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Contra o Facebook, vá de Diaspora*

Por: em 17/05/10 na(s) categoria(s): Internet, Web 2.0


O Facebook vive um momento delicado. Enquanto se firma como a maior rede social do mundo e libera atualizações e novidades num ritmo forte, sofre com reclamações e denúncias de abusos de privacidade. Tem gente desistindo do Facebook, denúncias de atitudes… estranhas de Zuckerberg, gente mandando carta aberta a ele, e, claro, gente defendendo o Facebook.

O momento é propício para que concorrentes, ou futuros concorrentes, chamem a atenção prometendo o que o Facebook tem dificuldades em prover: privacidade. Dessa premissa, surgiu o Diaspora*, ainda longe de ser lançado, mas com uma proposta cujo foco reside justamente na segurança dos dados de seus usuários.

Quatro amigos da Universidade de Nova Iorque se reuniram para criar o Diaspora*. No papel, parecem ter tudo esquematizado, mas faltava um “detalhe”: dinheiro. Lançaram uma página no Kickstarter com o ambicioso objetivo de angariar US$ 10 mil. Conseguiram US$ 173.857,00.

Esses caras pretendem derrubar o Facebook.

Esses caras pretendem derrubar o Facebook.

A promessa é uma rede social cujo código será aberto, com compartilhamento seguro via GPG. Ao invés de servidores centrais, o Diaspora* será uma rede descentralizada, baseada em pontos/peers, onde as pessoas adicionarão seus feeds e informações de outras redes. Espera-se que um serviço mais user-friendly, baseado num registro simples numa página Web, também seja oferecido aos menos geeks, mais ou menos como acontece com os WordPress.org/.com.

Se dará certo? O quarteto começou bem, fez um buzz gigantesco na Internet e conseguiu muito mais investimentos do que sonhavam. A responsabilidade e a pressão serão grande inimigas, mas se eles realmente têm condições técnicas de fazer algo bacana, agora se veem com a faca e o queijo na mão.

Com informações do ReadWriteWeb BR.

Mapa WiFi: mapa colaborativo de hot spots

Por: em 10/05/10 na(s) categoria(s): Dicas, Web 2.0, Wireless e Redes


São várias as situações em que conhecer um ponto público de acesso sem fio à Internet faz-se necessário. Numa dessas, os sócios Ricardo Silva e Thiago Melo, de Maringá-PR, tiveram uma ideia e catalogaram, numa mashup envolvendo o Google Maps, alguns pontos do tipo de sua cidade natal. Alguns dias depois, a ideia expandiu-se, e virou o Mapa WiFi, um projeto de grande utilidade e que é feito com a participação de todos.

Mapa WiFi.

Conhece algum hot spot em sua cidade? Acesse o Mapa WiFi e cadastre-o no sistema. Não é preciso criar cadastro, ou fazer login, basta apontar o local, identificar o tipo de rede, e pronto. Além das inclusões, os próprios usuários controlam a autenticidade das informações que ali constam, através de links para reportar erros e abusos.

Qualquer ponto do mundo coberto pelo Google Maps pode ser trabalhado dentro do sistema. Os criadores do Mapa WiFi dizem que o serviço já foi usado em vários pontos do Brasil, bem como do exterior. Por enquanto, ele funciona maravilhosamente bem: simples, direto, sem enrolação na hora de indicar pontos de acesso. Tomara que continue assim.

Blackbird Pie: tweets em HTML para embarcar em sites

Por: em 05/05/10 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Web 2.0


Que o Twitter é uma ótima fonte de notícias e informações, todos sabemos. Não é raro depararmo-nos com textos que contenham um tweet, seja ele fonte, ou complemento à informação dada. Quando isso acontece, de duas, uma: temos a transcrição em texto da mensagem, ou a famigerada screenshot, assim:

Exemplo de screenshot de tweet.

Exemplo de screenshot de tweet.

Funciona bem? Sim, funciona. Dá algum trabalho tirar a screenshot, recortá-la e subi-la ao servidor, mas nada que me faça pensar “ó, céus, como isso poderia ser mais fácil”. No entanto, parece que alguém, ou muita gente, tem esse pensamento, o que levou o Twitter a lançar uma ferramenta específica para “embarcar” tweets em HTML.

Lançada ontem, a Blackbird Pie se propõe justamente a isso: transformar tweets em HTML, de modo que possam ser inseridos em outras páginas. É mais ou menos como um vídeo do YouTube, mas para… texto. Ignore a utilidade de uma ferramenta assim, e veja o resultado:

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Blippy expõe dados dos cartões de crédito dos usuários

Por: em 23/04/10 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Segurança, Web 2.0


Vivemos a Era da Informação, com redes sociais que incentivam seus usuários a se exporem, e serviços cada vez mais intrusivos, capazes de deixar até o Big Brother (do Orwell, não o da Endemol) assustado. De preferências pessoais aos locais que as pessoas frequentam, um dos mais assustadores dos últimos tempos é o Blippy.

Já falamos dessa rede “inovadora” na época do seu lançamento. Trata-se de um local onde as pessoas compartilham seus gastos com cartão de crédito, uma celebração babaca do consumismo. Se a ideia em si já parece loucura, o maior medo dos membros do Blippy tornou-se realidade nessa semana: dados expostos. Continue lendo »

Facebook Connect descontinuado, novas ferramentas lançadas

Por: em 22/04/10 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Web 2.0


Ontem aconteceu a F8, conferência do Facebook para desenvolvedores. Muitas novidades interessantes e, sob certa ótica, preocupantes, surgiram, e dentre elas, destaco a aposentadoria do Facebook Connect, e a tecnologia que o substituirá.

O Facebook Connect é, ou era, um “login universal” bastante popular, provavelmente o mais deles. Se um site oferece Facebook Connect (aliás, como o Meio Bit faz), basta “linkar” as contas, e o usuário passa a logar no site terceiro através da sua conta no Facebook, com a possibilidade de compartilhar informações pessoais como nome, avatar e outras coisas do tipo.

Pois bem, era assim. O Facebook Connect foi… descontinuado (não sei bem se essa é a palavra correta), e dará lugar a um conjunto de novas APIs chamado Facebook for Web Sites, encabeçado pelo Open Graph, um conceito, à primeira vista, especialmente benéfico a empresas e parceiros, baseado no OAuth 2.0. Continue lendo »

Hitler não reclama mais no YouTube

Por: em 21/04/10 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Web 2.0


Paródias de 'A Queda' com os dias contados.

Paródias de 'A Queda' com os dias contados.

Memes espontâneos (desculpe a redundância) são cada vez mais raros, e talvez por isso, resistem ao tempo, têm prazo de validade maior que esses fabricados em agências de publicidade. Um exemplo ainda bastante vivo, até ontem, pelo menos, é o do Hitler reclamão.

Um trecho do filme “A Queda” (Der Untergang, 2004), com novas legendas sem noção, varreu a Internet e serviu de ferramenta de diversão e crítica por anos. Reza a lenda que o primeiro do tipo era relacionado ao roubo de um veículo; o primeiro realmente famoso, o do lendário banimento da Xbox LIVE. Depois disso, dezenas, centenas de variações, umas melhores, outras piores, todas contribuintes para a perpetuação e consolidação de um dos memes mais divertidos dos últimos tempos.

Mas essa verdadeira lenda viva corre o risco de acabar. A Constantin Film, que detém os direitos da película, pediu, o Google atendeu: pouco a pouco, todos os vídeos-paródias baseados na célebre cena de “A Queda” estão sendo removidos do YouTube. Deve estar dando um trabalho enorme não só pela quantidade de versões, mas também (e principalmente) pelas cópias.

Só não vale dizer que essa mudança foi surpresa. O próprio facínora alemão já tinha prometido vingança:

Aos interessados, aqui tem um pequeno histórico desse meme, escrito em junho do ano passado.

Fonte: TechCrunch.