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Digital Drops Blog de Brinquedo

Gogo vai disponibilizar Wi-Fi 70 Mb/s em vôos transatlânticos. PÔ, AGORA?

Por em 9 de abril de 2014

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Pra quem vive na ponte aérea Rio-São Paulo ficar uma hora sem conectividade não é o fim do mundo, ainda mais com os preços das empresas que oferecem internet a bordo. Já quem viaja para o exterior, e absolutamente positivamente precisa consultar e-mail mandar uma DM ou acessar o servidor doméstico e apagar a pasta Best of Traci Lords antes que a esposa descubra, conectividade é essencial.

A Gogo oferece esse serviço. Utilizada por oito empresas dos EUA e Canadá, são mais de 2.000 aviões comerciais e 6.300 jatos particulares e cargueiros conectados. Uma antena de 4,5 polegadas conecta o avião a satélites de comunicação, conseguindo uma velocidade de 9,8 Mb/s.

O ping é uma droga mas aí a culpa é de Einstein.

Um hotspot Wi-Fi distribui a conexão para aparelhos dentro do avião, e o usuário pode se conectar com vários planos, que vão de um passe de 1 h por US$ 5,00 a um pacote mensal ilimitado de US$ 49,95; que dá acesso geral em qualquer vôo de qualquer uma das empresas participantes. Parece muito mas pra quem viaja a sério é uma pechincha.

Agora a Gogo anunciou que em meados do ano que vem disponibilizará links com velocidade de 70 Mb/s. Isso mesmo. Praticamente um cabo Ethernet sendo arrastado pelo avião. E isso no mundo todo.

O futuro se torna cada vez menos misterioso e cada vez mais conectado.

Fonte: EG.

emComunicação Digital Planeta Sem Fio Wireless e Redes

Nokia Tune completa 20… quer dizer, 112 anos

Por em 9 de abril de 2014
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O primeiro Nokia (no meu caso um 232) a gente nunca esquece

Em 1994 chegava ao mercado o Nokia 2110, celular com um conceito revolucionário para a época: um toque personalizado. Até então celulares faziam bip bip bip e variações. Dessa vez um toque único e especial distinguia os aparelhos da Nokia de todos os outros. Esse toque veio ser conhecido como Nokia Tune, e é uma das propriedades mais bem-preciosas da empresa.

Agora ela está fazendo 20 anos, tendo passado por um número imenso de versões, saindo de uma sequência MIDI para um arquivo de áudio de alta definição. Pisaram na bola com um concurso para escolher uma variação, e acertaram brilhantemente ao criar uma versão futurista do toque, e incluí-lo em um raríssimo merchandising no Star Trek de 2009.
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emÁudio Vídeo Fotografia Celular Planeta Sem Fio

Assista a um Android exercer a 3ª Lei de Asimov

Por em 8 de abril de 2014
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Quero ver tentar com esse.

Existem alguns conceitos que se tornam universais em ficção científica. Um bom exemplo é a incapacidade de naves camufladas em usar suas armas. Isso se tornou uma regra informal em diversos universos ficcionais. Em outros casos o conceito é tão bom que se torna algo usado no mundo real. Isaac Asimov é pai de vários desses conceitos.

O mais conhecido talvez seja o conjunto das 3 Leis da Robótica:

  • 1ª Lei: um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª Lei: um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
  • 3ª Lei: um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Vários engenheiros roboticistas já declararam que devem ser obrigatórias. Outros querem banir essas leis, pois criariam robôs inúteis para combate. Imagine um drone pacifista…
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emCelular Mundo Estranho

Jerk.com — canalhas, mas sabem se aproveitar da vaidade alheia

Por em 8 de abril de 2014

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Reza a lenda que um dia um dos clientes de David Ogilvy, um dos papas da propaganda moderna reclamou de ter que pagar por redatores. O cliente —chamemos de Sir Clarkson — disse que ninguém lia textos de anúncios. Ogilvy apostou que os consumidores leriam sim textos, se fossem interessantes. Sir Clarkson topou a aposta.

No dia seguinte o Times publicou um anúncio de página dupla, com uma parede de texto em corpo 4, com o título “Tudo sobre Sir Clarkson”. O cliente ligou no final do dia avisando que estava renovando o contrato com a agência de David Ogilvy.
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emInternet Web 2.0

Carros da Mazda sofrendo infestação de… ARANHAS!

Por em 8 de abril de 2014

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Vou contar um segredo: eu odeio aranhas. Eu ABOMINO aranhas. Eu desprezo aranhas. Para mim elas justificam a invenção das armas nucleares. Não acredito no conceito “aranha inofensiva”. Nem morta são inofensivas, na dúvida, como aprendi em Supernatural jogo sal e queimo os ossos (eu sei) pra não virarem aranhas-fantasma.

Por isso eu jamais nunca em minha vida comprarei um Mazda. Esse carro maldito é LITERALMENTE um ninho de aranhas. No caso um tipo de aranha chamado Cheiracanthium. Essas malditas, igual minhas vizinhas na adolescência são marias-gasolina. Adoram o cheiro e entram pelas linhas de ventilação do tanque de combustível do Mazda 6. Ou seja: você está dando carona a várias, centenas, milhares, milhões (exagero? Vai lá você contar. Eu não) de aranhas.
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emBiologia Hardware Mundo Estranho

Endoscópio Windows para remoção de cera de ouvido. Sim, Japão.

Por em 8 de abril de 2014
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Não pergunte.

Uma das partes menos legais da Evolução é que nossos canais auriculares encolheram mas os sistemas de manutenção e proteção não mudaram. Continuamos produzindo cera como alucinados, o que acarreta em muitos casos deficiências auditivas e até surdez mecânica completa. Simplesmente a cera não se dissolve naturalmente a tempo.

Para piorar uma mutação fez com que vários grupos étnicos desenvolvessem cera de ouvido seca, que é mais complicada ainda, pois não sai com cotonete. Com isso o Japão tem toda uma tradição de limpeza auricular, deu até na CNN. Paga-se US$ 32,00 pra uma japinha bater papo enquanto futuca sua orelha com uma fina espátula de bambu.
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emÁudio Vídeo Fotografia Hardware Medicina

Marinha dos EUA testará railgun embarcada em 2015

Por em 8 de abril de 2014

Já tem um bom tempo que a Marinha dos EUA vem pesquisando railguns. A tecnologia em si tem um monte de problemas. Exige quantidades imensas de energia e os bancos de capacitores ocupam um espaço enorme. Felizmente um navio supre perfeitamente ambos os requisitos.

O conceito é bem simples: em vez de usar uma carga explosiva para acelerar um projétil, um campo magnético faz o trabalho. Isso produz velocidades maiores, mais energia cinética, maior alcance, projéteis menores e você não precisa gastar espaço do navio armazenando o explosivo que será usado como propelente, e quanto menos explosivos a bordo, melhor.
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emDestaques Energia Hardware