Digital Drops Blog de Brinquedo

Developers, Developers, Developers developando pro Zune HD

Por em 16 de setembro de 2009

ONTEM a Microsoft liberou o pacote XNA Game Studio 3.1 Zune Extensions. HOJE já começaram a pipocar as primeiras aplicações. Abaixo um teste feito por um usuário, uma aplicação de desenho com multitouch de pelo menos 4 pontos, uso do acelerômetro para apagar a imagem e cores.

Se há UM motivo para o sucesso do iPhone é o ecossistema de aplicações. Não adianta ser fácil de usar se não há o que usar. Pelo visto isso não será motivo de preocupação para o Zune HD, visto que a Microsoft vem por décadas mimando seus desenvolvedores, desde que Bill Gates descobriu que “pergunta no IRC” não é tão eficiente quanto “busca na MSDN”.

Apesar da idéia de ter um fígado 0Km muito me agradar, hoje é um daqueles dias que eu não gostaria de ser Steve Jobs.

Fonte: Inside the Circle

emÁudio Vídeo Fotografia Computação móvel

Zune HD – é hoje! – unboxing live

Por em 15 de setembro de 2009

Chegou nas lojas da civilização o ZuneHD, e conforme planejado teremos um unboxing ao vivo e a cores, HD, cortesia do nosso homem em Havana, digo, Boston, o Joel, fiel usuário do MeioBit e tuiteiro de mão-cheia.

Acompanhe no vídeo do USTREAM abaixo e no twitter as atualizações, no momento ele saiu da Best Buy atrás de um Zune HD 32GB, pois as lojas estão empurrando primeiro o de 16, afinal não há dinheiro mais fácil do que o dos afobados.

Free TV Show from Ustream

emÁudio Vídeo Fotografia Hardware

Pára tudo, o Google tem um Holodeck?

Por em 12 de setembro de 2009

Holodeck é um conceito popularizado pelo seriado Star Trek – The Next Generation. É um ambiente onde são simuladas situações, lugares e experiências, com personagens digitais interagindo com os visitantes, tudo baseado em hologramas, campos de força e tecnologia de teleporte.

Scott Adams, autor de Dilbert diz que será a última invenção da humanidade, ele mesmo será retirado de seu holodeck morto após passar duas semanas com Cindy Crawford e suas 12 irmãs gêmeas.

Como o Google ainda não tornou pública sua tecnologia de teleporte, só exibiram o primeiro protótipo, que sendo realista parece um Holodeck com graves restrições financeiras, feito com orçamento de filme brasileiro. Mesmo assim é bem divertido: Cinco telas de 57 polegadas, FullHD rodando Google Earth, com um joystick para controlar a câmera.

Qualquer um com delírios de supervilão adorei o brinquedo.


Claro, se fosse um holodeck de verdade o Google Earth seria total desperdício, a menos que Megan Fox não estivesse programada no sistema.

emGoogle

OK, Microsoft, seja menos Apple só um tiquinho

Por em 11 de setembro de 2009

Houve um tempo em que a Microsoft imitava a Apple. Houve um tempo em que a Apple imitava a Microsoft -o processo de fofoletização do OS X é evidência disso- e houve um tempo em que a Apple ficou malvada e a Microsoft ficou Cool.

Agora, talvez mordidos por um Steve Jobs radioativo (não faça a piada que pensou, Leo) repetiram a fórmula infalível de ganhar amigos da Apple: O Zune HD será somente para o Mercado Americano. Nem os Canadenses, que são o quintal dos gringos terão acesso ao brinquedo.

Infelizmente é uma estratégia comum. O Zune marrom-cocô Ubuntu também só funciona por lá, e em PCs. Macs nem pensar. Essa é outra estratégia “copiada”, se bem que a Apple foi bem mais insana. Quando surgiu o 1o iPod ele SÓ funcionava em Macs, que não tinham exatamente virtual monopólio dos desktops. A versão PC do iTunes levou um ano para sair.

O que muda para nós aqui do mato?

Basicamente nada. Nós queremos o conteúdo, seja legal ou ilegal. Surgirão macetes, como temos para acessar a AppStore “de verdade”, o iTunes com conteúdo gratuito e até o XBox Live. A Microsoft nunca foi realmente dura em termos de proteção; primeiro porque é proibitivamente caro, segundo porque é um desafio e hackers adoram um desafio.

Nota: Segundo os freetards A Microsoft não faz um Windows impossível de copiar por pura estratégia de disseminação. A Apple faz o OS X sem NENHUMA proteção, e é legal e boazinha. Não é ótimo viver sob dois pesos e duas medidas?

O que leva empresas a tomarem atitudes aparentemente idiotas e impopulares? Fácil, empresas idiotas e impopulares, como grandes gravadoras e estúdios de Hollywood. O mundo do licenciamento é uma ZONA. Seriados comumente saem em DVD com músicas em sua trilha diferente das usadas nos episódios que foram ao ar, estúdios no Brasil distribuem filmes de concorrentes nos EUA, ninguém é de ninguém e todo mundo é licenciado para todo mundo.

Assim, quando a Apple ou a Microsoft vendem no Brasil um episódio de The L Word (ótimo seriado, em mute) quem ganha? O estúdio que produziu nos EUA? E o representante do estúdio no Brasil? E quem licenciou para exibição na TV? Virá legendado? Se eu quiser sem legendas terei mais rápido E mais barato?

É muito, muito complicado, todo mundo quer uma fatia do bolo, todo mundo vive do bolo e o bolo não dará para todos. TV, ao contrário de música é caro demais para iniciativas independentes. Nosso sonho de uma loja mundial só será possível no dia em que conseguirem efetivamente dividir o bolo. Ou seja: Nunca.

emÁudio Vídeo Fotografia

Google Japão explica (ou não) o Google Street View

Por em 11 de setembro de 2009

Não é todo dia que o MeioBit pode ser confundido com o Smelly Cat, mas esta animação do Google faria bonito em ambos os blogs. É uma idéia (bizarra) do Google Japão, mostrando o funcionamento do Street View, e das ferramentas de anonimato, que borram placas de carro, rostos, etc.

O estilo é stop-motion, bem lúdico, estilo japinhas que ainda não descobriram os tentáculos (abaixo dos 4 anos, imagino). A curiosidade é ver como uma empresa de tecnologia especializada em busca online pode ser mercado para… estúdios de animação.


Claro, seria melhor se o vídeo realmente explicasse alguma coisa, mas só de não ser algo remotamente parecido com esta outra obra-prima nipônica, já é vantagem.

Fonte: TechEBLOG

emGoogle

Zune HD vs iPod Touch – A Apple se rendeu?

Por em 10 de setembro de 2009

A apresentação da Apple ontem trouxe várias novidades, inclusive o iPod Nano com câmera de vídeo e microfone, mas no campo do iPod Touch o que vimos foi uma recauchutada. Ele ganhou Bluetooth, comandos de voz e alto-falante. Continuam faltando:

* Microfone
* GPS
* Bússola
* Câmera

Fora outros detalhes. Ou seja: Temos um iPhone lobotomizado cuja versão de 8GB custa os mesmos US$199,00 de um iPhone 3GS zero-bala.

A estratégia da Apple é clara: O Touch não pode ficar atraente demais para o pessoal que já tem um celular e está satisfeito, do contrário o interesse em migrar para o iPhone deixa de existir. Por outro lado, o mercado de xing-lings está aquecido; os imunosupressores afetam o Campo de Distorção de Realidade, e Steve Jobs precisa de features reais nos iPods. Daí a alavancada nos Nanos.

No campo dos players top, a Microsoft está atacando de todos os lados. O Zune HD vai tocar vídeo HD 720p, com tudo que a Apple fez a saída de vídeo dos iPods não passa de 700×400, ou 400i, e mesmo assim com um cabo de vídeo componente de US$50,00.

Olhando de longe o que percebe-se é uma mudança de foco; o iPod Touch vira o boi-de-piranha; o iPhone é fortalecido, o mercado intermediário de Players é reforçado pela Apple. O grande segredo aqui é que o futuro não está nos players isolados, está no Social. E que coisa mais social do que telefonia, 3G e conectividade permanente?

A Apple sabe que a Microsoft tem muito mais jogo de cintura no mercado de telefonia. Existem dezenas e dezenas de fabricantes de aparelhos Windows Mobile que adorariam uma plataforma Zune HD para brincar, se vier com uma interface intuitiva estilo iPhone.

O diferencial é que enquanto a Apple trabalha com o conceito de experiência isolada, a Microsoft pensa em integração. Imagine seu XBox, seu PC e seu ZuneHD, todos amigos, falando e trocando informações. Agora imagine isso, independente de onde você esteja fisicamente. Na documentação do Zune já falavam em “conectividade com XBox”. “boa” coisa não é!

A briga vai ser muito boa.

Acha difícil? Eu também achava impossível a Apple colocar rádio FM nos iPods, e o novo Nano vem com um.

PS: Para fins de transparência meus próximos players serão um iPod Shuffle e um ZuneHD, mesmo que só tenha em Marrom-cocô Ubuntu.

emÁudio Vídeo Fotografia

Microsoft Brasil – 20 aninhos, com corpo de StartUp

Por em 3 de setembro de 2009

Hoje o MeioBit, representado pela figura deste que vos escreve participou de um evento e tanto: Uma reunião de veículos top (mais o MeioBit) na sede da Microsoft Brasil, em comemoração aos 20 anos da Filial.

Fundada em 1989, com cinco funcionários (hoje são 570) em uma sala na Berrini, em SP a empresa acompanhou (e sobreviveu) ao auge da Reserva de Mercado, quando a pirataria era institucionalizada e defendida pelos tribunais, vide o caso Sinclair vs Microdigital e Microsoft vs Prológica. Naquele tempo todo mundo tinha um “DOS Nacional”, que perguntava “deseja cotinuar? (S/N)”. Você apertava “S”, nada. Ÿ”, continuava.

Mesmo assim investiram a longo prazo. Hoje o Brasil tem 60 milhões de computadores, 97% das empresas rodam Windows, Office está presente em 92% dos PCs corporativos e preferimos não falar do Windows Me.

O almoço foi capitaneado por Hernán Rincon, Vice-Presidente da Microsoft para a America Latina, e Michel Levy, Presidente da Microsoft Brasil.

 

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Foi uma apresentação SEM Powerpoint.Precisa dizer mais?

Foi uma coletiva atípica. Números foram citados quase informalmente, anúncios de novos produtos ficaram no "Aguardem e confiem" (o que depois de ver o Projeto Natal é fácil). A percepção que tive é que foi mais um agradecimento, algo como "Obrigado por nos acompanhar", o que parece não ser mais do que nossa obrigação, mas o descaso com que TI costuma ser coberta pela Grande Imprensa faz com que o trabalho correto se destaque.

 

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Hernán Rincon fala da importância da América Latina para a Microsoft

Juntando a rápida apresentação do Hernán e do Michel Levy, e depois o bate-papo com Osvaldo Oliveira, funcionário mais antigo da Microsoft no Brasil pude perceber uma mudança de ares importante: A caveira de burro enterrada em Redmond foi encontrada, desenterrada e enviada para o Google, sendo discretamente escondida debaixo do prédio onde ficam os servidores do Gmail.

A Microsoft que ofereceu ao mundo o Zune Marrom-Cocô Ubuntu não existe mais. Nem a Microsoft que tentou a todo custo vender o Vista como solução de todos os problemas, quando ele só resolvia os problemas da Dell, da HP, da Kingston, da Western Digital…

 almocoms4Foto ao lado do Michel Levy me coloca a um grau
de separação do Bill.Mas também do Ballmer.Meda!

 
Vi um grupo genuinamente feliz. O marketing sorria cada vez que alguém falava do Windows 7, o Zune HD era mencionado com antecipação, o Projeto Natal, que em minha opinião será revolucionário se fizer 10% do que foi mostrado no demo, foi referenciado por uma fonte que não posso nomear nos seguintes termos: "10%? O objetivo é que ele faça 100%".
Ficou claro que a Microsoft não quer produzir conteúdo. Ela prefere sempre fazer parcerias. Também não perdem o foco. "Somos uma empresa de software", disse Osvaldo Oliveira.

Software aliás continua sendo a cash cow da empresa. Publicidade ainda representa meros 4% do faturamento, isso só vai estourar quando Softwares + Serviços e a nuvem chegarem de vez. A nuvem aliás foi o GRANDE assunto. Basta dizer que a briga será muito boa, pois a visão da Microsoft (e muito provavelmente do Google também) vai muito além da percepção de que “nuvem” é Gmail e Rapidshare.

 

O mais legal para nós do MeioBIt é que a Microsoft (na verdade a maioria das empresas com que mantemos contato) respeitam nossa independência e nosso entusiasmo, seja para elogiar, seja para criticar. Não se enganem, se para almoçar com o Presidente da MIcrosoft tivéssemos que fazer coberturas chatas, corporativas, “jornalísticas” e não falar de coisas legais que a concorrência faz, a gente preferiria pedir uma quentinha.

 

PS: Sim, a comida estava boa pacas. O pinguim grelhado com molho de amoras pretas e maçãs flambadas foi de tirar o chapéu, vermelho ou não.

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