Você está lendo os artigos de Rodrigo Ghedin

Olha só, temos novidades no Meio Bit!

Por: em 23/07/11 na(s) categoria(s): Blog, Meio Bit


Migração de servidor tem seus percalços, é complicada, consome tempo e fios de cabelo. Por outro lado, é uma renovação no gás que mantém os colaboradores do site ativos.

Depois de virmos para a Porto Fácil, pedi carta branca ao chefe para corrigir o que estava ruim/quebrado/feio no Meio Bit. Carta branca dada, foi hora de planejar e botar a mão na massa!

Após quase quatro horas (!) de trabalho, eis o “quase novo” Meio Bit. Baseado no feedback colhido pelo Google+ e conversas com alguns leitores, foram realizadas as seguintes mudanças:

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Na briga pelos ebooks de Harry Potter, Amazon e Google empatam


Logo da Pottermore.

Pottermore: único local a vender ebooks de Harry Potter.

Agora que Harry Potter acabou também nos cinemas, J. K. Rowling tem que buscar formas alternativas para continuar lucrando com a galinha dos ovos de ouro que criou.

A próxima parada da franquia atende pelo nome de Pottermore. Trata-se de um portal online que, além de recontar a história de Harry, Hogwarts e Vold… digo, Você-Sabe-Quem, venderá com exclusividade os ebooks da série.

Livros de Harry Potter vendem como água, o que atiçou o interesse de grandes publicadores de ebooks. A Google saiu na frente, anunciando uma parceria com a escritora britânica para distribuir, nos EUA, os sete títulos via sua loja online, a Google eBookstore.

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Alguém faça o favor de avisar a Capcom que não estamos mais em 1991…


Arte com personagens de Street Fighter.

Plantel de Super Street Fighter II Turbo.

No começo da década de 1990, a Capcom era “a” desenvolvedora de games. Seu Street Fighter II lotava casas de jogos e, quando foi lançado para Super Nintendo, fez muita, mas muita gente mesmo comprar o console só para ter o jogo em casa.

Naquela época não existiam muitas das facilidades de hoje, mas uma coisa já era presente: a pirataria. Não demorou muito e começaram a surgir variações não autorizadas de Street Fighter II, os famosos “Street Fighter de rodoviária”, com poderes absurdos, como magias durante os saltos, mais velocidade e roupas diferentes.

Não que tenha sido apenas esse o motivo, mas também colaborou para as incontáveis variações oficiais de Street Fighter II. Do original World Warrios à celebração HD Remix, foram sete versões, cada uma delas tratada com pompa de lançamento AAA.

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Linus anuncia versão estável do Linux 3.0

Por: em 22/07/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


Para celebrar os 20 anos do Linux, no final de maio Linus Torvalds, o pai da criança, anunciou que a próxima versão do kernel seria a 3.0. Motivo? Só a celebração mesmo já que, de features novas que a “versão arredondada” poderia dar a entender que traria, não há muita coisa.

Na ocasião, escreveu ele numa lista de discussão do sistema:

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Os sistemas operacionais estão “emburrecendo”?

Por: em 22/07/11 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Artigo, Meio Bit


MacBook Air rodando Lion.

Launchpad, no Lion: recurso importado do iOS.

Chegou o Lion, novo felino da família OS X. A última versão do sistema operacional para computadores Apple traz diversas características do irmão menor para telas sensíveis, o iOS, e divide opiniões.

A Apple diz que o Lion aproxima as duas experiências, o que, de fato, se confirma com a inclusão de alguns recursos tais como rolagem “natural” (invertida), Launchpad e outros detalhes que remetem imediatamente ao iPhone/iPad. Se é um ponto positivo ou negativo? Difícil dizer, mas acredito que é um passo adiante em vez de retrocesso.

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[Hands-on] Spotify, o paraíso da música na nuvem


Tudo na nuvem é a palavra de ordem na indústria. O mesmo vale para música e, nessa, são os players mais novinhos, nascidos com essa mentalidade, que roubam a cena.

Ícone do SpotifyO Spotify estreou nos Estados Unidos semana passada com estardalhaço. Antes disponível apenas em alguns países europeus, o serviço é provavelmente o ápice da integração entre música e nuvem no estado atual. É bonito, tem um acervo monstruoso (15 milhões de faixas!), multiplataforma e opção gratuita — com severas limitações, é verdade.

Como usar o Spotify no Brasil?

Você notou, no parágrafo anterior, que há restrições geográficas para a sua utilização e, para variar, o Brasil não está no seleto grupo de países suportados. Por outro lado, o Spotify só faz valer a localização do seu IP na hora do cadastro, de modo que, como ensina o Gizmodo, basta usar um proxy qualquer, como o Hide My Ass, para criar sua conta. Depois, baixe o aplicativo e seja feliz — sem gambiarras, sem transtornos.

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