Eike absurdo! Bilionário quer montadoras da Apple no Brasil
Dinheiro move o mundo, quanto a isso não há dúvidas, certo? Moveria o coração de Steve Jobs? Pois chegou a hora de todos os macmaníacos imitarem a Luma de Oliveira, caprichando na fantasia de gatinho e na coleirinha: Eike Batista, o oitavo homem mais rico do mundo segundo a Forbes, quer convencer a Apple a fabricar componentes no Brasil.
O bilhardário da mineração e anteriormente possível salvador de Silvio Santos está negociando a entrada de várias empresas estrangeiras no Porto de Açu, no Rio de Janeiro. Em um espaço de 90 km², Eike pretende acomodar a General Eletrics, Siemens, e quem sabe algum dia empresas como Apple e BMW. Há quem diga que o cara sonha grande, mas provavelmente não foi pensando pequeno que ele fez fortuna.
[Resenha] Calibre, gerenciador e conversor de e-books multiplataforma
Quando comprei meu iPod touch, eu tinha algumas coisas em mente: jogar, acompanhar redes sociais e emails enquanto o namorado estivesse ocupando o PC, ouvir música e ver filmes, e ler.
Há quem me achei doida quanto a esta última finalidade do meu portátil, uma vez que sua tela de poucas polegadas pode não proporcionar uma leitura muito agradável, mas já li livros que no mundo físico possuem para além de 400 páginas tranquilamente em minhas horas de folga no trabalho. E como quem não tem cão caça com cachorro, e o iPad não havia sido lançado quando o comprei, o iPod touch cabe direitinho no meu bolso em amplos e variados sentidos.
Uma vez que um dos meus objetivos de vida exige leitura de muitos artigos científicos, imprimi-los era simplesmente um crime contra as coitadas das arvorezinhas. O formato PDF no iBooks não permite certas liberdades que o formato ePub permite, então pus-me a procurar um ferramenta de conversão PDF-ePub e, da meia dúzia que testei, o Calibre foi o melhor.
Bye, bye Xserve: Apple descontinua sua linha de servidores
Quando a Apple lançou o Mac mini mais novo, lançou com ele uma edição especial acompanhada do Mac OS Snow Leopard Server. Com isso, ela acabou apenas seguindo uma tendência que os próprios clientes iniciaram: empresas adotavam o Mac mini como servidor e, devido ao seu preço convidativo, acabavam ignorando a linha de servidores da Apple. Lá no hemisfério norte, claro. Onde você achou que era?
A escolha óbvia acabou sendo por matar o Xserve, linha de servidores da empresa. Enquanto um mini sai por mil obamas, um Xserve não sai por menos de três mil. Agora, a Apple descontinuou oficialmente a linha de servidores, que estará disponível somente até janeiro do ano que vem. Palavras do guia de transição da Maçã:
Desde seu lançamento no outono de 2009, o Mac mini com Snow leopard Server tornou-se o mais popular sistema de servidor da Apple. [...] Perfeito para pequenos negócios e grupos de trabalho de até 50 pessoas, um único Mac mini pode rodar a suite completa de serviços do Mac OS X Server. [...] Dependendo da carga de trabalho e do número de usuários, um único Xserve pode ser substituído por um ou múltiplos servidores Mac mini.
A Apple ainda sugere em seu guia substituir o Xserve por outros computadores das linhas de não-portáteis cujas especificações técnicas se encaixem melhor no perfil de uso da empresa.
Fonte: Beta News.
[Resenha] Autodesk Sketchbook Designer
Enquanto ilustradora (ocasional e profissional), sempre preferi os vetores. Talvez por ser um pouco maníaca por controle, entre outros motivos por preferi-los estão a maior precisão no traço, a capacidade de ampliá-los indefinidamente para acertar detalhes sem perder resolução e o peso pena dos arquivos. Minhas poucas incursões em ilustração no mundo dos pixels foram um tanto infelizes, uma vez que não tenho tantas habilidades com mouse além do que a média dos usuários têm, nem possuo uma tablet.
Se você não entendeu minha mania por controle no traço citada no primeiro parágrafo, tente acertar traços numa ilustração em um software como o Corel Painter, por exemplo, em que é preciso repetir o traço infinitas vezes até acertar, correndo o risco de lesionar o braço pelo esforço, ou desistir de vez e ir seguir uma carreira mais recompensante financeiramente.
Continue lendo »
Jobs sabota Java e Flash numa tacada só
Na semana passada, além dos lançamentos prometidos para um futuro próximo e uma atualizada radical na linha de notebooks, Steve Jobs trouxe também duas surpresinhas um tanto inconvenientes para um conjunto peculiar de desenvolvedores. Há, claro, quem tenha ficado feliz com a notícia, mas esses desenvolvedores com certeza ainda reclamarão muito.
A Apple anunciou seus novos MacBooks Air virão sem Flash pré-instalado. Mais um passo em direção oposta à empresa com quem tem um histórico amplo de ajuda mútua e parcerias frutíferas? A Maçã diz que não: “a melhor forma de garantir que os usuários tenham sempre a versão mais atualizada e segura [do Flash] é fazer com que a baixem diretamente da Adobe”, disse o porta-voz da Apple em uma nota para o Engadget.
Esse golpe que os desenvolvedores Flash receberam não foi o único, sobrando também um Hadouken para os pobres javeiros. Em um comunicado recente, a empresa afirmou que não mais atualizará o Java nas próximas versões do Mac OS X Snow Leopard. A justificativa para a decisão são os diferentes ciclos de lançamentos, fazendo com que a versão presente no Mac OS estivesse sempre atrasada. Uma vez que a implementação para Mac do Java era feita pela própria Apple, Jobs espera que a Oracle tome providências, uma vez que a mesma fornece o Java para todas as plataformas com exceção do Mac.
Ambos os comunicados dizem que essa tendência permanecerá nas próximas edições do sistema operacional e indicam que a Apple não mais se responsabilizará por manter atualizadas (ou mesmo ativas) ferramentas de terceiros. Uma vez que ambos, Java e Flash, são motivos de constantes reclamações por parte dos usuários, que os responsabilizam por instabilidades e travadas no sistema, talvez isso seja apenas reflexo de Jobs ouvindo “a voz de deus”.
Back to the Mac: Apple mostra novo MacBook Air, aplicativos e OS X Lion
De tempos em tempos, a Apple convoca jornalistas e o pessoal do mundo tecnológico quando precisa fazer anúncios importantes e apresentar produtos. Nesta quarta-feira, foi realizado em Cupertino o evento “Back to the Mac”, às 10h da manhã no horário local, 15h no horário de Brasília. Em um evento simples, Steve Jobs e seus amiguinhos subiram no palco para falar de lançamentos em hardware e software da empresa da maçã, e ainda dar uma palhinha do que vem por aí.
Um desses lançamentos, para o qual foi dedicado bastante tempo, foi o iLife, a suite de aplicativos multimídia caseiros da Apple. As novas versões do iPhoto, iMovie e GarageBand trazem uma série de inovações, recursos para impressionar visitas e suprir as necessidades de pelo menos 90% dos usuários que não trabalham profissionalmente com foto, áudio e vídeo. Dois grandes destaques do iMovie, por exemplo, foi o maior controle na edição de efeitos sonoros e a ferramenta de criação de trailers. O GarageBand, por sua vez, ganhou mais aulas básicas de música e ferramentas para acertar ritmo e compasso.


