WEI Share: compartilhe sua “nota” do Windows
Pois então você comprou uma bela máquina nova, e nela veio o Windows 7. Ela recebe um 5,9 da máxima nota de 7,9, nada mau. Só que ela por si só não é um bom comparativo para saber se seu computador pode ser aclamado como o melhor da vizinhança. Não há como saber, usando-se apenas das informações na janela do Índice de Experiência do Usuário, como está sua nota em relação à PCs semelhantes, nem o que é preciso ter pra se alcançar a nota máxima.
Pensando não exatamente na limitação do serviço padrão do Windows, mas no uso fraco na hora de comparar configurações que hoje é feito com o tal WEI, um desenvolvedor do projeto Coding4Fun, Larry Larsen, decidiu criar o WEI Share. O conceito é simples: você instala o aplicativo cliente e ele fará a análise do seu sistema usando o mesmo esquema do Windows e, a partir daí, dará a opção de compartilhamento da nota pelo site oficial ou então pelo Facebook.
Seus dados, segundo o desenvolvedor, são mantidos em sigilo. O programa também aparenta não ser suscetível à brecha que o Windows abre ao normalmente salvar suas notas em meros arquivos .xml, já que ele exige que se faça um novo teste (conhecido como WinSAT) em sua primeira instalação e verifica se o mesmo está rodando a cada 5 segundos.
Não é necessário, no entanto, instalar o programa nem realizar o teste para conferir como estão de nota os mais diversos sistemas. No próprio site há uma tabela dinâmica com os melhores e os piores nos 6 aspectos que o WEI confere (desempenho em gráficos simples, gráficos de jogos, processador, memória RAM e disco rígido).
É possível também fazer uma pesquisa com o nome de hardware ou a quantidade de memória. A database é recente e consequentemente pequena, por isso sua configuração tem grandes chances de ser totalmente diferente das que já existem (não há ainda um Pentium 4 sequer, que heresia!).
Vale lembrar que o WEI Share funciona também no Windows Vista e que o código do aplicativo, open source e feito sob a plataforma Windows Azure, será disponibilizado em breve via CodePlex.
Fonte: istartedsomething.
Office Web Apps já disponível no SkyDrive
O Office Web Apps, a plataforma online e gratuita do famoso Microsoft Office (e, claro, um concorrente de nível ao Google Docs) já deu as caras nos EUA, Reino Unido, Canadá e Irlanda. Mas calma, não é preciso mais do que um clique para acessá-lo em contas do SkyDrive que não foram feitas nesses países. Acesse este link e pronto! Só esteja ciente que ele ainda não está traduzido para a nossa língua e que é preciso repassar tal link antes para que outras pessoas também possam acessar um documento compartilhado.
Entre a gama de características do aplicativo online (que contém versões mais singelas do Word, Excel, PowerPoint e OneNote), as principais são a edição simultânea de um mesmo documento através de convites, a possibilidade de ver um documento através de um smartphone sem a necessidade de um aplicativo especial e, é claro, uma integração bem funcional com o Office 2010 (Office 2003 e 2007 são suportados, mas ao que parece apenas usando o Internet Explorer).
Falando sobre a compatibilidade, aparentemente o editor funciona bem na grande maioria dos browsers conhecidos (testei brevemente no Google Chrome e no Opera), inclusive em suas versões para Linux e Mac.
Há ainda algumas firulas interessantes pra quem edita um documento em conjunto, como o Web Messenger integrado ao sistema online, bem discreto, ao estilo daquele que é integrado em alguns serviços da Google.
E, para quem não é fã de editores online, vale lembrar que a interface está bem parecida com aquela do Office original, e há grandes chances de se tornar mais amigável assim que a ferramenta estiver “tupiniquim”, a não ser que você ainda odeie de coração o “estilo Ribbon de ser” dos novos aplicativos da Microsoft.
[via Download Squad]
A nova onda do Windows Live
Durante um bom tempo, o Windows Live foi uma cria da Microsoft com crise de identidade. A ideia inicial era engolir a marca MSN como um todo com a nova terminologia, mas o que aconteceu foi uma grande confusão por grande parte dos usuários. Depois de diversas conversões e reversões (sendo a mais polêmica o sumiço do nome “Hotmail” do serviço de email da Microsoft, logo quando a transição de marcas começou, e que voltou ao nome “normal” tempo depois), o que sobrou com o nome original foi apenas o portal.
Em suas várias Waves, a quantidade de produtos com o nome Windows Live criados foi imensa, o que colaborou pra confusão gerada para o então novo nome para “MSN”. Agora, prestes a lançar sua Wave 4, o foco é simplificar. É possível desta vez dividir tudo em dois produtos principais: Windows Live Hotmail e Windows Live Essentials (neste incluso o Windows Live Messenger).
Tudo o que mudou, inclusive com vídeos de demonstração e com comparações em relação a programas concorrentes, está numa página bem ajeitada, a Windows Live Preview. A lista de mudanças é boa, a começar pelo Essentials que agora é mais, digamos, essencial e contém menos programas desnecessários ou subutilizados, como o Windows Live Call.
Além disso, os programas estão extremamente direcionados ao Windows 7, com um interação muito maior com o novo sistema. Porém, em contrapartida, há a perda de suporte ao Windows XP, o que vai deixar uma quantidade considerável de gente (pronta pra reclamar fóruns por toda a internet) fora da nova empreitada da Microsoft.
Nos aplicativos que “sobreviveram”, há mudanças de destaque. No Messenger, que foi apresentado com detalhes junto a uma pitada de Ballmer aqui no Brasil, o conceito é unificar as redes sociais das mais diversas numa forma de hub, tirando o ar de “isolado” do programa.
No Photo Gallery, a ideia é transformar o programa num organizador de fotos realmente útil, reconhecendo faces automaticamente e criando categorias para as pessoas donas delas, e também servir de editor que não apresente dificuldade nem para os mais leigos, contendo opções de auto ajuste de cor e brilho
Seguindo essa linha de facilidade, há também o aparentemente interessante Photo Fuse (acima), que permite unir duas ou mais fotos semelhantes e escolher quais partes de cada são melhores para montar uma outra foto, com tudo nos eixos. Continue lendo »
IE6: menos de 5% de participação nos EUA e Europa, ainda insistente em outros países
[OH HAI! Meu nome é Alexandre Franco, tenho 17 anos, ainda curso o Ensino Médio e sou mais um estreante do Meio Bit, talvez o mais jovem deles. Também contribuo com o WinAjuda e com o ex-Campo Minado (agora Continue »). Meu foco será Microsoft e espero, sobretudo, não ter gastado mais tempo fazendo e refazendo essa minúscula apresentação que escrevendo o post.]![]()
Com o grande número de vendas do Windows 7 mesmo num cenário de crise econômica, o Internet Explorer 8 pegou carona e aumentou pra valer seu marketshare nos últimos meses. O Internet Explorer 6, porém, parece ser blindado com formol e não se sente ameaçado por novas versões em plena ascensão, muito menos desaparece com os milhares de “tiros” anti-IE6 dados por comunidades aí afora.
A morte ainda lenta do sujeito é observável através do StatCounter, serviço que analisa a tendência de uso de diversos aplicativos e sistemas por toda a internet. Nos últimos 12 meses nos EUA, o IE6 pulou de “invejáveis” 11,5% para ainda altos 4,7%. Dentre as diversas explicações para o seu uso ainda considerável, a mais difundida é a de empresas que possuem sistemas internos web-based feitos anos atrás, mas tão consolidados, sólidos e funcionais no velho navegador que algumas delas nem pensam em atualizá-los.






