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Segredos do Windows Live Writer & WordPress – Config via XML e SEO

Por: em 08/04/10 na(s) categoria(s): Dicas, Internet, Software, Tutorial


Essa é a continuação do post anterior. Só que agora, vamos de uma forma mais elegante. Via XML, dentro do WordPress, é possível configurar o Live Writer com várias opções de edição, controle e publicação. Se você possui vários colaboradores, pedir para todo mundo editar chaves de registro não é a melhor solução.

Na pasta de instalação do WordPress, procure na pasta wp-includes o arquivo wlwmanifest.xml. Se ele não existir, é possível criar um para configurar automaticamente as permissões.

O arquivo permite que você configure várias opções usando a ferramenta automática do aplicativo, sem edição de chave de registro.

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Nesse caso, não será permitido envio de posts com título vazio e a configuração para evitar a conversão para HTML também está lá. Existem muitas outras opções e recomendo a leitura da documentação para saber quais outras opções existem.

SEO Plug-In

Uma outra dica para quem se preocupa com otimizaçào para ferramentas de busca (Search Engine Optimization – SEO) é instalar e usar o Imtech SEO Slugs Live Writer Plugin.

“Otimização de SEO – Uma Nova Abordagem” torna-se “otimização-de-seo-uma-nova-abordagem” com 1 clique.

Segredos do Windows Live Writer & WordPress – Títulos Sem HTML

Por: em 08/04/10 na(s) categoria(s): Blog, Dicas, Internet, Software, Tutorial


Um aplicativo que roda direto de um pen drive tem tudo que precisa dentro de uma pasta: executável, configurações e bibliotecas (dlls, plug-ins, etc). Já outros como o Windows Live Writer se espalha pelo Windows por tantos lugares que foi preciso investigar o que raios o programa estava fazendo, ler documentação do MSDN e consultar fóruns de desenvolvimento para responder a dúvida:

“Como não deixar o Windows Live Writer converter caracteres especiais do título de um post para HTML ao publicar no WordPress”?

Os caracteres especiais como o á e ç são convertidos para á e ç e isso é ruim porque o WordPress usa justamente o título para criar URIs (Uniform Resource Identifier) otimizadas para SEO (Search Engine Optimization) e filtra o html. O título: Ações de Empresas de Açúcar Sobem vira no momento de enviar o rascunho aes-de-empresas-de-acar-sobem.

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Soluções

1. Editar manualmente cada nome antes de publicar o post.
2. Preencher o campo slug do Live Writer como na imagem abaixo.

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3. Editar o Registro.

Precisamos fazer com que o Live Writer seja forçado a mudar o parâmetro abaixo:

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08-04-2010 07-27-28 Aviso: Alterar o Registro do Windows pode danificar a execução de programas e o sistema operacional. Faça Backup!

  1. Saia do Live Writer.
  2. Inicie o Regedit, o editor de registro do Windows.
  3. Procure pela chave HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows Live\Writer\Weblogs
  4. Dentro dela, devem existir números grandes, como 84a0af78-0efb-4ef3-bacb-47441200a6fe. É o identificador de uma conta de blog. Clique nele.
  5. Encontre a chave Manifest Options. Abra ela.
  6. Clique com o botão direito e adicione um novo String Value (Valor da cadeia de caracteres, se o Windows estiver em português) e chame-o de requiresHtmlTitles. 08-04-2010 07-22-28
  7. Edite o valor dele para No. Clique Ok e saia do Registro.
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Se tudo deu certo, quando você procurar em Editar configurações do blog > Conta > Exibir Recursos ou Edit blog settings > Account > View capabilities, o editor deve mostrar o valor correto.

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Se por algum motivo você usar a ferramenta de configuração automática, esse parâmetro vai ser sobrescrito. Mas pode-se automatizar o processo por completo usando um manifesto em xml, assunto de outro post.

Update: link para segundo post.

Meio Bit 2010: Roupa Nova e Movido a WordPress

Por: em 05/04/10 na(s) categoria(s): Artigo, Destaque, Meio Bit


O Meio Bit mudou. :-)

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E precisamos da ajuda de vocês para reportar os bugs nesse post ou via twitter.

Mudanças visuais foram necessárias para agrupar e organizar melhor o site. A migração de quase 14 mil posts e mais de 248 mil comentários não é tarefa fácil. E o cavaleiro Jedi responsável é o Manoel Netto do Tecnocracia e nosso colega de Meio Bit.

Ainda há muito o que fazer é claro. Estabilizar o site o máximo possível com o mínimo de hacks do WordPress para facilitar upgrades.

Cadê o Fórum?

Queríamos lançar o blog o quanto antes porque verdade seja dita, o Zé Gotinha (aka Drupal) estava nos deixando de cabelo em pé. Com isso, resolvemos cortar o escopo para não caírmos naquele velho erro de colocar dezenas de recursos e atrasar o lançamento.

O novo fórum será o BBPress, feito pela equipe do WordPress e com integração ao sistema atual. É leve no consumo de recursos e simples. Metodologia KISS (Keep It Simple Stupid) para o nosso propósito de elegância e performance.

Meus TIBS! Onde estão meus tibs?!

Guardados na base de dados frankendrupal. Como dissemos, cortamos tudo o que não era essencial para a nossa principal função: fornecer bom conteúdo, com opinião.

Insígnias?

Pensamos em trazer as insígnias. Mas ainda está em fase de decisão interna. Eu mesmo pesquisei e fiz quase todas elas. É uma forma de diferenciar e personalizar cada perfil, mas existem algumas condicionais como um plug-in maduro e performático.

Qual o motivo da mudança?

Site mais elegante, na plataforma padrão de mercado e capaz de se integrar com inúmeras outras ferramentas e aplicativos. Nossos autores tinham problemas de publicação com a ferramenta favorita, o Windows Live Writer.

O Drupal 6 também apresentou uma instabilidade inaceitável e viramos um blog vaga-lume: liga e desliga. Plataforma tecnológica não deveria ser o nosso foco, mas foi o que aconteceu nos últimos meses.

E agora?

Vamos continuar a adicionar mais funcionalidade ao Meio Bit nos próximos dias. Mas o núcleo está pronto.

Windows Phone Marketplace: O Brasil na linha de frente


No último dia da Mix 2010 em Las Vegas, foi anunciado que o Brasil faria parte dos 30 primeiros países do Windows Phone Marketplace. Em outras palavras, um aplicativo desenvolvido no Brasil poderá ser vendido na Europa e receber o dinheiro em depósito em conta.

Segundo algumas pessoas com quem conversei, foi uma luta para incluir o país, já que não temos as leis tributárias mais simples do mundo. Mas talvez tenha pesado o fato de termos um excelente mercado consumidor na área de dispositivos móveis. Adicione também o fato do país ter um talento para desenvolver software de qualidade e mais barato que Europa, EUA e Japão.

Para se ter uma ideia, de toda a América Latina, apenas o Brasil participa. Argentina e México ficam de fora, pelo menos, no lançamento do serviço.

Mas de que adianta ter um ótimo produto, se você não consegue vendê-lo? Entra em cena o Windows Phone Marketplace. Se você prefere a notícia direto da fonte, assista o vídeo da Mix. Para o resumo, continue lendo.


Get Microsoft Silverlight



Developers, Developers, Developers!
Criar software para o Windows Phone é mais simples do que se possa imaginar. Se você conhece C# e .Net, já andou mais da metade do caminho. Games, use XNA, o mesmo para XBox. Para aplicativos, Silverlight, o mesmo para Web e Desktop. E o custo total do software: R$ 0,00 (zero).

Está esperando o quê? Faça o download do kit de desenvolvimento para Windows Phone 7.

Mas as notícias boas não param por aí. O Miguel de Icaza anunciou alguns de seus projetos e o resultado é que o mesmo código usado para Windows Phone 7 irá rodar em Android, iPhone, Wii e PS3. Para provar isso, já existem na Apple Store mais de 600 jogos sendo vendidos, feitos em C# e .Net. Mas isso é assunto para outro post.

Para enviar o aplicativo ou jogo para avaliação é feito direto do Visual Studio, que gera um arquivo XAP que nada mais é que um zip renomeado com tudo o que é preciso para o programa rodar no Windows Phone.

Guidelines – Boas Práticas

Numa das palestras, foi pedido para os desenvolvedores considerarem duas coisas:
- Aplicar melhores práticas ao empacotar o software.
- Usar licenças trial para efetivar as vendas, ou seja, implementar a API IsTrial().
Obviamente o Windows Phone não será terra de ninguém desktop. A mensagem foi clara: é um telefone. E por causa disso, é proibido alterar ou interferir com a funcionalidade de telefonia. Faça isso e seu aplicativo será reprovado nos testes.
Os aplicativos devem ser bem comportados. Isso significa:
- Validação técnica: consumo de energia, crashes, software malicioso (spywares, etc), interferência com o telefone.
- Validação de regras: padrões altos de bons aplicativos. (esse foi o mais subjetivo, mas talvez eles não queiram tantos aplicativos de pum como no iPhone)
- Validação de mercado: se for localizado na Alemanha, os termos de uso, manual, menus devem estar localizados. As leis locais também. Por exemplo, seu game Pracinhas Inglórios não poderá usar a suástica se for vendido na Alemanha.

Para saber mais, visite o site oficial para desenvolvedores.

Por dentro do Windows Azure 101: Software + Serviços (SaaS) – Parte 1

Por: em 22/12/09 na(s) categoria(s): Artigo, Destaque, Entrevista, Internet, Software


O Windows Azure ainda causa muita dúvida para quem não tem acompanhado de perto o desenvolvimento. Não é um Windows que se compra, faz-se download ou é pirateável via torrent ou no fornecedor “alternativo” predileto.

Em poucas palavras é um serviço de hospedagem remota de aplicativos em datacenters da própria Microsoft espalhados pelo mundo. A proposta para a computação na nuvem é um híbrido entre software local e software hospedado.

É importante lembrar que software não é apenas o que você interage. Muito do que acontece dentro de um computador, a maior parte, diga-se, é interação entre processos ou serviços. Por exemplo, digamos que existam 3 serviços que comunicam-se entre si para obter um resultado qualquer. Esse resultado é consultado por uma aplicação web que converte tudo em um documento pdf. O usuário final só vai enxergar mesmo o link para o arquivo atualizado.

Trabalho com aplicações e ainda tinha muitas dúvidas sobre como isso tudo funciona e foi quando o Otávio Pecego, gerente do grupo de arquitetos da Microsoft Brasil, resolveu explicar os passos para se criar um serviço na nuvem com o Windows Azure. Foi uma conversa de duas horas, então, o artigo será publicado em partes. A primeira, uma série de vídeos que ensina em poucos minutos como construir aplicações na nuvem. E depois, mais detalhes sobre o que foi apresentado na PDC 2009.

Demonstração Usando SQL Azure  Parte 1
Demonstração Usando SQL Azure  Parte 2
Demonstração de Criação de Aplicativo Azure Parte 1

As partes 2 e 3 podem ser vistas depois do break.



<br/><a href="http://video.msn.com/video.aspx?mkt=pt-BR&#038;vid=58d2c3ec-3a4a-4de3-bad0-0731fd64dfeb" target="_new" title="Demonstração de Criação de Aplicativo Azure - Parte 2">Video: Demonstração de Criação de Aplicativo Azure &#8211; Parte 2</a>



<br/><a href="http://video.msn.com/video.aspx?mkt=pt-BR&#038;vid=208e9a74-90e1-48c4-9ba8-ee0f67c09bee" target="_new" title="Demonstração de Criação de Aplicativo Azure - Parte 3">Video: Demonstração de Criação de Aplicativo Azure &#8211; Parte 3</a>


* Otavio Pecego é Engenheiro Eletricista e PHD e Mestre em Informática pela PUC-RJ.Com mais de 25 anos em informática atuando junto às maiores empresas do mercado brasileiro, o executivo trabalha hoje como gerente do grupo de arquitetos da Microsoft Brasil liderando localmente as iniciativas de Cloud Computing (leia-se Azure) e Software + Serviços

Epidemia Pornô

Por: em 24/11/09 na(s) categoria(s): Artigo, Indústria, Internet


11-24-2009 12-11-56 AM

Porndemic, nome original em inglês, de um documentário da CBC-TV canadense sobre a indústria pornô e como ela revolucionou e modificou a Internet. Desde as novas formas de monetizar a grande rede até difusão de tecnologias. E o Brasil está no meio em segundo lugar com as maiores produtoras do mundo.

Por exemplo, cobrar por exibições, clicks, streaming de vídeo, imagens de alta resolução, transações com cartão de crédito online, assinatura de serviços, criptografia e várias outras tecnologias foram popularizadas por causa da indústria pornográfica.

toptenreviews-worldporngrap E se você acha que estamos falando de uma indústria de gueto, mude seus conceitos. Com dados de 2007, apenas no EUA, foram movimentados 13,33 bilhões de dólares. Mas os maiores mercados são asiáticos. Apenas em 2006, China, Coréia do Sul e Japão tiveram faturamento de 73,11 bilhões de dólares. A crise mundial alterou esses números para baixo, mas acredite, é uma das primeiras áreas econômicas a se recuperar.

Para se ter ideia do que esses números representam, é maior que todo o faturamento com esportes e música.

E as empresas de telecomunicações só tem o que agradecer. Segundo informações do documentário, 60% do tráfego de dados da AT&T está relacionado de alguma forma com a indústria pornográfica.

O documentário ainda mostra pessoas como Jason Tucker, um geek encarregado anos atrás com a tarefa de descobrir para seus clientes como o entretenimento para adultos, como chamam em inglês, ganhava tanto dinheiro. Ele descobriu e abriu seu próprio negócio, que vale hoje mais de 13 milhões de dólares. Ele fundou a Falcon Foto, um dos maiores catálogos do mundo de imagens pornográficas.

E acredite se quiser, pessoas como ele estão abrindo caminho nos meios legais de proteção de propriedade intelectual, já que o plágio e a pirataria correm soltos, mas não impunes, como um ganho de causa avaliado em 1,8 milhões de dólares.

Larry Flint é entrevistado e revela como a internet afetou seus negócios: ele vendia 3 milhões de revistas por mês e viu esse número cair para 500 mil. E provavelmente continuará a cair ao longo dos próximos anos. Também pudera, websites como o XPornTube oferecem muitas e muitas horas gratuitas de material adulto.

Vive-se atualmente a Era de Ouro da Indústria Pornográfica

Antigamente, os atores de Hollywood possuíam contratos exclusivos com os estúdios. Não recebiam como acontece hoje, por filme. Marcas e filmes eram associados e esse é o atual momento do conteúdo explícito.

Achei interessante também a diferença entre Europa e EUA quanto ao Mobile Adult Industry. Com um controle mais rigoroso, o faturamento anual nos EUA é de apenas 26 milhões de dólares por ano. Já os Europeus estão mais liberais com seus telefones celulares e consomem 540 milhões de dólares.

Com a massificação, surgem os problemas. A idade média com que crianças são expostas caiu para 10 anos. Os relacionamentos, também tem sofrido, já que as meninas, ainda no início da sua experiência sexual são pressionadas a fazer sexo como atrizes pornô.

E o que assusta políticos, autoridades e é celebrado pelos envolvidos? É que a web não atingiu todo o seu potencial e há espaço para crescimento e formas de monetizar que ainda nem foram inventados ou ainda estão nos primeiros passos.

O documentário está disponível no Google Vídeo com download em mp4 para assistir offline. O documentário também passou recentemente no canal GNT.

Fontes: EconomyWatch, Internet Pornography Statistics, Porndemic Official Website