Digital Drops Blog de Brinquedo

MSX RIO – Eles sim são livres

Por em 29 de julho de 2009

Para quase todo mundo que está de fora um evento como o MSX RIO é uma reunião de saudosistas, sentados chorando “Ah, como era grande”, lembrando de um tempo que não volta mais. Por uma eternidade (0,04s é uma eternidade para um blogueiro com déficit de atenção) temi que fosse assim, mas fico feliz em relatar que encontrei o que esperava realmente encontrar: Gente apaixonada por seus hobbies, investindo tempo e dinheiro em produzir, não relembrar ou reclamar.

Após algumas voltas pela Linha Amarela, tive a primeira Grande Constatação do dia: Desde que passei a usar o E71 com GPS nunca mais me perdi. Errar o caminho sim, mas eu sempre sei onde estou, mesmo quando não deveria estar lá.

Voltas e voltas depois (bom título para a biografia do Rubinho) cheguei ao SESC de Engenho de Dentro. Cartazes indicavam o caminho para a sala do evento. Sim, ao contrário de eventos que mudam o cenário da tecnologia nacional, como o FISL o MSX Rio é minúsculo. O que não é demérito, ele é chiquitito pero cunplidor.

 

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Algo em torno de 20 ou 30 pessoas ocupava uma sala, repleta de bancadas com computadores funcionando, abertos, em processo de conserto. Ao fundo uma mini-exposição com material bem, bem antigo. De pistolas de Master System a impressoras térmicas para TK85.

Já os MSX eram tudo menos peças de museu. A maioria estava com drives IDE, leitor de CD-ROM, havia até um com interface gráfica. O pessoal trocava jogos, comentava a coleção de máquinas de uns e outros, falava de projetos. Devo dizer, aliás, que pelos projetos que vi ali os boatos da morte do MSX foram um tanto exagerados.

 

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Não só há uma comunidade ativa usando MSX como há uma comunidade desenvolvendo para ele. Tanto em software como em hardware. Vide o SVU Project, uma expansão criada por Ricardo Oazem que utiliza seis processadores A/V para dar ao MSX capacidade superior a um SNES, e na parte de áudio suficiente para animar qualquer discoteca (para usar um termo da época). Veja no vídeo abaixo uma apresentação do SVU

 


Outro projeto excelente foi o Emulador de Drive do Victor Trucco. Ele criou um leitor de cartões SD(HC) de até 32GB que aparece para o MSX como se fosse um drive externo. Como o DOS do MSX não tem como lidar com discos tão grandes, seleciona-se via botões no aparelho qual arquivo será montado como drive. Veja também no vídeo:

 

O que vi ali me lembrou muito aquele proverbial clube de entusiastas frequentado por Bill Gates e Paul Allen, quando apresentaram o BASIC do Altair, ou o clube de Palo Alto, onde Wozniak demonstrou o Apple I e tantas outras invenções. Tive a honra de estar na presença de Verdadeiros Hackers. Gente que faz só pra ver se dá pra ser feito. Gente que não está nem aí pra licenças e discursos ideológicos. Gente que faz questão de parar uma entrevista pra chamar o outro e dizer “olha, esse cara aqui escreveu parte do programa, foi essencial”.

Não vi gente cantando de galo sua expertise, não vi gente questionando nada baseado no nome da empresa que fabricou o produto. Principalmente, não vi gente xiita. Eu entrei falando alto “É aqui a reunião de Amiga?” e claro, fui vaiado. Cinco minutos depois encontrei um sujeito que tinha CINCO Amigas, além dos MSX. Vários tinham. Em uma mesa um EeePC atrelado a um minimodem era usado, sem vergonha ou arrogância. Em outra, um laptop Toshiba ostentava um adesivo MSX. Paixão não é motivo para viver no passado.

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Todo xiita deveria passar em um evento desses. Aliás todo mundo que GOSTA de informática deveria ir, é uma desintoxicação do dia-a-dia corporativo, dos clientes chatos, do troll de forum que exige que você use somente o que ele usa, do gamer neurótico que baliza sua existência e relevância em torno de quantos FPS consegue em Crysys.

A única surpresa (fora encontrar por lá o Gollum, figurinha fácil das listas de Palm-Se o virem, CORRÃO!) foi a faixa etária. Há dinos, mas há gente jovem também. O Prazer de Fuçar ainda existe. A mentalidade hacker, de abrir o computador e descobrir “para que servem esses quadradinhos pretinhos”, como me perguntou uma Analista de Suporte da Petrobras ainda existe.

Há uma geração –pequena, é verdade- de escolhidos que continuará a proteger o Cálice Sagrado do conhecimento. Ou melhor, da Sede por Conhecimento. São esses os que você chamará quando tiver problemas realmente cabeludos. Esses não hesitarão em virar noites resolvendo algo muito cabeludo não só para solucionar o problema –isso é secundário para eles- mas pelo prazer da jornada.

O MSX RIO foi uma ilha de sanidade e esperança para alguém que realmente ama tecnologia mas lamenta o fim dos micreiros e a ascensão do grupo que usa computadores como muleta ideológica. Só por isso já valeu. E pelo SVU.

Parece que em Setembro haverá outro. Se tudo der certo, estaremos lá!

 

Para todas as outras fotos do evento, visite este set do Flickr

emDestaque Hardware

A Evolução do Bluetooth a olhos vistos

Por em 28 de julho de 2009

A primeira vez que vi uma referência a Bluetooth foi em um artigo de revista, onde uma imagem da Tenente Uhura, de Star Trek (ainda a Nichelle Nichols, bem antes da maaaaaaravilhosa Zoe Saldana) exibia o clássico fone sem-fio usado pela telefonista Oficial de Comunicações da USS Enterprise.

A idéia de um fone sem-fio não era nova, mas pela primeira vez tínhamos a integração de um protocolo de comunicação sem-fio com dispositivos externos de forma não-proprietária e sem gambiarras.

Isso, claro, em teoria. A Microsoft não acreditou no Bluetooth, sofremos com drivers xingling por anos até decidirem que sim, vão suportar o protocolo. Isso deu início a uma lenta mas perceptível evolução. Os primeiros drivers no XP eram capengas. Com os service packs melhoraram. Aos poucos o suporte foi ficando mais simples, mas conectar algo Bluetooth no Windows ainda era um parto. No Vista o Bluetooth já estava bem mais maduro, um ou outro dispositivo ainda precisava de drivers externos.

Agora com o Windows 7, sou obrigado a admitir que o suporte a Bluetooth está funcionando melhor do que no Mac. Tanto em termos de eye candy quanto em funcionalidade. Para quem bateu cabeça semanas, no melhor estilo usuário de Linux (no bom sentido) até conseguir instalar corretamente o primeiro adaptador (“dongle” me lembra demais Long Dong Silver) foi uma surpresa muito bem-vinda. De lá para cá praticamente todos os meus aparelhos móveis e TCs tinham
Bluetooth, cabo só é usado para carregar bateria e atualizações de
firmware.

Supresa, aliás, foi ao achar meu primeiro adaptador, o TECOM BT3030 “made in taiwan” registrado no FCC em 2002.

Custou uma fortuna e levou um tempão para achar, felizmente eu tinha as duas coisas. De lá para cá o protocolo amadureceu, o hype acabou, se tornou realmente algo útil, mas o assustador foi a evolução no tamanho dos adaptadores. Veja a diferença entre meu PRIMEIRO adaptador, de 2002, e o último, comprado no final de 2008, que custa US$8,60 na Deal Extreme. Achou caro? O da esquerda, tiquinho maior custa incríveis US$2,46.

Para quatro seis anos, uma miniaturização e tanto. É bom ver o futuro com pressa pra chegar.

emHardware

O Boom da pornografia mobile no Japão

Por em 24 de julho de 2009

Um relatório da Juniper estima que o mercado mundial de entretenimento adulto em celulares dobrará até 2013, atingindo um faturamento de US$4,9 bilhões. Em comparação o mercado de download de músicas crescerá em apenas 1/3.

O Advento das redes 3G, planos de acessos mais baratos (No Japão há planos ilimitados de Internet por US$30) e a adequação do formato (celular pode ser segurado com uma só mão) tornaram a ferramenta muito atraente para os pornógrafos.
Só no uso “convencional” são 91 milhões de japoneses acessando Internet via celular.
Outro ponto essencial é que ao contrário do computador do trabalho ou mesmo do notebook, o celular É o instrumento mais pessoal de um indivíduo. Somente as mulheres mais neuróticas e os homens mais bananas exigem/permitem que o celular seja vistoriado.


multiplique por 17 mil

Hirotaka Ishimori, chefe da divisão online da Soft on Demand, um site japonês especializado nesse tipo de conteúdo (Cuidado ao clicar, é bom avisar. Se bem que você já clicou, né?) estima o mercado de entretenimento adulto japonês em torno de US$1 bilhão/ano.

O consenso entre os produtores é que em termos de Japão o mercado celular ainda está virtualmente inexplorado, com ofertas para todos os bolsos. A Soft on Demand por exemplo oferece downloads de 2 minutos por US$1,00, praticamente realizando o Sonho da Japinha de Um Real.

Para desespero de quem não tenho banda ou espaço suficiente, no Japão são mais de 1000 produtoras colocando no mercado 17.000 títulos por ano. Virtualmente todos eles serão devidamente picotados, reciclados e transformados em conteúdo mobile.

A banda também está deixando desesperadas as operadoras. Nos últimos dez anos investiram US$74 bilhões em infraestrutura, mas mesmo assim o consumo pesado dos usuários top está causando problemas. Imagine uma estrada. Todos tem direito de passar por ela, mas nenhuma estrada é feita para comportar o tráfego de todos os carros da cidade ao mesmo tempo. Dessa forma que são estruturadas as redes de comunicação.

A reboque, não contabilizados mas fazendo parte do pacote vão os sites de encontros a horóscopos, videntes e todo o material acessório. Analistas preveem que o modelo de negócios das operadoras deverá ser repensado, pois a demanda eventual que estavam acostumados se tornou o feijão-com-arroz dos usuários. Junte ao material pornô o resto, como filmes, episódios de TV, músicas, shows e não há banda que aguente.

Será que o custo pago HOJE pela banda larga é irreal? Quem trabalha com comunicação de dados “de verdade” sabe que o buraco é mais embaixo, links de 2Mb a R$60,00? Isso só existe porque 99% NÃO usa os 2Mb o tempo todo, ao contrário dos tarados que ficamos baixando filmes educativos japoneses todo o tempo.

O problema principal é: Tudo bem, o modelo está errado. Mas já nos acostumamos, e NÃO vamos pagar fortunas pelo que estamos acostumados a pagar um preço menor. Só sobrarão como consumidores os manés que gostaram do Pirate Bay virar site pago.

PS: Não, não vou dar o link.
PS2: A cacofonia do título é anulada por se tornar um trocadilho infame.
PS3: Um excelente console.

Fonte: iOlTech

emArtigo Computação móvel Internet Mercado Mundo Estranho

Vida Digital e Evolução

Por em 24 de julho de 2009

Inaugurando nossa seção de Artigos sobre Ciência, um texto do biólogo Atila Iamarino sobre Vida Digital, com direito até a um software muito inteligentemente projetado, multiplataforma (Linux inclusive) para simular Evolução. Os gráficos não são tão bonitos mas é bem mais versátil que o Spore.

Então, sem mais atrasos, divirtam-se.
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emBiologia Miscelâneas

Meio Bit — Agora também cobrindo Ciênccia.

Por em 24 de julho de 2009

Vasculhando documentos, como era comum na época um cientista descobriu uma anotação afirmando que um bastão não projetava sombra ao meio-dia, no Solstício de Verão, em Swenet, Egito. Ele sabia que no mesmo momento astronômico em Alexandria, onde morava um bastão projetava uma sombra bem perceptível.

A única hipótese para justificar isso seria que a Terra era redonda, não plana como a maioria esmagadora acreditava. Fazendo as contas, comparando a distância entre as cidades (ele pagou um sujeito para caminhar 900 km contando os passos) e sabendo que Alexandria ficava ao Norte, mais a sombra de 7°12″ o resto era uma questão de Geometria. O resultado foi um cálculo considerado absurdo para a época. Um diâmetro Uma circunferência para o planeta de 39.690 km. Ou 1% de diferença das medidas mais modernas.

O autor desse cálculo se chamava Eratóstenes, Astrônomo (entre outras coisas) grego que viveu entre 276 AC e 195 AC. Tudo que ele precisou para igualar as medições da NASA foram bastões, sombras, inteligência e CIÊNCIA.


Eratóstenes de Cirena

O sentimento de “UAU!” que os geeks sentem quando conhecem a história de Eratóstenes e tantos outros, a alegria da descoberta, o prazer de ver o processo, da hipótese a comprovação experimental é o que motivou a criação da categoria Ciência no Meio Bit. Afinal ciência e tecnologia andam juntas.

Teremos (com sorte) textos de cientistas de verdade e de pretensiosos a Carl Sagan (eu). Tentaremos não dar espaço para pseudociência e outras besteiras, já há bastante gente tentando (inutilmente) conscientizar os leitores dessas picaretagens.

Também não teremos predileção por nenhum campo, cobriremos todas as áreas, desde as que precisam de laboratórios e foguetes, como Astronomia e Fisica, passando pelas que precisam apenas de papel, quadro-negro e lata de lixo como Matemática, indo até as que só precisam de papel e quadro-negro, como Filosofia.

Acredito que dará certo, o Meio Bit se tornará mais um colaborador na Divulgação Científica. Ao menos é o que nosso horóscopo diz, e só para garantir seguimos a dica do numerólogo e escrevemos “Ciênccia” no título, para equilibrar nosso Chi.

emAnúncios Blog Brasil

Nokia E75 a Preço de Ocasião

Por em 23 de julho de 2009

Agora vai. Inclusão digital e Smartphone para todos, produtos bons a preços acessíveis. Em termo de produto bom, Temos o Nokia E75. Maravilhoso. Trocaria na boa o E71 por ele, mas o câmbio do Euro está momentaneamente desfavorável, então preferi não transferir o pagamento do MeioBit, deixe na conta na Suiça por mais algum tempo.

Assim é com profunda tristeza que sou obrigado a não aproveitar a incrível oferta do Submarino, que oferece neste link aqui um E75 a precinho de mãe. (mãe do Hitler, mas tudo bem)

Dica do Kid, que já comprou um iPhone 3GS a US$7 mil então não pensa em trocar de telefone.

emCelular Mercado Mobile Mundo Estranho

Deal Extreme – Anatomia de Uma Compra

Por em 22 de julho de 2009

Muita gente acha que comprar coisas de lojas orientais é tão complicado quanto escrever um artigo destes sem usar trocadilhos como “abre o olho” e “negócio da China”. Acredite, o artigo é bem mais complicado.

Existe uma ilusão de que é possível ser picareta o tempo todo com todo mundo. Não dá. Pelo menos um lado você tem que honrar. Um sujeito pode ser um político safado obrando e andando para os eleitores-ovelhas, mas TEM que ser leal a seus parceiros, do contrário quem fará negócio com ele? Da mesma forma só em filmes vilões matam traficantes de armas. No dia seguinte NINGUÉM mais vende.

A DealExtreme não é perfeita. Droga, uma das charutarias mais chiques do Centro do Rio me serviu caipirinhas SEM álcool duas vezes seguidas e o garçom ainda tentou discutir. Foi evento isolado, mas mesmo assim.

De todas as perguntas a mais comum é: Quanto tempo demora? A resposta mais correta é: Depende. Normalmente as compras são despachadas em um ou dois dias, aí o pessoal começa a imaginar que porque vem da China, entregam pro Marco Polo e ela segue de caravana pelo deserto. Lamento surpreender, mas já existe aeroporto na China.

Vejamos então o passo-a-passo:

Dia 11 de Julho, 3:13AM
Fiz uma compra de 6 capinhas para HDs de notebook e um adaptador bluetooth estéreo para celular. Total de US$30,94. Como Chinês também é filho de Buda, tem direito a dormir. O pedido foi processado no dia seguinte.

Dia 12 de Julho
O pequeno Ping passou os últimos dois dias inteiros correndo atrás de fornecedores, indo recolher as peças encomendadas, mas cumpriu sua Cota. Seu chefe até o elogiaria, mas desde o aumento de salário, que fez Ping se tornar o funcionário mais bem-pago da expedição, ele se tornou mascarado, esnobando quem ganha menos de US$0,03 por dia.

No final do dia os produtos são embalados, etiquetados e arrumados para o despacho, que não funciona tão bem pois os budistas não usam galinha preta nas oferendas.

Dia 13 de Julho
Coleio! Aqui toda a agilidade que somente o pior de dois mundos, uma Estatal Comunista pode trazer. O pacote fica parado na mesa do sub-assistente gerencial regional Wong, que voltou depois de um cafezinho, empurrou a encomenda na cesta errada (era para ser a de lixo, mas acertou a “encomendas a despachar”) e ao invés de sumir para sempre, caiu na esteira, onde graças ao trabalho que só Mao poderia ter criado, deixou o país no…

Dia 16 de Julho
Aqui é onde tudo pode acontecer. Desde cair em uma ilha com Tom Hanks até ser devorada pelo monstro de Cloverfield. Ou sequestrada pelos piratas da Somália no Atlântico, segundo alguns leitores d´O Globo. Mas não. No melhor estilo Indiana Jones o pacote fez sei lá quantas conexões, passou até por Passárgada, mas mesmo assim chegou no Rio de Janeiro, Brasil.

Dia 18 de Julho
Os Correios pela primeira vez tomam conhecimento da Existência do Pacote. O número de acompanhamento, fornecido no email de confirmação da venda, funciona tanto no correio de Hong Kong quanto aqui. Podemos acompanhar pelo site dos Correios, e como dizem, o resto é História:

Portanto temos uma encomenda feita dia 11, no fiofó da madrugada chegando em minhas mãos dia 22. 11 Dias, um tempo curto mesmo sem levar em conta os dois finais de semana no meio.

Agora vamos a FAQ:

1 – E os Impostos?
Pela minha experiência em grandes centros o excesso de trabalho faz com que encomendas pequenas sejam liberadas. Nunca tive nada retido no Rio, mas em São José dos Campos o dock USB que comprei foi taxado. Paguei com gosto, pois mesmo após os 60% da aduana, ainda saiu muito, muito, muito mais em conta do que pagaria por aqui.

2 – Como pagou?
Via Paypal. Se você não confia no Paypal pode pagar direto via cartão de crédito. Se você é daqueles que grita JAMAIS COLOCARIA MEU CARTÃO NUM SITE CHINÊS por que diabos está lendo até aqui?

3 – E se não tiverem o produto?
Então não vendem. Todos os produtos trazem informação individual de disponibilidade. Alguns levam mais tempo, as fábricas ficam longe e o pequeno Ping tem que ir a pé para não gastar a bicicleta da empresa. Quando o produto some das prateleiras antes de alterarem no site, costumam mandar antes o resto do pedido e um pedido de desculpas. Já aconteceu das duas encomendas chegarem ao mesmo tempo.

4 – Quanto foi o frete?
Frete grátis para o mundo todo, mas se fosse a Microsoft aposto que achariam algo para reclamar disso também.

5 – É tudo barato porque as pessoas são exploradas na China, ganham salários miseráveis para produzir as porcarias que você usa. Seu hipócrita!
Errado. Ignorância é não saber, hipocrisia é fingir que não sabe. Eu sei e não me importo, é diferente.

6 – Os produtos são muito ruins. Não tem uma loja melhor?
Tenho. http://store.apple.com. Lá tem produtos excelentes. Só não olhe aonde são fabricados, ok?
7 – O Tracking number vem pra todo mundo?

Não. Os caras já vendem por preço barato, dão frete grátis, ainda vão gastar mais grana com tracking? US$15 pra cima, isso é menos do que você gasta com uma noitada com sua namorada. Em Linden Dollars, claro

Este post ficará “em aberto”, com novas perguntas e respostas acrescentadas no decorrer do tempo.

emProdutividade