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Digital Drops Blog de Brinquedo

A hilária batalha Google vs Jornais Espanhóis

Por em 15 de dezembro de 2014

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A velha mídia não entende a internet. Isso vai muito além da mesquinharia da Globo em chamar o Twitter de “popular rede de microblogs”. Se uma nave alienígena começar a atirar no Cristo Redentor e 792.834.798.234 de fotos e vídeos pipocarem no YouTube e no Twitter as estações de TV vão fazer uma reunião, mandar alguém até o local, se for identificado algo estranho solicitarão uma UPJ. Ao mesmo tempo a produção tentará confirmar com 3 fontes independentes (oficiais, você lá vendo o negócio, não conta).

CASO as fontes confirmem, começarão a produzir o segmento, procurando os especialistas em ataque alienígena, aquele gordo que sempre aparece em assuntos militares e, claro, um alienígena pois precisam mostrar o outro lado.

Se o ataque for menos de 3 h antes do Jornal Nacional ou do Jornal da Globo, soltarão um alerta rápido com “mais detalhes mais tarde no Jornal Nacional”.  Enquanto isso todo mundo com acesso à internet estará mais que ciente. 
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emDestaques Google Internet Mundo Estranho Web 2.0

Resenha: Museum Men — ótima série onde tudo é falso. Claro, History Channel

Por em 15 de dezembro de 2014

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Nos velhos tempos toda igreja tinha uma relíquia. Reza a lenda que os pedaços da Cruz de Cristo espalhados pela Europa dariam para construir a Arca de Noé. Ossos aleatórios viravam relíquias de santos. Santos esquisitos, com várias pernas e dezenas de dedos, mas o importante era o visitante se admirar diante da relíquia. Hoje os visitantes de museus (exceto os do Criacionismo) são bem mais críticos e exigentes.

O problema é que a maioria dos itens nos museus são únicos, se você quiser ver a Cruz de Coronado, ou a Máscara Mortuária de Tutankamon, só há um lugar no mundo onde isso é possível. Ótimo para agentes de viagem, péssimo para professores.

Isso é resolvido com réplicas, algumas vezes alteradas para fins didáticos, e aí entra Museum Men, novo reality do History Channel, estranhamente sem aliens envolvidos. 
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emÁudio Vídeo Fotografia Brasil Entretenimento

Não vai ter arroba pra todo mundo (ao menos nas gráficas)

Por em 15 de dezembro de 2014

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Antes da impressão por tipos móveis os livros eram basicamente manuscritos. A grande revolução foi transformar algo simples — um carimbo — em uma forma flexível de impressão. Gutemberg (eu sei, China, blá blá blá) abriu as portas da popularização da leitura e criou o maior trabalho de corno da História da Humanidade.

Imagine que você quer compor uma página de um livro. Você vai numa caixa, e com uma pinça pega a primeira letra. Pega outra, outra e outra. Termina a palavra. Aí pega uma barrinha de metal, que faz o espaço. A linha ficou curta. Tudo bem, você pega barrinhas mais finas e coloca entre as palavras. Humm… que tal aumentar o kerning? Sem problema, o corno pega barrinhas mais finas ainda e coloca entre cada letra.
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emDestaques Hardware

Iowa vai lançar carteira de motorista de celular

Por em 14 de dezembro de 2014

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Tirando os trekkers pouca gente associa Iowa com inovação. O Estado é conhecido basicamente por milho, mas dessa vez saíram na frente, propondo a… carteira de motorista de celular. Não é, infelizmente, um documento emitido após uma série de testes determinando que a pessoa tem conhecimentos básicos e está habilitada a utilizar um smartphone. Não, isso seria bom demais.

É, sim, um app para smartphones com valor legal que irá substituir em alguns casos a carteira (ou carta, se você costuma comer “dois pastel”) de motorista, documento que nos EUA é usado no lugar da carteira de identidade.
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emCelular Mundo Estranho

Simples e eficiente: um giroscópio de plástico para cargas delicadas

Por em 13 de dezembro de 2014

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Existe em engenharia um conceito chamado KISS — Keep It Simple, Stupid. É legal, é uma espécie de Navalha de Occam do design de projetos: a melhor solução é sempre a mais simples. Infelizmente nem sempre é assim, e nem falo daquela história idiota de russos, americanos canetas e lápis.

No caso usar lápis não era a solução mais simples. Em outros casos complicamos por preguiça mental mesmo. Se alguém me pedisse pra projetar um sistema de monitoramento contínuo de cargas delicadas, detectando se elas haviam ultrapassado um determinado grau de inclinação, eu imaginaria algo envolvendo giroscópios, 3G, acelerômetros e terminaria com um iPhone ligado a um MMRTG.

Acima o sujeito resolveu com prástico.
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emHardware

Breaking News: ciência demonstra que homens são idiotas

Por em 13 de dezembro de 2014

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Que homens não são a faca mais afiada da gaveta todos sabemos. Nenhum é imune. 98% das vezes que me cortei foi por burrice e uma vez passei dias construindo um foguete até 0,002 s depois de acionado o pavio perceber que na verdade havia criado uma bomba. Foi divertido remover os estilhaços da minha pele.

Uma das teorias é que nos arriscamos desnecessariamente para impressionar as fêmeas. É um comportamento que compartilhamos com um monte de outros animais. Um estudo descobriu que homens, confrontados com mulheres bonitas ficam… burros. Já mulheres diante de homens atraentes não têm seu QI afetado.

Certo… e como explicar quando não há mulheres envolvidas e homens continuam agindo como perfeitos idiotas?
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emBiologia Destaque Destaques Miscelâneas

O futuro chegou: inventado o ônibus elétrico!

Por em 12 de dezembro de 2014

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Antigamente o grande negócio era o agronegócio. Hoje é o econegócio. Tudo que é verde vende. Já vi gente ganhar fortunas sem fazer nada apenas vendendo “créditos de carbono”, e mesmo pessoas esclarecidas hippies que odeiam automóveis elogiam os motores Ecoboost, que são maravilhosos e salvam as foquinhas (coitados dos pinguins). Chame de motor turbo e aí vira coisa do capeta.

O ônibus acima é um exemplo desse excelente negócio que é vender soluções “verdes”.

Anunciado como revolucionário e 100% livre de emissões (se você desconsiderar as termelétricas a carvão de onde essa eletricidade vem) tem autonomia de incríveis 56 km, com tempo de recarga (dizem) de 10 minutos. Pelo menos 12 empresas já compraram o modelo, a um custo de US$ 800 mil. O dobro de um ônibus convencional. 
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