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Canon EOS 7D – Fim da linha?

Por em 28 de julho de 2014

Quando a Canon EOS 7D chegou ao mercado foi uma grande novidade. Afinal de contas, a Canon não possuía uma câmera da mesma categoria da Nikon D200/300, o que seria um carro chefe para as câmeras com sensor APS-C. Ou, como a galera gosta de falar, uma câmera com porte profissional fora da linha dos equipamentos full frame. A empresa preferiu deixar a sucessora da 50D mais frágil e simples e apostar em um novo equipamento para deixar o segmento profissional satisfeito. E como ficamos satisfeitos. Qualidade de imagem e rapidez fizeram a câmera ser a preferida entre muitos profissionais (inclusive eu). Destaque para a qualidade da imagem em ISO elevado e a velocidade do foco automático, duas características que sempre me deixaram felizes. Prova da qualidade do equipamento é sua longevidade, que já está fazendo cinco anos desde o seu lançamento.

Mas, tudo que é bom acaba, ou simplesmente evolui. Boatos sobre uma sucessora da câmera estão circulando desde o final de 2013 e todos são unanimes em apostar que o anúncio do novo membro da família de câmeras da Canon vai sair até o começo de setembro. Rumores estão correndo os sites especializados sobre as mais diferentes capacidades da nova câmera. Muitos falam de uma nova arquitetura completa do sensor fotográfico e que a resolução deve ficar na casa dos 20 megapixels. Mas, para falar a verdade, ninguém sabe o que vem por ai. É um raro caso onde ninguém conseguiu uma fonte interna para vazar especificações mais concretas do equipamento. Porém, uma coisa é certa. A câmera tem que vir mais poderosa do que a antecessora e isso deve se tornar um ponto de honra para a Canon, pois os últimos lançamentos (exceto talvez a 70D) ficaram atrás da qualidade das câmeras de sua principal concorrente.

Hoje tivemos mais uma dica sobre a proximidade do lançamento da nova câmera. A Amazon, uma das principais lojas on line do mundo civilizado, marcou em seu site a Canon 7D como “Descontinuada”. O seja, eles não vão mais manter estoque da câmera e nem entregar o equipamento. Outras lojas on-line ainda possuem a Canon EOS 7D para venda, mas o mesmo deve ocorrer logo em todas elas. Isso quer dizer que os rumores de lançamento em setembro podem estar certos e que, se você quer comprar uma Canon EOS 7D esse é o momento, pois a tendência é a queda de preço para limpar as prateleiras para a nova câmera.

canon-7D_descontinuada

 

Fonte: Petapixel

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Rádio Flash Cactus V6 — algumas novidades

Por em 24 de julho de 2014

Se você faz ou está pensando em fazer strobist, então já deve ter pesquisado sobre a compra de um rádio flash. Anos atrás esses equipamentos custavam muito caro, mas com a invasão dos fabricantes chineses tudo ficou mais barato. É possível achar um rádio flash, hoje em dia, com receptor e transmissor por R$ 120,00. Porém, entre as diversas marcas que encontramos no mercado, muitos fotógrafos afirmam que o mais confiável é o Cactus. Conheço o equipamento desde a versão V3 e realmente ele nunca falhou durante uma sessão fotográfica. O único problema que ele possuía era o de ser muito frágil. Ao cair no chão, fatalmente deixaria de funcionar. Nada que uma pequena manutenção (feita em casa, se você entende um pouco de eletrônica) não resolveria.

O tempo passou, as versões foram ficando mais parrudas e nessa semana temos o lançamento do Cactus V6 com algumas novidades muito interessantes. O V6 continua sendo um radio flash que funciona apenas no modo manual, ou seja, ele não transmite a informação TTL da câmera para o flash, mas agora ele pode controlar a intensidade do flash. Ele possui integrado 30 perfis de fabricantes de flash e através do receptor você pode mudar a potência dos flash que estão sendo controlados por ele. Como ele é uma plataforma multimarcas, você pode inclusive trabalhar com um flash diferente da marca da sua câmera. Ou seja, você pode estar com uma câmera Canon e controlar as intensidades de flash da Nikon, Pentax e Sony, além de fabricantes independentes como a Metz. Eu achei a ideia muito produtiva. Pense na hipótese de você estar fotografando um evento e o seu parceiro de trabalho (que no meu caso é a minha esposa) está trabalhando com equipamentos de outra marca. Os dois podem controlar todos os flash escravos que estão no salão. Gostei. Cada receptor também possui uma sapata na parte superior para que um flash seja acoplado. Nesse caso, a transmissão de dados é TTL e vai funcionar com todos os fabricantes que estão registrados no perfil interno do equipamento.

Fechando o leque de novidades, o V6 tem mais uma característica interessante quando utilizado em conjunto com o flash RF60 da própria Cactus. Além de controlar a potência do flash, também é possível modificar o zoom interno da cabeça do flash via transmissor. Lembrando que o RF60 é um flash que possui um receptor interno de rádio e foi desenvolvido principalmente para ser uma unidade escrava. O V6 é alimentado por duas pilhas AA, possui entrada mini-USB para futuras atualizações dos perfis de flash e pode controlar até 16 unidades escravas divididas em 4 grupos. A empresa garante o dispositivo consegue disparar a unidade escrava em uma distância de até 100 metros.

A Cactus já está enviando o produto para Estados Unidos e Reino Unido diretamente da China. O valor de cada unidade (lembrando que você vai precisar de pelo menos duas) é de US$ 55,00.

cactus_V6

Fonte: Dpreview.

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Hasselblad CFV-50c – com um preço interessante

Por em 22 de julho de 2014

E estamos falando novamente do mundo encantado e maravilhoso das câmeras de médio formato, onde a Hasselblad tem uma moral quase inabalável entre os fotógrafos profissionais que trabalham com esse formato (creio que o único ponto negativo da empresa seja sua aventura no mundo das câmeras compactas com aparência bizarra). Se os leitores lembrarem um pouco do passado recente, a última cartada da empresa foi lançar uma câmera médio formato com sensor CMOS (antes eram todas com sensor CCD), o que permitiu uma quantidade interessante de avanços nos quesitos velocidade e sensibilidade ISO. A sacada do novo equipamento é permitir que o fotógrafo saia do estúdio e use sua câmera de médio formato em ensaios externos, que necessitam de uma dinâmica diferente. Se você se interessou pelo brinquedo, então saiba que é necessário desembolsar US$ 28.700,00 para ter uma em casa.

Porém, se você quer uma coisa mais em conta e mantendo a mesma qualidade, a Hasselblad anunciou nesta semana o back digital CFV-50c, que pode ser utilizado com qualquer uma das câmeras V System. Ou seja, você que possui uma antiga Hasselblad V System pode agora comprar apenas o CFV-50c e ter nas mãos uma câmera digital com a tecnologia mais moderna disponível pela empresa. A vantagem é que, geralmente, quem possui uma Hasselblad V já possui também acessórios e lentes para o equipamento. O back digital é acoplado sem a necessidade de nenhum cabo, possui um sensor CMOS com resolução de 50 megapixels, pode chegar a ISO 6400, trabalha com profundidade de cor de 16 bits, possui visor LCD com 3 polegadas e pode fazer 1,5 foto por segundo no modo contínuo. Para armazenamento, quando não está conectado diretamente a um computador, o equipamento se utiliza de cartões compact flash.

O back digital Hasselblad CFV-50c vai ser comercializado pela empresa por apenas US$ 15.000,00. Mesmo que você não tenha previamente uma câmera V System, existem vários modelos usados a venda por preços bem interessantes. Uma boa porta de entrada para quem quer se lançar no mundo do médio formato investindo o mínimo possível. Claro que, se o valor ainda está salgado, sempre existe a possibilidade de investir em uma Pentax.

hasselblad_cfv-50c

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MeioBit no Flickr — Fotos da semana

Por em 20 de julho de 2014

Estamos aqui mais uma vez para escolher as quatro melhores fotos da semana emnosso grupo do Flickr. Lembrando que as fotos são escolhidas perante a visualização, não tendo nenhuma influência o nome do membro ou o tipo de câmera que foi utilizada. Quando essas informações estão presentes elas são publicadas apenas como mais um indicador.

Atenção. O Flickr mudou a forma como as imagens são mostradas ao serem compartilhadas em um site. Agora, fora a foto selecionada, é possível dar uma olhada em outras fotos da galeria clicando nas flechas nos cantos da imagem.

As fotos da semana são escolhidas entre as imagens postadas em nosso grupo no Flickr. Já temos 2.213 participantes e um total de 52.325 itens compartilhados.

ATENÇÃO: pessoas que não permitem o compartilhamento de imagens no Flickr podem mandar suas imagens para nosso grupo sem problema, mas ficam impossibilitadas de participar da escolha semanal de fotos.

Cinco Maiores Colaboradores

01 – Carlos Chibata;

02 – Pmenge;

03 – Sandra Mora;

04 – Malcoln de Oliveira;

05 – Dudu Maroja.

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emÁudio Vídeo Fotografia Foto da Semana

Que tal ter uma Leica responsável por uma foto icônica?

Por em 18 de julho de 2014

O que faz um objeto adquirir um valor absurdo? Ser raro? Ter participado de um acontecimento histórico? Ter pertencido a alguém importante? Ou uma mescla de todas as alternativas? Bem, todos sabem que o mercado de venda e compra de câmeras fotográficas raras (ou históricas) está aquecido. Equipamentos antigos são vendidos por cifras extraordinárias e parece que não existe limite para sua valorização. Como um colecionador amador eu entendo isso. Na verdade alguém afirma que um objeto tem um valor por N motivos e isso só se torna realidade se existe alguém que tope pagar o valor. Se alguém afirma que um objeto é raro, mas ninguém entra na conversa, o preço pedido não se concretiza. É igual ao povo que fica no Mercado Livre dizendo que o primeiro disco vinil das Paquitas é uma raridade e tentam vender por R$ 250.00.

Mas, no caso desta Leica a história vai seguir o curso esperado pelos vendedores. Ela se encaixa em quase todos os pré-requisitos para valer muita grana. Em 1945 o fotógrafo russo Yevgeni Khaldei, que estava trabalhando para a agência de notícias russa TASS, fez a icônica foto dos soldados russos erguendo a bandeira da União Soviética sobre o Reichstag alemão após a tomada de Berlim na 2º Guerra Mundial. Na verdade, a foto foi feita alguns dias depois da tomada da cidade e o ato foi ensaiado exaustivamente. A ideia de Yevgeni é que esta foto fosse tão icônica quanto a de Joe Rosenthal que registrou os soltados americanos levantando a bandeira americana em Iwo Jima.

bandeira_sobre_Reichstag

 

A câmera utilizada pelo fotógrafo foi uma Leica III e o equipamento foi de propriedade do fotógrafo até o ano de 1995. Nessa época ela foi presenteada aos organizadores da maior exposição do trabalho de Yevgeni nos Estados Unidos, que aconteceu no Jewish Museum em Nova Iorque. Depois disso fica meio nebuloso o caminho que a câmera fez entre o museu e a casa de Leilões Bonhams, onde será vendida no dia 30 de novembro. O equipamento será leiloado juntamente com uma lente Elmar 50mm f/3.5 e a estimativa é que o preço de venda fique entre US$ 390.000,00 e US$ 580.000,00.

Leica_III

Para quem se interessou pela história, o Amateur Photographer tem um texto muito bacana sobre a história desta foto.

Fonte: Dpreview

 

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Um fotógrafo contra uma tradição brutal na África

Por em 16 de julho de 2014

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Essa é uma história bacana que merece ser conhecida, e também nos mostra que fotografia pode ser utilizada para trabalho social. No Vale do Omo, na Etiópia, existe uma tradição entre as tribos chamada de Mingi. Pode parecer um nome estranho que você nunca tenha ouvido falar, mas na verdade se trata de algo sinistro.

Certas crianças, que nascem fora do casamento ou com alguma anormalidade física, são classificadas como malditas e acusadas de poderem trazer para a tribo desgraças como a fome, seca ou tempestades. Sem hesitar essas crianças são levadas para longe e mortas, geralmente com algum requinte de crueldade. Esses são os Mingi, crianças que podem trazer o mal para a tribo e devem ser eliminadas.
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Reflecta X9-Scan — reviva os seus negativos

Por em 16 de julho de 2014

Se você começou a fotografar na década de 1990 (assim como eu) então é provável que você tenha uma quantidade significativa de negativos em sua casa. Eu tenho uma pancada de negativos de eventos, ensaios, books e fotos familiares que estão lá no quartinho do estúdio.  Mesmo que a durabilidade da mídia onde eles se encontram seja incontestável, várias dessas imagens poderiam dar o ar da graça nas mídias sociais ou, simplesmente, passar por uma intervenção diferente em uma edição (coisa que poucos tinham acesso naquela época). Por isso que temos hoje em dia os escâneres de negativo com baixo custo. Eles possibilitam que você faça uma cópia digital do seu negativo (ou positivo) e tenha ela rapidamente no computador para ser compartilhada.

O Reflecta X9-Scan é um destes equipamentos que estão disponíveis no mercado para que você possa digitalizar sua coleção de negativos de maneira fácil e rápida. Só lembrando que existem equipamentos profissionais para digitalizar negativos que custam uma bela facada, mas possuem recursos para entregar uma cópia digital com definição gigantesca e mantendo todos os mínimos detalhes. O Reflecta X9 pertence a uma categoria bem mais básica. Ele entrega um arquivo digital com 5 megapixels, o que é mais do que suficiente para um uso doméstico, pequenas impressões e mídias sociais, mas não seria o indicado se você precisa fazer uma grande ampliação. O Reflecta trabalha com uma bateria autônoma e pode digitalizar uma foto em 1 segundo com 1.800 dpi e profundidade de cor de 24 bits. A foto pode ser vista automaticamente no monitor LCD de 2,4 polegadas e salvas em um cartão de memória SD/SDHC (compatível com cartões de até 32 GB). Porém, o escâner pode ser utilizado conectado diretamente no computador via USB, sendo que o Reflecta é compatível com Windows e Mac.

Eu já vi um escâner desta categoria trabalhando e o resultado é muito aceitável, principalmente por conta do investimento. O Reflecta X9-Scan já está disponível para compra e o preço do equipamento é de aproximadamente US$ 130,00.

reflecta_x9_scan

Fonte: Photography Blog.

 

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