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Digital Drops Blog de Brinquedo

Não compre o iPad 3, o 4 será excelente!

Por em 26 de janeiro de 2011 - 65 Comentários

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Em uma antiga tirinha do Dilbert o vendedor da empresa chega todo feliz pois convenceu o cliente a não fazer upgrade da versão antiga do produto, mas pular a atual e esperar para a próxima, que faria tudo que ele precisa. O vendedor então pergunta quando a versão nova sairá. Dilbert responde que em uns 3 anos.

Nem precisa ser Dilbert, eu mesmo já presenciei coisas incríveis vindas do pessoal de vendas, como URLs (e domínios) inventados, publicados em anúncios sem avisar à TI que precisavam ser criados nos servidores. Aqui mesmo no MeioBit outro dia um dos trollzinhos que criamos no porão junto com o Sloth passou horas argumentando das virtudes do iPad 2, um produto que a rigor NÃO EXISTE AINDA.

Estranho é ver essa postura sendo repetida por gente como uma revista do IDG, que em uma matéria sobre Retina Display no iPad está afirmando que as telas de 2048 × 1536 de resolução serão usadas não pelo iPad 2, mas pelo iPad 3.

Quer dizer: a segunda versão do negócio nem saiu e a mídia já está discutindo a próxima. Um produto não precisa mais sequer ser lançado para estar obsoleto. Como um produto pode competir com um espectro de seu Eu Futuro?

A busca por novidades está fazendo com que os sites percam a mão. Não são mais exercícios de futurologia, são comparações objetivas entre produtos que não existem. Isso é completamente inútil.

A própria discussão de Retina Display no iPad é perda de tempo. Como mostrei neste post aqui, mantendo o tamanho e proporção da tela um iPad para ter Retina Display teria que ter resolução de 2560 × 1920. Compare com uma imagem Blu-ray Full HD, 1920 × 1080:

ipadretina

Um filme Full HD em MP4, altamente compactado que seu PC Desktop range os dentes pra exibir ocupa 14 GB. Um iPad 64 GB com tela Full HD só comportaria quatro filmes. Imagine com a resolução Retina Display. É superior até ao cinema digital 2K, com resolução de 2048 × 1080.

Mesmo que em um ano memória se torne barato e abundante, a nVidia produza uma GPU capaz de exibir vídeo em tela cheia a 2560 × 1920, e mesmo que a Apple produza uma bateria à base de Naqahdriah / Cavorita, estabilizada por Dilithium, conseguindo assim autonomia de 4 horas nesse iPad do Mal, ainda teremos um pequeno mas relevante problema:

NÃO EXISTE CONTEÚDO no formato. A indústria não vai reescanear centenas de milhares de filmes em 35 mm para o formato do iPad. As produções feitas em vídeo digital, em Full HD simplesmente NÃO podem ser ampliadas sem perda de definição. O iPad Retina Display seria um player de vídeo sem conteúdo nativo.

De resto, boa sorte baixando 20 GB cada vez que for assistir um filme.

emApple e Mac Mercado

Apps do Dia: Música no iPad

Por em 21 de janeiro de 2011 - 13 Comentários

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Temos que admirar os haters, nunca cessam de se adaptar, sua capacidade de negar a realidade  é inegável. Vide o iPad, que foi escurraçado e teve seu fracasso retumbante decretado antes do lançamento. Quando vendeu horrores no primeiro dia, os haters juraram que ele não manteria o ritmo. Quando continuou vendendo como água, justificaram que as pessoas compravam por novidade, odiariam e devolveriam. Quando ninguém devolveu, a explicação agora –acabei de ouvir- é que “compram mas não usam”.

Então tá, assuma que este artigo é para algum eventual usuário que não tenha recebido os memorando e portanto não saiba que tem que odiar o iPad.

Esse usuário provavelmente saberá que o iPad é excelente para multimídia, dá pra espetar um fone e esquecer da vida. A tela grande é muito confortável, mas vai além, muito além.

Existe uma PENCA de programas legais para iPad na área musical, mas vou me restringir a dois, com funções específicas muitas vezes ignoradas por outros softwares.

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emComputação móvel Fotografia Meio Bit Software

Chiquitita Pero Cumplidora

Por em 21 de janeiro de 2011 - 6 Comentários

microcamera

Variar é sempre bom, nem que seja pra ver algo minúsculo que mais ou menos funciona sem ser pelo espelho do banheiro.

É o caso do brinquedo acima, que vai deixar muito fotógrafo babando. É uma câmera digital de verdade (embora muita gente diga que os três termos não podem coexistir na mesma frase) capaz de fazer fotos com resolução de 1600×1200, filmar em qualidade VGA a 30 quadros por segundo e suporta cartão microSD de até 32GB.

Quer mais? O brinquedo vem com um kit de lentes. Isso mesmo. A CHOBi CAM ONE (é o nome da microsidade) faz o que 99% das câmeras de verdade não fazem.

Isso tudo por algo em torno de US$120,00. Bem menos que uma EOS da vida.

Fonte: Akihabara News

emEquipamentos Fotografia

Intel + Japinhas = Tudo está bem no mundo

Por em 21 de janeiro de 2011 - 38 Comentários

As japinhas edificantes acima são do grupo pop coreano Girls´Generation. Foram contratadas como “Embaixadoras Intel”, aparecendo em clipes, anúncios, pacote completo. O vídeo leva o criativo título de “Intel Collaboration Song”, e só vale pelo final. Avance para 3min15s, elas imitando a assinatura sonora da Intel é totalmente cuti-cuti.

Pode parecer brega, e é, mas não há muita alternativa.

Como todo nerd eu achava que o mundo girava em torno de mim. Era verdade, mas o mérito era da Gravidade, não das minhas opiniões. Eu achava, como um monte de nerds ainda acham hoje que consumidores tomavam decisões baseados em fatos, eram racionais e objetivos. Fabricantes de produtos de informática, igualmente nerds tinham a mesma opinião.

Na verdade ainda têm, vide a mensagem assustadora do Ubuntu quando você tenta baixar um codec proprietário. continue lendo

emAcessórios Celular Indústria Mercado Open-Source

Congele sua Ex em Carbonite

Por em 19 de janeiro de 2011 - 7 Comentários

Um ano ou mais, e a vida (ainda) é um dilema Nem sempre vale a pena ficar online, mas você entra no Facebook e ela está lá, a desgramada que acabou contigo. Por quê? Nem Jobs sabe o motivo. Você desejava um trago, mas está desempregado (e no máximo) defende algum no Farmville, e melhor nem falar da Beatriz. Você pensa em cometer Orkuticídio no Facebook, talvez assim ela sofresse, mas vá atrás! No block a gente esquece mas online a gente vive em paz. Então como fas\?

Todo mundo tem esqueletos no armário, e lá devem permanecer, exceto os esqueletos homofóbicos (obviamente não o do He-Man). Algumas vezes o passado nos persegue, e se você não dá sorte de se relacionar com criaturas luditas que se confundem acendendo a luz, VAI esbarrar online com quem não quer encontrar. Em tempos de Facebook, piora, pois acabar um relacionamento é simples perto do mimimi de proporções apocalípticas que é remover alguém da sua lista de amigos.

No Twitter já vi gente que nem se pegava TELEFONAR pra cobrar satisfação por um unfollow, imagine quando há troca de DNA para fins recreativos envolvida.

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!

A extensão Eternal Sunshine, do Chrome permite que você continue amigo de uma pessoa, mas as atualizações dela não aparecerão em sua timeline, chamadas de chat, listas de seguidores, atualizações de fotos e vários outros lugares.

É uma espécie de soft block, que diminui as chances de você ler sobre quem não quer ler sem ter que passar pelo stress da Indignação do Block Sofrido. continue lendo

emInternet Miscelâneas

App do Dia: Bookman

Por em 19 de janeiro de 2011 - 18 Comentários

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Como todo sujeito muito ambicioso tenho vários projetos frustrados, mas nem a Conquista Global ou o Protocolo LV tiveram resultado tão decepcionante quanto o Projeto Scanner.

Como leitor voraz e eterno otimista, queria ter meus livros e gibis em forma eletrônica. Comprei scanner de mesa, software de OCR e descobri que escanear um livro leva uma eternidade, sai com centenas de erros de reconhecimento e no final das contas é uma droga ler na tela do computador, além de nada portátil.

Com meu primeiro notebook a esperança renasceu, apenas para morrer de novo. A altura da tela era pequena demais, notebooks eram pesados demais e ler girando o bicho é uma idéia que assim como o comunismo e o kama sutra só funciona na teoria. O Netbook foi a última tentativa. Talvez a tela de 11 polegadas fosse suficiente, e o peso seria aceitável.

Não era. Os anos passavam e não surgia nenhuma alternativa. Tablets estavam fora de questão, custavam uma fortuna e continuavam trambolhos. Eu estava quase desistindo, quando o futuro chegou.

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emApple e Mac Software

Presidiários usam mouses para carregar celulares

Por em 18 de janeiro de 2011 - 6 Comentários

Hamster-phone-charger

Nós temos mania de achar que algumas coisas erradas só acontecem no Brasil, mas sendo justo a bagunça pode ser generalizada. No mundo inteiro prisões são queijos suíços, principalmente no quesito telefone celular. Com a miniaturização a situação só piorou para as prisões, embora tenha tornado a vida mais confortável para as esposas dos detentos. pelo menos até um deles pedir um iPad.

As “otoridades” costumam se apegar ao fato de que o carregador é mais difícil de transportar e esconder (é, lá mesmo onde você pensou) do que o aparelho, mas os presos estão ficando mais espertos. Em uma cadeia de West Lothian, que parece ficar na Terra Média mas na verdade é Inglaterra, os guardas descobriram um novo esquema:

Vários mouses sumiam das salas de aula, onde os presos recebiam cursos de matemática, inglês e outras matérias. O mistério foi resolvido quando os cabos apareceram em algumas celas, ligados aos Playstations dos condenados. (Playstation of the Damned, daria um bom filme). Eles estavam usando o cabo para carregar os celulares.

Os cabos foram confiscados, agora os presos não podem mais sair das aulas sem os mouses estarem presentes e contados, mas as autoridades não podem fazer muito mais que isso. A prisão de Addiewell é famosa por dar acesso a videogames, ar-condicionado, TV de plasma, celas-suítes com chuveiro e mordomias como concierge na tela, o presidiário escolhe seu almoço pelo controle remoto.

É. Prisão com suíte, Playstation, refeição a la carte, TV de tela plana na parede e celular. Melhor do que muitos tivemos na adolescência, pois além disso tudo não tem os pais enchendo o saco batendo na porta mandando sair do quarto.

emCelular Mundo Estranho