Os culpados? Games e rap
Os games acabaram de ganhar uma companhia na primeira posição da lista de "formas de entretenimento que mais influenciam a violência".
O condado de Wicomico ocupa o segundo lugar entre as cidades mais violentas do estado de Maryland nos Estados Unidos e ao invés de tentar achar uma solução para o problema, o Wicomico County Gang Resistance, espécie de grupo criado para combater a guerra entre as gangues locais, resolveu por a culpa nos jogos da série Grand Theft Auto e nas letras das músicas de rap.
O diretor da organização, Dan Dougherty, afirmou: "No GTA você marca pontos matando policiais, roubando carros e espancando prostitutas… Nos anos 80 e 90 vocês não tinham videogames, não existia violência na mídia e vocês não tinham internet. Isso criou uma falta de respeito pela vida e tornou a violência mais aceitável."
Chego então a conclusão de que está mais fácil resolver o problema da violência mundial do que pensávamos. Basta acabar com todos os grupos de rap e com os videogames, não acham? Lembro de ter aprendido na escola que Adolf Hitler iniciou um genocídio apenas por não ter conseguido terminar o Call of Duty. Me recordo também que um movimento conhecido como "As Cruzadas" foi inspirado em um jogo para videogames. Lembro até que antes do Counter Strike chegar ao Brasil, nossa taxa de criminalidade era quase zero. É a vida imitando a arte…
[via GamePolitcis]
Criação de mods até nos consoles
Sabe quando aquele seu amigo chato te fala que os consoles estão cada vez mais virando computadores? Pois é, acredite nele. Uma das últimas barreiras entre os videogames e os pcs foi rompida com o jogo Unreal Tournament 3, nele os jogadores poderão criar modificações, inclusive nos consoles.
“UT3 é o primeiro jogo de console a permitir criação de conteúdo robusto pelo usuário – os chamados ‘mods’”, destaca Mark Rein, vice-presidente da Epic Games.
Na prática, isso significa que os gamers poderão criar novas fases, cenários, e modos de jogo, e deixar tudo isso disponível para download de outros jogadores. Contudo, no Xbox 360 a coisa ainda está indefinida e segundo Rein, graças a Microsoft.
Unreal Tournament 3, da Midway, será distribuído no Brasil pela Synergex. O game chega em fevereiro para PS3 e PC. A versão para PC terá caixa e manual em português.
Jogabilidade de Tiberium
Dando sequência ao post do Ricardo, o vídeo abaixo mostra cerca de 3 minutos da jogabilidade do mais novo game ambientado no universo de Command & Conquer, o FPS Tiberium.
Não sei, mas fiquei com a sensação de já ter visto jogos assim mais de uma dezena de vezes. Espero que eu esteja errado.
Estatísticas sobre tudo
Foi lançado ontem um novo site gratuito que promete "rastrear" todas as atitudes dos jogadores em games online. A idéia do GameStrata é fornecer uma tonelada de estatísticas das partidas e permitir que assim os gamers possam ter melhorar seus resultados. O legal é que eles fornecerão dados tanto para jogos de pc quanto para de consoles.
Os pontos negativos do serviço é que apenas 4 jogos estão sendo monitorados por enquanto (Battlefield 2, Lost Planet, Guitar Hero III e Universe at War) porém e para se cadastrar é preciso receber um convite. Se quiser, você pode colocar seu endereço de email no site e torcer para algum convite lhe ser enviado. No meu caso, logo após inserir meu email na lista deles já recebi um convite e já estou participando do GameStrata.
Se a lista de jogos e aumentar e os convites não forem difíceis de conseguir, o serviço pode fazer bastante sucesso.
[via Kotaku]
Os melhores jogos do Dreamcast
Não escondo de ninguém que o Dreamcast foi um dos meus consoles favoritos. Na minha opnião o videogame possui a melhor relação "jogos bons x jogos ruins" de todos os tempos e lamento muito não ter tido mais sucesso.
Quem já teve o último console lançado pela Sega e quiser matar a saudade ou está pensando em comprar um já que o preço atualmente não é tão caro, recomendo dar uma olhada na lista criada pelo site PlanetDreamcast com os melhores jogos do aparelho.
O interessante é que a lista está dividida por gênero, o que facilita a busca e a torna mais abrangente.
Plataforma com quebra-cabeças
Já devo ter dito aqui antes o quanto respeito os jogos indie, tanto pela iniciativa dos desenvolvedores de criarem games sem apoio de grandes distribuidoras, quanto pela simples idéia de fugir-mos um pouco das sequências intermináveis das franquias já bem sucedidas.
Gostaria de indicar o game Platform, nele você guiará dois personagens através de vários estágios. Caberá a você utilizar ambos para solucionar problemas. A jogabilidade é uma mistura de jogos de plataforma com puzzle e lembra bastante clássico The Lost Viking.
Com uma bela animação dos personagens que parecem bonecos Playmobil, o jogo é altamente viciante e o autor promete lançar novos estágios todos os domingos.
[via Destructoid]

