Pedaleira do Mal para iOS
Eu entendo muito pouco de guitarras, exceto o que aprendi com o Rick no Trato Feito. Também sei que é proibido tocar Stairway to Heaven nas lojas, fora isso meu conhecimento é limitado.
Mesmo assim notei que assim como máquinas de costura e computadores de louras guitarristas costumam usar pedaleiras, para introduzir efeitos em tempo real no som de seus instrumentos.
Já vi gente com uma meia-dúzia de pedaleiras, o que deve ter um custo razoável. A flexibilidade desses equipamentos é muito pequena, e os equipamentos multifunção saem bem mais caro. Não havia muita saída.
Agora há! A iStomp é uma pedaleira programável que funciona em conjunto com um dispositivo iOS.
Todo o trabalho pesado de processamento de sinal é feito nela mesma, o iPhone pode e deve ficar desconectado. Menos chance de ser chutado ou levar uma lata nas idéias, se for show do Carlinhos Brown.
A flexibilidade fica na parte do software. Você pode comprar os efeitos que quiser, direto da “loja” da iStomp, e em alguns segundos transferir para o pedal.
Dá para experimentar os mais de 20 efeitos diferentes antes de comprar. O sistema comporta 5 minutos de test drive. As pedaleiras virtuais custam a partir de $4,99.
O iStomp custa US$149,99 e vem com dois pedais grátis para download. Vejam funcionando:
Fonte: TF
Grace Hopper, a Maior de todas as Geeks
Em sua infância Grace Hopper enfrentava a pior situação possível nos EUA: Era mulher, interessada por ciência e tecnologia no começo do Século XX. Enquanto negros libertos tinham conseguido direito a voto em 1870, mulheres só foram admitidas nas urnas em 1920. Oito anos antes daquela garotinha mirrada, que adorava desmontar relógios para ver como eles funcionavam, se formar em física e matemática; Dois anos depois, em 1930 ela conseguia seu Mestrado por Yale.
A maioria das mulheres de sua época era adestrada para só pensar em casar e tomar conta do lar, mas Grace queria mais. Em 1934 já tinha um PH.D., também em matemática, e uma carreira sólida como professora.
Com a 2a Guerra Mundial ela se licenciou e se alistou na WAVES, uma divisão criada especialmente para mulheres, que cuidariam das áreas burocráticas enquanto homens (brancos) lutavam nas linhas de frente.
Aquela mulherzinha de 47Kg se graduou em 1o lugar na turma, se formando Tenente e sendo designada para o projeto de computação de Harvard, programando o Mark I, um dos primeiros computadores do mundo. Ela continuou em Harvard trabalhando para a Marinha até 1949, como terceirizada, depois de ter ido para a Reserva Naval, com o fim da guerra.
Perguntada sobre como sabia tanto de computadores naquela época, ela respondeu: “Eu não sabia. Ninguém sabia, era o primeiro”.
Clube Playboy… NO ESPAÇO!
Nos anos 60 e 70 100% dos homens solteiros e 0% dos casados na frente da esposa sonhavam em visitar um Playboy Club. Os sócios tinham direito a um nightclub exclusivo, cheio de coelhinhas, shows, música de 1a, comida, bebida, etc.
Com o tempo os clubes foram fechando, mas a mítica ainda permanece. Por isso todo mundo se animou quando na Playboy deste mês (a que tem uma excelente entrevista do Paul Krugman) saiu uma matéria onde especialistas discutiram sobre a idéia de um Clube Playboy em uma estação espacial.
O projeto teria salão de dança em gravidade zero, um restaurante no anel giratório, para que a comida não saísse flutuando, e por falar nisso, também teria suítes na parte em gravidade zero, onde alguém teria finalmente que escrever a velha piada de Arthur Clarke, o NASA Sutra.
A falta que faz um amortecedor inercial
Em ficção científica, pelo bem da narrativa e do orçamento muitas realidades físicas costumam ser ignoradas, e o equipamento mais comum do Universo é o gerador de Gravidade, que curiosamente gera um campo de 1g só do chão pra cima, ninguém nos decks abaixo é atraído para o teto da nave, que também não afeta nada a sua volta, mesmo tempo um campo gravitacional equivalente a um planeta.
Outro fenômeno normalmente ignorado é a inércia. Naves aceleram para velocidades incríveis e o herói não vira uma sopa orgânica na parede.
Em Star trek isso é explicado com o uso de amortecedores inerciais, que removeriam os efeitos da aceleração, evitando a morte horrível citada anteriormente. Claro, em Star Trek também é comum gente de camisa vermelha jogada pelos ares, tripulantes caindo das cadeiras quando a nave leva tiros, etc.
A explicação é que os amortecedores só funcionam se você souber quando a nave será sacudida.
Costumamos não prestar atenção na inércia, mas se a Terra parasse de girar e você estivesse no Equador seria atirado a uma velocidade de 1600Km/h.
O vídeo acima, com os astronautas Mike Fossum, Furukawa e Sergei Volkov demonstra de forma didática o conceito.
Nele a Estação Espacial Internacional está executando uma manobra de reposicionamento. De vez em quando ela aciona os propulsores e se move para uma órbita mais alta, compensando o decaimento natural.
Quando faz isso tudo que não está ligado fisicamente à estação fica para trás. É a mesma coisa quando você anda rápido com um como cheio de Coca-Cola e para subitamente. Só que no caso a Coca-Cola são os astronautas.
A Estação está acelerando gentilmente e deixando os astronautas para trás, acabando com a ilusão de que estão dentro de um objeto imóvel. Não que realmente se preocupem com essa ilusão, tendo aquela magnífica cúpula pra ficar espiando a Terra:
FINALMENTE: Roteador WIFI com tela touchscreen de toque, pra ser bem redundante
O nome do bicho é Almond, um excelente falso cognato pra almôndega mas que é puro filé.
O GRANDE problema com roteadores vagabundos (ou seja, tudo de US$1500 pra baixo) é que eles travam, dão problema, exigem resets e tudo via web. Algumas vezes o pau dá na parte WIFI (estou olhando pra você, DLINK) e o corno tem que levantar, ir até o quarto onde está o roteador, desligar a desgraça da tomada e –como nem sempre adianta só reset- espetar um notebook via Ethernet.
Isso aliás era essencial para configurar qualquer novo roteador.
Não mais! O Almond é um roteador 802.11n, de até 300Mbits de banda, com duas portas Ethernet, vem com opções de seguraça pré-configuradas, WEP, WPA e WPA2, e a cereja: Uma tela de 320×240. Não só dá para configurar o bicho sem depender de um PC, como pode-se monitorar o funcionamento apenas olhando pra ele.
Ah sim, também é danado de bonitinho!
Ele começará a ser vendido em Março e custará, na civilização o razoável valor de US$69,99.
Fonte: TF
Justin Bieber sobe nas tamancas e ameaça desenvolvedores iOS
O Pop Star e ídolo teen Jordi Rafael Jairzinho Justin Bieber é alvo de muita gozação online, algumas delas injustas, outras baseadas em indicações sutis de que ele é nerd demais para ser ídolo pop, como demonstrado:
Como todo nerd, Bieber tem pavio curto (sem duplo sentido, por favor) e não gosta de ser zoado. Tudo bem, ninguém gosta, mas ter 200 quaquilhões no banco e papar a Selena Gomez é um belo de um atenuante. Ao menos deveria possibilitar que ele gastasse seu tempo com coisas mais úteis do que xingar muito no Twitter.
Mesmo assim como todo metrossexual, mesmo em estágio embrionário, Bieber não gosta quando alguém brinca com ele, vira bichhhhhhhhhO e bate o pezinho, não, claro, no sentido mais másculo de bater o pé, como o de Roberto Leal.
O Alvo do Bieber (e consequentemente de todas as biebertards do planeta) são dois caras chamadas Mark Kaye e Robb Chamberlain. Eles desenvolveram um joguinho-paródia chamado Joustin’ Beaver.

