Digital Drops Blog de Brinquedo

Microsoft finalmente anuncia o novo Flight Simulator

Por em 5 de janeiro de 2006

A Microsoft finalmente anunciou a nova versão do Flight Simulator, aquele jogo que muitos amam e outros odeiam, por ele ser um simulador sério e não conter coisas como batalhas aéreas. Desde que a Microsoft tomou conta da produção do software, que no início dos anos 80 era da desenvolvedora SubLogic, novas versões do simulador de vôo são lançadas a cada dois anos. O Flight Simulator X (dez) demorou um pouco mais que o habitual e será lançado só no fim de 2006 e tirará proveito dos novos recursos gráficos do Windows Vista, embora vá rodar em versões anteriores do sistema operacional segundo a Microsoft. Os detalhes dos cenários parecem ser realmente incríveis, com direito as pássaros voando no céu, reflexos da água da chuva no chão e árvores que vão bem além de dois bitmaps bidimencionais em cruz, como eram em outras versões. Pelo menos é o que se pode pressupor pelas screenshots que podem ser vistas aqui. Haja máquina heim!

emGames

Natal com iPod Nano

Por em 27 de dezembro de 2005

Neste Natal eu “inicializei” o iPod Nano que a minha sobrinha ganhou. Veio com alguma carga na bateria, o que permitiu ver sua telinha funcionando imediatamente. Mas além do menu ser um tanto complexo (muita coisa desnecessária), demorei para descobrir que não vinha nenhuma música no aparelho, pois a tela apenas fica vazia, não aparecendo nenhuma indicação de que não há músicas. Eu, acostumado com o meu player de MP3/pendrive “xing-ling”, conectei imediatamente o cabo USB no computador, que reconheceu o player como um drive externo, mas a transferência de arquivos foi lentíssima. Talvez seja culpa da configuração do computador, não sei, mas aparentemente não estava usando USB 2.0. De qualquer forma a transferência no xing-ling é bem mais rápida do que a que eu obtive no iPod. Mas enfim, transferi um monte de MP3 pra ele copiando e arrastando para o player pelo Windows Explorer, lógicamente a maneira mais fácil de se alimentar um player de MP3, a mesma usada no meu xing-ling. Qual não foi a minha surpresa quando fui tentar tocar as músicas. A lista continuava vazia! Aí descobri que esse player, de uma empresa reconhecida por zelar pela facilidade de uso de seus produtos, só permite a transferência de músicas pelo software da Apple, o iTunes. E olha, essa é a parte pior. Como é enjoado esse software! Depois de dezenas de minutos não descobri como se seleciona as músicas e transfere só as selecionadas para o player. Tudo bem que mais algumas horas e provavelmente eu tiraria minha “carteira de motorista de iPod”, e talvez tenha algumas manhas pra conseguir utilizá-lo do jeito que eu acho que deveria ser, mas era de se esperar mais da produtora da interface gráfica mais amigável do mundo! E o meu xing-ling, que basta arrastar e soltar, e que eu mesmo testei por inteiro na frente do vendedor sem nunca tê-lo usado antes, ainda tem rádio FM e gravador de voz, coisas que o dolorido para o bolso iPod Nano não tem.

emÁudio Vídeo Fotografia

Portal AJAX Google também tem gadgets do usuário

Por em 15 de dezembro de 2005

Nessa nova corrida do ouro, mais e mais “Web desktops” são lançados e a Google, não querendo ficar para trás, está finalmente possibilitanto aos usuários do seu Google Homepage criar suas próprias “gadgets” através de uma API lançada pela empresa. Exemplos de gadgets adicionais podem ser vistos aqui.

emInternet

Mais um Web Desktop

Por em 13 de dezembro de 2005

Parece que tá virando onda. Este é cheio de gadgets, mas achei muito lento. De qualquer forma esses sites mostram que a tendência é mesmo tudo ir para dentro do browser. Em um comentário eu falei que isso é, de certa forma, uma volta de alguns dos conceitos da época do mainframe. Talvez seja uma opinião um pouco polêmica, mas meu raciocínio é o seguinte: Antes dos anos 80, quando a IBM era tida como “monopólio” igual é hoje a Microsoft, dominavam os grandes servidores, conhecidos como mainframes, e os micro-computadores clientes eram tidos mais como “terminais burros” que apenas acessavam o servidor, que por sua vez continha e era o provedor de todas as aplicações utilizadas. Não é a toa que a IBM entregou de mão beijada pra Microsoft o domínio do software para os micros, até então desacreditados. Depois, no fim dos anos 80 e durante os anos 90, vieram as redes locais e o próprio micro PC passou a ser o servidor, e os programas eram instalados diretamente nos clientes, que tinham uma maior independência. Com a vinda da Internet o uso do servidor como hospedeiro das aplicações começou a voltar. Aplicações em ASP e PHP foram os primeiros indícios disso, e agora o conceito começa a se consolidar com a vinda dos webservices, web applications, e, mais ainda, com os web desktops. Mais uma vez temos grandes servidores de um lado e clientes que não precisam fazer mais do que rodar um browser do outro. Hoje é fácil se contentar com um palmtop “magro” pois basta que ele acesse a Internet e rode um browser para se ter “tudo o que se precisa”. O browser sob certo ângulo pode ser visto como o novo “terminal”. Se isso é bom ou ruim é outro assunto. Acho que há vantagens e desvantagens em ambos os modelos, e é claro que com a Internet esse conceito ganha uma roupagem totalmente diferente da antiga.

Just my thoughts.

emInternet

Um desktop na Web

Por em 12 de dezembro de 2005

Na onda da Web 2.0, este protótipo tem a pretensão de virar um “sistema operacional” dentro da Web utilizando os conceitos de AJAX (e eu não duvido da possibilidade). Por enquanto só tem um “console”, que permite executar qualquer instrução JavaScript (que é de fato a base do AJAX) e um bate papo, mas é interessante como as janelas se movem e há também uma “barra de tarefas” aonde aparece cada janela aberta, e, assim como no Windows, clicando mais de uma vez é possível minimizá-las. Surpreendentemente o site só funciona com o browser FireFox.

emInternet

Autor de boato no Wikipedia confessa e pede desculpas

Por em 12 de dezembro de 2005

Segundo o Seattle Times, Brian Chase confessou ter colocado no Wikipedia a falsa informação de que o ex-editor de um jornal estaria envolvido no assassinato de John Kennedy.

O que eu percebo é que a enciclopédia online Wikipedia, que permite a qualquer visitante editar seus artigos, é cada vez mais “a fonte” de muitas informações, cada vez mais sites se referenciam a artigos dela, e isso se torna perigoso pois um artigo com informações falsas acaba se espalhando pela rede como se tivesse credibilidade, afinal “veio da Wikipedia”. Claro que o site tem suas vantagens e eu recomendo muito, afinal os artigos costumam ser bem mais detalhados, atualizados e numerosos que os de qualquer enciclopédia comum, mas as pessoas tem que estar cientes de que a credibilidade de algo tão aberto é limitada.

emInternet

Microsoft melhora seu serviço de mapas

Por em 9 de dezembro de 2005

A Microsoft resolve investir ainda mais contra o produto que, na minha opinião, é o segundo melhor produto da Google depois do search, o Google Maps (em combinação com o Google Earth). O Windows Live Local, novo serviço de mapas com fotos de satélite da Microsoft, agora disponibiliza também fotos em perspectiva isométrica, ou seja, 45 graus, o que possibilita ver bem mais que telhados e coberturas de casas e prédios. A emrpesa acredita que assim fica bem mais fácil encontrar os lugares já que você tem uma imagem do que irá ver quando chegar lá. Quando há imagens isométricas na região escolhida pelo usuário, a opção “bird’s eye” aparece ao lado de “road” e “aerial”. Eu testei a cidade de New York e realmente é bastante interessante.

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