores corrigindo bugs do IE6 (rest in peace).
Para não haver guerra de browsers nos comentários, não vou nem mesmo recomendar o Firefox 3.5 (download aqui).
Fonte: TechCrunch
Porque a Nokia se dá bem no Brasil e não nos EUA
Olá pessoal, meu nome é Gabriel Tonobohn, sou editor do portal www.tudocelular.com e estréio hoje também no MeioBit.
A Nokia é hoje líder mundial em venda de celulares com cerca de 40% do market share, contudo, nos Estados Unidos, a marca parece não se dar assim tão bem. Inspirado em um artigo do site Wired, que cita 7 razões para a Nokia não ser amada pelos americanos, decidi mostrar o que há de diferente no mercado dos EUA em relação ao nosso humilde mercado consumidor de Nokia 1100.
Tecnologia CDMA
Um dos maiores motivos do pouco sucesso entre os norte-americanos é que a Nokia produz poucos aparelhos com tecnologia CDMA, dando um maior foco no GSM. Por si só isso já é um baita problema, já que a Verizon e a Sprint utilizam o CDMA como padrão. Já no Brasil, apenas a Vivo utiliza essa tecnologia.
Pouca publicidade
Segundo o artigo da Wired, a Nokia investe muito pouco em publicidade por lá, talvez por saber que o retorno é baixo. Esse talvez seja mais um sintoma do que o motivo das baixas vendas. Um cenário totalmente diferente do Indiano, Europeu e até mesmo brasileiro, onde a gigante finlandesa investe pesado na divulgação de sua marca.
Preços
Os americanos estão acostumados a comprar celulares com preço baixo, assinando contratos de fidelidade de 2 anos ou mais com as operadoras. Por algum motivo, ou simplesmente por não conseguir fechar um bom acordo com T-Mobile e AT&T, a Nokia decidiu vender seus aparelhos desbloqueados, com preço sem subsídios, o que elevou o valor final consideravelmente. É por isso que enquanto um iPhone é encontrado por $99,00, o Nokia N97 chega a valer $700,00. Enquanto isso, no mercado tupiniquim a história já é diferente e os preços da fabricante são competitivos.
Uma App Store com poucos aplicativos
Nos EUA, os usuários estão acostumados a baixar aplicativos aos montes. Não que a Ovi Store seja “insignificante", pois 20.000 aplicativos chega a ser um número considerável, mas pequeno quando comparado à loja virtual da Apple, com mais de 65.000 títulos disponíveis. Como no Brasil a venda de smartphones é menor do que a venda de aparelhos low-end, esse problema não interfere tanto.

Os outros tópicos valem também para o mercado brasileiro e referem-se ao sistema operacional Symbian, dito fraco e pouco flexível (interessante, já que a Sony Ericsson e Samsung também utilizam o Symbian em alguns aparelhos), um design que não atende ao gosto do público, que prefere celulares anoréxicos e bem finos, e relatos de problemas encontrados nos celulares.
O fato é que a Nokia ainda tenta se encontrar no mercado de smartphones, hoje dominado pela Apple e BlackBerry, mesmo com o lançamento do Nokia 5800 XM e o Nokia N97.

