RIM anuncia MyBlackberry, rede social para donos de Blackberries
A RIM, fabricante do adorado Blackberry, lançou mais uma novidade: a MyBlackberry, rede social destinada a proprietários de seus smartphones.
Lançada hoje, a nova rede social promete ser o ponto de encontro dos donos de Blackberries, centralizando num único local recursos e recomendações relativas ao produto. O foco da rede, pelo que se sabe até o momento, são fóruns de discussões. Existem três “salas”, por assim dizer: apps (aplicativos), Blackberry tips and tricks (dicas e soluções) e Accessories (acessórios em geral). A ideia é permitir e estimular que os próprios usuários ajudem-se mutuamente. Além da redução de custos com suporte, essa jogada visa fortalecer a comunidade.
A experiência do usuário é personalizada, baseada no modelo que ele possui. Em outras palavras, se você tem um Blackberry Storm, não verá acessórios do Bold enquanto navega pela rede social. O visual da rede é bem minimalista e, aparentemente, funcional. Do ponto de vista técnico, tudo está muito bom, muito bonito. Só resta saber se os donos de Blackberries, em sua maioria executivos atarefados e quase sem tempo para outra coisa que não o trabalho, terão a boa vontade de se cadastrar e frequentar a MyBlackberry…
Fonte: Mashable.
Google adiciona autenticador de e-mails do PayPal e eBay ao Gmail
Se aqui no Brasil os phishing scams que fazem sucesso são os de Viagra e instituições bancárias, lá fora a coisa é feia para o lado do PayPal e eBay. O primeiro, (talvez) o maior e (certamente o) melhor sistema de transações eletrônicas; o segundo, o maior site de leilões do mundo. O índice de phishing scams explorando ambos os sites deve ser grande. Só isso explica o fato da Google estrear mais um recurso do Gmail Labs focado nos dois.
O novo add-on, batizado de Ícone autenticador para remetentes verificados (tradução livre de “Authentication icon for verified senders”), mostra uma chave ao lado do nome do remetente quando for ele de fato. Assim, o usuário tem a certeza de que não está caindo num golpe, e de quebra ainda evita a perda de tempo que a verificação da autenticidade de um e-mail do tipo leva – alguns são muito bem feitos. O funcionamento do sistema baseia-se no DKIM, ou DomainKeys Identified Mail para os não íntimos. Há mais informações sobre a tecnologia no site oficial.
A estreia se dá com os dois sites citados acima, mas nada impede que, futuramente, outros sejam adicionados ao rol. Dá para imaginar as já citadas instituições bancárias lançando mão da mesma técnica, ou mesmo redes sociais, outro alvo frequente de crackers. As possibilidades são gigantescas, e prometem trazer mais segurança no uso do e-mail.
Para ativar no seu Gmail, entre no Labs (basta clicar no ícone do balão de Enlenmeyer verde, no topo), e marque a caixa Enable, relativa ao Authentication icon for verified senders.
Jovens NÃO usam o Twitter
[Olá pessoal, essa é minha estréia no Meio Bit. Alguns talvez me conheçam do WinAjuda e/ou do Campo Minado, onde continuo a escrever. Aqui no Meio Bit, meus posts serão, basicamente, sobre web. Então, chega de enrolação, e vamos ao primeiro!]
Um relatório do banco de investimentos Morgan Stanley, na realidade um relato de Matthew Robson, adolescente de 15 anos e 7 meses que faz estágio na instituição, analisa como os jovens consomem mídia atualmente. Há muita coisa interessante, como a informação de que eles não ouvem rádio, ou a de que eles não compram música, ou ainda a de que eles freqüentam o cinema. Mas talvez a que mais chame a atenção é a de que eles, os jovens, não usam o Twitter , febre do momento e uma das manias mais avassaladoras dos últimos anos na internet.
A conclusão do relatório (leia-o na íntegra no final do post, em inglês) no que se refere ao Twitter bate com dados da comScore. Durante o mês de junho, só 11,3% dos visitantes do microblog nos Estados Unidos tinha entre 12 e 17 anos. No mundo, o número de usuários com menos de 18 anos é ainda menor: apenas 4,4% (em maio).
Mas afinal, qual a justificativa para essa aversão à febre do momento? O próprio Robson explica. Ele diz que, ao contrário de Facebook e MySpace, o Twitter é mais “frio”, já que eles (os jovens) têm a sensação de que ninguém lê o que escrevem. Além disso, é preciso gastar dinheiro para atualizar o Twitter via SMS, e nesses casos, a maioria prefere enviar mensagens para amigos do que para o serviço de microblog. Por outro lado, sites como o Facebook, que segundo Robson, é extremamente popular entre os da sua idade, são melhores por permitem acompanhar os amigos de várias formas, além de possuir um feedback mais tangível.
Nos comentários de um post no TechCrunch, fonte desta nota, comentaristas alegam que o real motivo dessa aversão ao Twitter é o desinteresse dos adolescentes por notícias e informações e contatos profissionais. Pode ser que sim. Mas a verdade é que, mesmo com o “boom” do Twitter e matéria no Fantástico, aparentemente ele ainda permanece, junto ao grande público, como algo mainstream.

