Ciência
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Quando a Ciência supera o MacGyver

Por em 8 de maio de 2010

Existe uma ilusão geral de que qualquer tipo de Ciência mais complexa do que cruzar ervilhas (coisa de colégio, ninguém descobriria nada com isso) exige laboratórios complexos e máquinas do tipo do LHC ou encontradas no porão do Tony Stark.

Não é verdade. É possível fazer ciência com muito pouco. Com álcool isopropílico, gelo seco e papelão você monta uma câmara de condensação, com ela observa partículas subatômicas, raios cósmicos vindos das profundezas do Espaço. Duvida? Assista ao tutorial:


Um fenômeno mais fascinante ainda é tão assustador que nem MacGyver usou em suas aventuras: Cientistas perceberam que fita durex quando desenrolada com força produzia uma fraca luminosidade. Um estudo mais detalhado mostrou que a radiação eletromagnética era gerada em várias faixas do espectro, incluindo raios-x. continue lendo

emCiência

Apple se considera Acima da Lei

Por em 8 de maio de 2010

No caso da Lei da Oferta e da Procura. Um dos princípios básicos da Economia, que somente governantes muito arrogantes ousam desrespeitar, o que gera sempre desastres, como a União Soviética e o Plano Cruzado.

Não que para Steve Jobs a História sirva de lição. Tanto que a Apple deu uma chamada FEIA em vários distribuidores japoneses. Aparentemente lojas estavam fazendo uma guerra de preços online, oferecendo iPhones, iPods e Macs com grandes suculentos e tentaculosos descontos.

Tudo que a Apple não quer: Cair no varejão.

O site Marketwatch dá nome aos bois: Entre outros a Yodobashi Camera Co, uma cadeia de lojas de eletrônicos colocou no site um aviso dizendo que não mais venderia Apple online. Outras lojas comunicaram que descontos agora só negociando no balcão.

Fonte: The Inquirer

emApple e Mac

Windows 7 + Japinha de Anime == WIN!

Por em 8 de maio de 2010

Um fenômeno cultural exclusivamente  japonês é a existência das OS-tans, mascotes anime de sistemas operacionais. Sim, até o Linux tem uma.

A novidade é que pela primeira vez uma OS-tan foi reconhecida oficialmente. É a Madobe Nanami, mascote nipônica do Windows 7. Além das versões personalizadas do Win7 que já noticiamos, foi lançado um anime, onde Nanami (meio que) ensina a montar seu próprio PC.



Algumas fontes informam que a OS-tan oficial do Windows 7 tem feito pouco ou nenhum sucesso. Não é tão surpreendente. Fica claro no vídeo acima que o anime carece de um elemento fundamental para ser bem-recebido pelo público japonês: Tentáculos.

emInternet

Et Tu, Opera?

Por em 7 de maio de 2010

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“Flash como container de vídeo faz muito pouco sentido para uso de CPU, WIFI, bateria, etc. Você pode fritar um ovo em dispositivos rodando Flash, e há uma razão pra isso”

Quem disse isso não Steve Jobs, nem sequer Steve Ballmer, mas Phillip Grønvold, analista de produto da Opera Software.

Pelo visto a Adobe está sozinha, o tempo do Flash como player de vídeo está contado. Os grandes culpados são os dispositivos móveis, mas nem é uma questão do Flash ser mal-programado, o problema é que não há como o software mais otimizado do mundo competir com decodificadores em hardware.

A declaração ressoa plenamente tudo que Steve Jobs disse.  Será interessante ver a reação dos haters mais exaltados, afinal estamos vendo os mesmos argumentos contra vídeo em Flash, vindo de uma fonte insuspeita.

Grønvold inclusive deixa claro em sua entrevista que o Opera VAI continuar a suportar o Flash, que ele é parte integrante da Internet e que web sem Flash não é uma experiência completa.

Jura a Adobe que irá resolver grande parte dos problemas do Flash em dispositivos móveis com a vindoura versão 10.1, mas sendo realista meu antigo N80 já tocava RealMedia (argh, eu sei) com performance decente, o playback de vídeo de qualidade já é realidade em todo celular de 1a linha. A idéia de que esse suporte seja abandonado em prol do Flash não faz sentido.

Esperemos que a Internet caminhe para um meio termo, onde o vídeo será decodificado por hardware usando formatos modernos e otimizados, E os sites em Flash funcionem bem, agregando conteúdo e valor. E sim, Farmville é valor agregado, site HTML feito em Flash só para ter coisas girando e piscando, não é.

Fonte: Ars Technica

emMeio Bit

A Praga do 3D e a TV como experiência antisocial

Por em 7 de maio de 2010

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Depois que James Cameron faturou com seu Thundersmurfs o que a franquia de Star Trek levou mais de 40 anos pra faturar, o mundo (ou pelo menos o pessoal sem criatividade de Hollywood) se rendeu ao 3D. Basicamente TODOS os blockbusters em produção são ou serão em 3D, lançamentos como Fúria de Titãs foram correndo convertidos (sim, fica porco) para faturar o hype 3D.

Os cinemas, adoram. A entrada para um filme 3D é BEM mais cara que uma convencional, os exibidores gostam, os produtores gostam e os espectadores-salsas gostam, afinal… “é 3D”.

As TVs estão indo pelo mesmo caminho. Antes que as emissoras sequer cogitem transmitir em 3D (os custos são mais altos, a banda é maior, equipamento tem que ser comprado, etc) fabricantes correram para mostrar que a sua linda TV de Plasma de 108 polegadas FullHD acaba de se tornar obsoleta. Você precisa de uma… TV 3D.

Aqui, um raro momento de lucidez: Todos adotaram o padrão Blu-Ray 3D, menos mal.

Agora, voltemos ao normal: Cada fabricante tem o SEU modelo de óculos, custam caro e são incompatíveis. Assim você não pode chegar na casa de um amigo para ver o XXVII de Jaú contra o MMC de Piracicaba em 3D, levando seu óculos, a menos que a TV dele seja do mesmo fabricante que a sua.

A idéia de levar óculos 3D por si só já é patética. As questões logísticas segregam a tecnologia, 3D nunca será uma experiência coletiva fora do cinema. Imagine um bar, como faria para passar um jogo 3D para os clientes? Imagine uma festa infantil, um telão passando Ratatoing, filme completamente original sobre um rato cozinheiro. 50 crianças correndo, passando, olhando um pouco. Tiram óculos, colocam óculos, perdem óculos, esquecem óculos dentro da privada, levam pra casa, ou comem os óculos, se for o Ralph Wiggum.

TV 3D com óculos é o equivalente a chamar os amigos para ouvir sua coleção de LPs e mandar cada um trazer o próprio headphone, sendo que quem chegar de surpresa não ouvirá nada. Toda a casualidade da TV deixará de existir, mesmo que os programas 3D sejam eventuais. Imagine a cena “Vai começar Glee 3D, cadê os óculos????” se repetindo por tudo que é lugar. Se nem o controle remoto conseguimos encontrar…

 

Fonte: Gizmag

emFotografia

Nokia lança Ovi App Wizzard, Meio Bit lança App para Nokia

Por em 5 de maio de 2010

MeioBitapp De todas as plataformas Mobile a mais complicada em termos de desenvolvimento é o Symbian. Não só pela falta de uma ferramenta como um XCode ou um Visual Studio (Não, Eclipse, 7500 plugins e 2.433.122 dependências não conta).

O desenvolvimento também é limitado pela carência de recursos do sistema operacional. Por mais que o hardware tenha evoluído, 3 ou 4 aplicações e o N97 já senta. Coisas como execução de vídeos forçam o aparelho ao limite e qualquer arquivo em resolução um pouco maior já não é executado. Páginas web demoram horrores para ser renderizadas, é comum programas fecharem do nada ou não abrirem por falta de recursos de sistema.

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emCelular Mobile Software

Apple larga o Haldol, surta de vez e ataca até paródias

Por em 4 de maio de 2010

ellenportia Isso é algo que nem o Ballmer em seus piores dias tentou. Nem Stallman, que dava piti se uma entrevista fosse publicada em MP3 e não Ogg cogitou esse tipo de coisa, mas a Apple ultrapassou essa linha.

Ellen DeGeneres é uma atriz, comediante de StandUp e apresentadora de um programa de TV que em 3 temporadas ganhou 25 Emmys. Seu Twitter tem 4,5 milhões de seguidores. Além disso tudo ela é casada com a maravilhosa edificante e toda-fofa Portia DeRossi, formando um dos raros casais de Hollywood que não são barraqueiros.

No programa de ontem ela exibiu uma paródia de comercial do iPhone. Nada demais, diria eu que foi uma paródia ruim, sem-graça, típico material para programas femininos diurnos.

Quem também não gostou foi a Apple.

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emApple e Mac