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Digital Drops Blog de Brinquedo

Confirmado, o Surface Mini rodou

Por em 25 de julho de 2014
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Sim. Você viu. Lápis.

Extant, a nova mini-série de Spielberg se passa em um futuro próximo, onde há robôs humanóides, inteligência artificial para todo lado, celulares ultrafinos, projetores holográficos e, estranhamente todo mundo usa tablets Microsoft Surface, que ficam comicamente fora de lugar. Embora excelentes hoje, parecem imensamente desajeitados para 2030 ou 2040.

Fora isso a série é boa, mas infelizmente está fadada a ser sempre ficção científica, ao menos no que depender do Surface. A Microsoft não está botando muita fé no produto, e o Surface Mini foi mesmo cancelado, apesar de estar pronto e ter sido planejado para ser anunciado junto com o Surface Pro 3.
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emHardware Mercado Microsoft

Pousa Falcão… com o mar por detrás…

Por em 25 de julho de 2014

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Funciona assim: se as viagens de avião usassem a lógica dos lançamentos espaciais um avião levaria 3 passageiros e seria jogado fora no final de cada viagem. Por isso colocar 1 kg em órbita custa mais de US$ 10 mil.

Um dos meios de diminuir esses custos é com naves reutilizáveis. Em teoria, pois na prática o Ônibus Espacial foi um fracasso. Cada lançamento custava US$ 450 milhões, ao final o tanque principal era jogado fora, os foguetes auxiliares caíam no mar e eram reconstruídos, a um custo astronômico e a nave em si levava meses sendo testada consertada e preparada para o próximo lançamento. 
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Ciência surpreende: Neymar, e não Fred só usa 10% do cérebro

Por em 25 de julho de 2014

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Um dos truques que mais gosto de fazer, aprendido com anos de datilografia (por que acham que eu gosto tanto de ciência espacial?) é estar digitando, alguém chegar para falar alguma coisa, eu olho pra pessoa, converso e enquanto isso continuo digitando. Não é nada digno de uma bolsa da escola do careca, mas um excelente exemplo de como o cérebro consegue ser multitarefa, com o devido treino.

Isso tem a ver com a chamada “memória muscular”, quando criamos macros para determinados movimentos repetitivos, e a área nobre do cérebro não precisa mais comandar cada submovimento. Funciona pra dirigir, pra digitar e pra jogar futebol, e como tudo, se você tem uma predisposição genética, consegue ser muito melhor do que quem aprende na base do treino. É o exemplo de Neymar, ao menos segundo cientistas japoneses.
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O que Siri uniu homem nenhum separa

Por em 22 de julho de 2014

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Um dos recursos mais legais do iOS é que você pode definir graus de parentesco para seus contatos, isso permite que eles tenham prioridade em chamados mesmo em modo não perturbe, os “cargos” podem ser usados como atalho e acima de tudo fazem com que a interação via Siri seja muito mais natural. Ninguém pede pra secretária ligar pra Dona Fulana, pede “ligue pra minha mãe”.

Dá para definir isso facilmente, basta dizer por exemplo:

Please Siri add Luciana Vendramini as my girlfrend (and redirect the restraining order papers to my business address)

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Artistas criam robô para transcrever a Torá, mas isso não é kosher

Por em 22 de julho de 2014

Fifteen Commandments

Reza a lenda que um belo dia um gentio chegou pro Rabino Hilel e desafiou:

“Se você me explicar a Torá inteira equilibrado em um pé só, eu me converto.”

O rabino assumiu a posição e falou:

“Não faças aos outros o que não queres que façam contigo. O resto é só comentário.”

Claro, hoje em dia eles não estão mais em fase de captação, então não é tão simples assim se converter ao judaísmo, mas a Torá permanece. Ela não só é um dos livros sagrados entre os judeus, como faz parte do cristianismo E do islamismo. No ocidente a conhecemos como Pentateuco, os 5 primeiros livros da Bíblia, escritos por Moisés.

Ao contrário da Bíblia, que depois de Gutemberg qualquer Edições Paulinas produz aos milhões, a Torá tem todo um procedimento. Ela só pode ser produzida por rabinos especializados, escribas treinados. Como cada marca tem significado divino, não pode haver qualquer tipo de rasura ou inconsistência. O texto é escrito em hebraico, usando tinta, penas de ganso ou outros instrumentos aprovados. Não se usa papel, mas pergaminho. Uma Torá finalizada tem exatos 304.805 caracteres.
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emDestaques Miscelâneas Robótica

Malaysia Airlines, vôo MH-17 — Perguntas e Respostas

Por em 21 de julho de 2014
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Essa imagem obviamente de Lost está sendo repassada como a do MH-17 da Malaysia Airlines. Não conseguimos imaginar como alguém é tão canalha assim.

No dia 17 de julho uma agência de notícias russa noticiou a queda de um avião de passageiros na Ucrânia, próximo à fronteira com a Rússia. Minutos depois a queda foi confirmada por sites como o FlightRadar24, que acompanha em tempo real vôos no mundo todo, e o respeitado AVHerald, que informou mais detalhes, como as coordenadas onde o Boeing 777-200ER parou de enviar sinais de transponder.

A violência do acidente, sem contato, aviso ou pedido de socorro trouxeram à mente de todo mundo com mais de 30 anos casos como o 747 de Lockerbie. Aviões não explodem no ar, a não ser quando há explosivos envolvidos. 298 pessoas morreram e o mínimo que se espera é saber o motivo.
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Quer cremar seus entes queridos? Tem uma app pra isso

Por em 18 de julho de 2014

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As formas com que os humanos dispõem dos restos mortais de seus mortos são quase infinitas. Mesmo desconsiderando os inúmeros rituais, os passos práticos variam imensamente de cultura para cultura. Na Índia o corpo pode ser jogado no Ganges (não clique) ou cremado em uma cerimônia onde às vezes até a viúva pira e se joga na estrutura homônima. Alguns lugares praticam embalsamamento, em outros casos o enterro não é algo permanente, os jazigos não são perpétuos e as famílias se reúnem para exumar o defunto e transferir os restos para um ossário. É algo cruel e surreal de se ver (de novo, não clique).

No Tibet existe algo chamado “enterro aéreo”, que não, não envolve catapultas, mas o desmembramento do corpo, com direito a fatiar os órgãos e esmagar os ossos com pedras, misturando com farinha e leite. Em uma variação o corpo é disposto inteiro, depois que as aves de rapina deixam só os ossos eles são processados e viram ração de aves menores (preciso avisar?). Há toda uma explicação espiritual, mas o enterro aéreo é realizado por pura necessidade. O Tibet quase não tem árvores, o que inviabiliza cremação ou resomação, e a maior parte do país é pedra e montanha, não dá pra desperdiçar terreno com cemitérios.
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