Digital Drops Blog de Brinquedo

A Vida (ou pelo menos o Twitter) imita The IT Crowd

Por em 13 de fevereiro de 2009

Além de Big Bang Theory outra série que faz bastante sucesso na Internet é a inglesa The IT Crowd. No episódio Calamity Jen a sala pega fogo. Moss imediatamente pega o telefone e liga para o serviço de emergência, que na série teve o número mudado de 999 para… 0118 999 881 999 119 725 3.

Como ele não acerta o número, faz a coisa mais óbvia para alguém de TI: Manda um email para os bombeiros, no delicioso vídeo que pode ser visto aqui.

A idéia de ficar enviando mensagens durante um incêndio parecia restrita ao reino das comédias, mas Nat Turner, fundador da startup Invite Media, na Filadélfia, resolveu transformar essa idéia questionável do ponto de vista Darwiniano em realidade.

Seu escritório pegou fogo, conforme descobrimos seguindo seus Twitts:

8:55: “Fogo no escritório. PQP!”

9:01: “Incêndio elétrico”

9:06: “Todo mundo OK, fumaça por toda parte”

9:15: “Caceta, é um incêndio de verdade, a loja de pianos do nosso lado está coberta pela fumaça. Dúzias de carros de bombeiro, multidão de aglomerando”

Levando-se em conta que a polícia inglesa começou a aceitar pedidos de socorro via SMS, não duvido que em breve o Twitter seja usado como ferramenta de comunicação por organizações como bombeiros, mas “lá fora”. Aqui no Brasil nem telefone funciona. Ao menos para mim já perdi a conta de quantas vezes liguei para 190 e NÃO apareceu. isso QUANDO alguém se dignou a atender o telefone do outro lado.

A menos que o twitter em questão seja o @capitaonascimento. Aí funciona.

Fonte: Media Memo

emInternet

IBM patenteia tecnologia de Matrix

Por em 13 de fevereiro de 2009

Para tristeza do Morróida, não são aqueles longos e incômodos plugues inseridos em orifícios insuspeitos espalhados pelo corpo. O negócio é muito mais cool. (sem trocadilhos)

A patente reproduz a habilidade de Neo (e dos Agentes) de… desviar de balas. Só isso.

Desenvolvida inicialmente pelo mestre Chiun no filme Remo – Desarmado e Mentiroso, a capacidade de desviar de balas foi utilizada por inúmeros ninjas, Matt Murdock, exilados kryptonianos e Ozymandias, sendo restrita ao reino da ficção, ou como quer que as Máquinas chamem a Matrix.

Não mais. Segundo o projeto da IBM uma série de sensores identificarão um projétil disparado, calcularão sua trajetória e a compararão com a posição de um alvo, repleto de sensores de localização e atitude. Caso o alvo seja, bem… o alvo, impulsos elétricos enviados para eletrodos especialmente colocados provocarão uma contração muscular específica, fazendo com que o alvo saia da trajetória da bala.

Não é muito elegante, mas entre ter a cabeça explodida por uma bala .50 de um M107 ou cair no chão se contorcendo como um fã da banda Calypso no dia em que ganharem o Nobel da Paz, prefiro… ok, prefiro a .50.

A tecnologia segundo a IBM é eficiente para tiros de distâncias acima de 200m, e pode ser usada por diversos indivíduos simultaneamente.

Fonte: Firearms Blog

emMiscelâneas

Tinha que acontecer: Dois satélites colidem em órbita

Por em 12 de fevereiro de 2009

O Universo é vasto, as distâncias são literalmente astronômicas, colisões entre objetos são consideradas raríssimas. Astrônomos apostariam a própria vida na impossibilidade desses eventos, mas esquecem que o Cosmos é regido por uma Força Maior, uma entidade Onipotente, Onipresente, que tudo observa e controla.

Estou falando de Murphy, responsável por entre outras a colisão do cometa Shoemaker-Levy 9 com Júpiter, em 1994.

Pois é. Mesmo que as chances de algo acontecer sejam astronomicamente pequenas, se for ruim, vai acontecer. Quando danmos munição para Murphy então, babau. E nada mais apetitoso para um desastre em potencial do que a enorme quantidade de tralhas que temos em órbita da Terra.

Dramática reconstituição

Tanto que a Associated Press está reportando que dois satélites colidiram, na Terça-Feira. A 800Km acima da Sibéria um satélite de telefonia da Iridium, lançado em 1997 se chocou com um satélite russo defeituoso (será aquele de Space Cowboys?) lançado em 1993. O primeiro pesava 560Kg, o segundo uma tonelada.

Como qualquer coisa maior do que o coração do Stallman (pequeno, muito pequeno) movendo-se a 26.000Km/h acaba com o dia do que quer que acerte, os resultados foram dramáticos. Os satélites ficaram completamente destruídos. Agora o pessoal da NASA e do NORAD está ocupado contando os pedaços. Já acompanham dúzias, esperam chegar a centenas, que serão adicionados à longa lista de lixo orbital, que inclúi desde a bolsa de ferramentas que aquela dona perdeu, mês passado, até a luva que Ed White deixou escapar para o espaço, na primeira caminhada espacial de um americano, no vôo da Gemini 4, em 1965.

Com o NORAD acompanhando 17.000 objetos em órbita, muitos desses sem nenhuma forma de controle, colisões são uma realidade. O grande problema é que eventos como o de Terça-Feira geram resultados imprevisíveis, e nada impede que um fragmento desses assuma uma órbita mais baixa e acerte a Estação Espacial internacional. Ou uma nave Klingon de passagem, o que seria muito pior.

Fonte: Yahoo

emHardware

Acredite se puder: Adolescentes passam 87 horas vendo sacanagem online

Por em 12 de fevereiro de 2009

A surpresa do número é que essas 87 horas são ANUAIS.

O resultado, fruto de uma pesquisa do Cybersentinel.co.uk envolveu 1000 jovens de 13 a 19 anos na Inglaterra. Vejam o que encontraram:

31 horas por semana é o tempo médio total de Internet usado pelos jovens.

3 horas e 10 minutos por semana: trabalho de casa

1 hora e 40 minutos por semana: Download e audição de músicas

2 horas e 2 minutos por semana: Vendo clipes no YouTube

1 hora e 22 minutos por semana: Visitando sites sobre dietas, puberdade, doenças e adolescência

9 horas por semana: Chats, MSN, Facebook e similares

1 hora por semana: Sites de caridade online (sério)

1 hora e 15 minutos por semana: Sites de namoro online

1 hora e meia por semana: sites de leilão

1 hora e 55 minutos por semana: Second Life e similares

Finalizando, 1hora e 40 minutos por semana são gastos em pornografia. E soft.

Eu não sei não, mas eu tenho a impressão de que quando eu era adolescente, sem Internet, BBS, TV por assinatura e vizinhas dadivosas (Ainda te pego, R.) eu gastava MUITO mais de 1h40min com sacanagem. POR DIA.

Das duas uma: Ou os adolescentes ingleses são tão completamente refratários a sexo quanto os adultos ou então mentiram descaradamente para a pesquisa.

A Internet é um paraíso, não mais precisamos guardar revistas em esconderijos secretos, não precisamos de operações de guerra para levar as mesmas para o colégio e trocar no recreio, fugindo dos inspetores, não é preciso mais fazer ficha com documento roubado dos pais em locadoras escondidas, para pegar filmes educativos… a garotada de hoje não tem idéia da Era Dourada que vive, em termos de sacanagem, tanto em facilidade de acesso quanto em variedade de conteúdo.

O que não quer dizer que a extrema oferta crie um efeito de falta de interesse, justificando as tais 1h40min semanais.

Claro, também há a possibilidade destes dois terem sido os únicos entrevistados:

Fonte: Daily Mail

emInternet

Tecnologia de Star Trek made in Israel – e não são torpedos fotônicos

Por em 12 de fevereiro de 2009

O Professor Abraham Katzir poderia muito bem estar trabalhando no Serviço Médico da Frota Estelar, mas como o Século XXIV ainda não chegou e ele é apressado, resolveu criar a tecnologia de Jornada nas Estrelas no Século XXI mesmo.

Seu grupo de pesquisas, da Universidade de Tel Aviv em Israel é especializado em lasers. Uma de suas áreas é a pesquisa médica, e recentemente divulgaram uma tecnologia revolucionária:

Desenvolveram um laser que é usado para fechar cortes e incisões. Calculando cuidadosamente a temperatura do raio, o tecido é fundido, não queimado. Isso resulta em cortes fechados mais uniformemente do que com pontos, menos problemas de infecção, menos risco do ferimento abrir e ainda por cima uma cicatriz menor.

Não é aqui que ele trabalha, mas poderia ser

A tecnologia já está sendo experimentada em humanos, no hospital da Universidade. Os pacientes que fizeram uso dela tiveram resultados promissores, com cicatrização mais rápida do que pelos métodos tradicionais. A expectativa é ver a tecnologia em uso difundido nos próximos anos.


Os fãs de ficção científica, em especial os trekkers estão fazendo expressão de “eu já sabia”, mas a cereja do bolo é o próprio Professor Katzir reconhecer no vídeo acima a inspiração, citando Star Trek com todas as letras.

Fonte: DVice

emMiscelâneas

Mr Paul Aiken, vá para o Inferno

Por em 11 de fevereiro de 2009

Calma. Paul Aiken não é ninguém que você goste.

Ele é Diretor-Executivo do Sindicato dos Escritores, nos EUA, e está preocupado com direitos autorais, propriedade intelectual, etc.

Não deveria, livros vão muito bem, obrigado. Nós que amamos livros fazemos questão de pagar, inclusive por cópias boas, caras e de capa dura. Mesmo leitura eventual vai bem, vide máquinas de vendas de livro no Metrô (brasileiro!) e a quantidade de lançamentos diários.

O motivo do ataque de pelanca do Mr Aiken, veja você, é o Amazon Kindle, aquela coisa feia leitora de eBooks que o Leo adora e vende que nem água, gerando milhões e milhões de dólares para os escritores, e para a Amazon.

Pois bem: Na versão 2 do Kindle há um recurso interessante: Um sintetizador de voz que lê o texto exibido, em voz alta. Isso pode ser usado por cegos, gente com alguma deficiência visual parcial, crianças e mesmo uma pessoa que não goste de ler e prefira ouvir um texto.

Mais uma opção, agrega valor, certo? Então veja o que essa cavalgadura do Aiken disse:

“Eles [A Amazon] não tem o direito de ler um livro em voz alta. Esse é um direito de áudio, o qual é derivativo, sob a legislação de Copyright”

Então vejamos; estou em casa. Aninhada ao meu lado, Luciana Vendramini recosta a cabeça em meu ombro e pede “querido, leia para mim de novo O Senhor dos Anéis”. Encarando aqueles lindos olhinhos verdes, respondo: “Não posso, querida, isso seria violação de Copyright, Paul Aiken não gosta”.

Repetindo: Vá par ao Inferno, Mr Aiken. Se EU TENHO O DIREITO de ler um livro em voz alta para outra pessoa na minha casa (e quero ver algum juiz do planeta dizer que não tenho) Eu TENHO o direito de que o livro se leia sozinho, para mim, nas mesmas condições.

Nota: Para fins de transparência que conste nos autos que a Luciana Vendramini não mora comigo, seu nome foi usado apenas para fins didáticos.

Fonte: Crunchgear

emMiscelâneas Wireless e Redes

WIFI em aviões – conclusão definitiva

Por em 11 de fevereiro de 2009

Um monte de empresas estão efetuando estudos, outras já oferecem acesso WIFI em seus vôos, algumas liberam todos os serviços, outras nem tanto, bloqueando VOIP e mesmo sites educativos.

De minha parte, levei um bom tempo estudando as opções existentes, não cheguei a nenhuma conclusão, se o serviço de WIFI em um avião seria bom ou não.

Até agora. Depois de ver a imagem abaixo, e me lembrar que no Brasil praticamente não há classe executiva em vôos regionais, percebi o quão impossível é usar um notebook em vôo.

Isso, claro, se o gordo da poltrona da frente não resolver se reclinar para dormir, ou não houver uma família com umas 5 crianças, que imediatamente ficarão dependuradas olhando você tentar trabalhar.

Quer saber? Melhor assistir um episódio de House no iPod, se a aeromoça não resolver implicar com seu “iPhone”, que irá fatalmente derrubar o avião se você não desligá-lo nos próximos 15 segundos.

Fonte da Imagem: Gizmodo

emWireless e Redes