Como enganar o consumidor sem infringir leis
O YouTube é um site para que as pessoas possam compartilhar vídeo com a internet. Existem outros sites no mesmo estilo como o Yahoo! Video e o novo SoapBox da Microsoft. É algo muito legal e divertido. Mas agora empresas estão aproveitando-se desta tecnologia para fazer propaganda ou contra-propaganda disfarçada de vídeo pessoal. A técnica, apelidada de smear-video consiste em colocar atores que fingem ser pessoas reais em situações preparadas para parecerem cotidianas e então passar uma mensagem de marketing.Até agora, em se tratando de conteúdo do YouTube, dois casos ficaram famosos. O primeiro a chamar a atenção era de uma menina que usava o apelido de Lonelygirl15 (Garota Solitária de 15 anos) que filmava situações de sua vida diária. Atraiu uma atenção imensa recebendo milhares de acessos diários. A protagonista era na verdade uma atriz chamada Jessica Rose que fez os vídeos para auto-promoção, mostrando que é uma boa atriz. A desconfiança sobre os vídeos da suposta adolescente em crise existencial surgiu quando muitas pessoas notaram que a iluminação, dentre outras características técnicas, era boa demais para um vídeo amador.
Outro caso que tornou-se famoso foi o vídeo de um celular da Samsung. Uma mulher sorridente aparece comentando que adquiriu aquele produto mas que o considerava frágil demais e para provar ela simplesmente quebrava o aparelho ao meio com as próprias mãos. Depois aconselhava aos espectadores que, se quisessem um celular durável e resistente, que não escolhessem a Samsung. Não se sabe ainda quem criou o vídeo, mas a empresa coreana disponibilizou várias unidades do aparelho para que membros da imprensa normal e de tecnologia testassem a resistência do produto. Obviamente ninguém mais conseguiu quebrar o aparelho ao meio, mas com certeza muitas pessoas que assistiram ao vídeo comentarão com amigos que aquele aparelho “tem um problema”. O vídeo original foi retirado do ar pelo site.
A grande questão aqui é: e se essa moda pega? Se empresas de todo o mundo começarem a disfarçar sua publicidade de vídeo amador e começarem a publicar no YouTube e em outros sites do gênero. No quê você poderá acreditar? Imagine uma empresa criando um vídeo desses anunciando um produto fantástico. Depois que você compra percebe que várias coisas prometidas naquele “vídeo amador” são mentira. A rigor como o vídeo não era uma publicidade do produto (mesmo tendo sido paga e divulgada pela empresa) você não terá direito nenhum de cobrar o que foi prometido.
O mercado e as empresas mais sérias estão preocupados com as conseqüências que esse tipo de publicidade pode causar. Principalmente porque muita gente acha que o consumidor deve estar ciente de que o que está vendo é uma propaganda de um produto. Será que iremos precisar de uma legislação específica para esse tipo de coisa? Provavelmente. Mas considerando a lentidão que esse tipo de processo apresenta no Brasil ficaremos nós, consumidores, à mercê de empresas inescrupulosas e propagandas dúbias disfarçadas de conteúdo amador?
Via Cnet
HD-DVD vs Blu-Ray
Estamos nos aproximando de uma nova guerra de formatos ao velho estilo VHS vs Betamax com a nova geração de discos digitais. Ou não. Engenheiros da Warner Brothers registraram uma patente de um disco ótico de tripla padronagem. Em uma face do disco estão os layers Blu-Ray e HD-DVD e na outra o padrão atual de DVD convencional, segundo a patente registrada no mês passado. E você pensava que eles faziam apenas filmes, não é?
Segundo o texto da patente o lado de alta definição do disco contém uma camada Blu-Ray que pode ser lida pelos aparelhos deste padrão. Atrás dela há uma camada HD-DVD que o laser vermelho desta tecnologia pode acessar sem interferência da camada azul superior. O outro lado, com a tecnologia convencional permite que a mídia seja lida pelos aparelhos já existentes hoje. É uma grande alternativa para que os estúdios escapem dos altos custos de produzir unidades diferentes para atender à cada padrão com o mesmo conteúdo cinematográfico. Para aliviar para o consumidor só falta a LG criar um player universal.
Nesse meio tempo você pode ficar um pouco mais tranqüilo. Se você ainda tem que escolher entre qual tecnologia adquirir ao optar por um novo aparelho ao menos não precisará ficar procurando pelo disco com o padrão correto quando quiser adquirir filmes e shows. É um começo para colocar um fim a uma briga onde quem mais pode perder é o consumidor.
Via Slashdot
Usuários de MacOS e Windows preparem-se: vem aí uma nova interface para seu SO
Muita gente não acreditou quando os boatos começaram a aparecer: o KDE 4 rodaria em Linux, MacOS e Windows. Teve gente até que disse que eu estava “viajando” ou querendo “criar polêmica” quando falei isso aqui no Meiobit pela primeira vez. Mas enfim, como já era falado há muito nas listas de discussão do Projeto KDE e como o Helio Castro já tinha me falado à medida que o KDE 4 vai tomando forma e ficando maduro ele aproxima-se cada vez mais da maçã e da janela. Pacotes de desenvolvimento de aplicações (kdelibs) já compilam e rodam em Windows e MacOS respectivamente. Servem como base para que desenvolvedores possam começar a escrever e portar suas aplicações para o novo ambiente e testarem suas capacidades de rodar em outras plataformas que não o Linux.

Você pode pensar que para o usuário de MacOS uma outra interface é desnecessária ou que para o usuário de Windows não há necessidade de programas construídos sobre a dupla QT/KDE. Pense de novo. A grande promessa do Java era de permitir que os programadores escrevessem um só código e rodassem em qualquer lugar. Depois de cair no mundo real o pessoal percebeu que isso não era bem verdade e hoje o Java faz muito sucesso na web mas quantas aplicações nessa linguagem você roda todo dia fora do seu navegador? A proposta do KDE 4 é parecida. Com uma base de desenvolvimento comum às três plataformas mais presentes no mercado hoje a idéia é que, de olho em fazer um software extremamente fácil de portar, os desenvolvedores escolham o duo QT/KDE como toolkit para desenvolver aplicações. Para o usuário não custará nada instalar as bibliotecas em seus Windows ou MacOSes e assim teremos aplicações multiplataforma com pouco esforço de reescrita de código. Aplicações livres podem ficar mais conhecidas e receberem estímulo e mais membros em suas comunidades. Usuários terão mais aplicações para escolher e usar.
O intuito é que, quando o KDE 4 estiver pronto, ele possa ser rodado como interface para os outros sistemas operacionais também. E por isso um grande trabalho está sendo feito na parte de usabilidade e de desenvolvimento de novas técnicas e recursos, para que os usuários de outros sistemas que não o Linux também possam ser atraídos para o ambiente gráfico das engrenagens. É o que chamam de win – win situation pois todo mundo pode lucrar alguma coisa com isso. Agora que todo mundo pôde confirmar que eu não fiquei louco (ainda) você pode sair por aí e buscar algumas informações sobre o futuro KDE 4 e já começar a esperar ansioso pela oportunidade de testá-lo, quer você use Linux, MacOS ou Windows
Via OSNews
IBM comercializa servidores com Cell BE
A Big Blue adicionou à sua linha BladeCenter o servidor QS20, primeiro da empresa a ser equipado com o novo processador Cell Broadband Engine, ou Cell BE. A máquina, destinada a ser montada em racks de servidores, é equipada com duas unidades do novo processador Cell com um núcleo de PowerPC 3.2GHz e 8 unidades RISC de processamento auxiliar. É o mesmo tipo de processador que irá equipar os novos PS3 da Sony. Com 512KB de cache L2 para o núcleo principal e mais 256KB para cara núcleo auxiliar e com mais 512MB de RAM para cada processador o servidor destina-se a aplicações matemáticas e científicas de uso pesado. As aplicações alvo são a indústria médica, militar e energética.
Algumas instituições, como a University of Manchester do Reino Unido já efetuaram pedidos dos novos equipamentos, que segundo o site da IBM já estão disponíveis para vendas globais. O preço de cada Blade com dois processadores é de US$18.995,00 nos EUA, valor considerado atrativo pelos analistas de mercado para o que pode ser considerado um elemento de supercomputação. Informações dão conta de que o Laboratório Nacional de Los Alamos no Novo México negocia com a IBM a montagem de um super computador que usará 16.000 unidades dos processadores Cell e que deve entrar em operação já em 2007.
O QS20 usa como sistema operacional o Red Hat Fedora Core 5 e pode ser montado nos racks IBM que também podem receber blades equipados com processadores AMD, Intel e IBM PowerPC.
Via OSNews
The Register
CNET
O programa que deixa seu Windows lento
Quando você termina de instalar o Windows XP ele é incrivelmente rápido. Dá o boot em apenas alguns segundos, abre a interface gráfica quase que instantaneamente após o login e está pronto para uso assim que a interface carrega na tela. Então você inicia aquela rotina que todo mundo que está acostumado com a manutenção de um PC Wintel conhece. Instalar pacote de escritório, atualizar o navegador de web, colocar softwares de produtividade que você precise e os necessários pacotes de anti-vírus, anti-spyware, firewall e algum sistema de proteção de conteúdo caso as crianças usem o computador para navegar na internet. E depois que você deixa seu computador útil para alguma coisa o que acontece com toda aquela agilidade que o sistema apresentava antes? Vai para o espaço. Após a instalação de diversos programas o desempenho do Windows cai sensivelmente.Isso ocorre porque muitos programas (na verdade quase todos) alteram o registro do Windows e inserem muitas chaves de configuração e de carregamento de arquivos. O intuito de cada empresa é fazer com que seu próprio programa carregue parte de si próprio junto com o sistema operacional para que, quando chamado pelo usuário, a carga aparente do programa ocorra mais rápido. O tiro sai pela culatra porque, em sendo o Windows multi-tarefa, todos os programas receberão tempo do sistema durante a carga inicial, e você tem às vezes 10 ou até 20 programas, todos juntos, carregando arquivos e acessando a memória do sistema durante a inicialização.
Mas é claro que enquanto que essa lentidão do sistema é resultado de vários programas iniciando ao mesmo tempo alguns desses softwares usarão mais recursos do que outros após o início de seu funcionamento. A maioria dos desenvolvedores está muito preocupada em fazer com que seus softwares operem de forma mais rápida possível, mas poucos deles preocupam-se com o resultado final dessa equação. Como diria o grande jurista Bezerra da Silva: Se a farinha é pouca, meu pirão primeiro.
Obstinado a descobrir qual programa é mais egoísta entre os mais usados pelos desktops de todo mundo, o site The PC Spy fez uma análise de como cai o desempenho do sistema operacional Windows quando cada aplicação ou utilitário é instalado. O resultado é o artigo What Slows Windows Down? (O que desacelera o Windows?) onde as conclusões sobre os testes são comentadas. A metodologia envolveu a instalação do Windows XP em máquinas virtuais. Em cada uma delas um aplicativo diferente era instalado e depois comparava-se o tempo de boot desse sistema com um tempo de controle, baseado no mesmo sistema operacional sem nenhuma modificação.
O resultado é literalmente chocante. O software que mais prejudica o desempenho do sistema é o Norton Internet Security 2006. O desempenho em tempo de boot do Windows com IS2006 instalado foi quase 60% pior do que de um Windows sem ele, passando de 75 para 118,33 segundos. O segundo lugar da lista também é surpreendente. Ao instalar 1000 novas fontes no Windows seu tempo de boot aumentou 40% pulando dos 75 para 105 segundos, aparentemente porque o Windows faz um cache das fontes ao carregar a interface gráfica. Quanto mais fontes, maior o tempo de boot. E você achava que isso era apenas uma lenda urbana, não?
Seguindo a lista temos uma demonstração clara de que certas categorias de software prejudicam mais o tempo de boot do que outras. Após os softwares de segurança e as fontes temos os programas de mensagens instantâneas (ou IMs) e softwares de desenvolvimento, de uma forma geral. Algo que chamou a atenção na lista foi o pequeno confronto entre OpenOffice e MS Office. O pacote de escritórios da própria MS na versão 2003 Pro atrasou o boot em 6,67% (80 segundos de tempo de boot) enquanto que o pacote livre OpenOffice 2.0.3 pesou 5,33% (79 segundos). É apenas 1 segundo, mas depois de ouvir tanto que a Microsoft explorava melhor as características do sistema em seus aplicativos só posso concluir que isso é a) uma mentira ou b) um trabalho muito ruim do time do MS Office, se for verdade.
Um confronto que muitos gostariam de ver (tenho certeza) seria IE 6 x IE 7 x Firefox x Opera. Mas ele não aconteceu, suponho, pela dificuldade de separar o Windows XP do IE 6 que vem atrelado de forma muito presente no sistema operacional. Muitas bibliotecas necessárias pelo IE são carregadas pelo Windows naturalmente durante o boot, então é normal esperar que a instalação de uma outra versão desse navegador vá gerar um impacto muito pequeno no sistemas, e isso penderia um comparativo para o lado do navegador que já é parte do próprio sistema operacional.
Mas uma coisa é a faceta mais intrigante desse pequeno teste. Não houve, entre os programas testados, um único que não causasse impacto algum no tempo de boot do sistema. Todo programa instalado gera um acréscimo de tempo, ainda que pequeno, na inicialização do Windows. Ou seja, a velha lenda urbana de que para seu Windows ficar mais lento basta que você o use parece não ter nada de lenda e sim ser uma triste verdade. Como conforto dentre os pacotes de segurança testados o McAfee SecurityCentre foi o melhorzinho, aumentando o tempo de boot em “apenas” 11,56% (para 83,67 segundos) o mesmo acrescimo apresentado pelo software de P2P Kazaa 3 que traz consigo toneladas de crapware e spyware que precisa ser inicalizado com o sistema. Uma análise menos compromissada desse fato poderia ser a de que seu Windows será sempre mais lento do que deveria, quer esteja com spyware ou com anti-spyware.
Via Downloadsquad
Quanta memória o KDE consome
É praxe: a cada nova geração de sistemas operacionais normalmente precisamos de mais hardware. Quem não vende seu equipamento antigo no mercado de usados acaba, como eu, juntando uma pilha de partes de computador que já não tem mais uso. Eventualmente você, como eu, pode ter nas mãos o bastante para montar um monstrinho que tem pouco poder para rodar como um desktop competente. Mas ele ainda pode servir para muitas coisas. A questão passa a ser: qual sistema operacional instalar em um K6 233Mhz com 128MB de RAM para tornar essa máquina útil? Existem diversas alternativas e tudo depende do uso que você espera que essa máquina tenha. Mas não há dúvidas de que existem muito mais opções usando Linux e software livre do que usando o Windows. E com isso tudo acaba surgindo uma espécie de polêmica: dá pra rodar um Linux mais novo, com KDE ou Gnome com apenas 128MB de RAM?É muito comum ouvir críticos de Linux dizer que a característica de aproveitar hardware menos atual do sistema não existe mais. Muitos dizem isso e descrevem tentativas de instalar distribuições desktop em máquinas modestas que quase sempre falham. Muitos dizem isso sem sequer chegar perto de um Linux há anos. Aliás, oitenta porcento dos críticos ferrenhos de Linux que eu conheço não reconheceriam um Linux dando boot se estivessem diante de um, tamanha sua intimidade com o que gostam de criticar. É algo muito parecido com o Luiz Fernando Veríssimo, um excelente escritor mas que, quando decide comentar sobre política, demonstra que desse assunto não entende nada.
Nessa linha do comentar sem entender o erro mais comum daqueles que criticam o peso que o Linux tem ganho nos últimos tempos é dizer que um Linux moderno (como um Mandriva 2006 ou um Suse 10) não consegue rodar em máquinas com 128MB de RAM. Quem faz esse tipo de afirmação demonstra claramente que não sabe o que é Linux e que tem pouco contato com a plataforma. Em resumo, frases com palavras como “impossível” ou “não tem jeito” referindo-se ao Linux normalmente demonstram nada mais que desconhecimento. Isso porque quem conhece Linux entende a principal diferença de arquitetura deste sistema em relação à outros sistemas mais presentes em desktops e workstations (como Windows e MacOS) herdada do UNIX: modularidade. A rigor você pode decidir o que deseja ou não carregar em um sistema operacional Linux em uma abordagem bem diferente do que se pode fazer com um sistema Windows.
Tanto durante o boot do sistema quando durante o uso normal o Linux permite que você possa descarregar coisas não necessárias. Essa flexibilidade é a grande razão pela qual o Linux tem sido uma boa escolha para operar hardware modesto ou mesmo pequenos appliances em ambiente corporativo. Obviamente você não conseguirá operar um milagre como rodar um ambiente gráfico complexo como o KDE ou o Gnome em 32MB de RAM. Mas você certamente ficará impressionado ao saber que o KDE completo precisa de apenas 55MB de RAM para operar. Espantado? Pois esse valor é o resultado de um estudo feito por Lubos Lunak, membro do projeto KDE, que dedicou-se a definir exatamente quanta memória é necessária para executar cada aplicação em um ambiente Linux. Contando a estrutura gráfica do X server e outros sistemas, como o gerenciamento de fontes, o total mínimo de memória que um sistema precisa ter para rodar o KDE 3.5 sobre Linux é de cerca de 85MB.
O estudo ainda apresenta os resultados de testes de outros ambientes gráficos, inclusive do Gnome, mas de forma geral mostra que você pode sim rodar um Linux recente, como o Suse 10 usado no estudo, mesmo em máquinas com pouco poder de fogo, máquinas inclusive que apresentariam dificuldades em rodar o Windows XP. Para isso basta que você saiba o que fazer e o que descarregar ou não carregar durante o boot do sistema. Da próxima vez que você pensar em aproveitar aquela máquina antiga pra compartilhar MP3 na sua rede doméstica pode, em lugar de instalar o DSL, aproveitar os Cds de sua distro atual e personalizá-la. E se você é do time do “KDE não roda bem em máquinas com 128MB de RAM” lembre-se que a Conectiva suporta dezenas de milhares de máquinas com KDE em 128MB para governos e empresas.
O estudo de Lunak também mostra a quantidade de memória requerida para diversas combinações de ambientes e aplicações e em poucas delas a quantidade de memória necessária ultrapassou os 128MB. Usando meus poderes mediúnicos eu já percebi que uma tendência a comparar os valores entre Gnome e KDE irá se desenhar. Seria muito feio em um post escrito para falarmos a respeito da quantidade de memória mínima para rodar um Linux com uma boa interface gráfica termos uma flamewar entre usuários de interfaces distintas ou vermos uma repetição da luta entre usuários deste ou daquele sistema. E será igualmente ruim se tivermos que fechar os comentários deste post como fizemos alguns dias atrás. Portanto já advirto aos amantes de polêmicas vazias: atenham-se ao tema do post nos comentários pois desta vez não irei deletar apenas textos mal educados. Passarei o rodo também em comentários que fujam do assunto do post, que claramente é: a quantidade de memória necessária para rodar um linux recente com um ambiente gráfico completo. Os comentários servem para deixar um blog mais rico e útil, pensem nisso.
Via OSNews

