Digital Drops Blog de Brinquedo

Com vocês a… Rolha USB

Por em 7 de janeiro de 2010

já discutimos alguns posts atrás sobre o grande problema das mídias minúsculas, seu alto grau de perdibilidade. Só que desafiar o azar não basta, um cartão microscópico não é o suficiente para quem quer mesmo rir na cara do Destino dizendo “você não sumirá com meus dados” (o Destino responde “compre um zipdrive então, mas aí já é forçar a amizade)

Para quem tem essa vontade louca de mostrar o quanto confia no próprio taco (ou no taco da sorte) criaram a Rolha USB:

rolhausb2

Isso mesmo que você está vendo, um pendrive de 2GB disfarçado de rolha.

Rolha é aquele negócio que mãe, mulher, empregada, vizinha, cachorro, filho, gremlins e poltergeists adoram sumir. Pior, são imunes a qualquer tentativa de recuperação, nem São Longuinho acha rolhas.

Deixar uma rolha em cima da mesa é IMPLORAR para alguém olhar “oh, lixo!” e dar um fim.

Pior, além dos 2GB de dados você perderá 4750 Yens, ou US50,00, o que é muito caro por um pendrive desse tamanho mas está de bom tamanho para pegar pela própria estupidez.

 

Fonte: Akihabara News

emHardware

Como se fosse Alzheimer para seu computador

Por em 5 de janeiro de 2010

Existem idéias boas e idéias ruins. A miniaturização é uma idéia em geral boa, embora esbarre em alguns problemas, como gente que quer um telefone minúsculo de tela grande, sem se dar ao trabalho de explicar como isso é possível. São aliás os mesmos que desconhecem conceitos de geometria e querem telas widescreen exibindo conteúdo feito para telas quadradas, sem perda de imagem NEM distorção.

Em alguns casos o “menos é mais” deixa de ser desejável, ao menos para quem pensa de um modo prático. Vide o micro-mini-pendrive abaixo. Vem em capacidades de 8 a 64GB, e tem altíssimo potencial de perdibilidade.

Dizem que é uma ferramenta de backup mas a lógica de manter um dispositivo de armazenamento minúsculo o tempo todo ligado ao computador me escapa. Se o notebook por perdido/roubado o backup vai junto.

Aí mesmo que tiremos o pendrive quando desligamos o computador, caímos no problema: Você tem uma quantidade imensa de informação em um objeto que parece gritar (baixinho) “me perca, me perca”. 

Minha experiência ensinou que os melhores pendrives são os com corrente para pescoço, mesmo na mesa chamam a atenção e não se perdem nas inexploradas remotas regiões de sua mochila.

No caso de netbooks, se há conectividade, sugiro backups remotos. Se não há, alguma coisa que se torne incômoda o bastante durante o transporte do computador que faça com que você se adestre a removê-la e guardar em outro lugar. De preferência (de novo) no pescoço.

A menos que você queira realmente acordar e descobrir que deixou 64GB em um cinzeiro de hotel.

Fonte: Crunchgear

emHardware

Skype HD – breve em sua TV

Por em 5 de janeiro de 2010

O sonho de muita gente (não o meu) está prestes a se realizar, o William Bonner poderá ver seus espectadores, de cueca com um copo de guaraná assistindo ao Jornal Nacional.

A LG e a Panasonic lançarão ainda este ano TVs com webcams de alta definição (720p) integradas, microfones E Skype. Com isso a sua sala se tornará uma central de comunicação, falaremos com a tela da TV e programas vespertinos usarão e abusarão do recurso.


yes, japinhas

O Skype já é popular, entrando agora como parte de produtos de consumo como TVs, tem tudo para se massificar. Assumindo que ele já roda até em Symbian, quanto mais, melhor.

Se quiser experimentar já o Skype em alta definição, é só baixar a versão beta 4.2 para Windows, espetar uma webcam decente, me ligar e mandar ver. Exceto se você for homem, aí não, não tem cam não.

Fonte: Akihabara News

emVoIP

Pearl Jam troca música por Tweets

Por em 5 de janeiro de 2010

Todo artista tem que ir @ o povo está, e o Pearl Jam sabe disso. A idéia da banda é usar o Twitter para divulgar seu novo álbum Just Breath é simples, honesta e correta, ao contrário daquele monte de bandinhas de última categoria que vivem mandando spam e transformaram o Twitter em um MySpace de pobre.

Eles estão trocando Retwits por downloads. Se você visitar o site do álbum, habilitar a aplicação deles na API do Twitter e autorizar o envio de um RT, ganhará um link para download via iTunes da canção “Just Breathe”, versão ao vivo. E é danada de bonitinha a música.

Mas calma, não clique ainda.

Como estamos falando de indústria musical, ainda sob controle de gravadoras, não poderia ser tão fácil. Ao executar o procedimento o Twit é enviado:

Somos redirecionados ao site do Pearl Jam, e temos a (não tão) grata surpresa:

Isso mesmo, o download é só para usuários nos EUA. Curioso é que não tiveram problema NENHUM em enviar o Twit da minha conta, né? Joguei R$500,00 fora (custo de um Twit pago, segundo as más línguas) e nada de música.

Depois dessa me sinto moralmente habilitado a baixar a música pelos meios que achar melhor. Duvido que a própria banda diga o contrário.

O lado bom é que temos gente inovando e usando as novas mídias de forma correta, fugindo do modelo jabá/spam. O lado ruim é que quem não tem a mesma compreensão culpará a banda.

Para os fãs, um senhor presente, pois se já divulgam a banda gratuitamente, imagine com presentinhos. É um conceito básico de economia: incentivos funcionam.

Fonte: TechCrunch

emÁudio Vídeo Fotografia Web 2.0

CSI: Japinhas forçando a amizade

Por em 5 de janeiro de 2010

Estamos acostumados a exageros nas séries de TV, afinal de contas não daria bom drama se os exames de DNA levassem semanas e se as buscas em bancos de dados não fossem lineares, exibindo em tela cada um dos registros.

Só que suspensão de incredulidade tem limite. A gente aceita a Abby trabalhando sozinha em NCIS, aceita técnicos forenses em CSI saindo fazendo trabalho de detetive e portando armas e distintivos (Dexter que é Dexter só tem um crachá). Mas tudo tem limite.

Vejam como os bons e velhos japoneses ultrapassaram o limite, caprichando e deixando para trás tudo que já foi feito em CSI, e mesmo o equipamento usado por Deckard em Blade Runner, aquele filme que se passa no distante e inatingível futuro, em 2019.

A série é Mr Brain, o protagonista é um neurocientista do Instituto Nacional de Pesquisas da Polícia Científica. Não confundir com a Patrulha Científica, que só cuida de monstros.


OK. Depois de um software aprimorador de imagens que identifica digitais, só tenho uma coisa a dizer: Chupa Grisson!

Fonte: Crunchgear

asas

emMiscelâneas

Universidade cria curso para Filhotes de Maverick

Por em 5 de janeiro de 2010

Um dos problemas da Força Aérea dos EUA é a retenção de pilotos nos programas de UAVs, aeronaves não-tripuladas. Dão preferência a aviadores que por motivos de saúde não podem mais pilotar, mas ficar trancado em uma sala brincando com um videogame é extremamente frustrante para quem estava acustumado a passar de Mach 1 voando rasante no deserto explodindo lançadores de scud e cabeças-de-toalha.

A demanda forçou os militares americanos a dar espaço para oficiais não-aviadores, e a tendência é só crescer. O uso de UAVs se tornará um mercado de US$20 bilhões na próxima década, estimam alguns analistas. Não só para fins militares, mas para controle de fronteiras, trânsito e segurança.

No Brasil são mais de 10 projetos, públicos e privados para desenvolvimento de UAVs, com modelos inclusive sendo exportados. Nenhum sofisticado como o Reaper, mas que deixariam a bandidagem de cabelo em pé, seja nos morros do Rio, seja na fronteira com a Colômbia.

A característica que une todos esses aparelhos é que do lado de cá é preciso alguém controlando o bicho. Isso se chama posto de trabalho, e não existe mão de obra especializada.

De olho nesse nicho a Universidade da Dakota do Norte, EUA, criou um curso de 4 anos para treinar… pilotos de UAV. A idéia é parar de pegar gente que está entrando na área por falta de opção, como pilotos reprovados no exame médico ou prático.

é bem melhor que sua mesa

A proposta é excelente, podem se concentrar nas áreas específicas, como tecnologia de imagens, e esquecer áreas que não são relevantes para pilotos que não sairão do solo. Paraquedismo e sobrevivência com certeza não farão falta.

A primeira turma começou agora, muito provavelmente quando se formarem em 2014 estarão todos já empregados.

A agilidade com que tudo está se modificando neste nosso admirável mundo novo é impressionante. Vejam bem, estamos falando de uma universidade oferecendo um curso para uma profissão que formalmente ainda não existe.

É uma visão e tanto ainda mais para o padrão brasileiro, onde em várias faculdades de comunicação há professores esperando para ver se esse negócio de Internet “vai pegar mesmo”.

Fonte: MPR News

emMiscelâneas

Microsoft patenteia controle via eletromiografia

Por em 4 de janeiro de 2010

Depois da patente besta da IBM, é até um alívio dar uma notícia assim. A tecnologia “Reconhecendo gestos de sinais eletromiográficos do antebraço” patenteada pela Microsoft Research está sendo desenvolvida por um grupo de sete cientistas dedicados ao  Computational User Experiences, e envolve a utilização de sensores para detectar atividade muscular e transformá-la em sinais reconhecíveis por um computador.

O projeto já tem vários demos, inclusive um ótimo Guitar Hero sendo tocado SEM a guitarra.

Não é o Projeto Natal, neste sensores são colocados na pele, o computador é treinado para reconhecer a movimentação de seus músculos, e age de acordo. Veja o vídeo, é mais fácil de entender:


Ainda não há nenhum produto pronto, é apenas uma pesquisa, mas já dá para imaginar um bracelete Bluetooth repassando sinais para o PC, e de minha parte acho bem mais confortável do que falar com o computador.

Pacientes portadores de necessidades especiais também irão se beneficiar, é tudo uma questão de tornar o sistema flexível.

Claro, ainda estou pensando no Guitar Hero.

Nota: A patente é tão específica que detalha que a coleta de dados é feita com sensores no antebraço.

Fonte: Medgadget

emMiscelâneas