Digital Drops Blog de Brinquedo

Jornal: As notícias de sua morte foram um tanto exageradas?

Por em 4 de maio de 2009

Os jornais não estão perdendo espaço para a mídia online por ser um veículo chato feio e bobo ou manchar os dedos. A culpa é da exigência de instantaneidade do leitor moderno. Em uma entrevista com um figurão da mídia impressa dos EUA, Stephen Colbert puxou seu iPhone e disse: “Eu posso saber a temperatura agora na cidade, o New York Times faz isso?”

Por mais que a notícia no jornal seja estudada, detalhada, trabalhada, ela é por natureza velha. O TWITTER vai anunciar o Fim do Mundo, o Estadão não. No dia seguinte quando abrimos o jornal vemos muita coisa irrelevante E velha, o conteúdo aprofundado não é suficiente para manter o leitor.

Então, como combater isso? Com sites? Ninguém paga para ler nada em sites, muito menos notícias. E ficar na frente do computador? Se for pra abrir laptop na rua, vamos ler o MeioBit, não a Folha.

A saída seria um meio eletrônico de ler notícias, com a facilidade do jornal mas com a instantaneidade dos sites. Algo que não coma bateria desesperadamente, de preferência.

Isso foi resolvido na mídia livro com o Amazon Kindle, aquele negócio feio mas com tela de E-Ink®, que não cansa no olho, não consome energia (exceto quando mudando de página), 800×600, 166dpi, 2GB de memória e 3G, puxando livros direto da biblioteca da Amazon,a um custo bem em conta.

Agora uma conferência de imprensa quarta-feira irá revelar um NOVO Kindle, com tela maior (provavelmente bem maior) e um dos participantes de apresentação, além de Jeb Bezos, Mr Amazon, é Arthur Sulzberger, publisher do New York Times.

Já existe uma versão do Times para o Kindle. Custa US$14,00 por mês, vem sem fotos coloridas (o kindle é preto-e-branco) só tem uma atualização por dia e mesmo assim um número razoável de pessoas assina.

Imaginem um dispositivo com tela bem maior, atualizações constantes e -quem sabe?- cor.

Se conseguirem unir a credibilidade e profundidade de conteúdo da mídia impressa, a agilidade da mídia online e um modelo de receita real, de assinaturas, pode ser a Segunda Grande Chance pros jornais, e acreditem, revistas seguirão a onda.

Levando-se em conta a quantidade de gibis que tenho em casa, poder ter tudo em um dispositivo só pagando o mesmo (ou até um pouco menos) do que o pago por uma versão em papel seria no mínimo excelente.

Sem contar que ninguém falou que a publicidade na versão eletrônica precisa ser estática. Pensem só, anúncios dinâmicos e com prazo de validade.

A Amazon conseguirá? Descubra quarta-feira, neste mesmo bat-blog.

Fonte: Engadget

emComunicação Digital Indústria Internet

Esqueçam Steve Austin, Google pode pagar US$100 milhões por um Android

Por em 4 de maio de 2009

Da mesma forma que a Apple, por arrogância ou burrice (você escolhe) não se deu ao trabalho de verificar se existia um produto de nome iPhone antes de anunciar o seu, e morreu em uma grana para a Cisco, agora é a vez do Google.

O nome Android é bonitinho, a logo é fofuxa e os freetards, que se entusiasmam com animais engraçadinhos e cores vibrantes adoraram, mas dois neurônios eram suficientes para imaginar que em 2009 um nome assim já teria dono. Ainda mais na área de tecnologia.

Foi o que o Google descobriu, quando tentou registrar a marca em Outubro de 2007, e em Fevereiro de 2008 (tarde, né?) o Departamento de Patentes dos EUA negou registro para a marca “Android”, alegando que já existia uma empresa com esse nome.

A empresa, de nome Android Data foi fundada em 2000. Como “Data” não pode ser registrado (terá algo a ver com os circuitos positrônicos?) o Departamento de Patentes determinou que o termo “forte” era “Android”.

Não confundir com este Data

Quando o Departamento de Patentes negou o registro, o Google protestou, o protesto foi negado, então pediram uma suspensão do registro da marca, alegando que a empresa Android Data não existia mais faziam quatro anos, e que a marca não era usada faziam 3.

O dono, um tal de Eric Specht foi pro pau, está processando todos os membros da Coalizão Android (bom nome pra uma Legião do Mal de Robôs). São 47 empresas citadas no processo.

Ele alega que estava desenvolvendo um produto de software com o nome da empresa, mas com a entrada do Google no mercado toda seu trabalho seria jogado fora, sua marca perderia força, mimimi, mimimi.

Por isso em sua ação Eric pede:

1 – As empresas envolvidas sejam proibidas de usar o termo “Android”.
2 – Todos os materiais de marketing e divulgação com o termo “Android” sejam destruídos.
3 – US$2 milhões de indenização, de cada uma das empresas envolvidas no projeto.

Se os juízes engolirem, são US$100 milhões no bolso do cidadão. Muito provavelmente ele vai negociar por menos, mas será de qualquer jeito uma boa lição pro Google: Não batize um produto sem antes fazer MUITA pesquisa.

Fonte: Slashdot, The Register

emGoogle

Crie filmes 3D online e sem trabalho

Por em 3 de maio de 2009

O brinquedo é o XtraNormal, um serviço para criar filmes com avatares pré-renderizados, com direito a múltiplas câmeras, movimentação, cenários e sintetização de voz (inclusive em português).

Na versão gratuita dá para fazer filmes com um ou dois atores, mas mesmo nessa os recursos são bem legais. Não é algo que vá produzir o próximo Red vs Blue ou algum outro clássico do Machinima, mas 90% dos podcasts que conheço ficariam bem melhores se usassem os recursos desse site.

Abaixo um teste rápido que fiz com o texto da notícia do Stallman na Paraíba:


emInternet

III ENSOL vai descobrir se Stallman é cabra macho

Por em 3 de maio de 2009

Do Press Release:

“De 19 a 21 de junho de 2009 a comunidade de Tecnologia da Informação
(TI) voltará seus olhos para João Pessoa, que sediará a terceira
edição do ENSOL, Encontro de Software Livre da Paraíba, na Estação
Ciência, Cultura e Artes Cabo Branco, imponente obra do arquiteto Oscar
Niemeyer no entorno do Farol do Cabo Branco, ponto mais oriental da
Américas. Sob o lema “Liberdade no extremo”, o ENSOL se consolida no
calendário de eventos de TI e contará com nomes expressivos no cenário
nacional, como Julio Neves, Anahuac de Paula Gil, Luis Felipe Costa,
Corinto Meffe e Sérgio Amadeu.

O ENSOL, que já trouxe Jon “Maddog” Hall, ícone do mundo da
informática, desta vez trará como atração internacional o ativista
Richard M. Stallman, criador e maior defensor da causa do Software Livre,
movimento organizado que defende que qualquer pessoa deve ter a liberdade
de executar, copiar, estudar, modificar, melhorar e distribuir qualquer
programa de computador. Stallman publicou seu “Manifesto GNU” na
década de 80 e deslanchou o movimento do Software Livre no mundo criando a
Free Software Foundation <http://www.fsf.org> (Fundação Software Livre).
Também autor da GPL – GNU General Public License, a licença livre mais
usada no mundo, Stallman se dedica ao ativismo político em prol do
Software Livre.

O ENSOL é organizado pelo G/LUG-PB, Grupo de Usuários Linux da Paraíba,
com patrocínio da Prefeitura Municipal de João Pessoa e apoio de empresas
e instituições do setor de TI. Para conferir a programação e
inscrever-se no evento, aponte para http://www.ensol.org.br.”

sim, eu sei.

O MeioBit não poderá infelizmente cobrir o evento, mas nem fico muito triste. Imagine ter que ficar olhando pro Stallman sabendo que do lado de fora estou perdendo paisagens como estas

emOpen-Source

Dirigir ônibus e mandar torpedos não combinam

Por em 2 de maio de 2009

O imbecil do filme abaixo não entende: Se ele fosse um gênio não estaria dirigindo um ônibus, então na melhor e mais generosa das hipóteses ele era um sujeito mediano. E gente mediana não consegue fazer um monte de coisas complexas ao mesmo tempo, nem olhar para dois lugares simultaneamente.

Por isso mesmo ao tentar mandar torpedos via celular E dirigir o ônibus ao mesmo tempo, o resultado só poderia ser esse:

O espertão foi despedido e ninguém ficou ferido no acidente. Ao menos isso.

Fonte: KSBY

emCelular Mundo Estranho

Linux atinge marca histórica de 1% do Mercado

Por em 2 de maio de 2009

Depois de apenas 18 anos desde sua criação (Ou 26 anos, se você fala GNU/Linux) o sistema operacional preferido de 1 entre 100 usuários de computador saiu da categoria “erro estatístico” e passou a figurar com orgulhosos 1,02% entre os sistemas listados na pesquisa da Net Applications.

O crescimento de 150% nos últimos dois anos para desespero do Stallman não tem a ver com a campanha da Free Software Foundation contra o Windows Vista, mas com a demora da Microsoft em descobrir o mercado dos Netbooks, que de qualquer jeito não tinham em seu início capacidade de rodar Windows, nem o Favel-digo, o Inclusão Social Edition.

Caso o quadro se mantenha, com 75% de crescimento ao ano, é possível calcular o Ano do Linux como… 2016, quando o Linux atingirá 51% de Mercado.

Vai acontecer? Dificilmente. O Linux vem sendo inexoravelmente sabotado nos notebooks (Satux, cof cof, Librix, cof cof) e nos netbooks. O Fantasma do Vista (que é bem menos assustador do que dizem) já é quase passado, e convenhamos, é muito fácil dominar um Mercado onde você é a única alternativa. Windows que o diga.

Fonte: BLUG, via Twitter do Phillipe Xadai

emLinux

“Vergonha Alheia”

Por em 30 de abril de 2009

O título foi roubado do Merigo no Twitter mas como ele ganhou link acho que tudo bem. De qualquer jeito nada além de Vergonha Alheia expressa a sensação de ver esse… troço.

Como o já supracitado Merigo falou, fica difícil olhar a Apple, cool até o osso (ou o osteosarcoma (too soon?)) depois de um negócio desses. Pior, a Microsoft gasta os tubos em campanhas “I’m a PC”, mostrando que ninguém é considerado leproso apenas por usar um PC, que existem máquinas muito legais sem ser Apple, etc, etc, e etc. 

Aí vem a Dell e faz… isso:

Essa “peça” só tem UM ponto redentor: Conseguiu destronar o comercial do Ballmer do posto de Comercial de PC mais Constrangedor da História.

Fonte: Twitter do Brainstorm-símbolo-do-prince

emIndústria