Meio Bit agora suporta OpenID
A partir de hoje, qualquer usuário que tenha um OpenID terá acesso imediato como usuário do Meio Bit. O que é OpenID ? É um endereço que qualquer um pode ter, que pode ser usado para logar em outros sites que suportem o sistema.
Por exemplo, qualquer usuário que tenha uma conta no WordPress.com já tem um endereço OpenID: http://usuario.wordpress.com. O mesmo é válido para quem tem contas no AOL Instant Messenger (AIM), LiveJournal, AOL, Netscape, Technorati e muitos outros.
No momento, o login do Meio Bit não pode ser ainda usado como OpenID para logar em outros sites, mas isso virá no futuro com a próxima versão do Drupal (versão 6)
Para quem quer ter uma conta OpenID, você pode utilizar um dos sites mencionados acima, ou criar uma conta em um servidor como MyOpenID, gratuitamente. Para entrar no Meio Bit usando OpenID, basta colocar a OpenID no campo indicado.

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Satisfaction: conversando com empresas diretamente
Foi lançado o serviço Satisfaction, que pretende colocar em contato consumidores e quem desenvolve/fabrica produtos. Assim, há uma espécie de fórum de discussão aberto, onde todos podem participar. A idéia de abrir um canal aberto de conversação é ótima, e o sucesso somente vai depender da boa vontade das empresas participarem. Por enquanto, há 232 empresas participando, e já vi nomes interessantes como Apple, Target, Oracle, Facebook, AT&T, Adobe, Coca-Cola, entre outros.
Palm cancela o Foleo
Em mais um prego no caixão da Palm, a companhia anunciou em seu blog o cancelamento do Foleo, uma mistura de PDA-quase-notebook. Investiram milhões, e depois perceberam que o negócio não daria pé. A explicação: querem concentrar seus esforços em sua plataforma de próxima geração. Sei. Aquela que estão preparando há anos. Esperem sentados.
Comentamos anteriormente sobre o Foleo, e sobre seu adiamento. Realmente a decisão deve ter sido acertada. Um produto sem nicho de mercado não tem como decolar.
Apple iWork 08: o alvo é o consumidor geral
Walt Mossberg, o jornalista de tecnologia mais senior do Wall Street Journal, escreveu hoje uma coluna comparando o recém-lançado iWork 08, da Apple, com o Microsoft Office 2007. A conclusão dele é que o iWork ainda deixa muito a desejar para quem quer algo mais “business”.
Eu concordo com esta análise. Para quem quer escrever cartas, trabalhos de escola, etc, o iWork é mais do que suficiente, usando o aplicativo Pages. O mesmo vale para o aplicativo de planilhas Numbers. Ambos são orientados para consumidores gerais, que não precisam da sofisticação de um pacote mais complexo como o MS Office. O preço também mostra isso, custando US$79 contra mais de US$400 que um pacote Office custa nos EUA, portanto são produtos para mercados diferentes.
Na minha opinião, a estrela do iWork é o Keynote, que é capaz de gerar apresentações fantásticas, com efeitos agradáveis e muito mais avançados do que os disponíveis no Powerpoint. Mas ao experimentar o Keynote, caí no velho problema que muitos de nós enfrentamos: usar um aplicativo como o Keynote funciona bem quando somente eu vou usar os arquivos gerados, porém fica bem complicado compartilhar os arquivos, já que pouquissimas pessoas o usam. Cenário típico: eu faço minha apresentação, meu professor quer ver…. ele não vai conseguir abrir o arquivo, já que não usa o Keynote (e não faz idéia do que possa ser). É difícil competir com um “padrão” já estabelecido, como os formatos do MS Office.
Google Video pago é desativado
Em uma manobra um pouco surpreendente por parte do Google, eles resolveram desativar seu serviço pago de venda/aluguel de vídeos. Quem comprou vídeos pelo sistema, não vai poder mais assistí-los, entretanto estes usuários receberão crédito via Google Checkout.
Analisando um pouco mais os possíveis motivos pelo cancelamento do serviço (que nunca foi algo muito popular), pode-se imaginar esta mudança para que o foco passe a ser sobre o YouTube, que poderia sem dúvida passar a oferecer um serviço de vídeo sob demanda pago. Quem sabe ?
Twitter: inútil [atualizado]
Nestes dias recebi vários avisos do Twitter dizendo que tenho novos “seguidores”, gente que acompanha o que escrevo lá. Claro, eu não estava usando, e devido a toda esta atividade, resolvi voltar a usar para ver no que dá. Para quem não conhece, o Twitter é uma ferramenta na qual o usuário posta frases curtas, e todos que estão “assinados” recebem. A idéia parece interessante, mas na realidade adiciona pouco. Comecei a usar em março, e usei por poucos dias.
Os problemas:
- tem bastante gente falando com outras diretamente por ali, por exemplo dizendo “@fulano: que legal, tambem acho !”. Se eu nao estiver assinando o twitter do “fulano”, vou ficando por fora
- Para participar o usuário deve usar a web ou entao um cliente instalado (dos vários disponíveis)…mais um cliente para instalar.
- O pessoal teoricamente indicaria coisas interessantes ou algo assim, como um micro-blog. Mas já está rolando auto-promoção, claro. Muita gente postando seus próprios URLs….enfim, perde o sentido.
- Como o serviço está cada vez mais popular, ele não esta estável. Várias vezes o sistema cai.
Vou usar mais um tempo para ver se fica interessante. No momento não estou achando vantajoso, mas numa dessas se tiver mais gente e eu selecionar melhor quem estou “seguindo”, talvez fique mais interessante.
Atualização: mudei de idéia. resolvi sair de vez do Twitter, cometendo um twittercídio.

