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X-Men: Dias de um Futuro Esquecido — Edição Vampira vai ser lançado no Brasil

Por em 28 de maio de 2015

the rogue cut

A aventura do grupo mutante mais conhecido da Marvel os cinemas rendeu alguns ótimos frutos, e outros nem tão bons assim. Quem se lembra de X-Men 2 sabe como é viável as aventuras de Wolverine e companhia no cinema. Quem assistiu X-Men Origens: Wolverine sabe que a coisa também pode degringolar para o absurdo. Porém, colocando na balança, houveram mais acertos do que erros na franquia.

Um destaque gigantesco é o último filme, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, que trouxe a convergência entre a equipe tradicional e a equipe apresentada em Primeira Classe, além de reiniciar toda a saga cinematográfica.

O filme é baseado em uma das histórias em quadrinhos mais fantásticas da equipe e de autoria de Chris Claremont e John Byrne, que foi lançada em 1981. Uma curiosidade interessante é que a história também foi inspiração para James Cameron criar o seu Exterminador do Futuro.

dias de um futuro esquecido

Deixando de lado a história, a notícia é que a FOX vai lançar no Brasil a versão estendida do filme de Bryan Singer com o título de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido — Edição Vampira. O filme possui esse nome pois terá 20 minutos a mais do que a versão apresentada no cinema e mostrará uma subtrama que terá a Vampira como personagem central. Além dela, teremos mais cenas com Mística, Tempestade e Fera. O Blu-ray será lançado em versão dupla. Em um disco teremos o filme original lançado no cinema e no outro disco a versão estendida. Ambos os discos possuem áudio em inglês DTS-HD Master Audio 7.1, e português e espanhol em Dolby Digital 5.1. Esse disco é um bom indicador de que ainda vale a pena assistir filmes em áudio original. Sei que os dubladores brasileiros são muito bons, mas ainda hoje o áudio dublado possui qualidade inferior ao original.

Esse lançamento é a prova de que o mercado de colecionadores no Brasil começa a ser levado a sério. Infelizmente a Fox não confirmou se os extras dos discos serão os mesmos da edição americana, mas o fato de termos uma versão nacional já é interessante. O BD já está em pré-venda em algumas lojas on-line (lançamento oficial em 22 de julho) e o valor está em R$ 49,90. Acho um valor justo, já que a versão americana vai custar US$ 29,99.

Fonte: BJC.

emCinema Quadrinhos

Impressão fotográfica de screenshots de fotos do Facebook

Por em 26 de maio de 2015

Screenshots do facebook

Complementando o título deste texto: “ou como temos acesso a tecnologia e continuamos primitivos”. Sim, eu sei que estou sendo ranzinza, mas creio que essa é a prática idiota do dia que costumamos sempre zoar nas redes sociais. Quando ministro um curso de introdução à fotografia sempre começo com um pequeno resumo dizendo que nunca se fotografou tanto quanto agora, por conta do acesso a dispositivos que capturam imagens, porém, nunca se fotografou com tanta falta de conhecimento. Sei que não preciso ir muito longe para encontrar pessoas que não possuem conhecimento de tecnologia, mas as utilizam todos os dias, mas este caso se mostrou deliciosamente estranho.

Segundo o Petapixel, um usuário do Reddit postou um comentário observando que ao olhar algumas fotos impressas de sua tia, ele percebeu que várias delas eram screenshots da tela de seu smartphone mostrando fotos do aplicativo mobile do Facebook. Isso mesmo, a senhorinha sabe fazer um screenshot, mas não sabe salvar a foto do Facebook em seu telefone. O mais interessante são os vários comentários na publicação de pessoas que trabalham em máquinas de revelação automáticas (quiosques de revelação que se encontram nos grandes supermercados) afirmando que isso é uma prática muito comum entre a população que se utiliza destes serviços.

É notório que a fotografia em papel está voltando com força ao dia a dia das pessoas. Muitos descobrira que essa ainda é a melhor forma de guardar suas recordações de forma segura, mas fico imaginando os observadores destas imagens daqui 50 ou 60 anos e vendo os indicadores de bateria baixa ou os likes das fotos e se perguntando o que diabos é aquilo.

Porém, eu ainda tenho fé na humanidade.

emFotografia Notícias Web 2.0

Tales by Light — uma jornada pelo mundo da luz

Por em 25 de maio de 2015

tales_by_light

Muitos acabam se esquecendo, mas fotografia não é baseada em equipamentos, lentes, acessórios ou softwares de edição. Eles são ferramentas que podem transformar nossa atividade em algo mais confortável. Porém, na realidade, fotografia é luz, e capturar momentos e objetos que refletem a luz. Entender esse processo é o que transforma um simples fotógrafo em um mago das imagens. Podem me chamar de romântico, mas eu vejo uma grande mágica e emoção nesse momento. O apertar de um botão que captura sentimentos, movimentos, cores e sensações para toda a eternidade.

Carregados de um pouco deste sentimento, a Canon da Austrália e a National Geographic uniram forças para produzir o programa Tales by Light que começou a ser transmitido na Austrália na noite de ontem. A ideia é simples: durante seis episódios, o produtor Abraham Joffe, acompanhado apenas de um engenheiro de som e um operador de drone, seguiram 5 fotógrafos top de linha da Austrália em suas andanças pelo mundo durante um ano. Tais fotógrafos possuem, segundo o produtor, um desejo insaciável para capturar e compartilhar as maravilhas deste mundo com o resto de nós. Foram 6 continentes e 15 países com as mais diversas paisagens e culturas.

Os fotógrafos selecionados para essa aventura foram Art Wolfe, Darren Jew, Richard I’Anson, Peter Eastway, e Krystle Wright. Cada episódio é focado no trabalho de um deles e o objetivo é mostrar “uma visão rara em suas jornadas intermináveis ​​como contadores de histórias visuais. Seus desafios, motivações e momentos de alegria em capturar um momento indescritível pela luz”.

Vejam abaixo o trailer da produção e vamos torcer para que esse programa chegue em terras tupiniquins. Acho que todos, fotógrafos ou não, vão adorar dar uma olhada nesse material.
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emDestaques Fotografia Notícias Televisão

Flickr sendo racista em seu Auto-Tagging?

Por em 21 de maio de 2015

flickr_auto_tagging_racista

Eu sou um dos partidários que acham que o politicamente correto está passando dos limites e que as pessoas estão ficando ofendidas com qualquer coisa. Mas, admito que em alguns momentos a coisa realmente parte para lados estranhos. Quem está passando por uma saia justa e sendo acusado de ridículos é o pessoal do Flickr. Antes de falar do acontecido, cabe aqui um comentário. Muita gente fala mal do Flickr por conta de seus termos de uso. Mas, se for assim, Instagram e Facebook também deveriam ter uma grande fama negativa. Eu gosto do Flickr e, como já disse aqui, pode não ser o melhor site de publicação de fotos, mas é o único que tive paciência de manter. Estou lá desde 2005 e sigo muita gente bacana por lá que produz fotografia de alta qualidade.

Bem, voltando ao rolo, o que acontece é que o Flickr lançou no início do mês uma nova tecnologia de auto tagging para o serviço. A primeira impressão do serviço foi bacana, pois o próprio sistema tenta identificar sua foto e adicionar algumas tags populares. Isso iria economizar tempo para o fotógrafo que teria apenas que dar uma olhada no que foi marcado pelo sistema e aceitar ou não a classificação. Muito bem, sabemos que muitos acabam não olhando para o que o sistema marcou e a foto é publicada apenas com as sugestões do Flickr. Aconteceu que uma foto de um homem negro de autoria de Corey Deshon recebeu, além das tags criadas pelo fotógrafo, 4 novas tags automáticas do Flickr. Duas delas eram “Ape” e “Animal”. Bem, vocês já perceberam o rolo que deu.

Muitos caíram matando dizendo que a política de auto tagging do Flickr é uma vergonha e que ela deveria ser revista. Outro caso que trouxe embaraços foi a foto do campo de concentração que foi marcada como “Sport” e “jungle gym”. Um porta voz do Flickr declarou ao jornal The Guardian que eles estão orgulhosos da tecnologia de reconhecimento avançado de imagem, mas reconhecem que existem problemas e que eles estão trabalhando para corrigir tudo. Porém, ele avisa que os fotógrafos devem excluir as tags incorretas para que o sistema aprenda quando está errado.

Todo sistema de reconhecimento de imagem está sujeito a erros, ainda mais quando os humanos cobram destes sistemas valores morais que eles não são obrigados a ter. Erros vão acontecer, mas também cabe aos usuários (que teoricamente são os seres racionais) a identificarem esses erros. Ao meu ver, é muita tempestade para um copo de água muito pequeno. Porém, uma vítima já apareceu nessa história. A tag “Ape” desapareceu do sistema automático do Flickr. Uma forma de evitar a fadiga.

Fonte: Petapixel.

emDestaques Fotografia Notícias

Fuji e Panasonic lançam novos equipamentos

Por em 19 de maio de 2015

Semana de lançamentos e coisas interessantes no mundo da fotografia. Panasonic e Fuji colocaram novos modelos no mercado com configurações interessantes tanto para vídeo quanto para fotografia. Tudo bem que nos últimos tempos os lançamentos de câmeras fotográficas são tão emocionantes quanto ir ao dentista (falta de inovação?), mas creio que isso se deve a uma estagnação no desenvolvimento da tecnologia. Grandes passos foram dados e hoje quase todas as marcas estão no mesmo nível. As novas câmeras vão trazendo melhorias de sistemas que já existem, pequenas perfumarias, mas nada de fazer cair o queixo como no começo da Era digital da fotografia.

A Panasonic está mostrando ao público a sua G7, uma câmera construída no sistema micro-quatro-teços (fator de corte em 2x) e que promete ser a companheira ideal tanto para quem quer fazer fotografia quanto vídeos. Aliás, é no vídeo que realmente encontramos novidades nesta câmera. Equipada com um sensor de 16 megapixels de resolução máxima, a G7 pode fazer vídeos em 4K tanto com 30 como com 24 frames por segundo com foco automático em tempo real. A eficácia desse foco automático é o que ainda não conhecemos. Um recurso interessante junto a filmagem é o 4K Foto. É possível extrair um frame da filmagem e transformar em uma foto de 8 megapixels ainda dentro da câmera. São esses recursos de recorte de filme para transformar em foto que muitos apontam como um ponto de convergência entre as duas mídias.

Outros recursos da câmera apontam para uma velocidade ISO máxima de 25.600, modo contínuo em 8 fotos por segundo, face detection, velocidade máxima do obturador em 1/16.000 (caraca), conexão Wi-Fi, modo panorâmico e time lapse, e entrada para microfone externo. Como é padrão em câmeras mirrorless, o equipamento trabalha com um viewfinder eletrônico com 2,36 milhões de pixels e um visor LCD de 3 polegadas articulado com 1,04 milhões de pixels.

A Panasonic G7 deve chegar ao mercado em junho e vai custar US$ 800,00 com lente básica 14-42 mm.

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Já a Fuji está colocando no mercado a X-T10, uma câmera que tem o objetivo de ser menor, mais leve, mais amigável e mais barata do que a irmã maior, a X-T1. A câmera segue o design clássico adotado pela empresa desde os seus primeiros lançamentos e vem equipada com um sensor APS-C CMOS X-Trans II de 16,3 megapixels e com o processador EXR II. Olhando toda a propaganda da empresa para o equipamento, a grande sacada aqui é trazer uma câmera barata (relativamente) e que seja amigável (fácil de utilizar) para o fotógrafo iniciante. Tanto é que existe uma pequena alavanca escrito Auto junto ao seletor de velocidade do obturador. Ao acionar essa alavanca a câmera entra no modo de Reconhecimento de Cena Avançado onde a câmera escolhe a melhor configuração  com base no que está sendo fotografado.

A câmera possui ISO máximo em 6.400, sistema de foco automático com detecção de fase, modo de disparo contínuo com 8 fotos por segundo, velocidade máxima de obturador em 1/32.000 (caraca II), conexão Wi-Fi e gravação de vídeo em Full HD com foco manual. A câmera possui viewfinder eletrônico OLED com 2,36 milhões de pixels e visor LCD de 3 polegada com 920 mil pixels.

A Fuji X-T10 vai chegar ao mercado em junho com valores de US$ 800,00 (somente o corpo) e de US$ 900,00 com a lente básica 16-50 mm.

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B.B. King — a morte de uma lenda

Por em 15 de maio de 2015

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E o dia começou triste hoje para todos que gostam de uma boa música. Rilley Ben King, também conhecido pela alcunha de B.B. King (o BB é de Blues Boy), morreu nessa madrugada aos 89 anos de idade. Alguns diriam que foi uma vida longa, outros que foi uma vida proveitosa. Eu diria apenas que foi uma vida genial. Nascido no Mississippi em 1925, o compositor enfrentou uma época de preconceitos e, através de sua música, rompeu várias barreiras sociais. Só por isso já seria memorável, mas também temos que citar que esse senhor tem um Doutorado Honorário da Universidade de Yale, ganhou a Medalha Presidencial das Artes, é membro do Rock and Roll Hall of Fame e do Blues Hall of Fame e tem em sua casa nada menos do que 15 prêmios Grammy. Sim, uma vida genial e proveitosa.

Demorei muito tempo para conhecer a obra do senhor King. Eu fui um adolescente muito burro e radical, focado apenas em bandas de heavy metal. Com a idade vem a sabedoria e você abre sua mente para tudo o que a música pode oferecer de bom. O primeiro disco que tive em casa foi a parceria com Eric Clapton que rendeu o disco Riding with the King lançado em 2000. Este é simplesmente um dos melhores discos de blues contemporâneos e boa fonte para conhecer a pegada rápida, econômica e certeira de B.B. King. Aliás, a afinação de sua guitarra e sonoridade quase crua eram sua marca registrada. Fácil de reconhecer o guitarrista em qualquer música. Entre álbuns e compactos são mais de 90 registros, sem falar das dezenas (centenas?) de participações especiais em discos de outros artistas.

Porém, não se engane com esse senhor simpático. A personalidade de King era forte e ácida. Uma pessoa difícil segundo sua própria autobiografia escrita em parceria com David Ritz. Uma personalidade moldada segundo os parâmetros sociais de sua própria época e também por tudo o que conquistou. Alguns diriam até arrogante. Eu digo apenas genial.

O último disco lançado pelo mestre foi One Kind Favor de 2008 (e que estou ouvindo enquanto escrevo essas linhas). Mais um grande guitarrista que faz a transição. Se existir um além vida, ele agora está com mais melodia e ritmo.
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Lily — um drone para chamar de seu

Por em 13 de maio de 2015

E os drones estão invadindo o mundo. Embora ainda não existam regras claras para utilizar esse pequeno brinquedo (alguns não tão pequenos assim) na maior parte dos países do mundo, a moda pegou e muitos estão loucos para ter um. Outra coisa que as pessoas descobriram é que drones e fotografia são duas coisas que combinam muito bem. Afinal de contas, nem todo mundo tem grana para fretar um avião para fazer umas fotos aéreas. O problema é que são equipamentos caros e necessitam de um certo treinamento para serem manuseados. Ou não.

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Apostando no desenvolvimento da tecnologia, e no desejo das pessoas de serem o centro das atenções, está chegando ao mercado a Lily, um drone (que na verdade é uma câmera voadora) que promete ser o companheiro ideal para quem gosta de registrar suas atividades e que não possui nenhum controle complicado para ser utilizado. A promessa aqui é simples: em vez de um controle, o drone possui uma unidade GPS que deve ficar com o seu controlador (em um suporte de pulso ou mesmo no bolso).

O drone vai identificar esse controlador e vai segui-lo (ou ficar a frente), mantendo o seu usuário sempre no centro das fotos ou da filmagem. Muito interessante para quem pratica algum esporte radical ou qualquer atividade que necessite de movimento.
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