Digital Drops Blog de Brinquedo

Stalman estava certo, morte à Microsoft

Por em 12 de abril de 2009

Eu entendo que no mundo dos negócios as empresas pratiquem atos questionáveis, moralmente ambíguos e com propósitos obscuros, mas há um limite. Em um momento temos que traçar uma linha e dizer “daqui não passamos”.

Do contrário terminamos com megacorporações malignas como a TCA, a OCP, a MomCorp, a LexCorp e agora, a Microsoft.

Vejam o que a desalmada empresa de Redmond fez: Cancelaram a abertura de um PUB em seu campus.

Isso mesmo, Steve Ballmer negou a seus funcionários o sagrado direito de acesso ao álcool, origem e solução de todos os problemas.

O bar, que seria chamado Spitfire, já tinha contratos com fornecedores, estava pronto, havia contratado 22 funcionários, quando, 3 dias antes da inauguração, seu proprietário -Jonathan Sposato- recebeu uma carta da Microsoft dizendo que não poderia mais abrir o estabelecimento.

Vejam o comentário do Lacaio do Mal, porta-voz da Microsoft Lou Gellos:

“O objetivo sempre foi criar um ambiente legal para os funcionários se reunirem, mas fazer isso de uma forma consistente com um ambiente comercial. Nós demos uma segunda olhadda [no bar] e ficamos sensíveis ao ambiente comercial. Decidimos que deveríamos fazer algo mais apropriado, e isso significava não termos um pub”

Eu só posso xingar o Mr Gellos da pior coisa que um programador xingaria outro: GERENTE!

Sim, essa é a mentalidade gerencial atrasada, arcaica, chapliniana que transforma funcionários em “recursos”, torna o ato de ir trabalhar uma penitência, e acaba com toda e qualquer lealdade corporativa por parte dos funcionários.

Vejam, não estamos falando de um botequim no 5o andar, ou algo assim. O Campus da Microsoft em Redmond tem 1,2 milhão de metros quadrados e mais de 100 prédios e 12.000 funcionários. É uma cidade. Há todo tipo de comércio no local. Se não fosse uma empresa de nerds, haveria até casa da luz vermelha, mas o pessoal lá gosta mais de BSOD do que BDSM.

Negar a licença para o pub é uma infantilidade, ao mesmo tempo uma tentativa de infantilizar um corpo de funcionários adulto e competente, e um tapa na cara de quem foi pra Microsoft fugindo de ambientes áridos. Sem pub, qual a vantagem de trabalhar em uma empresa que não tem um Hino Corporativo?

Fonte: Gizmodo

emIndústria

A Wikipedia do Jack Bauer

Por em 12 de abril de 2009

De todos os modelos de mídia colaborativa criados nos últimos anos, talvez a Wikipedia seja o mais interessante. Claro, está sujeito a todos os defeitos humanos, por isso encontramos intriga, mesquinharia, politicagem e fraude em seu meio. Mas quando bem usada é uma excelente ferramenta. A CIA que o diga.

Em um movimento estranhamente não-conservador, 3 anos atrás a comunidade de inteligência, a CIA aceitou avaliar a idéia de criar uma wiki, e apesar de muita resistência, o projeto foi para frente.

Hoje a Intellipedia roda na Intelink, uma rede super-secreta que interliga 16 agências de espionagem americanas, mais os serviços de inteligência militar. São mais de 900 mil artigos, 100 mil contas de usuários de 5000 edições/dia.

É uma forma de reunir conhecimento que para os envolvidos é revolucionária. É dado o exemplo de quando Cloro foi usado em bombas improvisadas no Iraque. Alguém postou um artigo tentando montar um manual forense para lidar com as provas nesses casos. 23 pessoas de 19 lugares diferentes colaboraram e em dois dias o manual de procedimentos estava pronto.

O normal envolveria reuniões intermináveis, viagens, videoconferências…

Curiosamente você não verá nenhum “JamesBond444″ na lista de usuários. Dada a natureza dos dados compartilhados, todo mundo tem que ser devidamente identificado e autenticado. Não que eu ache isso ruim.

As críticas são as mesmas (erradas) atribuídas à Wikipedia: O conteúdo não serve para trabalhos formais, como teses. SIM, wikis são ferramentas de consulta rápida, referências iniciais. NÃO fonte de cola para estudantes preguiçosos e espiões entediados.

Fonte: Time

emInternet

MeioBit atinge Padrão BR-Linux de Qualidade

Por em 10 de abril de 2009

O MeioBit sempre se orgulhou de escolher bem seus parceiros, daí nosso relacionamento com o BR-Linux, um dos raros sites que cobre o mundo do Software Livre sem cair no messianismo, embora seu criador às vezes pegue pesado com a figura do Dr Richard Stallman.

Vários leitores lá e cá não gostam dessa parceria, outros acusam o MeioBit de ser tendencioso, vendido e estar no bolso das grandes empresas. Agora podemos dizer: CHUPEM, bando de manés. O MeioBit não só produz conteúdo de alta qualidade como este atinge os mais altos padrões da Blogosfera Brasileira. Às vezes indistinguíveis do próprio BR-Linux.

Exemplo? Vejam este post do Nick Ellis, publicado dia 7 de Abril, 17h:

Agora compare com este post do BR-Linux, publicado dia 10 de Abril, 13h:

Ou seja: Um texto do MeioBit, sem tirar nem por, kibado no BR-Linux, a única diferença é no link, que na versão do BR-Linux aponta para o PC-World, enquanto o do MeioBit aponta pro Macworld.

Temos algumas possíveis explicações:

1 – André Machado é um leitor do MeioBit que ainda está no armário (obviamente não usa Apple) mas como é incapaz de produzir conteúdo de qualidade, kibou o artigo do Nick Ellis, sabendo que o Augusto o aprovaria sem perceber o plágio, já que como todo Linuxeiro decente ele não perde seu tempo aqui.

2 – É tudo parte de um plano maligno da Microsoft para desacreditar o Linux, envolve DeLoreans, capacitores de fluxo e curtas viagens no tempo, onde kibamos o conteúdo de sites melhores que o nosso, publicamos no passado e acusamos de plágio.

3 – Com auxílio de terríveis hackers de Redmond, invadimos o servidor do BR-Linux e publicamos o texto sem o Augusto saber, para destruir sua reputação e garantir a futura hegemonia do Windows 7.

4 – Ética, Superioridade Moral e outras características que o povo do Software Livre costuma jogar na cara dos Escravos do Capitalismo e do Software Proprietário são só retórica, vale a Lei de Gerson

5 – O Augusto pirou na batatinha, chutou o pau da barraca e foi morar em Caicó, onde se amaziou com um Deus de Ébano de nome Ademar, e entre suas tórridas noites apelidadas de Brokeback Kernel, se dedica a criar aplicativos para iPhone.

6 – O Companheiro Stedile fez uma Reforma Agrária na Internet, agora tudo é Domínio Público, só esqueceram de nos avisar.

7 – “Nick Ellis desliza o dedo pelo peito másculo e ainda coberto de suor de André. O quarto é testemunha da incrível experiência do final de semana. Aproveitando o torpor pós-orgástico de seu amante, o novo editor do MeioBit abre o laptop de André, e como este não roda Satux Linux, copia para um pendrive seus artigos rascunhados. ‘tudo por um post’, pensa Nick, ao mesmo tempo em que um sorriso maroto confirma que não foi só por isso.”

Agora sério:

Das possibilidades todas, a ÚNICA que nós não aceitamos nem daremos espaço para especulação é que tenha sido proposital. O Augusto é uma das pessoas DECENTES com quem temos o privilégio de nos relacionar. Portanto, sacaneiem, foi um vacilo, mas mantenham o nível.

emInternet

Agora sim, divórcio via SMS

Por em 9 de abril de 2009

Um efeito colateral da cultura islâmica tratar mulheres como cachorro é que o divórcio é bem mais simples do que no mundo ocidental, mas de vez em quando a impressão que dá é que são liberais até demais, na oficialização de separações.

Vejam por exemplo este caso em Jeddah, na Arábia Saudita: Uma jovem, na casa dos 20 anos de idade, recebeu um SMS do marido avisando que ele… se divorciou. Não pediu o divórcio, não queria se separar. ESTAVA separado, apenas fez a comunicaçãol. Também enviou a mensagem para dois amigos que foram testemunhas do casamento, oficializando assim o ato.

Uma Corte Islâmica validou o divórcio, e como o casamento não havia sido consumado (nem a noiva consumida) ela está livre inclusive do período de iddah, uma espécie de resguardo pós-divórcio durante o qual a mulher não pode casar novamente. A idéia é dar tempo para que ela não apareça grávida do ex, e zoneie a vida do sujeito ou do próximo, afinal a fila anda.

Quando ao ex, usou o SMS por estar longe de casa. Ele saiu da Arábia Saudita e está no Iraque, em um “Jihad”. Ou seja: O cidadão casa, deixa a noiva de 20 aninhos, virgem (ou pelo menos com  a etiqueta de garantia da retífica) e vai pro Iraque bancar o guerrilheiro? Muito provavelmente usou um iPhone.

Fonte: Textually

emCelular Mundo Estranho

Autoridades de olho nas Strippers Suecas

Por em 9 de abril de 2009

A pornografia online é um negócio que cresce na Suécia, mas as autoridades resolveram endurecer. Não do ponto de vista moralista, afinal de contas é a Suécia, mas do ponto de vista fiscal.

Estima-se que entre 300 e 500 pessoas no país forneçam servidos porno-eróticos online, e a grande maioria não declara isso no Imposto de Renda. Isso representa mais de US$5 milhões de dólares em faturamento, dos quais 50% iriam para o Leão.

Das 200 profissionais que o Fisco Sueco contatou, somente uma declarava os ganhos.

De resto a atividade é perfeitamente Legal, e tem um grupo fiel de consumidores. No geral o mundo do entretenimento adulto tem sofrido, com a abundância (com trocadilho) de conteúdo gratuito na Internet, mas os chats e shows via webcam vão bem, obrigado. Não se paga pelo conteúdo em si, mas pela interação. É algo que todo mundo que trabalha com Web 2.0 e mídias sociais precisa entender como lição:

Na dúvida, tire a roupa.

Fonte: The Local

emInternet

Apple restringindo a liberdade até dos supervilões

Por em 9 de abril de 2009

Imagine a situação: Você está tranquilo, rascunhando os planos para amanhã à noite (Tentar Conquistar o Mundo, claro) ouvindo seu iPod e usando uma calculadora da Apple Store para determinar a quantidade exata de Antrax a dispersar no sistema de ventilação daquele asilo para velhinhos órfãos paraplégicos, quando na sua porta bate a mais terrível criatura a caminhar pela Face da Terra: Um advogado da Apple.

Seus planos são arrasados, o resto de seus dias é passado nos tribunais, defendendo-se de uma acusação verdadeira mas abusiva:

Como usuário da Apple Store ao aceitar a EULA, você se comprometeu a não utilizar os produtos da empresa para fins malignos.

Está aqui nos Termos de Uso, veja:

Você concorda ainda em não utilizar esses produtos para quaisquer fins
proibidos pela lei dos Estados Unidos, incluindo, entre outros, para o
desenvolvimento, projeto, fabricação ou produção de armas nucleares,
mísseis, armas químicas ou biológicas.

É um absurdo! Onde fica nossa autonomia enquanto indivíduos? Quem Steve Jobs pensa que é para dizer que eu não posso desenvolver armas bacteriológicas ou nucleares? EU não assinei nenhum tratado de não-proliferação.

Por outro lado, isso explica o fato do Bill Gates não deixar ninguém na casa dele usar iPods.

Fonte: Gizmodo

emApple e Mac

xPud – a distro do coelhinho

Por em 8 de abril de 2009

Algumas placas-mãe já estão vindo com distribuições Linux nativas, muito úteis para pequenos trabalhos ou acesso web rápido, mas com a idéia idiota de COBRAR por essas distribuições, em regime de assinatura, provavelmente a idéia não vai pegar.

Então que tal manter uma distro minúscula instalada, ao invés de levar hooooras carregando o Windows ou o Ubuntu apenas para checar seus emails?

O xPud é uma distro minúscula, meros 48MB, vem com uma suite básica de aplicativos e é muito, muito rápida para iniciar, veja o vídeo após o break:

Isso num Eee PC deve ficar muito bonitinho, e dar menos defeito que o Linpus Linux…

Fonte: TuxRadar

emLinux