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Digital Drops Blog de Brinquedo

Nokia alega ter 2,3 milhões de downloads diários na OVI Store

Por em 1 de outubro de 2010

Os números são edificantes. 2,3 milhões de apps baixadas por dia, 200 mil novos usuários também diariamente e uns 70 desenvolvedores com mais de um milhão de downloads.

Há desenvolvedores como o tal HeroCraft que teriam 45 milhões de downloads de jogos incríveis como o Farm Frenzy.

São valores impressionantes? Sim, mas ironicamente não pra um player do tamanho da Nokia.

Se a fragmentação de versões é um problema no Android, na Nokia é um inferno. Um programa não tem COMO funcionar direito em plataformas tão distintas, a menos que trabalhem com gambiarras como alguns programas do N97, que ignorar 1/3 da tela e fingem que estão num Symbian 320×240.

Não adianta ter 2,3 milhões de downloads se eles se dividem em uns 25.478 modelos diferentes de telefones. Não é criada uma identidade Nokia, não é criada uma identidade Symbian, hoje só os fãs mais antigos mantém essa relação com a marca.

A Nokia precisa é de um carro-chefe, seja sistema operacional seja aparelho. Hoje a percepção de Mercado vem dos nomes fortes para o público E para a mídia. Não tem a ver com marketshare. O maior exemplo é a Apple, que conseguiu a invejável posição de ser alvo da obsessão da imprensa. Uma recente pesquisa descobriu que 15% de todas as matérias de tecnologia envolvem a empresa:

Não é nem questão de dizer que esse tipo de cobertura e atenção não tem preço. Tem sim e custa caro bagarai, palmas pra Apple por conseguir de graça. Cabe à Nokia correr atrás. Competência eles tem de sobra.

Fonte: Cellular News

emCelular Mercado Software

Pirataria no Android atinge níveis alarmantes

Por em 1 de outubro de 2010

Alguns meses atrás os usuários de Android tiveram a arrogância de usar FATOS para atacar a Apple, mostrando o resultado de uma pesquisa onde as aplicações do Android Market eram bem mais baratas que as da App Store. Claro, não tiveram argumento para retrucar a legítima resposta dos Apple Users: “mas.. mas… mas…”

Agora a equação se complica, em uma daquelas situações estilo Oriente Médio, onde nada é bom pra ninguém envolvido. A pirataria, que é um problema no iPhone está solta e descontrolada no Android.

Em alguns casos 90% das cópias instaladas de uma aplicação são piratas. Pior, a prática está disseminada pelo mundo.

Não há desculpa. Vejam a maioria das razões alegadas pelos piratas e como não se aplicam:

1 – mimimi é caro

Não é. Aplicações de $0,99 são pirateadas. O Android é reconhecidamente o ambiente com aplicações mais baratas. Não importa, mesmo as que saem quase de graça são roubadas e repassadas nos Rapidshares da vida

2 – mimimi que usem publicidade

Mentira. Aplicações gratuitas que se apóiam no modelo de publicidade são pirateadas e o código dos anúncios removido. Não basta nem mais ser de graça, tem que ser sem propaganda, afinal o desenvolvedor tem que se sentir feliz ao dedicar seu tempo e expertise produzindo conteúdo para nerds

3 – mimimi quero experimentar antes de pagar

Mentira. O Android tem um até polêmico modelo de pagamentos onde você pode devolver uma aplicação, dentro de um prazo. A velha desculpa não cola, e mesmo que fosse o caso, onde entram sites, resenhas, amigos, etc? NADA no mundo funciona assim, software deveria ser diferente?

4 – mimimi pirateio pq sou pobre

Como assim? O sujeito tem dinheiro pra um smartphone, tem dinheiro pra plano de dados, tem dinheiro pra um computador com Internet mas não tem US$0,99 pra comprar um programa?

5 – mimimi pirateio por não ter alternativa gratuita

Mentira. Mesmo no iPhone, que não é exatamente o paraíso do FOSS, dá pra ser absolutamente feliz só com as aplicações gratuitas. O Android tem muito, muito mais coisas em termo de aplicações versáteis e gratuitas.

6 – mimimi odeio a Microsoft

Android é do Google, amigo do Open Source, dos pandas e dos unicórnios. Mais um motivo para não sacanear os desenvolvedores, mordendo a mão que alimenta o Open Source.

Se a situação continuar corre-se o risco de uma revoada de desenvolvedores para outras plataformas mais lucrativas, onde usuários tenham uma cultura de respeito ao programador e seu trabalho. Quais? De cara, iPhone e Windows Phone.

A culpa disso é da “cumunidade”, pois não adianta querer um ecossistema viável quando a maior parte dos usuários é composta de geeks fuçadores que entendem como ofensa pessoal um desenvolvedor ousar cobrar por seu trabalho, e se orgulham de mostrar aos amigos como são radicais e intensos ao passar 3 horas até piratear um programa de US$0,99.

Cadê o Google nisso? Brigando com a pirataria, mas como todo mundo, perdendo.

Fonte: Slashdot

emCelular Computação móvel Google Mercado

App do Dia: FreeBSD pra iPhone (isso mesmo)

Por em 30 de setembro de 2010

Não se anime, não é nada jailbreakado, não é nenhum esquema esquisito de instalação de sistemas alternativos, é uma aplicação oficial, útil e aprovada, disponível na App Store.

Chamada The FreeBSD Project, é uma compilação de informações sobre o sistema operacional que contrário do GNU, é Unix.

Como quase todo projeto OpenSource, carece enormemente de designers, então é bom dar um SENHOR desconto no visual, vamos nos ater ao conteúdo, que é bem bom. Os newsflashes trazem tudo que acontece de importante na comunidade e no desenvolvimento do sistema, e o mapa de commits é um charme, dá pra acompanhar quem contribuiu com o projeto, commit a commit. (não sei se rastreiam os rollbacks, mas seria engraçado).

A App é simples porém honesta, grátis e ocupa meros 1,2MB. Já tem inclusive versão pra iPad.

emApple e Mac Open-Source Resenha Software

HP dá tablet Android digrátis com impressora, mas CALMA!

Por em 29 de setembro de 2010

Todo mundo faz ofertas assim, a Apple dá iPod Touchs pra universitários que compram Macbooks (nos EUA. Sorry, Geisy). A novidade da HP é que o tablet de 7 polegadas (não é padrão falar assim, é que todo jornalista e blogueiro de tecnologia tem preguiça de converter) é o painel de controle da impressora multifuncional Photosmart eStation All-in-One.

O tablet será usado para controlar todas as funções da impressora de US$399,00, terá autonomia de 4 a 6 horas e, claro, WIFI. Virá com navegador web, mapas, receitas, previsão do tempo, leitores de ebook e aplicativos de impressão.

Agora a pegadinha: Como todo tablet Android, não é homologado pelo Google (mas você é Livre!) e não tem acesso ao Android Market. Suas Apps terão que ser baixadas pela Application Store que promete muitos aplicativos bons no futuro. Prometer é fácil, Obama prometeu acabar com o Don’t Ask Don’t Tell e até agora nada, nem piada com o Moardib podemos fazer.

A idéia de um tablet vindo no pacote na compra de uma multifuncional de menos de miureaul (lá) é tentadora, mas cai em dois problemas: Primeiro, tablet android é para quem tem tempo livre para hackear a máquina e macetear pra poder ter acesso ao Android Market. Segundo, quando você quiser imprimir alguma coisa e seu colega tiver levado a interface da impressora pro banheiro, pra ficar jogando Farmville.

Fonte: Gizmag

emHardware

ONU define Astrofísica responsável por Primeiro Contato com alienígenas

Por em 28 de setembro de 2010

A ficção nos dá a idéia de que todo contato envolvendo humanos e alienígenas envolverá pilotos bêbados, garotinhos ciclistas de subúrbio, cidades do interior dos EUA onde o xerife NUNCA acreditará no garoto que viu o disco voador ou um moleque quase-nerd que é mais fácil de nos convencer de que seu carro é um robô-guerreiro do espaço do que sua namorada é a Megan Fox.

A ONU entretanto não liga para ficção, exceto na hora de acharem que são relevantes, por isso estão levando a sério a possibilidade de estabelecermos contato com entidades inteligentes alienígenas, mesmo que via rádio.

Em um congresso indicaram inclusive a Doutora Mazlan Othman, chefe do Escritório para Assuntos de Espaço Profundo da ONU, Unoosa. Ela será em teoria responsável por toda a comunicação caso sejamos contactados.

Eu sei, na prática, como Arthur Clarke previu, todos os governos e entidades do planeta vão agir por conta própria, será no mínimo divertido, pois graças a Einstein estamos a uma distância segura e no máximo poderão nos xingar muito no Twitter Galáctico.

Pode parecer besteira dedicar tempo e dinheiro a esse tipo de projeto, é algo questionável mesmo sem usarmos aquela ridícula muleta “com tanta gente passando fome”, mas a Humanidade não avança com quem olha pra baixo, avança com quem olha pra cima.

Pensar em possibilidades como um contato extraterrestre, por mais ínfima que sejam, é algo inspirador, é algo que muda nossa perspectiva do Universo e faz com que nos vejamos como planeta, não como um saco de nações constantemente se matando.

Fonte: news.com.au

emMiscelâneas

Sai Apple, Japão lança o teclado mais edificante EVAR!

Por em 28 de setembro de 2010

Embora estranhamente livre de tentáculos, é seguro afirmar pelo grau da bizarrice que a idéia é genuinamente nipônica. Mistério é não ser da Triumph, especialista nessas invenções questionáveis.

Criado pelo pessoal da lojinha Angel Kitty, é um sutiã-teclado completo de 85 teclas, USB compatível com Windows. Aparentemente usuários de Mac não gostaram do produto, fica complicado digitar com as mãos no próprio tórax.  Totalmente funcional, vem em vários números, com encaixes de silicone para proporcionar total conforto à usuária do lado de lá, mantendo a firmeza de digitação do usuário do lado de cá.

O sutiã-teclado custará US$137. Japinha not included.

Fonte: Newsweird

emHardware

mode con cp prep=((860,,865) EGA), de novo?

Por em 28 de setembro de 2010


Você não lembra desses comandos? Não perdeu nada. Antigamente (e bota atigamente) tínhamos que definir no boot da máquina qual tabela de caracteres o computador iria utilizar. Existam umas 7437 tabelas, todas incompatíveis, isso significava que em CP (codepage) 837 o caracter era um “é”, em CP 470 era um “ž” e em CP728 colocava o NORAD em DEFCON 3.

Com o advento do Windows isso melhorou, MUITO. Posso dizer que com o Windows 98 codepage hell já era coisa do passado, exceto no serviço público, mas pelo visto como bom zumbi, essa praga se recusa a morrer. A culpa agora é dos DVRs, aqueles videocassetes 2.0 que surgiram com o TIVO, que toda quitanda nos EUA vende mas aqui no Brasil virou oligopólio das operadoras de cabo então custa uma fortuna.

A casa caiu com o lançamento da série “$#*! My Dad Says“, baseada no twitter @shitmydadsays. Isso já foi o suficiente pra um monte de gente dar piti, afinal OH! estão SUGERINDO um palavrão no nome da série, que absurdo! Só que esse nem é o maior problema da CBS, a shit acertou o ventilador neste post no fórum da série, quando alertam para o fato de um monte de DVRs não conseguir encontrar a série, pois se confundem com os caracteres usados para o eufemisto de shit, “$#*!”.

Aparentemente anos de evolução no software produziu sistemas que são uma grande merrrcadoria (se eles podem eu também posso) e só disponibilizam teclados para buscas alfanuméricas, sem possibilidade de caracteres de símbolos. A grande maioria desses sistemas é Linux, mas seria injusto culpar o pinguim por isso. Soube de fonte segura que baixando um patch do servidor pessoal do Stallman e recompilando o Kernel, o Ubuntu fica até com cedilha 😉

A culpa é da preguiça. Quanto menos variedade  a suportar, melhor pra quem tem que dar manutenção. Agora imaginem um DVR desses lidando com filmes estrangeiros. E nem falo de coisas simples como idiomas latinos e seus n com tils e interrogações invertidas, falo daquelas línguas escandinavas que parecem klingon.

Hoje vivemos a ilusão de que é possível copiar um texto de qualquer lugar para todo lugar e tudo automagicamente se resolve, mas não é assim que a banda toca. Quem teve que fazer migração de bancos de dados de fabricantes diferentes sabe o que é isso. Só digo uma palavra assustadora: COLLATION.

Manter integridade de dados é algo complicado, mas de nada adianta se a sua interface não permite ao usuário pesquisar por esses dados. Acha simples? Já vi sites que não indexavam palavras de menos de quatro letras, sendo que a minha busca tinha três letras. É preciso brigar contra essas limitações artificiais impostas pelo pessoal do marketing, pois quando a bomba estoura a culpa vai ser SEMPRE uma “limitação técnica”, mesmo que a área técnica tenha esperneado contra os atalhos, cortes e gambiarras.

Fonte: Gearlive

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