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Digital Drops Blog de Brinquedo

Samsung SCH-W770 com capa de bateria Kim Yu-na

Por em 23 de junho de 2009

Antes que você pergunte, Kim Yu-na é uma patinadora coreana de 19 aninhos (too old, diria o Pedobear) que é celebridade lá na terra dela. Como aqui tivemos o Celular da Sandy, lá também há um grande mercado de celulares e acessórios associados a figuras famosas.

Por isso a série de 50.000 capas exclusivas (como 50.000 de algo pode ser exclusivo?) homenageando a (certamente homenageada pela juventude) patinadora.

O curioso é que nas fotos ela aparece segurando o celular, produzido pela Samsung, DE FRENTE, ocultando a tampa traseira, que seria justamente o produto anunciado.

Demonstra claramente que o produto em si é irrelevante, vale a associação com a celebridade.

Isso é uma forma de tentar ressucitar um mercado que já foi muito lucrativo: Acessórios de personalização.

No início da telefonia móvel ninguém pensava em trocar de celular a cada 3 meses. Após a venda do aparelho as operadoras precisavam manter o fluxo de dimdim vindo dos clientes, e isso foi conseguido com acessórios.

Eram fones de ouvido, cabos de dados e capas, principalmente capas. Se hoje os celulares em grande maioria são “fechados”, antigamente era posssível trocar toda a carcaça. Havia gente que colecionava, era um celular e 10, 15 caixas com estampas diferentes. Sim, havia a maldita estampa de oncinha.

Também era a época dos conectores proprietários. Aparelhos do mesmo fabricante, às vezes evoluções do mesmo modelo vinham com cabos diferentes, conectores diferentes. Aquilo que se ouve hoje em escritórios “alguém tem um carregador de Nokia?” era impensável.

Com o aquecimento do mercado, operadoras começaram com programas de pontos, descontos e fidelização, passou a ser interessante trocar de aparelho regularmente. A um ponto em que celulares eram vendidos sem NENHUM acessório. Quando comprei meu V3 não havia sequer baterias avulsas nas lojas. Mesmo capas eram de difícil obtenção. Os camelôs do Rio não tinham capas para diversos modelos.

Nessa época o Santo Graal eram os acessórios sem-fio, como teclados infravermelhos e fones Bluetooth, a última novidade. Começamos uma coleção de periféricos que não seriam mais jogados fora com a troca de aparelhos.

Então surgiram os smartphones. Com a vida online toda rodando em volta de um aparelho (muito) caro, a troca de celulares de novo se tornou indesejada. Para complicar a popularização das linhas gerou aparelhos com mais recursos, que caíram em um nicho onde nem eram descartáveis propiciando troca rápida, nem eram caros o suficiente para garantir bons lucros.

A saída está sendo voltar ao modelo de capas e acessórios de grife, já que os aparelhos hoje costumam ter recursos mais que suficientes para o usuário normal, e mudanças seriam caras demais para interessar. Não dá pra sair de um MotoRokr para um iPhone.

O que aprendemos disso é que a indústria é cíclica, problemas semelhantes trazem soluções semelhantes. Ao mesmo tempo atitudes abusivas não se repetem, como o caso dos carregadores para um só aparelho.

Quem quiser investir e perdeu o ciclo atual é só se preparar para o próximo.

Por falar nisso, Io-iôs já voltaram a moda?

emAcessórios Artigo Celular

Palm Store já tem 650.000 downloads

Por em 23 de junho de 2009

Calma, viúvas da Palm. Não é a inevitável escalada da Palm de volta a seu Lugar de Direito, é só uma estatística, embora significativa, não é o número mais importante. Na notícia que traz os 650.000 downloads após 11 dias de lançamento há a informação de que o Palm Pre está condenado ao fracasso.

Qual a informação, que me faz condenar todo o até então bem-visto Palm Pre?

O SDK só sai em uns 3 ou 4 meses e no momento a Palm Store só tem 30 aplicações.

Isso mesmo. Você compra um Pre agora, e só terá programas de 3os em 3 ou 4 meses. Depois que a novidade tiver passado, depois que o sujeito deixar de achar que tem a última bolacha do pacote e entender que tem um excelente telefone, mas carente de aplicações.

O próprio fato das aplicações não estarem surgindo à revelia mostram a falta de interesse dos desenvolvedores. No caso do iPhone o SDK foi lançado UM ANO depois do telefone, mas toda uma cultura de jailbreak e desenvolvedores foi criada, em 3 meses o iPhone tinha mais aplicações “ilegais” (no bom sentido) do que há na loja da Nokia HOJE.

Onde estão esses desenvolvedores? Bem, no caso da Palm ou morreram de velhice ou estão aposentados. A nova geração está preocupada em desenvolver pra Apple e Android, com um grupo menor cuidando de Symbian, RIM e Windows Mobile.

Há espaço para mais um player nesse mercado? Não creio. A não ser que seja algo extremamente revolucionário, coisa que o Pre não é.

emCelular Mobile Opinião

Garmin-Asus abandonando o Linux (mas calma, não chore)

Por em 23 de junho de 2009

A experiência com o Nüvifone G60 não foi muito feliz, pelo visto desenvolver uma plataforma Linux não é tão simples como dão a entender, ainda mais para aparelhos que exigem um sistema robusto e acabado, como celulares. Por isso o consórcio deu adeus ao Linux.

Gente que vive de mesada pode se dar ao luxo de reinventar a roda, por isso o Distrowatch lista o RIDÍCULO número de 623 distribuições Linux. Empresas não tem essa facilidade. Por isso a Asus-Garmin considera o G60 seu primeiro e último produto Linux.

Antes que algum freetard apareça dizendo que tem dinheiro da Microsoft na decisão, digamos que se rolou suborno só pagaram metade, pois a Asus-Garmin passará a utilizar Windows Mobile E Android em seus produtos.

A decisão é simples: Sistemas Operacionais com suporte, grandes empresas por trás e um compromisso a longo prazo são melhores do que investir em áreas que não são sua expertise. E convenhamos, até para os desenvolvedores, Linux há 623, Android só tem um.

Via Cnet Asia

emLinux

Netbook/Tablet Solo – tão bom que vai mesmo sem japinha

Por em 22 de junho de 2009

CPU Atom N270 a 1,6GHz, FSB 533MHz, 1GB de DDR2 a 667MHz, HD de 1, polegadas de 60GB, tela de 8,9 polegadas 1024×600, câmera de 1,3Megapixels, 1,2Kg de peso, touchscreen, chipset de vídeo GMA950, 2 USBs, 1 RJ45, WIFI b/g/n.

Vem com Windows XP comum, grande falha, deveria vir com Tablet Edition. O nome de batismo é Daewoo LUCOMS Solo Tablet C920-mini, pode ser visto com todos os detalhes aqui (se seu coreano estiver em dia) e ao contrário do Stallman, tem alça.

Não, não temos idéia do preço.
Fonte: Akihabara News

emHardware

NVIDIA/TEGRA: Linux? Não, obrigado. Queremos Windows CE

Por em 22 de junho de 2009

Em uma decisão que vai deixar muita gente irritada entre os quase 1% de usuários Linux, a Nvidia decidiu adotar o Windows CE como sistema operacional de seus netbooks Tegra.

A Tegra é uma solução de único chip englobando CPU, GPU, memória, barramentos, etc. É baseada no processador ARM, feita para ter baixo consumo e alta performance, uma das características é suportar no mínimo execução de vídeo HD 720p.

O Zune HD, que vem por aí é baseado no Tegra, e os netbooks virão a reboque.

A decisão de usar o CE não foi capricho. A Nvidia chegou a produzir um port do Android para a plataforma, mas considerou que o sistema tem muitas limitações, ainda não está pronto para o Netbook. Outras soluções como Linux até possuem port para ARM, mas versão 7, sem otimização para o ARM11, base do Tegra.

O GRANDE calcanhar de aquiles do Windows CE é a parte de navegação. O Internet Explorer Mobile é o responsável único pelo traço de IBOPE que é a presença da Microsoft na Web Mobile. Não desejo o Explorer Mobile nem para o Stallman. Eu prefiro usar o HURD do que o Explorer Mobile.

Felizmente a Nvidia fez um acordo com a Opera para produzirem uma versão otimizada de seu excelente navegador que muita gente usa (no mundo mobile) e para não ficarem presos a uma única solução, apresentaram uma versão do Firefox 3.5 compilada para a plataforma.

A Nvidia está apostando muito, mas as exigências dos consumidores apontam justamente para essa direção. Muita performance na área de multimídia. O ponto questionável, a plataforma ser Windows CE e não Windows Windows PODE se tornar fonte de frustração. Há uma alternativa, entretanto: Seguir os passos da Apple, criar uma loja online concentrando aplicações, gratuitas ou não.

A diferença é que o consumidor de netbooks quer programas iguais ou semelhantes aos que utiliza no desktop. 400 aplicações de flatulência, como no iPhone, não são atraentes.

Irão conseguir? Bem, em termos de eye candy, a solução Microsoft tem tudo para dar certo. Perceberam, depois de séculos que a interface do Windows Mobile é… chata. Feia. Lembra Windows 95, com muita boa vontade. Portanto vão desconsiderá-la e usar uma interface baseada em Silverlight. Vantagem? Integração com o SO, performance, gráfica muito decente e grande posibilidade de customização.

Mesmo assim, é melhor que esperemos o Zune HD. O cemitério está cheio de produtos tecnologicamente avançados, mortos antes de sua hora por marketing ruim, falta de aplicativos ou mesmo por falta de entendimento do público.

Fonte: Ars Technica

emHardware Indústria Mobile Opinião

QuickOffice 6 digrátis para Nokias Série E. Corr-digo, atualizem

Por em 21 de junho de 2009

Desde os tempos em que a Palm era relevante o QuickOffice já era uma das suites de aplicativos mais populares em dispositivos mobile. A ponto da Nokia disponibilizá-lo em algumas linhas de smartphones.

No meu E71 veio a versão 4.1.35, que já atendia perfeitamente, mas a versão 6.0 está matadora. Vejam o que traz de novidades:

  • Contador de palavras
  • Suporte a arquivos XML no formato MS Word 2007
  • Suporte a PNG transparente
  • Preserva completamente a formatação original dos arquivos (chupa, OpenOffice)
  • Corretor ortográfico (não em português, chupa, Nokia)
  • Suporte a arquivos XML no formato Excel 2007
  • +130 funções e fórmulas
  • Suporte a arquivos ZIP
  • Integração com Adobe Reader LE

E mais um monte de outras funções. Quanto isso vai custar? Poderia ser US$39,00.Mas calma, por 24 horas esse maravilhoso programa pode ser seu por US$19,00.

Não está bom o bastante? Então pegue seu Nokia serie E, abra o QuickOffice, chame a opção “Updates&Upgrades” e procure pela versão nova. Ela estará lá, só para você, totalmente de graça. Isso mesmo, é só baixar.

Dá para não gostar da Nokia?

emCelular Mobile Software Software

Resenha: Netbook Asus EeePC 1000HA

Por em 20 de junho de 2009

Se algo de bom surgiu do projeto do OLPC foi a percepção de que havia um mercado para computadores de baixo custo, baixa performance e alta portabilidade. Infelizmente o Mercado às vezes é implacável, destruindo e adaptando conceitos. O mesmo público que propiciou a criação de netbooks como o primeiro Eee PC começou a rejeitar máquinas limitadas, e a exigir se não performance, pelo menos uma ambientação idêntica ao computador que tinham em casa.

O Asus EeePC 1000HA deste artigo é fruto disso tudo. A performance é de um notebook de baixa potência, mas os recursos são melhores do que o desktop de muita gente. O tamanho mesmo ainda é minúsculo, mas bem menos minúsculo do que as primeiras versões. A própria tela de 10 polegadas não dá a impressão de ser pequena. O que não impede de existirem netbooks com tela de 11, 12 e até gente prometendo 13 polegadas.

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Tirando da Caixa

O Asus 1000HA vem em uma caixa bem melhor do que a maioria dos notebooks.Minha irmã comprou um Dell e parecia que tinha encomendado bacalhau. Uma caixa de papelão, sem alma. O Eee não é nem de longe um Apple, mas a embalagem é bem mais “comercial”:

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Dentro da caixa, temos:

  • 343 manuais e folhetos
  • CD com drivers
  • O Eee
  • Capa de proteção
  • Bateria
  • Fonte

Só isso. Parece pouco mas ainda assim é muita tralha:

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A bateria é um trambolho de 6 células que promete teóricas 7 horas de autonomia. A Asus conseguiu transformar essa granada de mão em algo útil;a bateria ajuda a elevar a traseira do Eee, colocando-o em um suave ângulo, que facilita a digitação.

A fonte é igualmente pequena. Não faz feio nem diante da fonte do Macbook, e humilha a maioria dos notebooks de verdade. Vejamos uma comparação do tamanho do Eee PC 1000 HA:

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Como podemos ver ele desaparece diante de um maço de cigarros ou um HD normal. Mas e a tela?

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A resolução de 1024×600 é bem mais confortável do que eu imaginava. Sim, fazemos mais scroll, mas não é nenhum horror. A largura acomoda a maioria dos layouts. Há botões de hardware que mudam a resolução para  800×600, 1024×768, 1024×768 comprimida (sem scroll) e os 1024×600 nativos.

O teclado:

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Não é melhor teclado de netbook que já mexi. Essa posição é do insuperável teclado do HP Mini. Mas também não é o pior. Eu tenho ossos largos, então minhas patas de Shrek não se dão bem com teclados pequenos. O do 1000HA está no limite.

Em compensação as funções extras estão muito bem definidas, é possível desativar WIFI, chamar o Task Manager, selecionar monitores e até mudar as características de performance da máquina, só com as funções do teclado.

A acentuação também não é esotérica.US International, como Jeová queria que fosse.

Na parte de conexões, há poucas surpresas. Vamos a uma geral:

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Na traseira, nada. Não tem jogo. É quase toda tomada pela bateria. A ação terá que ser toda de ladinho:

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No lado esquerdo, temos uma porta de cadeado, uma conexão RJ45 de rede, uma porta USB 2.0 e entradas de microfone/fone de ouvido.

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No lado direito, um leitor de cartão SD(HC), duas portas USB, uma VGA e a conexão de força.

No painel frontal, a webcam de 1,3Megapixels e um array de 2 microfones, para videoconferências.

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Na parte de baixo apenas dois parafusos separam o usuário do HD e da memória. Um chimpanzé treinado trocaria a memória em menos de 1 minuto. Pelo visto a Asus tinha facilidade de acesso em mente. Chupa, Apple, e seus macbooks novos onde até a bateria é interna agora.

O Eee na mão, no colo, na mochila, é muito, muito pequeno. Parece o Laptop da Barbie. Já comparado friamente, não parece pequeno assim. Na espessura, por exemplo, ele perde feio para o Macbook:

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A culpa é da bunda. Sem essa traseira inconveniente, ele seria o fino que satisfaz. Se bem que se ele fosse mais leve e fino, correria o risco de ser levado pelo vento. E não, não estou exagerando.

Performance

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Sejamos realistas: Um netbook não foi feito para rodar Crysis. A gente só chama o chipset dele de 3D para não magoar a Intel, e os processadores Atom foram projetados pensando em consumo, não em performance. Não dá pra querer performance de um Alienware com preço de banana.

Eu conseguir rodar,com performance jogável, Battlefield 1942 e suas variantes, mas nem me animei a instalar qualquer coisa mais potente. Seria decepcionante E injusto, pois nunca foi essa a finalidade do netbook.

Já no que não exige processador Top e placas de vídeo parrudas, o bichinho funciona muito bem. Navegação, execução de vídeos em Tela Cheia, mesmo acessados via WIFI. O Windows Live Writer também funciona muito bem, e o único gargalo detectado foi o Firefox, rodando aplicações javascript pesadas, como Google Reader. Uma mudança para o Chrome resolveu completamente o problema.

Software

O Eee PC 1000HA vem com uma instalação do Windows XP Home, sem nenhuma grande otimização para netbooks, pronta para usar.O bloatware é reduzido, constando basicamente de uma instalação de testes do Office 2007 e algumas coisas da Norton, devidamente removidas. No pacote vem o Microsoft Works, uma mini-suite Office tão limitada e desatualizada que a interface é idêntica ao OpenOffice.

Também ganha-se um ano grátis do Eee Storage, um serviço online de armazenamento de arquivos, que a Asus tem a cara-de-pau de incluir como capacidade do Netbook, que passa de 160GB de HD para 170GB de armazenamento: 160 no HD, 10 online.

Autonomia

Assim como Steve Jobs tem um campo de distorção da realidade, marketeiros de tecnologia também dispõe de um. Por isso chegam ao cúmulo de colar um adesivo na máquina, dizendo que esta tem até 7 horas de autonomia, em um conceito fictício chamado de All Day Computing. Isso significa que se você não usar WIFI, não acessar rede, não fizer nada que faça o HD girar, colocar o brilho no mínimo, nem sonhar em passar filmes e tentar ao máximo não tocar no teclado, em teoria o computador funcionará por 7 horas seguidas.

Na prática essas 7 horas/marketing se transformam em 4 horas reais, ou mexendo nas configurações de performance, umas 5 horas.

Alguma coisa a Asus aprendeu com a Apple.

Utilidade

Eu estava atrás de um netbook faz tempo. Infelizmente a condição de blogueiro exige que usemos máquinas mais potentes, precisamos editar fotos, montar posts, fazer edição de vídeos, transmissões ao vivo via streaming, e um netbook básico não atende. Nem rodando o Opera, o Chuck Norris dos navegadores, que dizem fazer tudo isso.

Como 1000HA ganhei em autonomia, portabilidade e posso andar mais tranquilo, sem ter que andar pelas ruas com um Macbook na mochila. Até agora o único “problema” detectado é a falta de costume com o teclado, mas como este texto atesta, já está sendo superado, visto que o escrevi todo no netbook.

Conclusão

O Asus Eee PC 1000HA não é um notebook. Nunca tentou ser. Ele é um computador para necessidades específicas, focando em portabilidade. Não é para se tornar seu computador principal, mas para substituí-lo em viagens, ou no sofá. O som é bomo suficiente para encher uma sala, e é muito gostoso ver filmes com ele no peito, ainda mais no inverno,é quentinho. O acabamento é bom, melhor do que qualquer coisa xing-ling que estamos acostumados, embora fique claro que os designers da Asus não arrumariam emprego na Apple.

O 1000HA foi feito para ser pé-de-boi, não tem pretensões de design,não quer ganhar concursos de beleza. Tudo bem, eu também não. Valeu o investimento? Com certeza, encaixou-se certinho entre a minha necessidade e meu orçamento.

 

Dados Técnicos

Modelo: Asus EeePC 1000HA

  • Sistema Operacional: Windows XP Home
  • Memória: 1GB (expandido para 2GB)
  • HD: 160GB
  • Processador: Intel Atom N270
  • Clock:1,6GHz
  • Slot SD(HC)
  • 3 USBs 2.0
  • 1 VGA
  • WIFI 802.11b/g
  • Ethernet 10/100
  • Webcam 1.3Megapixels
  • Bateria de 6 células, 6600mAh, 7 horas/marketing
  • Peso: 1,3Kg
  • Dimensões: 26,67cm x 19,05cm x 3,81cm
  • Preço: US$339,99 ou R$1250,00 no Brasil
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