Mobile
Mobile
Digital Drops Blog de Brinquedo

Fora do Campo de Distorção da Realidade, Microsoft cresce 15% no Mercado Mobile Brasileiro

Por em 1 de junho de 2010

Os dados do IDC não combinam com o que o Mundo Geek percebe, mas a Realidade tem o péssimo hábito de ignorar o que nós geeks achamos.

A Microsoft cresceu 15% do último trimestre de 2009 para o 1o de 2010, hoje controla 33% do Mercado Mobile brasileiro. Somos o segundo maior mercado do mundo em termos de participação, só perdemos pra Coréia. Isso é mais curioso ainda por não ser algo… percebido. A culpa muito provavelmente é da fragmentação de aparelhos. iPhone só tem um, afinal (EU SEI).

Na reportagem do IDGNow! Celso Winik, Gerente de Mobilidade da Microsoft Brasil atribui parte desse sucesso à oferta do chamado Messenger Phone, aparelhos Windows Mobile como o LG GW550 da Vivo, com teclado alfanumérico, as firulas básicas de todo smartphone decente E, claro, Windows Live Messenger (e em breve, Twitter -creio eu- pois a Vivo não é boba).

Com esse perfil a Microsoft deveria repensar a estratégia e trazer o KIN para o Brasil, antes que o Google se toque, crie o Orkut Phone com uma app específica no Android e venda milhões.

emHardware Mercado Microsoft Mobile

iPad: Não Sei o que é mas eu quero!

Por em 1 de junho de 2010

O fenômeno no mínimo é curioso. Se de um lado temos os Haters que odeiam tudo que é moda apenas por ser moda, temos os geeks que odeiam o iPad por não achar utilidade para ele e assumem assim que não serve para nada para ninguém, temos um outro grupo, sempre minimizado por quem tenta racionalizar o Mercado mas que, sejamos realistas, existe: As Escravas da Moda. (o termo seria Fashion Whores, mas este é um blog de família)

Por isso por mais que um grande número de geeks esteja bem satisfeito com seu iPads e achando grandes usos para eles, a realidade é que o Hype existe e é bem forte.

Dados de uma pesquisa da TNS Technology na Inglaterra revelaram números no mínimo vergonhosos.

1/5 da população está interessada em comprar um iPad.

65% da população não tem a menor idéia do que um iPad faça.

Dos que não vão comprar, 67% alegam ser muito caro. 26% dizem que “não querem outro computador”.

Quando Steve Jobs diz que os produtos da Apple vendem por ser brilhantes, eu imagino que é uma referência ao esforço intelectual por trás dos mesmos, mas pelo visto o “brilhante” é literal, com consumidores agindo como corvos.

Parece uma posição confortável, mas quando o público é tão pouco crítico os fracassos tendem a ser épicos, como o AppleTV e o Newton. O perigo para a Apple é perder a perspectiva, coisa que aconteceu com a Microsoft no mercado de desktops, a ponto de considerar Internet uma moda passageira, a chamada síndrome do “Não Foi Inventado Aqui”.

Fonte: Cellular News

emApple e Mac

Justin Bieber faz mal a Desenvolvedores Firefox

Por em 1 de junho de 2010

Não fazer mal no sentido de safardanagem, o Justin jamais faria isso, mas a mais nova e irritante celebridade do circuito emo-castratti se tornou a causa de uma série de ameaças, com proto-adolescentes histéricas se debulhando em lágrimas ao mesmo tempo em que ameaçam a integridade física de um programador de nome chamado Greg Leuch.

Ele criou um bookmarklet/Add-on do Firefox (e agora extensão do Chrome) que cumpre uma função social essencial para o bom-funcionamento da Humanidade: Censura toda e qualquer referência a Justin Bieber. O nome do… err.. cantor aparece coberto, bem como fotos.

A brincadeira, claro, gerou ódio entre as fãs histéricas do astro-mirim, muitas reações claro vindas do Brasil, pois não podemos ficar de fora desse tipo de histeria:

A melhor de todas veio de uma guria de 15 anos da Suiça que comparou a criação de um filtro de Justin Bieber ao Holocausto. Sim, ela igualou a perseguição e morte de 6 milhões de judeus com um script para apagar a string “Justin Bieber”.

O mais divertido é que Greg virou notícia em vários sites e jornais,sua timeline é mistura de ameaças de morte com elogios rasgados “you’re the New God of the Internet” e ele criou um Tumblr com os melhores momentos de sua “fama” junto aos Biebtards.

Imagine quando as fãs atingirem a idade em que entenderão o trocadilho no nome da extensão, “Shaved Bieber”…

emInternet Software

Ballmer quer vender 30 milhões de celulares WP7 até final de 2011. Dorgas?

Por em 1 de junho de 2010

A rigor a afirmação é ousada, exagerada e viajante, afinal com toda sua proverbial arrogância Steve Jobs só prometeu vender 10 milhões de iPhones no 1o ano. Mas foi o que Steve Ballmer disse no Microsoft Remix. Claro, para os geeks chatos só iPhone vende, mas no Mundo Real em 2008 foram vendidos 20 milhões de celulares Windows Mobile. Em 2010 no primeiro trimestre já foram 3,7 milhões, sendo que o Windows Mobile 6.5 é chato, feio, bobo, ultrapassado e tão corporativo (no mau sentido) que faz um Blackberry parecer, bem, um Microsoft Kin.

OK, o simples fato de usar algo da Microsoft como exemplo de cool para criticar um produto mais antigo da empresa já mostra que as coisas estão mudando. A recepção do Windows Phone ao menos no preview foi muito boa, os desenvolvedores estão animados e os fabricantes preparam muita coisa boa para o final do ano.

O Android mostrou que é possível começar sem uma grande biblioteca de aplicações, o Google mostrou que serviços integrados funcionam e a Apple mostrou que uma estrutura rígida de controle de qualidade e distribuição dos softwares evita muita frustração por parte dos consumidores, gera uma plataforma mais estável e melhor experiência de uso.

Juntando tudo isso com um conceito novo de transformar o celular em Terminal Social Pessoal, uma arquitetura Tegra 2 e a plataforma Zune, e temos um Mach 5. Ou pelo menos um console que vai tirar o sono da Sony e da Nintendo. Twin Blades no Windows Phone 7 que o diga:

Vai dar certo? Não sei. Os números (ainda) impressionantes do Windows Mobile só existem por causa do mercado corporativo, que está sendo totalmente alienado do WP7. Eu os tiraria da equação. Nas próximas semanas a Apple anunciará o iPhone HD, ou seja lá o que tenham esquecido em bares por aí, mas não se espera nada revolucionário. O Hardware já se tornou commoditie, por enquanto não há mais o que inventar. Mais armazenamento, mais memória, mais megapixels (onde já vi essa corrida antes?). Nada disso é motivo para mudar de aparelho.

Já uma experiência radicalmente diferente do iPhone (e consequentemente do Android)? Pode ser. Que venha o WP7.

emCelular Celulares Mercado Mobile Opinião Planeta Sem Fio

Case de iPhone aprovado por Darwin

Por em 1 de junho de 2010

A idéia é excelente: Você pode ter um iPhone e ao mesmo tempo melhorar a diversidade genética humana, removendo-se da equação. Como? Não requer prática nem tão pouco habilidade. Basta ter pouco amor à vida e seguir as instruções do Thingverse, rapidamente você poderá andar por aí com seu iPhone encaixado na calça, de forma segura e de acesso rápido:

É algo ideal para usar durante uma blitz, de noite. E não, você não precisa de permissão de um policial opressor nazista para dar um telefonema, seja ágil, levante a camisa e puxe seu iPhone, todos ficarão impressionados. continue lendo

emApple e Mac Celular

(Android x iPhone) + Japinhas = Todos Ganham

Por em 1 de junho de 2010

Uma tirinha clássica do xkcd mostra um grupo jogando Rock Band enquanto um chato reclama que não estão tocando de verdade, ordena que “parem de se divertir”. Já vi músicos reclamando da mesma coisa, a sério. “pq não aprendem a tocar violão?” Bolas, é um BRINQUEDO, não aprendemos pelo mesmo motivo que não passamos 15 anos treinando para pilotar caças ou guiar um Formula 1 pelas ruas de Monte Carlo. Sem falar na péssima idéia de molestar japinhas de verdade, ao invés de nos videogames.

Por isso a chamada “música casual” não deve ser desconsiderada. Vide a japinha abaixo, que faz música no Android. Não, não é nada glorioso e orquestral, é apenas uma tendência que surgiu no iPhone, foi atacada por um monte de chatos que não via utilidade em um “piano” no celular, mas felizmente atraiu gente com conhecimento musical e capacidade de se divertir. continue lendo

emApple e Mac Áudio Vídeo Fotografia Celular Celulares Mobile Mundo Estranho

Como nascem os robôs que nos matarão

Por em 28 de maio de 2010

O protótipo abaixo foi criado por um grupo de pesquisa da Universidade da Pennsylvania, o objetivo é testar técnicas de programação e vôo autônomo. Utilizam quadricópteros, micro-robôs com tamanho ideal para perseguir-nos implacavelmente mesmo dentro de prédios.

A capacidade do robô em dar um mortal triplo (provavelmente não carpado, mas isso não adiará sua morte) já impressiona, mas a certeza de que estamos ferrados vem quando demonstram o bicho desviando de obstáculos e entrando em uma janela. Inclinada. Vejam:

Já a parte de robôs terrestres não está tão avançada. O mais moderno deles, o Little Dog, desenvolvido pela Universidade da Califórnia com verda da DARPA é algo fantástico mas passa a impressão de hesitante, o observador afastado queria… algo mais.

Eu acho que a culpa disso é chauvinismo terrestre. Nós andamos desde pequenos. É natural andar, não requer grande esforço nem muito  esforço. Todo mundo anda. (ok, menos o Stephen Hawking). Mesmo quem não anda tem gravado profundamente em seus genes tudo necessário para andar. Faz parte de nossa natureza.

Já voar, bem, é diferente. Só pássaros e milionários cardíacos voam. Não temos nada que nos remeta ao vôo, nenhum de nossos ancestrais nos longos 6000 anos de idade da Terra (o MeioBit agora é certificado pelo Board of Education do Kansas) voou. Nadar é outra história.

Só que máquinas não estão nem aí pros nossos preconceitos evolutivos, aviões voam sozinhos em 99,9% do tempo, aeronaves não-tripuladas já deram a volta ao mundo e sem muito esforço 2/3 dos leitores do MeioBit controlariam um Predator com 20 minutos de treinamento, aprendendo apenas quais botões NÃO encostar.

Voar só tem o inconveniente da velocidade, mas isso afeta apenas limitados cérebros biológicos. Os mecânicos tiram isso de letra, ainda mais com a facilidade de lidar com um conjunto de variáveis muito, muito menor do que o encontrado em um carro automatizado, por exemplo. É fato mais que demonstrado que criancinhas atravessam rua atrás de bolas mas não sabem voar, noviças voadoras estão fora de moda e embora admire o esforço que vem fazendo, padres estão longe de conseguirem se reproduzir, portanto são poucos a voar por aí.

Sem nada entrando na frente de surpresa, é tudo mais tranquilo.

Portanto mesmo que Skynet não destrua a Humanidade, é muito mais provável que vejamos em 5 ou 10 anos uma esquadrilha de robôs voadores autônomos transportando documentos e pacotes entre prédios e cidades do que carros automáticos. Falantes ou não. Por mais triste que isso seja para o finado e já saudoso Gary Coleman.

emCiência Hardware