Digital Drops Blog de Brinquedo

Perfeito: App de iPhone que substitui responsabilidade pessoal

Por em 17 de abril de 2010

As boas intenções pavimentam o caminho pro Inferno, mas algumas idéias garantem emprego de capataz. Cito como exemplo o Antispam do UOL e agora a App Don’t Text Me.

Ambas usam a lógica de evitar ruído fazendo mais barulho ainda. Quem frequenta listas de email muito populares AMA antispams que exigem confirmação. Agora você terá a oportunidade de AMAR seus amigos que acham que o mundo gira em torno deles.

manja aquela mensagem de “estou de férias” que não interessa a NINGUÉM? Imagine então isso via SMS.

O Don’t Text Me faz isso. Permite que você selecione pessoas e grupos, enviando para eles mensagens dizendo que você não pode responder a SMSs naquele momento, então que por favor… “não enviem SMSs”.

A proposta é evitar que pessoas acessem seus celulares enquanto estão dirigindo ou trabalhando ou ocupadas desarmando bombas terroristas, sei lá.

O programa assume que você é importante o bastante para seus contatos instalarem a aplicação e aceitarem ser incomodados por um bip (ou algo assim) informando que você, suprema entidade do universo está disponível e pode dar-lhes atenção.

Queria MESMO saber qual é a dificuldade em simplesmente não atender, colocar o celular em modo silencioso ou apenas… sair do MSN ou do Twitter. Claro, talvez eu não entenda a mente de gente realmente importante, que precise avisar seus Súditos de quando estão disponíveis para audiências.

Fonte: Textually

emApple e Mac

Internet Vivo Pré – Information Highway to Hell

Por em 16 de abril de 2010

Aproveitando que onde estou a única operadora de telefonia móvel disponível é a Vivo, resolvi matar dois coelhos com uma caixa d’água só, contratar o serviço de Internet pré-paga, experimentar E escrever esta resenha.

Em conclusão, a palavra-chave da Internet Pré da Vivo é Barata, não só pelo preço mas pelos tons kafkanianos. Acompanhe minha descida orfética ao Inferno dos call centers…

O Produto

Em teoria o Vivo Internet Pré é um excelente produto para uso eventual, mas em teoria estou a 50% de meu plano de namorar a Luciana Vendramini. Em teoria também Comunismo funciona. Na prática a realidade da desorganização da empresa impedem o bom funcionamento.

Os Planos

O Vivo Internet Pré possúi 4 modalidades de pagamento:

Pacote Duração do pacote Valor do pacote Tráfego mín.*
Vivo Avulso indeterminado R$1,90/MB n/d
Vivo Internet Diário Até as 23:59hs do dia seguinte R$12,00 150MB
Vivo Internet Semanal 7 dias consecutivos
Até as 23:59hs do sétimo dia
R$35,00 250MB
Vivo Internet Mensal 30 dias consecutivos
Até as 23:59hs do trigésimo dia
R$130,00 1GB

* Quantidade de dados trafegados para entrada da redução de velocidade

O avulso é uma bela redução, comparado aos R$5,00/MB que a Claro costuma cobrar.

Nos pacotes Vivo Internet Diário, Vivo Internet Semanal e Vivo Internet Mensal, a velocidade de conexão será reduzida em torno de1 28Kbps ao atingirem respectivamente 150MB, 250MB e 1GB de dados trafegados dentro do período, então se você é torrenteiro, desista. Como meu uso mobile é basicamente Twitter e IMs, e como aqui só pega Edge mesmo, a eventual redução de velocidade não seria problema. Também não são afetados por roaming, o que é uma bela vantagem.

Para contratar o pacote é simples: enviar um SMS para 8200, com os termos DIARIO, MENSAL ou SEMANAL no corpo da mensagem. Um SMS de resposta pede que você envie SIM confirmando, o valor é debitado de seus créditos, e você está navegando. Simples assim.

Exceto que estamos falando da Vivo. Após um teste inicial na parte da manhã, após uma contratação sem incidentes, deixei para usar o acesso no final do dia. Cheguei na minha Base Móvel, pedi uma Original e tentei me logar.

Isso mesmo, o sistema da Vivo dizia que eu não tinha qualquer plano. Me oferecia a opção Caracu de navegar a R$1,90/MB, apesar de já terem me debitado os R$12,00 na parte da manhã.

Comecei a Via Crucis, (Ou Cruxis, sei lá como escreve isso, não sou Romano) com o atendimento. Entre as várias ligações, quedas, desconexões (propositais ou não) e esperas (não havia uma Lei limitando o tempo máximo para atendimento?) consegui falar com algo próximo a um humano. Expliquei o caso:

Vai um protocolo aí?

“Contratei o pacote DIÁRIO, mas qualquer página que tento entrar caio em um site da Vivo dizendo que não tenho nenhum pacote, oferecendo para acessar via cobrança avulsa”

O primeiro SER que me atendeu começou a dizer que eu “preciso estar contratando um pacote de Internet”, afinal o seu cérebro de Ypsilon semi-aleijão ouviu as palavras-chave “Internet” e “pacote”, o que desencadeou a resposta. Interrompi. Ele me fez esperar um bom tempo, parece que foi consultar alguém mais experiente, mas só pôde falar com o fungo na parede do banheiro dos executivos depois que Dick Jones terminou de lavar as mãos e saiu.

Na volta ele avisou que me transferiria para a área técnica.

Depois de uns 10 minutos esperando, ele volta, explica que falou com a área técnica e que o problema era saldo. Eu precisaria de um saldo mínimo de R$1,90 para acessar o meu pacote de R$12,00 já pago e debitado. Confirmei mais de uma vez. “Não estou questionando, só quero entender. Para acessar o pacote que já paguei preciso de saldo mínimo?” “Sim senhorrrr”  “OK, então muito obrigado, vou estar efetuando uma recarga…”

Gerundismo pega. Vacine-se.

Fiz a recarga, e CLARO que não adiantou BICAS (estou resfriado). Liguei de novo.

O novo atendente, avisado perguntou o modelo do telefone e me passou pro setor competente (palavras dele, não que eu achasse que estivesse falando com esse setor). A primeira pergunta da técnica: “Senhorrrrr esse seu aparelho N97 é um smartphone?”  Pensei seriamente em responder que não, era um artefato termonuclear, versão japonesa (Afinal é Nokia) de uma bomba W-80 de 18 Megatons, mas que ao contrário do iPad fazia ligações.

“Sim, é um smartphone”

“Senhorrrr não damos suporte a smartphone, o senhor tem que estar ligando pro número tal ou pro fabricante, para estar configurando o aparelho…

“Minha PHILHA, a configuração vai MUITO bem, eu ACESSO internet. Na verdade a configuração é enviada POR VOCÊS, via SMS, assim que o SIM-CARD é instalado pela primeira vez. É problema de AUTORIZAÇÃO” (se eu usasse “billing” o cérebro dela explodiria).

“Vou estar transferindo o senhorrrrrr…”

Mais espera, mais repertório de Villa-Lobos, atende um cidadão. Assim que explico o caso ele diz que é assunto técnico.

“PQP! Eu acabei de vir de lá, São oito da noite quase, estou desde cinco e pouco no telefone, não consegui trabalhar, dá pra se decidirem?”

“Senhorrrrr eu não posso resolver o problema, só a área técnica”

“Então me passa, me transfere, pra onde você quiser, me transfere pro Chuck Norris se ele for resolver isso, cacete!”

Na nova transferência pra única técnica da Vivo que parecia saber o que fazia, a mulher ligou para uma linha fixa, pediu para eu desconectar bateria e SIM-CARD, resetou a linha do lado de lá, e tudo funcionou.

VENCEMOS!

OK, não achou que iria terminar assim, né?

No dia seguinte voltei pro bar, fui tentar de novo.

Isso mesmo. Minha conexão voltou a cair sempre na página da Vivo dizendo que eu não tinha plano. Remover chip e bateria não adiantou.

Como já havia se passado mais de 24h, assumi que o pacote DIÁRIO já houvesse acabado.Tentei comprar outro. Recebi aviso de que o pacote já existia.

Futuca dali, futuca daqui descubro que a tarifação vai até as 23:59 do DIA SEGUINTE, então o pacote DIÁRIO da Vivo tem mais de 24h. O que é ótimo em teoria, mas péssimo pois não funciona, poderia ter 3 meses de duração, daria no mesmo.

Resolvi chutar o pau da barraca, consegui chegar no botão habilitando acesso avulso. Passei a navegar no pacote de R$1,90/MB, afinal mantendo a série de citações de Vicente Matheus, quem tá na chuva é pra se queimar.

Todas as páginas acessadas caiam na informação abestada da página acima.

Desisti, fui ver um episódio de Criminal Minds, quando voltei tentei acessar, só por desencargo, afinal meu telefone não estava autorizado, correto?

Errado. Magicamente o pacote DIÁRIO passou a funcionar, usei sem ser debitado do R$1,90/MB até a bateria acabar.

Vá entender.

Conclusão:

Já tive experiências piores (ok, a maioria envolveu chicotes e algemas), em outras ocasiões mais de uma vez a Vivo sumiu com todo o saldo no chip, após 15s de uso de Internet, 30min de espera e desisti, meu tempo vale mais que isso. Com o pacote pré não há esse risco (em teoria) e o valor é BEM interessante. R$12 mesmo por 24h (na prática acho que chegam a 36) e garantia de conectividade com roaming nacional faz com que o Vivo Internet Pre seja um excelente backup, é um custo muito baixo e pode salvar sua vida.

Por outro lado eu não recomendo que seja usado como 1a opção. A qualidade do atendimento é muito ruim, a confiabilidade é péssima e se enrolam com o mais rasteiro billing. Eu estava no bar tomando cerveja, mas e se estivesse cobrindo um lançamento da VSS Enterprise, ou a Lua de Mel da Sandy?

As operadoras brasileiras precisam entender que não são mais (pelo menos para nós, geeks) operadoras de telefonia, são fornecedoras de conectividade. Não é ADMISSÍVEL ficar duas horas no telefone para resolver um problema de autorização dos mais rasteiros. Se não conseguem prover os serviços mais básicos, como vão nos seduzir para os premium?

OK, sendo realista as operadoras não estão preocupadas em seduzir os clientes, elas só querem sexo.

emCelular Internet Resenha

Pelo menos para música o iPad já disse a que veio

Por em 14 de abril de 2010

Mesmo quem não entende nada de música como eu acha o máximo e quer brincar com aquelas mesas de estúdio com trocentos canais, potenciômetros motorizados que se mexem sozinhos, luzes piscando induzindo ataques epilépticos, etc.

Quem entende aproveita uma das vantagens da moderna microinformática que foi o barateamento das soluções domésticas, hoje é possível mixar um CD em casa, com qualidade decente. Mas mesmo os melhores programas sofrem de um singelo problema: A interface mesmo simulando mesas de som ainda é basicamente mouse e teclado.

Não dá para utilizar de movo intuitivo e prático como utilizamos uma mesa de som.

Ou dá?

Seus problemas acabaram! A tela acima é do AC-7 Pro, uma aplicação de US$9,99 para o iPad. Ela interfaceia via WIFI com seu programa preferido, (ok, talvez não com o Áudio-GIMP) e transfere os controles para os intuitivos e familiares faders.

A interface é multitouch, dá para alterar os oito canais simultaneamente, se você tivesse oito dedos.

Qual a vantagem, em relação a uma mesa de som tradicional? Bem, segundo nosso amigo aí de cima de cara uma de verdade fica na casa de US$2 mil. Mesmo comprando um iPad somente para funcionar como controle, já se sai na vantagem.

Fonte: Ritchie, via Twitter.

emÁudio Vídeo Fotografia

Assim como na Padaria e em Abbey Road, na Música Online o Sonho Acabou

Por em 14 de abril de 2010

Existe uma ilusão de que música online trará fortunas para todos os envolvidos, os músicos encontrarão um novo nirvana e todos serão felizes, mas igual ao Albert Hall, o buraco é mais embaixo.

O gráfico acima foi produzido pelo blog Information is Beautiful, e deve ser visto em sua total completitude para ser devidamente apreciado. A fonte  é uma pesquisa do Cynical Musician, que calculou quanto um artista precisa vender em cada formato para atingir um salário de US$1.160,00/mês.

Os números são surpreendentes e decepcionantes para a Geração Digital.

Em casos como o iTunes uma faixa de US$0,99 rende US$0,63 para a gravadora, e US$0,09 para o artista. Ele teria que vender 12.399 faixas para atingir os tais mil doláres americanos.

Outros cenários são piores ainda. Sites de streaming como o last.fm e o Spotify são praticamente caso de polícia. O artista para conseguir is incríveis US$1.160,00 no Spotify teria que ter sua música executada 4.549.020 vezes durante o mês.

A facilidade da distribuição online trouxe preços mais baixos, mas a mordida dos intermediários aumentou e muito. Mesmo o mais safado carcamano descarado pirateiro do planeta achará que pagar ao artista US$0,00043 pela execução de uma música, como o Spotify faz, é sacanagem.

Mesmo o álbum tradicional não ajuda muito. Na pesquisa um CD de gravadora de $9,99 rende ao artista US$1,00, para atingir o salário-alvo, teria que vender 1.161 cópias por mês.

A produção independente está se saindo a grande alternativa. Antigamente era algo para, bem… alternativos, hoje nomes conhecidos preferem encarar o preconceito da mídia e do público, cair no quase-ostracismo ao fugirem do esquema de jabás das rádios e gravadoras, a trabalhar por migalhas.

Lobão por exemplo botou CDs para vender em banca de jornal. Já o Ritchie,  chutou o pau da barraca,  gritou Independência ou Morte (ia citar algo do William Wallace, mas pegaria mal) e passou a produzir seus álbuns. Em 2009 lançou "Outra Vez", o primeiro Blu-Ray gravado, produzido, masterizado, autorado e fabricado no Brasil.

Sim, uma produção independente atropelou toda a indústria das gravadoras.


Mercy Street – Ritchie – Ao vivo – o inglês dele é excelente, será que fez Brasas?

Ele vende menos do que se estivesse no esquemão de grandes gravadoras? Com certeza. Vai a menos programas de TV, toca menos na rádio? Fato, mas vejam os números da pesquisa:

Um CD de produção independente de US$9,99 rende ao músico US$7,50, um CD gravado em casa chega a US$8,00 por unidade. O mesmo CD, em um bom contrato com gravadora renderia US$1,00.

É CLARO que o trabalho da gravadora é importante, claro que toda a insfraestrutura faz falta, mas nos tempos modernos de hoje, onde vídeos de um garotinho chorando porque não é uma Single Lady chegam a quase 3 milhões de visualizações, talvez as gravadoras não sejam o ÚNICO caminho.

Hoje vemos muitos músicos estabelecidos usando e abusando de mídias sociais, tanto o pessoal da velha guarda como os mais novos, nacionais e estrangeiros. Os bons estão se tornando referência, depois do deslumbramento inicial eles se tornam gente legal que faz música, da mesma forma que há gente legal que faz blog, e gente legal que faz empadinhas de forno, e são esses os nomes que lembramos e recomendamos quando alguém pede dicas de música, blogs ou empadinhas.

Tem o mesmo glamour dos velhos tempos, com pedestais enormes, artistas inatingíveis e gravadoras monstruosas dominando todos os detalhes do processo? Sim e não, mas posso dizer que o pessoal do Twitter que vai aos shows se diverte tanto quanto os fãs de antigamente. Proximidade não destrói a admiração por um trabalho bem-feito.

Claro, isso não vale pras bandas emo ou de pagospel (yes, existe) que usam Twitter para fazer SPAM. Essas podem ir para o Inferno.

emÁudio Vídeo Fotografia Web 2.0

Geolocalização no dos outros é refresco

Por em 14 de abril de 2010

CardosoCorp – QG Temporário

Hoje tive meu Momento Stallman. Explico: Estou passando um tempo longe da civilização, onde nem a Claro pega. A Única opção na cidade é a Vivo. Assim achei por bem comprar um chip pré, para poder me comunicar com quem de direito.

Por algum daqueles mistérios misteriosos do mundo misterioso o sistema da Vivo não entendia o “2” final para confirmar meu CPF, por isso fui transferido para o atendimento Humano. Uma simpática mocinha pediu alguns dados, mas em um momento ela me pegou de calças arriadas, tal qual Chat Roulette:

‘o senhor está na praça tal, esquina da rua tal?’

Como em um episódio de Criminal Minds a Penélope Garcia da Vivo usou de geolocalização para identificar onde eu estava. O racional era agilizar caso eu estivesse ligando do endereço fixo que seria usado em meu cadastro.

Por mais racional que seja a idéia de que a operadora de telefonia SABE onde estou, ficou estranho. Foi uma sensação ruim, é como o sujeito que aponta pra própria mulher, na mesa do bar e diz ‘vou dar uma bela carcada nessa aqui hoje’. É uma questão de convenção social. Algumas coisas ficam melhor não ditas.

Não me entendam mal. Geolocalização não é algo maligno. Pelo contrário. Não consigo mais viver sem o Nokia Maps, até o tal Foursquare se mostra bem útil, depois que expurgamos o Fator Douchebag. O A-GPS é excelente. Torna viável navegar até mesmo por pesadelos de radiotransmissão como São Paulo.

A questão psicológica aqui é que estamos tratando de um produto em grande parte intangível. Um SIM-CARD comprado anonimamente em uma padaria do nada se torna um dedo-duro. Mas um dedo-duro inevitável, como um entregador de sex shop que ninguém quer que saiba onde moramos mas ao mesmo tempo PRECISA do endereço para trazer nossa Orient Doll (não clique).

Quando a geolocalização começar a ser usada ativamente para publicidade os paranóicos de privacidade irão pirar, pois o pesadelo se torna realidade: gente conscientemente divulgando sua localização geográfica. Eu mesmo sou interpelado por isso, toda vez que brinco com o Gravity e sua integração do GPS com a API de geolocalização do Twitter.

twitts como esse aí de cima despertam mensagens verdadeiramente preocupadas de gente com medo de trolls psicopatas (desculpem o pleonasmo) indo tirar satisfações comigo. Eu acho divertido, gosto muito do recurso e aos trolls só digo: bring it on, bitch!

Neste momento muita gente está me chamando de hipócrita, por liberar conscientemente minha localização mas me sentir mal quando a Vivo utiliza o mesmo recurso.

Acho que aqui como quase tudo na Vida, cabe o diálogo. Se a atendente tivesse me informado do recurso antes de utilizá-lo eu estaria escrevendo um texto louvando a Vivo pelo uso de geolocalização.

Portanto, fica a dica para todo mundo que vá trabalhar com esse tipo de funcionalidade: não assumam jamais que o usuário ‘já sabe’, pois mesmo que ele já saiba, vai se sentir esquisito.

Vendam a geolocalização como ela é, uma ferramenta fantástica cheia de vantagens pro usuário, e não um tiozinho esquisito espiando garotinhas brincando na praça.

emCelular Planeta Sem Fio

Usabilidade tem limite, iPad Cat é demais, Apple!

Por em 14 de abril de 2010

Todo mundo ficou maravilhado com o vídeo da garotinha de 2 anos brincando com um iPad, mas agora foram longe demais. Veja e comprove!

Fonte: Fark

emApple e Mac

Acidente com submarino nuclear? Culpa da Apple, claro!

Por em 13 de abril de 2010

Em Março do ano passado durante manobras no Estreito de Hormuz, um submarino nuclear Classe Los Angeles, o USS Hartford bateu em um navio de transporte da Marinha, o USS New Orleans.

O resultado foram 15 submarinistas feridos, 87 milhões de dólares de prejuízo no submarino e 2,3 milhões no grande alvo cinza (a fora carinhosa como os submarinistas chamam navios)

O capitão, claro, foi removido sumariamente, mas o inquérito prosseguiu. Agora foram revelados os detalhes: Durante a manobra o operador de sonar e o operador de rádio não estavam em seus postos. Pra piorar, o navegador estava ocupado ouvindo seu iPod, ligado no sistema de alto-falantes do barco.

E esses caras ganharam a Guerra Fria, imagine os que perderam.

Fonte: Neptunus Lex

emApple e Mac