SouMix quer aproximar músicos e permitir gravações em grupo remotas
Uma nova rede social a essa altura do campeonato? Pois é. Apesar da saturação do assunto, não uma, mas várias se multiplicam como coelhos. A maioria apenas reproduz, com uma ou outra coisinha diferente, o que está dando certo com as pioneiras. Outras, porém, encontram seu nicho justamente pela inovação.
A SouMix, se não vingar, pelo menos não será por falta do fator inovação. À primeira vista, o site parece um orkut-like da vida e, a bem da verdade, conserva muitas características da decadente rede da Google: perfil, recados, yada yada yada. Mas além dessa casca superficial, o grande barato da SouMix está no aspecto musical.
O bate-papo mais forever alone de todos os tempos: ICQ para Linux
Não me surpreenderia saber que muitos leitores do Meio Bit jamais usaram ou mesmo ouviram falar do ICQ. Para esses, uma explicação rápida.
O ICQ foi criado em Israel, no século passado, por uma empresa chamada Mirabilis. Era um programa de bate-papo que, no final dos anos 1990, início da década 2000, era bastante popular, algo como o Windows Live Messenger, aka “MSN”, é hoje em dia.
O sucesso levou a Aol a comprar o ICQ e, com o toque de Midas às avessas da empresa, destrui-lo com o passar do tempo. Nesse ínterim, a Microsoft investiu uma baba em publicidade para o então MSN Messenger e abocanhou boa parte do mercado do ICQ, deixando o concorrente, afogado em anúncios da Aol, no limbo do esquecimento.
Hoje o programa está nas mãos de um grupo de investidores russo e… bem, dizem que ele ainda é bastante usado naquela região. E só.
Nokia anuncia que descontinuará a marca “Ovi”

Adeus Ovi...
Certas lições da indústria são tão evidentes, apresentam tantos exemplos numa única direção, que chega a ser triste ver outras empresas caírem no mesmo erro. No nosso caso, criar uma nova marca para uma linha de serviços na nuvem.
Peguemos três gigantes da informática, Microsoft, Apple e Google. As duas primeiras, especialmente a primeira, criaram bagunças sem precedentes com a invenção de marcas para seus serviços online, Windows Live e MobileMe, respectivamente. No caso da Microsoft, até hoje todo mundo fala “MSN” para se referir ao Windows Live Messenger, e daí você tira o quão aderente é a marca; já no caso da Apple, as confusões que marcaram o lançamento do MobileMe irritaram profundamente Steve Jobs e fizeram cabeças rolarem em Cupertino. Já a Google manteve sua marca em toda a linha de serviços e… bem, deu no que deu.
WorldTimeBuddy ajuda a descobrir o horário local de keynotes e reuniões de negócio
A globalização é uma coisa fantástica, permite que algo que esteja acontecendo agora do outro lado do mundo possa ser acompanhado aqui, em tempo real. A Internet facilita isso, mas nosso organismo, não; por estarmos em zonas diferentes, os horários são… diferentes (d’oh!).
Existem diversas ferramentas que fazem a conversão de horários, mas a maioria tem interfaces espartanas, totalmente baseadas em texto e de difícil uso. Por essas e outras, especialmente a ferramenta de reuniões, que o WorldTimeBuddy tem sérias chances de entrar em nossos corações e nunca mais sair de lá.
PenZen: editor de textos “distraction-free” direto do navegador
Concentração pode ser um valor escasso quando se está no computador. O universo de possibilidades que a Internet oferece, aliado às inúmeras notificações e janelinhas saltitantes distraem e podem ser bastante danosas ao processo criativo.
Por essas e outras que, já faz algum tempo, criou-se uma nova categoria de editores de texto, os “distraction-free”, ou livres de distrações. Em comum, todos os aplicativos do gênero rodam em tela cheia e são adeptos da filosofia do “menos é mais”, ou seja, exibem o mínimo possível para que funcionem, sem quaisquer outras características que, por alguma razão, possam atrapalhar.
Twitter anuncia versão móvel com jeitão de app para Android e iPhone
A ideia da web como plataforma vem sendo buscada há anos, mas com a chegada dos smartphones com sistemas modernos e SDKs, ficou para escanteio já faz algum tempo. O que é uma pena, diga-se de passagem. É muito mais produtivo e, para os desenvolvedores, fácil, manter uma única base de código para diversos dispositivos…
O grande “X” da questão, aqui, está nas lojas de aplicativos, na visibilidade e na grana que elas dão. Mas, com os smartphones cada vez mais populares e navegadores móveis mais e mais avançados, a ideia da web como plataforma final volta a ganhar força.

