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Cientistas norte-americanos criam um robô capaz de caminhar e correr como humanos

Por: em 19/08/11 na(s) categoria(s): Ciência, Meio Bit


O laboratório da Universidade de Michigan tem um hóspede incrível: MABEL.

Mabel é um robô ‘bípede’ sem cabeça e que, por ora, ainda precisa de uma barra direcional para controlar seus exercícios diários de caminhada.

Ele começou a ser construído em 2008, em colaboração com Jonathan Hurst quando ele ainda era um doutorando na no Instituto de Robótica da Carnegie Mellon University, junto de mais dois outros alunos do mesmo PhD, Koushil Sreenath e Hae-Won Park.

Muito poucos robôs tem a capacidade de correr, embora MABEL ainda pareça estar fazendo uma dança da chuva ou algo assim. O que achei bem joinha é que, se não entendi a imagem de maneira equivocada, ele está… de tênis?

A semelhança com movimentos humanos começa a surpreender, à medida que os cientistas descobrem como melhorar ainda mais seus movimentos.

O ‘dorso’ do MABEL, que controla esses movimentos, ainda é bem pesado. Tivesse ele um corpo, nesse momento, seria provavelmente impossível alcançar a velocidade e a dinâmica humanóide de seus movimentos, mostrados no vídeo abaixo:

[Via PopSci]

Pode comemorar: Hoje e sempre, Ela merece.


De acordo com o Sistema Internacional de Unidades, o tempo é das sete medidas fundamentais e apesar de passar rápido demais, felizmente, deixa as suas marcas.

A exemplo de uma outra manhã de 1839, também 19 de agosto, que mudaria totalmente a maneira com a qual o homem registraria o tempo no futuro.

Milhares de dispositivos tem sido criados para capturar e contar o tempo, embora nenhum deles tenha sido tão amplamente eficiente em ir além de, senão apenas, aprisionar de maneira temporária a sua medição quanto a fotografia.

François Arago, físico, astrônomo e político Francês, foi seu primeiro padrinho e fez o anúncio oficial na Academia de Ciências e Artes de Paris, onde ninguém imaginaria o quão odiosa e resistente poderia ser a repercussão pública diante de uma idéia capaz de mudar o mundo.

O físico Louis Jacques Daguerre havia desenvolvido um processo capaz de transportar a luz do mundo ‘real’ para dentro de algo que seria chamado depois de grafia visual; ou simplesmente a fotografia que conhecemos hoje.

Daguerreotipo

"O Daguerreotipo"

A audiência da Academia ouvia em silêncio os pormenores de apresentação da notável descoberta, tanto espantada quanto crescentemente reativa. Nascia o Daguerreótipo e a relação do homem com o tempo não seria mais a mesma.

Afinal de contas, como poderia uma pequena caixa de madeira cheia de traquitanas reproduzir a realidade melhor do que os proeminentes artistas da época? Não poderia ser, mas era.

Com o advento de novas técnicas de pintura durante o nascimento do Impressionismo, e cujo foco era exatamente o uso e a transposição da luz, a fotografia não teria uma tarefa fácil em ser aceita. Acredite, após passado o espanto, a idéia era bem mais do que um absurdo. Era uma blasfêmia.

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iTableous: o maior gadget do mundo?

Por: em 19/08/11 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Internet, Meio Bit


Itableous 1

Da próxima vez que a sua esposa disser que você não tem o menor tino para decoração de interiores e que você não pode ajudar na melhoria do ambiente familiar, diga para ela que você tem uma carta na manga.

Apesar de não ser um simples eletrodoméstico e não custar a mesma coisa que uma lâmpada de lava ou um entortador de bananas, assim que estiver disponível no mercado, o iTableous (saco, mais um “Ai”) pode trazer a família de volta à mesa de jantar.

O nome do seu criador é Benjamin Bachmeier (website) e o über-gadget roda tanto o Windows 7 quanto OS X, podendo ser inclusive controlado por iPhones.

De quebra, depois de jantar em cima dele, todo mundo pode se acomodar no sofá e jogar games, assistir filmes, acessar a internet, você é que decide.

Itableous 2

Infelizmente, talvez por conta do tamanho, o iTableous ainda não dá suporte a multi-touch e é controlado por teclados sem fio, iphones, etc.

Dentro do monstro, nada extavagante: um processador de 2Ghz, 4GB de memória ram e um HD de 500GB, portas de HDMI, USB 2.0 e um conector parecido com o do iPhone.

O design poderia ter fugido um pouco de centralizar seu visual no iPhone 4. Ou seja, não recomendado para quem não quer ser amaldiçoado com a letra escarlate de fanboy doente pelas visitas de final de semana.

E para não esquercer de mencionar, o iTableous é um PS3 também.

A realidade é que o Mobile não é o que se imagina… O SMS ainda é o velho Mobile.

Por: em 19/08/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Mobile


Angry Birds Costume 4 500x343

Minha visão e opiniões podem estar terrivelmente enganadas, mas mesmo que excetuemos a atual iPadificação dos formatos disponíveis de comunicação, ainda não temos a oferta de serviços que fazem realmente sentido, que sejam congruentes, eficientes e honestos.

É o que tem para hoje, sabemos. Entretanto, há muito o que criar e se conquistar e fico o tempo todo com a impressão de que, por conta desse imenso mar de possibilidades, alguma startup milionária vai pipocar atrás dos meus olhos. Não seria ótimo?

O facto é que quanto mais eu vejo, mais eu percebo que o SMS deve (ou tem que) desaparecer. Aliás, já não iria sem tempo, embora ainda esteja muito presente.

O mesmo vale para o formato atual de telefonia celular, que para o bem maior de todos (e um pouco menos para o bolso das operadoras), tem que evoluir e realmente se fundir à internet.

Um estudo recente conduzido pela Pew Internet & American Life Project mostrou que 92% dos usuários utilizam criteriosamente seus smartphones para enviar mensagens curtas de SMS, tornando-o no aplicativo mais utilizado em todo o mercado mobile. (Angry Birds que nada…)

Em outras instâncias, a outros aplicativos são atribuídas tarefas como acesso à Internet (84%), envio de fotos e vídeos (80%) e a leitura de e-mail (76%).

O estudo também mostrou que a maioria dos usuários de smartphones utiliza uma ampla variedade de aplicativos, sendo que 64% deles relataram utiliza-los para gaming, 59% para acessarem redes sociais e 54% para assistirem à vídeos.

Um número curioso foram os apenas 15% da amostra que utilizam seus smartphones para acessar o Twitter, uma das redes sociais mais populares na internet.

Apenas uma restrita minoria utiliza dumbphones para acessar a internet (15%), enviar ou receber e-mails (10%) e jogos (14%), enquanto que um pouco mais de um terço de toda a mostra de usuários destes aparelhos tradicionais (36%) os usam para tirar fotografias, não necessariamente compartilhando-as na rede.

Embora os smartphones ofereçam uma ampla variedade de aplicativos em relação aos seus primos mais humirdes (dumbphones), eles ainda são disparados uma imensa minoria. A Pew mostra através dos números que apenas pouco mais de 1/3 dos adultos norte-Americanos (35%) possui um smartphone.

Isso deve valer, possivelmente, o mesmo para o Brasil e outros países também. A razão de smartphones contra dumbphones no mundo ainda é muito pequena. Ta aí a Nokia que não me deixa mentir…

Esse estudo se alinha perfeitamente a uma outra pesquisa feita pela Nielsen sobre Gaming que mostrou que 64% dos usuários jogaram algum jogo no último mês em seus aparelhos no período avaliado.

Ainda nesse espectro (Games) e considerando plataformas, iOS, Android e WP7 – nessa ordem – lideram indubitavelmente o mercado mobile de jogos, onde mais de 2/3 dos usuários de cada base jogou algum jogo no último mês avaliado.

Blackberries, como era de se esperar, não são tão divertidos assim e apenas 24% de toda a sua brutamontesca base usou o aparelho para jogar alguma coisinha. Outras aplicações populares incluem aplicativos meteorológicos (60%), redes sociais (56%) e mapas online/gps (44%) de acordo com a mostra da Nielsen.

Ou seja, assim que aplicativos de mensagens curtas gratuitos e realmente seguros como o BBM (Blackberry Messenger) e outros de VoIP como o Skype realmente pegarem – mas, pegarem mesmo – a viabilidade do SMS tende a sumir. Isso só deve acontecer quando tivermos um 10G ou 15G de velocidade com preço mais acessível que o GPRS/EDGE. Ou seja, vai buscar um café que o forno ainda tá frio…

Pessoalmente, acho o SMS um roubo à mão armada em troca de um serviço porco e sem sentido mas que, curiosamente, ainda reina. O que é necessário para mudar isso já agora? Paradoxalmente, menos dumbphones e mais smartphones. Muitos mais. Mas bota muitos mais nisso.

O mesmo vale para as operadoras de telefonia celular, que serão mesmo forçadas à evoluir e trabalhar direito, incluindo sua infra-estrutura de uma vez por todas à internet e sem marmotagens de segurança e analytics, comprometendo totalmente a segurança de dados do usuário.

É uma pena que não existam estudos que revelem quais são os mesmos números no Brasil, o que obriga-nos a compreender cenários tão díspares seguindo sempre a mesma base: a da Gringa.

estudo da Pew.

Mix de TV com Internet: Quem poderia imaginar de onde viria o dinheiro…

Por: em 19/08/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit


Situation

Da série “Como diria Zagallo: É estranho. É estranho” essa história é também uma dica é para aspirantes a fazendeiros, brothers e outros candidatos à participação em reality shows.

Ainda bem que não passa muito por aqui, mas o Jersey Shore da MTV (um embaraço para qualquer descendente de Italianos) é um típico exemplo de o quão miserável pode ser o nível de conteúdo oferecido na televisão aberta (e na internet também).

Um dos ‘personagens’ principais do grupo de participantes fixos, um tipo reality-novela ainda não suficientemente tosco o bastante (ou ainda não descoberto) para terras canarinhas, se chama Michael Sorrentino e é mais conhecido “The Situation”.

O tal Situação é conhecido por andar por aí mostrando o abdômen bronzeado à spray, soltando pérolas filosóficas no ouvido de qualquer coisa que faça xixi sentado e exibindo o elástico da cueca com a logomarca da Abercrombie & Fitch.

O reality é basicamente o registro editado de um bando de prayboys de Nova Jersey (EUA) que não fazem nada além de ir na lavanderia, brigar e se embriagar em butecos e falar bobagem.

O mais incrivel, páginas e mais páginas, links, vídeos e tweets explodem na rede a cada baboseira feita por alguém da casa; um fenômeno difícil de se compreender.

Cargas que a própria Abercrombie & Fitch, uma marca tradicionalmente abastadinha e popular entre quem não conta mais dinheiro com a mão, se manifestou publicamente de um jeito bastante interessante.

A A&F se ofereceu para pagar uma quantia substancial ‘em dinheiro’ para The Situation não usar mais nenhuma peça de roupa levando o seu nome. Isso mesmo. E não apenas para ele, mas também para qualquer outro integrante do programa.

Segundo a empresa, a última coisa que eles querem é continuar associados – mesmo que indiretamente – ao brother (ou WeTF seja o termo), trazendo à tona uma profunda preocupação com o reflexo negativo que isso tem trazido para a sua operação e acionistas.

O anúncio acabou pegando todo mundo de calças curtas e quebra nitidamente a máxima que diz que até mesmo publicidade negativa é bom para os negócios. Na última noite, o episódio exibido teve uma audiência na televisão norte-americana de 7.2 milhões de telespectadores, tornando-se o programa com maior audiência em todo o país naquele horário.

Um mês atrás, o ‘show’ (filmado em Florença/Itália) atingiu 8.8 milhões de pessoas, batendo os recordes da emissora e sentando servidores internet afora. Isso, sem contar o frufrufru nas redes sociais.

Uma porta-voz da empresa disse:

“Nós estamos profundamente preocupados que a associação do Sr. Sorrentino com a nossa marca possa provocar danos significativos à nossa imagem. Por esta razão oferecemos uma quantia substancial como pagamento à Michael ‘The Situation’ Sorrentino e aos produtores do programa Jersey Shore da MTV, afim de que o personagem use uma outra marca de roupas. Nós também estendemos essa mesma oferta a qualquer um dos outros integrantes do casting e aguardamos urgentemente uma resposta” — A&F, via uma publicação na seção de Relações com Investidores em seu website.

Algumas ondas de manifestação a favor e contra começaram a pipocar aqui e ali nos EUA, para que logo uma grande maioria se formasse ao redor de uma grande divisão: pode um imbecil aceitar ou ignorar tal oferta de uma marca famosa preocupada com sua reputação?

The Situation, que já colocou até DVD de ginástica (The Situation Workout) para vender na rede e também escreveu um livro contando como ‘pegar’ mulheres de baixo Q.I., não confirmou se pára de usar a marca e aceita a grana ou não. Mas está aceitando sugestões pela rede.

Fica a dica para os aspirantes. Você não precisa se matar em provas absurdas para levantar um cascalhinho e ser um imbecil cinco estrelas apenas dentro da ‘casa’. Dá para fazer uma boa massa fora dela também.

Situation fazendo história…

[cardoso] publicar uma foto do Situation. O MeioBit nunca desceu tão baixo.. Que Odin tenha piedade de nós.

Internet Explorer 9 chuta o traseiro da concorrência e começa a recuperar o respeito quanto à segurança

Por: em 19/08/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit


Taí uma coisa que eu não achava que relataria tão cedo: o IE9 levou a melhor (disparado) sobre todos os outros navegadores. Aonde? Acredite, em segurança.

Por anos a Microsoft tem levado na lorpa quando o assunto é a sua postura diante de questões como polimentos, a necessidade de updates e patches quase infinitos que costuram e remendam seus próprios sistemas (dando uma impressão de que nunca estão, de fato, prontos) e principalmente em segurança de dados.

A passos lentos, mas felizmente na direção correta, a Microsoft começa a se emendar e passou a virar o jogo no que diz respeito à sua reputação nessa e também outras questões.

Até a Kaspersky passou uma manteiga quente no pão da empresa e apontou um número significativo de novas funções no Windows 7 que melhoraram muito a segurança dos usuários de Windows OS. Isso ajuda a pavimentar uma estrada com cada vez menos buracos para a vinda ainda bem discutida e questionada do Win8.

Mas isso nem se compara a um novo report da NSS Labs que recentemente colocou todos os browsers mais populares da rede na berlinda – Safari, Firefox, Chrome, Opera e o próprio IE – através de um teste conhecido como Socially Engineered Malware Test (SEM). E olha só meu velho, se você é usuário desleixado de Opera e Safari, olho nisso…

Os SEM são os tipos mais comuns de malwares atualmente. Se você ainda não foi infectado por um, certamente conhece alguém que foi. Eu não fui, o Lombardi também não foi, mas me disseram que mmmmnão é muito bom.

A peste se espalha através de links inadvertidamente clicados pelo usuário através do Facebook, Twitter, e-mail ou qualquer outro programa nativo predominantemente para Windows e, em alguns casos, outros OSs também.

Clicar nesses demonhos faz com que o malware seja baixado e instalado na máquina do usuário, frequentemente mascarando-se como alguma coisa útil ou necessária para o sistema. Muitas vezes também como anti-virus, anti-trojan, anti-qualquercoisa…

2011 Q3 global browser results

Mas, também para a minha surpresa, o gráfico acima mostrar um típico ‘chocolate’ que o IE deu em todos os seus concorrentes mais diretos, escupinchando com sucesso códigos maliciosos e bloqueado links contendo estes malwares em 99% do tempo. #uia!

A segunda melhor performance, lá bem longe, foi a do Google Chrome (13%).

É óbvio que o SEM não é o único malware circulando por aí e existem abismos de distância entre segurança lógica e a moleira do usuário.

Entretanto, mesmo sempre tendo razões de sobra para criticar o Internet Explorer e a Microsoft em relação a estes sérios problemas, nada mais justo que dar um joinha cinco estrelas para o empreendimento de esforços consistentes da empresa para sair daquele lodo. Boa!

E, nesse caso, deixando a competição para trás, de lavada mesmo…