Digital Drops Blog de Brinquedo

Linha Positivo 2010 – Destaques

Por em 26 de novembro de 2009

A Positivo é aquele fabricante que veio comendo pelas beiradas e hoje é sinônimo de computador entry-level no Brasil. Só que depender de um só nicho é complicado, pergunte aos pandas. Por isso estão de olho em mercados premium.

A nova linha 2010 é bem isso, e como pudemos constatar ao vivo, durante o lançamento do Windows 7, os equipamentos são tudo menos “pobres”.

Escolhemos duas linhas para destacar: Primeiro a linha Mobo Black, que como você pode ver pela foto, está lindo:

São dois modelos:
Mobo Black 3060

  • Processador Intel Atom N270 (1,6GHz, FSB 533 MHz, 512 KB Cache L2)
  • Windows 7 Starter
  • HD de 320 GB
  • 2 GB de RAM
  • WIFI (802.11b/g)
  • Ethernet 10/100 Mbps
  • LCD de 10 polegadas widescreen
  • webcam de 1,3 megapixel
  • Bateria de 6 células com autonomia de até 5 horas e 30 minutos. Grátis uma bateria extra de 3 células, para 2 horas e 30 minutos
  • 1,3 kg
  • 26,4 cm x 18,0 cm x 3,2 cm
  • Preço sugerido: R$ 1.399,00

Positivo Mobo Black 3G 3070

A mesma coisa do anterior, mas com um modem 3G embutido, 60 dias de acesso 3G gratuito. Preço sugerido: R$1.699,00

A segunda linha é o Positivo Aureum. Tem o mesmo conceito de um MacBook Air, é uma máquina fina e altamente desejável. Chamou mais atenção do que o Sony Vaio que também estava em demonstração.

O Aureum vem em dois modelos. O 4400 tem:

 

  • Processador Intel Pentium SU2700 (1,3 GHz, FSB 800MHz, 2MB Cache L2)
  • Windows 7 Home Premium
  • HD de 500 GB
  • 4 GB de RAM
  • WIFI (802.11b/g)
  • Ethernet 10/100 Mbps
  • Bluetooth
  • Tela de 13,3 polegadas widescreen
  • Microfone e webcam de 1,3 megapixel
  • 1,6 kg
  • 33,6 cm x 21,7 cm x 3,3 cm
  • Preço sugerido: R$ 2.399,00

O modelo Aureum 3G 4500 tem as mesmas especificações mais um modem 3G interno, o que leva o preço sugerido para R$ 2.599,00

emHardware

Nokia lança receptor de TV Digital

Por em 26 de novembro de 2009

TV no celular não necessariamente significa aquele xing-ling que taxistas usam para assistir chuviscos (e eventualmente algum resquício de imagem) enquanto esperam passageiros nas tardes de jogo do Palmeiras. Com a TV digital temos a promessa de imagens nítidas, alta definição, som de cinema e nada de antenas telescópicas de 1m30cm.

Os aparelhos compatíveis com o padrão brasileiro estão demorando a sair, mas a Nokia apresentou uma solução interessante: Um receptor de TV Digital Bluetooth. E sabemos que tudo fica melhor com Bluetooth.

O SU-33Wb é uma variação do SU-33W, adaptado para o padrão brasileiro pelo pessoal do Instituto Nokia de Tecnologia de Manaus. Uma coisa dá pra dizer de cara: É bonito!

As especificações:

Peso: 57 gramas
Autonomia: 12h
Bateria: A boa e velha BL-5C
Dimensões: 92.4 x 45 x 9.8mm
Comunicação: Bluetooth
Padrão: TV Digital Brasileiro
Carregador: AC4
Antena: Interna

Inicialmente o SU-33Wb será vendido em pacotes com o Nokia N85, ao preço de R$1.599,00. No primeiro trimestre do ano que vem será vendido separado, ainda sem preço estipulado.

A compatibilidade por enquanto é com o N85, mas a Nokia pretende ampliar o quadro, incluindo o N97, 5800, 5530 e o E75.

É uma boa? Depende das suas necessidades de TV Aberta.

Veja no vídeo abaixo um SU-33W em funcionamento:



emCelular Resenha

Windows vs Linux – estilo Big Bang Theory

Por em 25 de novembro de 2009

Big Bang Theory é a sitcom preferida de 9 entre 10 geeks, até por mostrar geeks com vidas normais, ao contrário da versão melodramática de IT Crowd (que gosto muito mas de vez em quando cansa) ou da versão idiota de todo filme com “nerd” no título.

O ambiente dos personagens é cuidadosamente pensado, a direção de arte está de parabéns, quase todas as citações de tecnologias são existentes, inclusive o Age of Conan, que tanto trabalho deu a Penny.

Legal é que isso abre espaço para ações de merchandising como Sheldon Cooper (aka Batman) usando Windows 7 em seu notebook…

Detalhes de cenografia como os manuais da Microsoft Press espalhados pelo apartamento…

Ou Leonard Hofstadter usando uma camiseta do Konqueror.

Como espectador acho o máximo esse tipo de detalhismo. Demonstra que há respeito pela inteligência de quem assiste.

Fontes:
Microsoft Press – via comentário do Fabiano
Konqueror – via Daniel Penasio
Windows 7 – via eu mesmo

emMiscelâneas

Microsoft libera Micro Framework .NET como Open Source

Por em 25 de novembro de 2009

Peter Galli, Open Source Community Manager da Microsoft anunciou no blog PORTA 25 que o Micro Framework .NET 4.0 está sendo disponibilizado em regime de Open Source.

O MF .NET é um ambiente extremamente enxuto, projetado para rodar aplicações .NET que utilizem um subset do Framework completo. Ele é compatível com CPUs mobile, como ARM, e roda no XBOX360. O footprint de memória é ridículo, meros 300KB.

Todo o código-fonte foi disponibilizado sob a licença Apache 2.0 (compatível com GPLv3), exceto as rotinas de criptografia, que segundo a Microsoft são utilizadas em outros produtos, e o stack TCP/IP, que é licenciado de terceiros e portanto não pode ter seu fonte disponibilizado.

Fonte: TuxRadar

emOpen-Source

Microsoft: Gênio ou Gênio do Mal?

Por em 25 de novembro de 2009

Uma das melhores formas de ganhar dinheiro é descobrir um nicho inexplorado e ser pioneiro. Pode ser uma variação geográfica de algo inexistente, como uma nova mina de Ouro, ou uma revolução tecnológica, como o Petróleo.

Raramente vemos inovações do segundo tipo, mas desta vez talvez sejamos testemunhas oculares da História, no melhor estilo Repórter Esso.

A idéia é enganosamente simples: Já repararam que ninguém cobra para ser indexado pelo Google? Só que conteúdo é a BASE do valor agregado do Google, não importa indexar bem se você não tiver o que indexar. As pessoas querem esse conteúdo de qualidade bem indexado.

Então… que tal quem tem esse conteúdo passar a vender o direito de indexação?

A proposta envolve a Microsoft e a News Corp, o mega-complexo editorial de Rupert Murdoch, uma espécie de filho do Assis Chateaubriand com Roberto Marinho, Cidadão Kane, Lex Luthor e Satã. As empresas de Murdock vão da Fox News ao Wall Street Journal, ele é um magnata da mídia como há muito não se via. E odeia a Internet.

Diz com todas as letras que os sites de indexação roubam seu conteúdo, são parasitas, etc.

O acordo com a Microsoft seria algo que preencheria essa necessidade de remuneração; A Empresa do Dr Ballmer pagaria uma fortuna pelo direito exclusivo de indexação dos sites da News Corp. Só de TV a cabo são 18 canais.

Assim quem quisesse conteúdo noticioso do grupo, teria que procurar no Bing. De uma hora para outra o serviço do Google News perderia muito de seu apelo.

A idéia é genial. A quem pertence o conteúdo dos sites de notícias? à News Corp. Ela não tem o direito de usar uma regra no robots.txt indicando quem deve indexar seus sites? Muitos blogs fazem isso e banem robôs de portais que não dão retorno, ou consomem muito recurso para pouco link, como o Yahoo.

A alteração não afetará quem acessa os sites via RSS, ou diretamente. Mexerá apenas no tráfego via buscador. O Google por sua vez não é uma ONG, está lucrando e muito com o conteúdo indexado. O racional é que os sites lucram com a visitação que o Google manda, mas em um ambiente capitalista outro player está oferecendo a visitação MAIS uns caraminguás.

Pela primeira vez o conteúdo de busca deixa de ser um bem comum e se torna um produto. O site de busca deixa de ser escolhido apenas pela qualidade da busca, mas também pelo material indexado.

Vai pegar? Não sei. É uma idéia maligna? Talvez. É uma idéia genial? Com certeza.

De tudo isso só sei de uma coisa: Acabou a brincadeira, os jogadores profissionais entraram em campo. Mais uma faceta inocente da Internet MOR-REU.

Fonte: Guardian

emGoogle Internet

Windows 7: Paraíso de Pedófilos ou Inferno de Políticos sem-noção?

Por em 23 de novembro de 2009

A manchete é escandalosa: “Microsoft Windows frustra esforços da polícia em reduzir pornografia infantil” A imagem mental invocada envolve Ballmer gargalhando, bebês-pinguins sendo barbarizados e fotos da Miley Cyrus.

Na prática, vejamos o que diz o artigo:

Hetty Johnson, ativista de segurança infantil fez o “alerta”, e cita Adrian McCullaugh, especialista em Cyber-Leis da Universidade de Queensland, Austrália. A declaração de Mr McCullaugh é de uma contradição só:

“A Microsoft sempre foi criticada por sua segurança inadequada, agora implementaram um systema de segurança robusto que trará problemas e vantagens. Há razões legítimas para criptografia, mas também há razões criminosas”

O cidadão é membro de um comitê do Governo Australiano que cuida de cybersegurança, e fala coisas como:

“Se o novo produto [Windows 7] der aos pedófilos proteção para continuarem a machucar crianças ficarei extremamente desapontado. Eu espero que a empresa tome atitudes para corrigir isso”

Basicamente o sujeito está falando do Bitlocker, tecnologia de criptografia que permite encriptar on-the-fly discos no Windows. Infelizmente os especialistas australianos deixam a desejar, pois Bitlocker foi lançado com o Windows Vista. Reclamar dele agora não faz muito sentido.

Mais ainda, ao o discurso é perigosamente fascista. Chega perto do PreCrime, do Minority Report. As pessoas são culpadas, ou pelo menos suspeitas antes mesmo do crime. Querer proibir uma tecnologia porque ela pode, PODE ser usada de forma maligna é puro medo do desconhecido.

É algo que espera-se de Cuba, China, Coréia do Norte, Brasil, não de países como a Austrália.

Principalmente, é uma caixa de Pandora que quando aberta não poderá ser fechada. No Japão celulares obrigatoriamente piscam e fazem barulho quando tiram fotos, para evitar que tarados façam imagem das calcinhas das japinhas em escadas rolantes, metrô, etc. Uma incidência maior de casos e alguém proporá (se já não propôs) banir telefones com câmeras.

Câmeras são mais usadas do que criptografia, por pedófilos. Seria o caso de bani-las?

Quando abrimos mão de liberdades individuais dos outros em nome de um bem coletivo cometemos algo ruim, pois punimos quem mais tem a se beneficiar com a liberdade removida, e não é o pedófilo. É o inocente que quer manter sua privacidade, seus dados fora dos olhos de chefes curiosos e um Governo questionável.

O tarado, o terrorista, o subversivo, esse sabe usar muito bem as ferramentas gratuitas disponíveis por aí, que fornecem inclusive bem mais proteção e segurança de que não possuem qualquer backdoor, coisa que a Microsoft jura não existir, mas quem saberá?

Seguindo a lógica irracional dos “especialistas” devemos acabar com o OpenSource, afinal 90% dos sites de pedofilia rodam em ambiente LAMP. E sem falar na eletricidade. Todo caso de pedofilia registrado em vídeo fez uso de eletricidade. Não é hora de alguém ver a correlação?

De resto, imagino o piti que esses “especialistas” dariam se conhecessem Nanami Madobe, a personagem da ilustração acima e mascote do Windows 7 no Japão. OK, talvez entrassem em modo-galvão e dissessem “eu já sabia!”

Fonte: CourierMail

emInternet Software

Silverlight 4 – coisa de gente grande

Por em 23 de novembro de 2009

O Silverlight é visto por gente de fora como uma mera alternativa ao Flash, o que é uma visão absolutamente limitada, revertida com o que quase nenhum crítico faz: 5 minutos de leitura. Da documentação, não da Wikipedia, lá falam que o Silverlight é Flash mesmo.

Infelizmente para a Adobe o Flash foi criado por designers para designers e durante muito tempo programar em Flash foi um pesadelo. Hoje é só um horror. Já o Silverlight foi feito para developers developers developers, pensado como um framework, não uma ferramenta de animação no estilo do Flash. Silverlight não tem timeline.

A versão 4, apresentada no PDC impressiona. Mesmo. Além de recursos como integração ao Visual Studio 2010, 60 controles diferentes para formulários, live data binding, o Silverlight 4 agora compartilha binários com o .Net. Não é mais “escreva uma vez, compile várias vezes, rode anywhere”. É rode anywhere e pronto. Ah sim, falei dos canais TCP/IP? Pois é, diga adeus a HTMLhttp, se o desenvolvedor quiser pode transferir dados de forma muito mais eficiente.

O mais impressionante entretanto foi uma demonstração neste vídeo aqui – avance para 1h23min. Utilizando os recursos do Silverlight é exibida no Internet Explorer uma página HTML. No caso YouTube, tocando o RickRoll. Um toque de botão e página é transformada em um brush, aplicado a um objeto de interface Silverlight.

A página se torna um quebra-cabeças, com várias peças espalhadas aleatoriamente. O apresentador as movimenta com os dedos (esse touch não falhou) enquanto o vídeo continua tocando, recortado em várias peças.

É um tipo de poder que não se vê todo dia, e com a habilidade do Silverlight de se “destacar” do navegador e virar uma aplicação stand-alone, o tal futuro ChromeOS de tudo rodando no Browser pode até se tornar realidade. Mas não pelas mãos do Google.

emInternet Software