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WEI Share: compartilhe sua “nota” do Windows

Por: em 09/06/10 na(s) categoria(s): Hardware, Meio Bit, Software


Pois então você comprou uma bela máquina nova, e nela veio o Windows 7. Ela recebe um 5,9 da máxima nota de 7,9, nada mau. Só que ela por si só não é um bom comparativo para saber se seu computador pode ser aclamado como o melhor da vizinhança. Não há como saber, usando-se apenas das informações na janela do Índice de Experiência do Usuário, como está sua nota em relação à PCs semelhantes, nem o que é preciso ter pra se alcançar a nota máxima.

WEI Share.

Database do WEI Share, ordenada pelo nota final de cada sistema.

Pensando não exatamente na limitação do serviço padrão do Windows, mas no uso fraco na hora de comparar configurações que hoje é feito com o tal WEI, um desenvolvedor do projeto Coding4Fun, Larry Larsen, decidiu criar o WEI Share. O conceito é simples: você instala o aplicativo cliente e ele fará a análise do seu sistema usando o mesmo esquema do Windows e, a partir daí, dará a opção de compartilhamento da nota pelo site oficial ou então pelo Facebook.

Cliente do WEI Share.

Cliente do WEI Share, mostrando o resultado da minha carroça.

Seus dados, segundo o desenvolvedor, são mantidos em sigilo. O programa também aparenta não ser suscetível à brecha que o Windows abre ao normalmente salvar suas notas em meros arquivos .xml, já que ele exige que se faça um novo teste (conhecido como WinSAT) em sua primeira instalação e verifica se o mesmo está rodando a cada 5 segundos.

Não é necessário, no entanto, instalar o programa nem realizar o teste para conferir como estão de nota os mais diversos sistemas. No próprio site há uma tabela dinâmica com os melhores e os piores nos 6 aspectos que o WEI confere (desempenho em gráficos simples, gráficos de jogos, processador, memória RAM e disco rígido).

É possível também fazer uma pesquisa com o nome de hardware ou a quantidade de memória. A database é recente e consequentemente pequena, por isso sua configuração tem grandes chances de ser totalmente diferente das que já existem (não há ainda um Pentium 4 sequer, que heresia!).

Vale lembrar que o WEI Share funciona também no Windows Vista e que o código do aplicativo, open source e feito sob a plataforma Windows Azure, será disponibilizado em breve via CodePlex.

Fonte: istartedsomething.

Office Web Apps já disponível no SkyDrive

Por: em 08/06/10 na(s) categoria(s): Internet, Software


O Office Web Apps, a plataforma online e gratuita do famoso Microsoft Office (e, claro, um concorrente de nível ao Google Docs) já deu as caras nos EUA, Reino Unido, Canadá e Irlanda. Mas calma, não é preciso mais do que um clique para acessá-lo em contas do SkyDrive que não foram feitas nesses países. Acesse este link e pronto! Só esteja ciente que ele ainda não está traduzido para a nossa língua e que é preciso repassar tal link antes para que outras pessoas também possam acessar um documento compartilhado.

Office Web Apps.

Office Web Apps.

Office Web Apps no iPhone.

A própria Microsoft já deu a dica de onde a versão mobile funciona bem.

Entre a gama de características do aplicativo online (que contém versões mais singelas do Word, Excel, PowerPoint e OneNote), as principais são a edição simultânea de um mesmo documento através de convites, a possibilidade de ver um documento através de um smartphone sem a necessidade de um aplicativo especial e, é claro, uma integração bem funcional com o Office 2010 (Office 2003 e 2007 são suportados, mas ao que parece apenas usando o Internet Explorer).

Falando sobre a compatibilidade, aparentemente o editor funciona bem na grande maioria dos browsers conhecidos (testei brevemente no Google Chrome e no Opera), inclusive em suas versões para Linux e Mac.

Há ainda algumas firulas interessantes pra quem edita um documento em conjunto, como o Web Messenger integrado ao sistema online, bem discreto, ao estilo daquele que é integrado em alguns serviços da Google.

E, para quem não é fã de editores online, vale lembrar que a interface está bem parecida com aquela do Office original, e há grandes chances de se tornar mais amigável assim que a ferramenta estiver “tupiniquim”, a não ser que você ainda odeie de coração o “estilo Ribbon de ser” dos novos aplicativos da Microsoft.

[via Download Squad]

A nova onda do Windows Live

Por: em 04/06/10 na(s) categoria(s): Internet, Software


Durante um bom tempo, o Windows Live foi uma cria da Microsoft com crise de identidade. A ideia inicial era engolir a marca MSN como um todo com a nova terminologia, mas o que aconteceu foi uma grande confusão por grande parte dos usuários. Depois de diversas conversões e reversões (sendo a mais polêmica o sumiço do nome “Hotmail” do serviço de email da Microsoft, logo quando a transição de marcas começou, e que voltou ao nome “normal” tempo depois), o que sobrou com o nome original foi apenas o portal.

Em suas várias Waves, a quantidade de produtos com o nome Windows Live criados foi imensa, o que colaborou pra confusão gerada para o então novo nome para “MSN”. Agora, prestes a lançar sua Wave 4, o foco é simplificar. É possível desta vez dividir tudo em dois produtos principais: Windows Live Hotmail e Windows Live Essentials (neste incluso o Windows Live Messenger).

Tudo o que mudou, inclusive com vídeos de demonstração e com comparações em relação a programas concorrentes, está numa página bem ajeitada, a Windows Live Preview. A lista de mudanças é boa, a começar pelo Essentials que agora é mais, digamos, essencial e contém menos programas desnecessários ou subutilizados, como o Windows Live Call.

Além disso, os programas estão extremamente direcionados ao Windows 7, com um interação muito maior com o novo sistema. Porém, em contrapartida, há a perda de suporte ao Windows XP, o que vai deixar uma quantidade considerável de gente (pronta pra reclamar fóruns por toda a internet) fora da nova empreitada da Microsoft.

Nos aplicativos que “sobreviveram”, há mudanças de destaque. No Messenger, que foi apresentado com detalhes junto a uma pitada de Ballmer aqui no Brasil, o conceito é unificar as redes sociais das mais diversas numa forma de hub, tirando o ar de “isolado” do programa.

No Photo Gallery, a ideia é transformar o programa num organizador de fotos realmente útil, reconhecendo faces automaticamente e criando categorias para as pessoas donas delas, e também servir de editor que não apresente dificuldade nem para os mais leigos, contendo opções de auto ajuste de cor e brilho

Recurso Photo Fuse do Photo Gallery.

Recurso Photo Fuse do Photo Gallery.

Seguindo essa linha de facilidade, há também o aparentemente interessante Photo Fuse (acima), que permite unir duas ou mais fotos semelhantes e escolher quais partes de cada são melhores para montar uma outra foto, com tudo nos eixos. Continue lendo »

IE6: menos de 5% de participação nos EUA e Europa, ainda insistente em outros países

Por: em 02/06/10 na(s) categoria(s): Internet


[OH HAI! Meu nome é Alexandre Franco, tenho 17 anos, ainda curso o Ensino Médio e sou mais um estreante do Meio Bit, talvez o mais jovem deles. Também contribuo com o WinAjuda e com o ex-Campo Minado (agora Continue »). Meu foco será Microsoft e espero, sobretudo, não ter gastado mais tempo fazendo e refazendo essa minúscula apresentação que escrevendo o post.]O ícone da resistência.

Com o grande número de vendas do Windows 7 mesmo num cenário de crise econômica, o Internet Explorer 8 pegou carona e aumentou pra valer seu marketshare nos últimos meses. O Internet Explorer 6, porém, parece ser blindado com formol e não se sente ameaçado por novas versões em plena ascensão, muito menos desaparece com os milhares de “tiros” anti-IE6 dados por comunidades aí afora.

A morte ainda lenta do sujeito é observável através do StatCounter, serviço que analisa a tendência de uso de diversos aplicativos e sistemas por toda a internet. Nos últimos 12 meses nos EUA, o IE6 pulou de “invejáveis” 11,5% para ainda altos 4,7%. Dentre as diversas explicações para o seu uso ainda considerável, a mais difundida é a de empresas que possuem sistemas internos web-based feitos anos atrás, mas tão consolidados, sólidos e funcionais no velho navegador que algumas delas nem pensam em atualizá-los.

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