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A máquina que lava roupa, faz cerveja e é a inveja secreta de 99% dos homens

Por em 19 de outubro de 2011

O que você faria se a sua cerveja favorita fosse uma marca alemã importada de R$ 20 a garrafa? E se você tivesse uma babá alemã cervejeira em casa que costuma beber com você? Bom, para o engenheiro elétrico Kurtis Ullein isso foi apenas o início do desafio que o levou a montar uma máquina de fazer cerveja sobre uma velha máquina de lavar roupas.

Após trazer uma babá da Alemanha, Kurtis viu o consumo de Franziskaner Hefeweizen subir vertiginosamente em sua casa. Pior do que isso, eventualmente ele chegava em casa após um dia de trabalho e via que seu estoque de cerveja estava no seco.

Melhor do que cerveja, só mulher

O grande erro dele é óbvio. Trouxe um alemão (sim, a babá é ele) para sua casa e como todas as estatísticas provam, este povo bebe bagarai. Com isso só havia 2 saídas para Kurtis: despedir o seu novo empregado ou dar um jeito de conseguir a cerveja que ele gosta por um preço mais em conta.

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emCiência Hardware Meio Bit Miscelâneas

Adeus Google Buzz! Mais um produto que vira -1

Por em 18 de outubro de 2011

O grande irmão Google acaba de acrescentar mais uma medalha a sua galeria de achievements. Após descontinuar o Wave, o Sidewiki e o Fast Flip, o último ex-futuro grande sucesso sendo colocado para dormir é o Google Buzz.

Porém, ao contrário dos outros, o Buzz era utilizado, ainda que não em massa como desejado pela empresa, e a sua certidão de óbito foi assinada para dar foco estratégico ao Google Plus. Pelo menos essa é a versão oficial.

A verdade é que havia muitas coisas bacanas no Google Buzz. Entre elas destacam-se a integração completa com o e-mail, o fato de dar um uso ao perfil do Google e a facilidade absurda para compartilhar conteúdo à sua rede de contatos.

Veja o que escrevemos sobre o Zunido na época do seu lançamento, em 2010:

Comparar o Buzz com o orkut é um erro. Se é para equipará-lo a algo que já existe, esse algo é o FriendFeed, rede de lifestreaming curiosamente fundada por ex-funcionários do Google que trabalharam no Gmail. A finalidade do Buzz é compartilhamento. Embutido no Gmail, ele aparece como um link extra no menu lateral, abaixo da Inbox, e integra-se totalmente com o cliente, que possibilita comentários e atualizações diretamente da caixa de entrada.

A configuração do Buzz é automática. Ela “colhe” os contatos com os quais o usuário tem mais afinidade, e cria uma lista deles. Essa, por sua vez, é configurável, e o próprio sistema se encarrega de sugerir novas amizades. A exemplo do que acontece com o FriendFeed, o Buzz também aceita “links” de outras redes sociais. No produto do Google, o leque de opções ainda é limitado: Picasa, YouTube, Flickr e Twitter. APIs de escrita/leitura estão sendo providenciadas, e em breve farão a alegria dos desenvolvedores.

É claro que há os contras. Como diria Reagan, sempre há os contras!

No caso do Buzz, o seu lançamento goela abaixo fez com que milhares de usuários se desinscrevessem da rede para diminuir a quantidade gigantesca de emails recebidos. Apesar da existência de ferramentas simples para gerenciamento de emails no Gmail, muitos usuários não estavam preparados para receber dezenas de mensagens em sequência de pessoas sem a mínima relevância para si.

Aliás, por falar em falta de relevância, quanto tempo vocês dão antes do Orkut ser +1?

Com info do Google.

emMeio Bit Telecom Web 2.0

A maior contribuição de Steve Jobs: colocar um computador na sala de estar

Por em 6 de outubro de 2011

Ontem morreu Steve Jobs, um dos sujeitos mais poderosos e influentes do mundo, um cara considerado por muitos, como um visionário. Por mais que todos estejam lamentando sua morte, talvez a melhor homenagem seja elogiar sua grande obra. Mas qual diabos foi esta obra? Exatamente o que levou Jobs a ser tão bem-sucedido?

É bom falar que antes de virar semi-deus, ele quase levou a Apple à falência. Depois, afastado das áreas operacionais, ele veio a ser demitido pelo presidente contratado por ele por ter criado uma empresa concorrente da própria Apple. Além disso, vários de seus incríveis lançamentos não deram certo, apesar de estarem dentro do campo de distorção da realidade de Steve Jobs.

Ou seja, o cara também errou. Mas qual foi seu grande acerto? Fizemos esta pergunta no Facebook e maior parte das pessoas falou sobre produtos e funções.

Todas as respostas estão corretas, claro. Mas falta um detalhe: Jobs era o CEO, ele não “criava” a tecnologia, apenas liderava sua equipe para chegar lá. Em sua visão, o ser humano deveria ser o foco.

Alguns comentaristas chamaram isso de humanização da tecnologia, mas este termo é muito solto sem um bom exemplo.

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emApple e Mac Indústria Meio Bit

Softbank aposta US$ 200 milhões em publicidade móvel

Por em 21 de setembro de 2011

O banco de investimento japonês famoso por seus investimentos em Internet está movendo algumas das fichas que ganhou ao engabelar o Citigroup numa empresa indiana de publicidade para dispositivos móveis, a InMobi.

O objetivo é tornar a empresa forte o bastante para liderar globalmente o setor que possui ainda players nada insignificantes, como uma certa empresa de logo colorido cujo nome começa com G e uma outra empresa cujo logo é uma fruta mordida que nunca apodrece. Leia mais sobre ambos aqui.

Estima-se que no momento a InMobi possua o 2ª maior inventário, atrás apenas da AdMob, que custou US$ 750 milhões para o Google e está integrado ao AdWords. Apesar da concorrência, este aporte japonês catapultou o valor de mercado da InMobi para mais de US$ 1 bilhão. O que não é nada mau para uma empresa com 4 anos de existência.

O setor atualmente está num estado “engraçado”, por assim dizer. O esforço para garantir o inventário, ou seja, colocar os anúncios nos aplicativos gratuitos de milhões de pessoas, não tem correspondido por pura e simples falta de grana para publicidade. Mesmo assim, a previsão para o futuro é otimista. Estima-se que em alguns anos o faturamento global pode ultrapassar US$ 25 bilhões.

Segundo esta pesquisa da Smaato, outra concorrente, a taxa de ocupação do espaço publicitário em dispositivos móveis está abaixo de 20%. Ou seja, melhor tirar o cavalinho da chuva se você estava planejando ficar rico fazendo aplicativos gratuitos.

Com informações do Wireless Watch.

emComputação móvel Meio Bit Propaganda & Marketing

Tablets: a new hope

Por em 21 de setembro de 2011

Algumas pessoas estão apostando sério na tendência de crescimento dos tablets no Brasil e no mundo. Se por aqui a moda parece ser fabricar seu próprio aparelho, lá fora (e em alguns casos) tem gente ainda discutindo como isso vai substituir o mobile como Santo Graal e salvar o mundo.

Faz pouco tempo que os computadores portáteis sem teclado viraram moda, graças em sua maior parte à Apple. No Brasil, a moda é ainda mais recente. Mesmo assim, estima-se que as vendas de produtos semelhantes cheguem a 450 mil unidades em 2011. Parece muito, mas ainda é menos de 1/20 do total de computadores vendidos no país. Info aqui sobre este assunto.

Vários fabricantes estão tentanto pegar carona na corrente. Entre eles há até uma instituição de ensino, a SEB, cujo presidente/dono afirmou ser este o caminho natural para a educação no país. Só a empresa absorveu cerca de 15 mil unidades em 2011 e deve consumir mais algumas dezenas de milhares de unidades nos próximos anos.

Na outra ponta, uma pesquisa revelou que o novo foco mercadológico dos editores britânicos agora é entregar conteúdo em apps dentro de tablets e lucrar com publicidade ou micropagamentos. Aliás, na opinião deles, as 3 maiores oportunidades para produtores de conteúdo atualmente são, nesta ordem: tablets, smartphones, redes móveis (mobile web no original).

O que não ficou claro para nós como diabos redes móveis pode ser uma opção completamente diferente de tablets e smartphones.

Veja mais sobre a pesquisa aqui.

emComputação móvel Indústria Meio Bit

iG e Opera unem forças no Brasil. Ninguém percebe.

Por em 13 de setembro de 2011

A última iniciativa do pessoal do Opera no Brasil é uma parceria de conteúdo com o iG. Graças a ela, o conteúdo do portal passa a aparecer na start page do browser e também num espaço valorizadíssimo (ha) chamado de Opera Portal, onde fará companhia a grandes expoentes da comunicação nacional como Kibe Loco, Ego e Sidney Rezende (haha).

Na prática os usuários da versão mobile terão de excluir mais um item em sua página inicial padrão para economizar espaço e colocar os seus próprios atalhos. Enquanto isso, as pessoas felizes que navegam pela internet com o Opera terão o conteúdo do iG mais próximo de si.

iG no Opera: impressionante uso de espaço (cc @Cardoso)

Antes que você se pergunte, sim é muito mais fácil usar um bookmark para isso. E não, o sistema de bookmarks do Opera não é melhor ou mais ágil do que seus concorrentes. De fato, ele é pior do que o sistema do Chrome, do Firefox e até do que do IE 8 e 9, mas esta é apenas minha opinião.

Falando um pouco sobre a ideia, o Opera vem se esforçando para se regionalizar, assim como o iG para aumentar sua relevância. Nesse sentido, ambos estão de parabéns por estarem se movimentando. Pena que pouca gente vai perceber ou usar.

E o que você acha dessa parceria? Relevante ou não vale meio copo de cerveja quente?

Com informações do iG e do Opera.

emInternet Meio Bit

ICANN reservará US$ 60 mil para se proteger de gTLD mal-intencionados

Por em 13 de setembro de 2011

Semana passada a ICANN, a entidade sem fins lucrativos responsável por gerenciar os TLD´s, publicou sua previsão orçamentária para os próximos anos e um detalhe chocante salta aos olhos, prende-se ao crânio e inocula ácido pela jugular do leitor. Dos US$ 185 mil que custaria um domínio .meiobit, US$ 60 mil seria reservado para a entidade defender-se de eventuais processos.

Congresso de squatters brasileiros aprova os gTLD´s

Para quem não sabe, no ano que vem estará liberado o registro de domínios mais criativos (e oportunistas) do que os atuais. São os gTLD. Além de .meiobit, empresas e organizações poderão registrar domínios como .rio, .cerveja ou .ponto pela bagatela de US$ 185 mil. Quem registrar este último fica me devendo uma cerveja que pode ser paga no Rio de Janeiro, de preferência antes de 21 de dezembro de 2012.

Segundo previsão da Icann, que ficará responsável por isso, devem ser registrados 500 domínios em 2012, totalizando um faturamento de US$ 92,5 milhões. Perto do salário médio dos leitores do Meio Bit pode parecer pouco, mas o montante mais do que dobra a receita esperada para a entidade no período (veja mais aqui).

Hoje, a Icann vive de alguns centavos pagos por registrars. Cada domínio .com, por exemplo, garante a eles US$ 0,18. Como cada gTLD deverá ser registrado diretamente com eles, o valor sobe para os estratosféricos US$ 185 mil por domínio.

A parte mais engraçada é que há toda uma polêmica sobre a necessidade dos gTLD. Se a situação atual já permite bizarrices como o .br.com imagine a confusão épica quando tivermos à diposição gTLD genéricos como .games, .auto ou .jobs.

Com informações do Paid Content.

Crédito da foto: MST

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